História Ella, a Deusa que só eu via - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Deusa
Visualizações 3
Palavras 1.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Longos cabelos ruivos


Os meus dias eram monótonos pra caramba, de segunda a sexta eu frequentava uma escola mequetrefe perto de casa, todo santo dia depois das aulas eu passava a tarde jogando jogos que eu achava pela internet, e nos finais de semana eu trabalhava de babá, não era nada mal, mas sei lá, não era a rotina que eu imaginava quando criança... A rotina que eu queria ter quando criança era algo surpreendente, de manhã estudar, a tarde trabalhar, e a noite... A noite eu só queria poder passar um tempinho com alguma garota especial... Enquanto eu me perdia mais uma vez em meus pensamentos eu ouvi o som da campainha, me levantei da cadeira e segui até o primeiro andar, cheguei até a porta e olhei o olho mágico, fiquei fascinado pela bela garota que ali se encontrava, seus lindos cabelos ruivos me encantaram, seus exuberantes olhos azuis e sua maravilhosa pele branca como a neve.

- Quem é? - Eu perguntei enquanto abria a porta.

- Oh... Olá, eu sou a Ella, prazer em conhecê-lo! - Ela esticou o braço em minha direção com a intenção de finalizar o cumprimento.

- Olá, eu sou o Bryan, o prazer é meu... Desculpe a pergunta, mas eu te conheço?

- Se nos conhecemos? Não... Eu estudo na mesma escola que você, eu te vi algumas vezes durante os intervalos, e também no caminho pra casa, então hoje eu tomei coragem para vir me apresentar. - Eu estava surpreso, me perguntando como eu nunca tinha visto essa garota na escola?

- Ahh, desculpe a grosseria, gostaria de entrar e tomar um café? 

- Adoraria, obrigado. 

Entramos para dentro de casa e fomos até a sala de estar, enquanto ela se sentava no sofá eu fui até a cozinha para preparar um café pra nós dois, enquanto esperava a água ferver fui até a sala e sentei-me ao seu lado, e comecei a admirar sua vasta beleza, eu comecei a olhar diretamente para o seu rosto e ela me olhou de volta, seus olhos azuis cintilantes brilharam assim como a mais bela estrela, suas bochechas ficaram levemente coradas, vi que poderia ser vergonha por eu a estar olhando tanto, então me levantei e fui até a cozinha para terminar de fazer o café. Quinze minutos e o café estava pronto, enchi duas xícaras de café e peguei um pacote de bolacha, fui de volta pra sala de estar e pus tudo sobre a mesa, e tentei quebrar o gelo com alguma brincadeira.

- Olá senhorita, vossa senhoria aceitaria uma xícara do nosso excasso café?

- Oh... Claro meu serviçal, vosso trabalho será recompensado no futuro!

Olhamos seriamente um pro outro e começamos a rir, mesmo não tendo graça nenhuma, nós nos matamos rindo, assim que terminamos de rir, apoiamos as cabeças um no outro, testa com testa, olhares entrelaçados como um nó extremante bem feito, mais uma vez seus olhos mostravam-se estupendamente belos, por alguns instantes nossos corpos se aproximaram e nos beijamos, bocas unidas e línguas atadas, logo nos afastamos e começamos a corar, nós dois estávamos muito vermelhos, então tentei mudar de assunto... enquanto tomávamos café e comiamos  bolacha conversamos sobre todo o tipo de coisa, sobre as nossas famílias, sobre os nossos gostos, e sobre todo os outros assuntos possíveis, passaram-se duas horas voando, já estava tarde então nós despedimos e prometemos que iríamos conversar mais durante os intervalos na escola. "UAU" foi a única coisa que consegui dizer depois dela ir embora, ela é linda, um mulherão da porra, super interessante, a boca dela era incrível e seu beijo era ainda melhor, temos tantas coisas em comum, meu coração normalmente acelerado se acalmava toda vez que pensava nela, não sentia mais dor ou tensão nós braços, sei lá, nunca tinha sentido nada como aquilo antes, aquela sensação de paz e calma, era como se eu estivesse num paraíso... Olhei meu relógio e vi que faltava poucas horas pra minha mãe voltar do serviço, então subi rapidamente até o meu quarto e fui até o meu armário, vasculhei as gavetas e puxei um maço de cigarro e um esqueiro, era bem ruinzinho, de péssima qualidade, mas era o que o dinheiro comprava, puxei um cigarro e acendi o cigarro, coloquei ambos o maço de cigarro e o esqueiro nos bolsos da minha calça, fui até a janela e me apoiei nela, dando leves tragadas e empurrando toda a fumaça pra longe, fumar era um dos meus vícios, comecei a fumar faz 5 anos, com meus 11 dei a primeira tragada com alguns colegas da minha aula, e foi ali que o vício começou. Ao terminar o cigarro joguei-o na lixeira que ficava praticamente na frente da minha janela, desci as escadas e fui até a sala de estar, reparei que a xícara da Ella ainda estava cheia, talvez ela não gostasse de café? Mas não me importei muito, peguei ambas as xícaras e o pacote quase vazio de bolachas e levei pra cozinha, lavei a xícaras e deixei o pacote sobre a bancada, fui até o corredor e comecei a tirar a roupa,  comecei pela camiseta e terminei pela cueca, coloquei tudo dentro do cesto de roupas na frente do banheiro e fui pro banho, é claro, não me esquecendo de trancar a porta do banheiro, liguei o chuveiro e coloquei na temperatura mais gelada possível, era o que eu precisava, a Ella tinha acendido algo em mim que a muito tempo eu tinha perdido, e eu não tinha tempo pra perder tomando banho, eu precisava pensar em novos assuntos pra conversar novamente com ela amanhã, então me apressei no banho e me enxuguei com a toalha preta do Batman que tinha a disposição no banheiro, subi até o meu quarto e me vesti, tranquei a porta, fechei a janela, apaguei a luz e me deitei na minha cama, admirando o teto coberto por adesivos de motos, desenhos e filmes dos quais eu gostava muito, eu sempre gostei de pensar olhando pra eles, me passava uma tranquilidade, não era a tranquilidade excitante que eu sentia com a Ella, mas era perfeita para pensar.



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