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História Elliot o feiticeiro de Arial - Capítulo 2


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Notas do Autor


Agora vem os homi, vou te falar esses homens...

Capítulo 2 - Lobinhos Indefesos


Depois da carta de Khandre, eu resolvi que minha casa de feitiçaria seria concretizada de qualquer forma, se eu vou me tornar mestre de alguém preciso antes ter minhas habilidades ainda mais treinadas e preciso aprender muito mais, e que jeito melhor de usar magia do que para conseguir dinheiro, sei que tenho bastante ouro que herdei de Khandre mais eu quero ser independente e não precisar usar esse dinheiro se não for necessário.

São aproximadamente umas 6 horas da manhã, como eu sei? Puro extinto
Eu não entendo como eu sei algumas coisas que ninguém me ensinou, coisas que eu nunca vi ou ouvi falar mais eu sei...
Como por exemplo o latim, ninguém me ensinou a falar mas sempre que uso um feitiço eu falo com perfeição, sem hesitar.

O feitiço que eu vou executar na verdade é um encantamento poderoso que se chama:

"Protected agri Métis"

"pro salute et tutela numen metis prudentiae et qua de prima uxore filia oceannus Iovem et ligna tua, et capita columnarum, obsecro ut terra vestra terram sacris quos transivimus pax et securitas immediate ab ill intentioned quod ille aut experior me"

Eu não sei ao certo como eu consigo falar o latim tão bem mas eu consegui, as árvores emitiram um poder enorme e um campo se ergueu, eu conseguia ver a cor era púrpura e se tornou transparente aos poucos, minha magia é púrpura, meu mestre dizia que a cor da magia de um feiticeiro demonstra sua personalidade e o roxo simboliza mistério e transformação seguidos de melancolia e tristeza, espiritualmente desenvolvido e elegante de natureza,
Mas eu acho que isso não serve em todos os casos afinal eu nunca fui melancólico ou triste.

Agora que estou pronto para receber pessoas, mas precisam saber que eu estou aqui...

"Clara signum"

Eu atiro um sinal luminoso aos céus, todos iriam ver isso, eu garanto, é só esperar.

Em poucos minutos uma multidão se forma ao redor da clareira, poucos conseguem entrar uns quinze no total, eram crianças e adolescentes, esses não me queriam mal, e estavam apenas curiosos, eles me vêem, tanto as crianças, quanto os adultos, eles me olham com pena, como se eu estivesse na toca do lobo, um deles chega a gritar algo do tipo...

"Saia de perto desta casa rapaz!"

Então finalmente a ficha cai, eu estou vestido como camponês, eles acham que sou um deles, vou fazer eles mudarem de idéia.

"nobilis indumentis"

Agora sim eles me olhavam como deviam, pois agora meus olhos brilhavam magenta luminosos com a liberação da minha magia, enquanto eu levitava a poucos centímetros do chão.
Eu estava usando a túnica de veludo púrpura de feiticeiro, armadura de couro de dragão negro e uma espada de prata celeste na bainha,
Em outras palavras...
eu me sentia poderoso.

Precisava da atenção deles antes que fugissem de medo, assim como as mães das crianças que entraram na clareira somente para pega-los e fugir.

"Vox"

Agora a minha voz estava alta o suficiente para que toda a floresta me ouvisse.

ESCUTEM TODOS!
EU SOU ELLIOT WATERGOLD DE MURREL, DO GRANDE RIO DOURADO, A PARTIR DE HOJE, TOMO ESTA CLAREIRA COMO O MEU LAR, E OS CONVIDO A BUSCAR A MIM QUANDO OUVER ALGO QUE NÃO POSSAM RESOLVER SOZINHOS, PARA QUE MINHA MAGIA AJUDE-OS, E EM TROCA EU APENAS VOU LHES-PEDIR DINHEIRO OU ALGO QUE POSSAM ME DAR QUE EU QUEIRA É CLARO.
AGORA PODEM IR SENHORES, NÃO HAVERÁ MORTES AQUI HOJE.

Digo aos homens armados com espadas e adagas, apontando pra mim através da barreira que impediam eles de passar.

Se passaram duas semanas, e eu ainda não tive nenhum freguês, na verdade alguns deles fazem patrulhas perto da clareira, vão me matar se me encontrarem lá fora, percebo que essa barreira é realmente um "presente dos Deuses".
Me mantive alimentado com poções refeição, mas os ingredientes estão acabando, essa noite eu vou literalmente
lamber o fundo do caldeirão.

Tenho que sair daqui...
Mas há algo estranho lá fora, ouço gritos e vejo os homens correndo, como se fossem atacar alguém...
Eu estou vendo dois homens correndo pra clareira...eles se transformam em lobos enormes, eles atacam os homens que estão patrulhando o perímetro, devem ter tentado mata-los, devem achar que somos amigos ou coisa do tipo, eles não mataram ninguém, mas feriram eles bastante, os lobos correm pra dentro da barreira, porém para a minha surpresa eles passaram por ela intactos, a não ser o fato deles voltarem a ser humanos por causa da barreira, por 4 segundos eu pude ver seus corpos nus, porém depois desses segundos marcantes, suas roubas apareceram por um passe de mágica, a barreira deve ter enfraquecido os poderes deles e por isso suas roupas não apareceram de imediato após a metamorfose deles ser interrompida, o que significa que aqui dentro eles são muito mais fracos e não podem se transformar...
Estou na vantagem.

- Por acaso o senhores poderiam fazer o favor de me dizer o que querem?

- Precisamos de mágica pra curar um amigo, e você vem conosco! Por bem ou por...
Diz o branquelo músculoso, alto, de olhos verdes e cabelos negros.
Eu ainda estou usando a roupa de feiticeiro e só pra ele entender que não estou intimidado, faço as minhas mãos se encandecerem e invoco uma "De sphaera lucis" pra arremessar na cabeça dele se for preciso.

- O quê o meu amigo Rilt estava querendo dizer, é que precisamos da sua ajuda para salvar um amigo, que está gravemente ferido e a beira da morte há alguns quilômetros daqui...
Diz o belo rapaz negro de pele bronzeada, magro, alto de cabelos cacheados longos e com olhos cor de âmbar.

- Certo, certo e quem é você?
Digo.

- Eu sou Guilhermo Vontress, mas esse nome é horrível, então me chame de Ghiul

- Ghiul...eu espero que tenha com o que pagar, afinal ninguém trabalha de graça não é mesmo?
Digo fingindo ser sério e obstinado.

- Na verdade não temos...mas nosso amigo é filho do Alfa então...acho que ele vai pagar o que você quiser e...

- Está louco?dinheiro? Imagina todos os ingredientes que eu posso ter?
Pelo de lobisomens, garras, saliva, urina, lágrimas, sangue ou até mesmo sangue de Alfa...
Eu ajudo vocês com toda a certeza.
Eles se entreolham e me encaram perplexos.

- Ghiul, esse cara... claramente está bêbado, vamos sair logo daqui antes dele arrancar nossos testículos e usar pra fazer uma poção do amor ou coisa do tipo

- Bobinho, poções do amor são feitas com testículos de vampiros não lobisomens...

- Ele é sinistro vamos embora...

- Não podemos Rilt, Patrick foi mordido 16 vezes e quebrou o braço, ele não vai sobreviver mais um dia naquela floresta.

- Então parece que vocês não tem escolha, vamos rapazes entrem na casa.

Eles entram e começam a me contar sobre patrick.


Notas Finais


Coitado Rilt você ainda não viu nada.


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