História Em Algum Lugar nas Estrelas - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Rock Lee, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari
Tags Hentai, Hot, Naruto, Romance, Sakura, Sasuke, Sasusaku, Shoujo
Visualizações 34
Palavras 3.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


* Capítulo Novo *

* Olá meus diabinhus, eu vou tentar ir colocando os capítulos de acordo com que eu vou relendo e reescrevendo, normalmente isso vai ter um intervalo de 3 dias de um capítulo ao outro (pra quem não sabe o motivo vai nas notas do prólogo);

* Mais uma vez eu peço perdão aos que seguiam fielmente a "fic antiga", porém, essa nova versão terá muitas coisas diferentes e muito mais envolvimento dos personagens com o publico (no caso vcs) e aos que estão chegando agora, se divirtam!!

By: Nyanku Sensei 😈🔥

Capítulo 2 - Capítulo 1 Como Uma Flor de Cerejeira


Fanfic / Fanfiction Em Algum Lugar nas Estrelas - Capítulo 2 - Capítulo 1 Como Uma Flor de Cerejeira

POV - Sakura

“Era manhã do dia cinco de Abril e eu tive uma constatação de que não é nenhum pouco simples viver a vida. Ela contém sempre capítulos imprevisíveis e inevitáveis.” 

“BEEP” ... “BEEP” ... “BEEP” ... “BEEP” ... “BEEP” ... “BEEP” ... “BEEP”

Abri os olhos lentamente notando que havia pegando no sono mais uma vez na sacada do que agora seria meu novo apartamento. Era engraçada a vida de não dormir à noite apenas para ficar olhando para o céu e imaginando como seria gostoso estar entre as estrelas. Levantei-me do chão vagarosamente sentindo minha coluna fazer sons assustadores.

Faziam exatos seis dias que eu descobri meu amigo câncer, depois de muito chorar eu acostumei com o fato de que ele era um bom amigo... Imagina só, ele estava comigo provavelmente desde criança e ficaria até a minha morte. Existem poucas coisas que ficam a tanto tempo com você. Sorri de relance debochando do meu pensamento patético, porém, com certo fundamento.

“Droga!” Exclamei mentalmente pela dor que senti nas costas enquanto caminhava sem muita vontade para o banheiro. Antes de entrar no mesmo notei algo marcado no calendário, ao me aproximar arregalei os olhos sentindo meu coração quase sair pela boca.

— Ahhhhhh, Sakuraaaaaa... – Gritei comigo mesma vendo que era meu primeiro dia na faculdade e eu já estava atrasada.

Após sair de Osaka eu decidi que iria procurar um bom emprego em Quioto, mesmo que já tivesse a mesada dos meus pais, sendo que quando trabalhavam no exército eu era apenas um bebê, com a morte de ambos em combate a mesada foi destinada primeiro ao meu avô como o possuinte da minha guarda e depois aos 18 anos a mim até que eu completasse 21 anos.

Porém, sempre gostei de me sentir independente e arrumar um emprego me ajudaria nisso, mas depois de descobrir o meu “amigo” joguei esse sonho idiota de emprego pro lado e pensei que seria mil vezes mais pró-ativa fazendo algo que sempre fora meu maior desejo, uma faculdade de designer.

Desde que meu avô faleceu me mantive presa em seguir os passos que ele desejava para mim, Quioto era o lugar em que ele queria me ver... Ele dizia que eu seria feliz e me encontraria nessa cidade. 

Corri para o banheiro tomando um banho rápido, ao sair peguei o secador e enquanto secava o meu cabelo fazia um café forte e amargo no qual me manteria acordada. Sem me preocupar muito vesti às pressas uma calça jeans surrada e rasgada, tênis e uma blusa de alcinha branca com uma jaqueta preta. Corri pegando a mochila e descendo as escadas de dois em dois degraus.

“Ainda não concertaram essa droga de elevador!” Pensei saindo pela porta e correndo até a estação de Quioto para pegar o primeiro trem que levasse até a Kyoto University.

