História Em busca da felicidade - Capítulo 18


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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Victor Nikiforov, Yuri Katsuki
Tags Romance, Victor Nikiforov, Victuuri, Yuri Katsuki
Visualizações 94
Palavras 1.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CANTEM COMIGO: AAAAAAAAAALELUIA , AAAAAAAAAAAAAALELUUUIIAA, AAAAALEUIIIAAAAA hahahahah


até que enfim cheguei no bendito capítulo do nascimento, não creio UHAUAHAUHUAH
Acreditam que só fui resolver o nome do menino HOJE? 8D~~
serio...pesquisei pr caramba mas tava muito indecisa por motivos de kanjis...=p

sem lenga lenga, bora!

Capítulo 18 - Cap 11: O nosso dia mais (in)esperado -PT 2


Fanfic / Fanfiction Em busca da felicidade - Capítulo 18 - Cap 11: O nosso dia mais (in)esperado -PT 2

Mais meia hora se passou, até que tivéssemos autorização para entrar no quarto. Mari havia sido internada em uma clinica obstétrica particular e os médicos já tinha ciência da situação de barriga de aluguel e também que queríamos, ainda que isso seja quase de praxe para os japoneses, discrição.

Mesmo assim, não pudemos evitar que alguns paparazzi à paisana, tenham notado um certo rebuliço em Yutopia e outros fãs, visto Victor correndo com uma mini van em uma velocidade bem acima permitida na cidade e estacionado meio de qualquer jeito em frente ao hospital...  E assim uma pequena comitiva de repórteres se formou na frente do hospital, tendo de ser contidos por algumas enfermeiras, enquanto corremos pra dentro. Agora, definitivamente não teríamos cabeça para falar nada, mas certamente seria um problema que deveríamos enfrentar, cedo ou tarde.

Entramos no quarto e encontramos Mari ligada ao soro e diversos fios e aparelhos a monitoravam nos mínimos detalhes. Levamos um pequeno susto, mas minha mãe estava tranquila sentada numa poltrona ao lado, nos acalmou dizendo que aquele era apenas procedimento padrão e tudo evoluía nos conformes.  De tempos em tempos, uma enfermeira checava os batimentos, porém apesar da bolsa ter se rompido, a dilatação evoluiu a passos lentos madrugada adentro.

No começo da noite, Mari estava mais tranquila, pois as contrações, apesar de fortes iam e vinham mais espaçadamente. Victor e eu apesar de ansiosos, tentávamos alegrar o ambiente falando alguma bobagem, cantando para espairecer e vez ou outra, ajudando Mari a caminhar pelo corredor. Aproveitamos o tempo livre pra informar Yurio que o nascimento enfim se aproximava e também amigos próximos que estavam tão ansiosos quanto nós.

Só que com o passar das horas obviamente o cansaço, as dores e a preocupação começaram à abater um pouco. E lá pelas tantas das 5 da manhã, eu fiquei inquieto e já não aguentando mais a pressão toda, fui dar uma caminhada no corredor, pedi que Victor ficasse no quarto e avisasse caso tivesse algum avanço.

Saí andando a esmo pelo corredor. Parei quando encontrei uma máquina de conveniência. Sentei-me em um banco do jardim interno na única área que estava iluminada pela janela. Ao contrário da parte dos quartos, aquela área estaria em completo silêncio se não fosse o barulho da chuva.

Tec...Tec...tec...te...c...  Tec...Tec...tec...te...c...

 Me distrai com o som das gotas batendo na janela e nas hortênsias do lado de fora. Sem que percebesse, minha mente ficou completamente em branco. E por um breve momento, cochilei e sonhei.