POV - Sasuke

Eu estava com uma puta dor de cabeça pela quantidade de bebida que consumi noite passada. Chegando na faculdade fui direto tomar um expresso, o que viria melhorar um pouco meu mal humor. Ao pegar o café andei até um dos bancos do jardim e me sentei, queria respirar um pouco de ar fresco antes de ter que encarar a primeira matinê de aulas chatas com alunos que adoram se amostrar fazendo perguntas e constatações óbvias sobre a disciplina.

— Aeeee temeeeeee!! – Ouvi uma voz familiar me gritar, mas já imaginando quem seria nem virei para encará-lo. _ Não acredito que depois de tanto Temari pedir você resolveu fazer sua matrícula a tempo...

— Ah, como posso dizer que eu acredito?! – Disse encarando o loiro que estava com um enorme sorriso.

— Porra, você poderia o menos ter atendido minhas ligações durante as férias e me contato... – Naruto disse se jogando o meu lado e tomando o café das minhas mãos.

— Baka, talvez eu não quisesse conversar com você nessas férias... – Disse irritado com o mesmo por roubar meu café e em seguida o tomando de volta de sua mão. _ Já que só me arruma problemas.

— Ah, sem essa, teme... – Ele riu me dando leves tapinhas. _ Você me adora, Tô certo!

Revirei os olhos bufando enquanto me preparava para levantar. _ Vou nessa... Ah, e vê se não vai aprontar! – Disse ao mesmo que sorria gesticulando em positivo com a mão.

Andei menos de dez passos e ouvi uma voz feminina manhosa me chamar.

— Olha, olha… Se não é Sasuke Uchiha… - A loira caminhou sensualmente como um felino prestes a atacar. _ Até que enfim um rosto conhecido... – Ela segurou com certa força o colarinho da minha jaqueta.

— Ainda me tem como conhecido?! – Perguntei fitando seus grandes olhos azuis.

— Não guardo rancor... – Ino respondeu-me rindo e apontando para o rosto. _ Dá rugas, gato!

— Ótimo! – Disse ainda parado esperando-a se afastar.

— Não imaginava que faria uma faculdade... – Ela disse tocando meu rosto com desdenha. _ Sempre teve cara de bandidinho, mas nunca de nerd preocupado com o futuro...

— Ah, como se você tivesse cara de que iria sair do colegial direto para uma faculdade, loira... – Ri afastando meu rosto, pois sua unha começava a arranhá-lo com certa voracidade.

— Acha que não tenho capacidade?! – Ela perguntou sorrindo maliciosamente.

— Capacidade, sim... – Disse dando de ombros. _ Vontade?! Nunca.

— Realmente, mas meus pais precisam que eu comprove os cheques que eles enviam e essa está sendo minha única forma... – Ela piscou me olhando sobre o ombro. _ Nos vemos por aí, gato! - Ino disse sumindo entre a multidão de pessoas nos corredores.

Joguei o café que antes beberia na lixeira, pois já encontrava-se frio e corri em direção do elevador para pegá-lo a tempo. Chegando próximo ao mesmo pude notar que tinham muitas pessoas e como detestava lugares cheios e fechados resolvi seguir pela escada. Antes que pudesse pisar no primeiro degrau senti um corpo se chocando contra o meu e sendo arremessado alguns centímetros de distância. Ao recuperar um pouco a noção do que acabara de acontecer olhei para o chão vendo a garota se levantar sorrindo sem graça.

Notei que seus olhos tinham uma cor bastante peculiar assim como os cabelos… E a forma com que ela sorria, era praticamente a mesma de Naruto, aquela forma singela e cheia de sinceridade que levei anos para aceitar. 

— Desculpa... Desculpa... – Ela dizia sem parar enquanto seu rosto tornava-se avermelhado.

— Tudo bem... – Disse dando de ombros e subindo o primeiro degrau, porém, notara que a mesma estava bem ao meu lado seguindo o mesmo caminho.

— Ah, você faz qual curso? – Ela perguntou encarando-me ainda com um meigo sorriso. Bufei.

— Não tem necessidade de conversarmos... – Disse seco. _ Você pediu suas desculpas e eu já as aceitei.

Notei que na mesma rapidez com que ela sorria também conseguia ficar séria e em seguida ela apressou os passos me ultrapassando e sumindo entre a multidão de alunos no 3 piso. Ao todo, me senti idiota em tratá-la daquela forma, nunca foi meu feitio tratar as pessoas com tanta ignorância gratuita. Porém, algo me dizia que nos veríamos muito mais do que apenas nas escadarias daquela faculdade.

POV - Sakura

Entrei na sala extremamente furiosa pelo que acabara de acontecer. Fui gentil, educada e até socialmente ativa, mas a única coisa que recebi foi uma enorme fora, repleto de frieza. Senti meu rosto queimar por lembrar da sua voz grave e seca e seu rosto sem expressão.

“Droga Sakura, isso que dá você ser legal e tentar interagir com um idiota.” Bufei encarando a sala em uma visão panorâmica procurando um bom lugar para me acomodar. De longe notei que a última fileira era a mais vazia então subi até os últimos lugares e me acomodei silenciosamente do lado de um garoto ao qual não conhecia. Depois da minha última conversa com um dos alunos resolvi que ficaria na minha, mas fui surpreendida com uma mão esticada para o meu lado e um grande sorriso cheio de entusiasmo.

— Olá, me chamo Rock Lee... – O garoto de cabelos negros e sobrancelhas bastante chamativas disse me olhando dos pés à cabeça.

— Sou a Sakura... – Disse um pouco receosa por acabar de ter duas interações totalmente diferentes, sendo uma com o garoto estranho e frio que conheci na escadaria e esse cheio de alegria e entusiasmo.

— Então Sakura, está nervosa no primeiro dia, não é mesmo?! – Lee disse olhando para o professor que acabara de entrar.

— Um pouco, mas como sabe? – Perguntei.

— Palpite... – Ele respondeu. _ Suas bochechas estão muito vermelhas e está suando... Além do que, você não para de mexer com seus pés.

— Ah, droga! – Disse rindo e parando de mexer freneticamente os pés. Um pouco era nervosismo, mas ao todo acho mesmo que eu não lidava bem com a negação... E aquele garoto estranho ainda estava na minha cabeça.

— Fique tranquila... – Lee disse totalmente relaxado. _ É só o colegial para garotos acima dos vinte.

— Você é bem maduro, Lee-chan... – Eu disse sorrindo. _ Já tem experiência com a faculdade?!

— Digamos que a última não deu muito certo... – Ele coçou a nuca como que meio sem graça. _ Mas acho que o mundo da publicidade sempre foi minha praia.

— Eu sempre quis algo do tipo também... – Disse pegando minha mochila. _ Mas estava em dúvida sobre publicidade ou design gráfico... No fim, design gráfico ganhou.

— Ah, é uma pena... – O garoto disse fazendo biquinho e rindo como que alguém fazendo drama. _ Me identifiquei tanto com você, achei que nos veríamos mais...

— Ah, mas tenho certeza que teremos muitas aulas juntos... – Disse estendendo a mão para o lado em que o mesmo estava. _ Deixe-me ver seu horário... – Logo ele me entregou um papel com sua grade de horários e realmente teríamos muitas aulas juntos. _ Olha só, teremos 5 aulas semanais juntos.

— Uoooouuu, bastante coisa! – Ele exclamou feliz.

O sinal tocou e levantamos seguindo para a próxima sala. Enquanto caminhávamos ele me contava sobre suas viagens e isso estava me deixando extremamente mais relaxada.

— Esse ano eu fui para a Itália com meus pais... Bem, eles são divorciados, mas nas viagens em família fingem se dar bem por conta do meu irmão mais novo... – Lee dizia fazendo um semblante um pouco triste sobre a atual situação de sua família.

— Ah, mas deve ser legal viajar em família... – Eu disse tentando extrair mais conversas positivas e tirá-lo da fossa em que o mesmo se meteu.

— Espera, você não viaja com a sua família, Sakura?! – Ele perguntou.

Por um momento eu parei de caminhar e fiquei encarando-o como se tentasse descobrir o que falar, mas no fim ele simplesmente se alto respondeu.

— Ah, desculpe por perguntar algo pessoal... – Disse ficando vermelho.

— Não tem que se desculpar... – suspirei sorrindo mais uma vez. _ Digamos que eu não sei o que é ter uma família com pai e mãe, então não sabia o que te responder.

— Ah, Sakura-chan não precisa me explicar... – Lee disse nervoso por achar que tinha tocado em uma ferida, porém, aquilo não era nada, pois não tinha sentimentos familiares que me fizessem sofrer. Desde minha infância cresci com meu avô, nem fotos dos meus pais eu tinha para me recordar, sendo que o único contato que eu tive com outros pais era basicamente passageiro já que era o que eu via dos pais de amigos.

_ Bem, acho que no fim chegamos. – Ele completou me dando passagem para sentar mais uma vez na última fileira.

Eu porém gesticulei para que o mesmo ficasse no canto e eu próxima ao corredor, pois tinha que sair de sala algumas vezes para comprar café, só assim me mantinha acordada. Dito isso, Lee sentou-se no canto esquerdo e eu bem do seu lado, deixando vago mais 5 carteiras coladas a minha.

— Sabe, gosto aqui de cima porque sempre dá menos pessoas... – Disse ao Lee que me escutava atento. _ Assim posso assistir a aula em paz e ainda tirar um cochilo.

— Você é engraçada... – Ele riu balançando a cabeça em negativo. _ Essa vai ser a aula que mais dará alunos pelo jeito, olha como já está cheia a sala?!

— Verdade... – Disse olhando para a porta e encarando o garoto estranho de antes entrar acompanhado de um garoto loiro e bastante tagarela. _ Ah, fala sério?!

— Que foi? – Lee perguntou-me estranhando a minha mudança facial repentina.

— Um garoto idiota que eu conheci na escada, nada demais... – Disse enquanto notava que o mesmo caminhava na minha direção. _ Nããããoooooo... – Praguejei escondendo meu rosto entre as mãos e fingindo estar passando mal ou coisa do tipo. Quem sabe isso não o assusta.

— Ah, temeeeee vamos ficar aqui... Tem muitos lugares vagos e ninguém vai encher nosso saco! – Ouvi uma voz alta do meu lado e do nada alguém sentou-se esbarrando em mim. _ Desculpa moça, eu acho que deixei seu livro cair e...

— Ah, deixa que eu mesma pego... – Estiquei-me às pressas pegando o livro e dando de ombros para não encarar o garoto carrancudo de antes. Ao meu lado Lee acompanhava tudo em silêncio sem entender absolutamente nada.

— Espera um pouco... – A voz estridente do garoto parecia agora até um pouco conhecida, mas continuei estática. _ Cherry?!

Arregalei os olhos virando-me e encarando meio pálida e sem consciência de como reagir, pois ainda não me lembrava muito bem dele.

— Sou eu, Naruto... – Ele disse coçando a nuca vermelho e totalmente sem graça.

— Espera... – Eu disse relaxando um pouco e me lembrando da sua voz a cada palavra que o mesmo dizia. _ Naruto... Naruto, da casa vizinha a que meu avô morava?!

— EXATAMENTE!! – Ele gritou fazendo boa parte dos alunos nos encararem.

— Shhhhhhh... – Lee encarou a gente enquanto os olhares de dissipavam.

— Como você se lembrou de mim?! – Perguntei o abraçando. _ Quer dizer... Nós éramos crianças e...

— Ah, Cherry, nunca vou me esquecer de garotas tão bonitas... – Ele riu dando uma piscadela gentil. _ Além disso, não existem muitas garotas de cabelo rosa como o seu no Japão.

— Você está tão diferente... – Eu sorri ainda abraçada no mesmo. _ Está mais forte e com rosto parecido com seu pai...

— Ah, ele ficaria feliz em ouvir isso... – Naruto disse com a voz um pouco triste e eu notara que toquei em uma ferida.

Ainda abraçada notei que olhos negros me encaravam com uma cara de tédio e só assim me separei dos braços do loiro encarando-o.

— Quer me contar o que aconteceu?! – Perguntei segurando sua mão.

— Ah, mas é claro... – Ele disse sério abaixando a cabeça. _ Mas antes, melhor eu te apresentar meu amigo... – Ele disse mudando o humor e sorrindo mais uma vez. _ Bem, esse é o Sasuke e...

— Digamos que eu já conheça ele, Naruto... – Disse olhando-o de relance e virando o rosto com certa desdenha para apresentar Lee.

— Esse é Rock Lee, um amigo que acabei de conhecer... – Disse apresentando Lee que sorriu estendendo a mão para Naruto que gentilmente o cumprimentou... Ao contrário de Sasuke que continuou sério e sem expressão olhando para frente e deixando todos um pouco sem graça.

Naruto me contou sobre o falecimento de seu pai, e como tudo foi difícil depois da perda. Eu também lhe contei sobre meu avô e o mesmo me consolou assim como fiz com ele. Diante de toda aquele sentimentalismo entre amigos, ouvi o moreno bufar aborrecido e isso me deixou um pouco envergonhada. 

— Qual foi Sasuke?! – Naruto disse irritado com a atitude do garoto.

— Diferente de você, estou prestando atenção na aula... – Ele disse sem se mover.

— Ah claro, com coisa que você tá ligando para a aula... Você só não quer interagir com as outras pessoas como sempre e ainda fica incomodado com tudo... – Naruto exclamou dando de ombros e voltando o olhar para mim.

— Que seja... – Mal humorado o moreno levantou. _ Vou fumar!

— Ei cara, os garotos usam o terraço para isso... Evita problemas por ser pego fumando aqui dentro! – Lee disse apontando para cima e dando de ombros voltando a conversar com Naruto e eu sobre a faculdade que já fizera.

Eu por outro lado reparei que o mesmo seguiu o conselho de Lee e sem dar muita importância por estar no meio de uma conversa, apenas a cortei.

— Ei Naruto, qual é a desse garoto?! – Perguntei para o loiro que me encarou sem entender minha real curiosidade.

— Ah, o Sasuke é meio problemático... – Naruto disse dando uma leve raspadela na garganta. _ Nos conhecemos na semana que me mudei de Osaka para Quioto... Morávamos na mesma rua e ele sempre se mostrou extremamente solitário...

— Como assim?! – Perguntei mais curiosa a respeito.

— Digamos que Sasuke foi adotado por uma família rica que já tinha um filho... – Naruto continuou. _ Os pais adotivos de Sasuke sempre foram empresários muito ocupados e mal ficavam em casa. Sempre compensavam isso com presentes, mas Sasuke nunca ligou... 

Naruto deu uma pausa, respirando profundamente como se pensasse consigo mesmo se estava correto contar sobre a vida de seu melhor amigo.

_ Bem, ele sempre foi muito apegado ao irmão, até que um dia Itachi resolveu se mudar para Inglaterra pra estudar e deixou Sasuke a mercê dos pais idiotas… - Ele olhou para o chão e eu imaginei que foram dias difíceis para o mesmo. _ Depois que completou 12 anos os pais dele simplesmente foram embora e... Ah, ao todo ele teve que aprender se virar sozinho com o dinheiro que mandavam vez ou outra... Foi aí que nós começamos a ser amigos e em pouco tempo eu me apeguei a ele como um irmão...

— É um pouco triste isso... – Disse olhando para a porta ao qual ele havia saído minutos atrás.

— Ele parece um cara frio e na real até é... – Naruto disse suspirando com pesar. _ Mas a culpa não é dele... Nunca foi!

— Entendendo... Bem, continuem a conversa... – Disse levantando-me e indo em direção a porta. _ Eu já volto!

 


Notas Finais


👉 Lembrando galera que a única coisa autêntica a obra original aqui será a caracterização dos personagens... Sendo que eles não são meus e sim dos seus respectivos autores ou autoras!!

FIQUEM A VONTADE PARA COMENTAR, QUESTIONAR E ACONSELHAR SE DESEJAREM!!


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