Sonhei, como se eu fosse o expectador de minha própria vida. Vi minha mãe me embalando bem pequeno e cantando uma música a qual já nem me recordava mais. Meus primeiros passos, o dia em que Minako-sensei foi me visitar e dançou comigo no colo ao som de uma música qualquer, dia que me apresentaram aos patins e quando enfim vi aquele que seria o meu companheiro pela primeira vez através de um vídeo e a fascinação.  Recordei-me de tantos outros momentos de minha juventude que embora eu ainda não o conhecesse pessoalmente, de alguma forma você estava la. As músicas de seus programas, alguma roupa ou acessório que você usou em uma sessão de fotos, cada passo de sua vida que eu sempre acompanhei de longe.  A alegria e a frustração que senti no dia em que pude pisar no mesmo gelo que você, mas não estava páreo para que me desse atenção, ou assim eu achei. Até ao dia em que você enfim me encontrou e a alegria que eu mal podia conter.  Descobri suas coisas boas e seus defeitos, assim como você descobriu os meus e com isso, pouco a pouco passamos a caminhar lado a lado. Sempre eu precisava ou havia alguma dúvida, você estava lá ao meu lado e me apoiando e eu te apoiando quando você também precisava. O quanto eu era quanto eu era feliz em todos os momentos.

 Seu sorriso quando me chamava com sua voz melodiosa...

 “Yuuuuuri” ....  Yuuu..ri” ...”YUURI....”

-YURI! Acorde Yuri!!!

-Hãn?! O que foi?

Despertei num sobressalto com Victor segurando os meus ombrosme chamando e semblante um tanto preocupado.

-Yuri ta tudo bem¿ você sumiu e não voltava!

-Ta tudo bem agora, não foi nada.

O abracei colocando meu rosto na curva de seu pescoço de Victor aspirando o seu perfume e continuei:

- Muito Obrigado!

-Pelo que? - Ele me encarou se entender

-Por tudo simplesmente. Eu só me dei conta mais uma vez do quando você me faz feliz.

-Ah, Yuri!! –

E ele apertou o nosso abraço como se pudéssemos fundir num só, senti seu coração disparar assim como o meu. Permanecemos assim durante algum tempo, palavras não eram necessárias afinal. Até que cortei o silêncio:

-E Mari?

-A MARI!!  - Ele exclamou lembrando repentinamente de algo -Yuri eu tava de procurando a enfermeira disse que está na hora!!

-Eh?! E VOCÊ SÓ ME FALA AGORA¿ VAMOS!

Saímos correndo de mãos dadas em disparada corredor adentro. Já não chovia mais e do lado de fora os primeiros raios de sol iluminavam a janela do quarto. E tão logo abrimos a porta do quarto, fomos recebidos por um choro, e logo seguido de outro que ecoou por todo o ambiente.

Nhéeeeeeeeeeeeeeeeee............. Nhéeeeeeeeeeeeeeeeee............. Nhéeeeeeeeeeeeeeeeee.............

Desabamos ali mesmo, como se nossas pernas já não pudessem mais sustentar nosso corpo. Caímos de joelhos e choramos emocionados com a visão que jamais esqueceríamos.  Dois bebês lindos e demonstrando toda a sua saúde a plenos pulmões.  Se havia qualquer medo ou resquício de dúvidas, nesse momento elas se esvaneceram. Nos recompomos na medida do possível e levantamos e ambos, abraçamos  e beijamos Mari, falando ao mesmo tempo:

-Obrigado, obrigado, obrigado, OBRIGADO, OBRIGADO!

Ela apesar do cansaço, nos abraçou com um “Não tem de quê” enquanto continuávamos com nossos agradecimentos infinitos até que minha mãe que estava ao lado, também emocionada observando cena, nos cortou sorridente:

-Meninos, acho que ela já entendeu. Vamos deixar ela descansar agora, não querem conhecer os filhos de vocês?

Antes que pudéssemos responder, duas enfermeiras vieram e colocaram com cuidado, dois pequenos embrulhos, um em cada colo. No meu, um pequeno menino de rosto rechonchudo e cabelos escuros e olhos castanhos. No de Victor, uma menina de cabelos tão brancos  e olhos claros quanto o dele, porém ambos com olhos puxadinhos e boca em formato de coração.

A mais perfeita mistura entre nós. Sorrimos e choramos feito bobos, absolutamente sem palavras e sensação de gratidão e plenitude.

O silêncio depois cortado pela minha mãe :

-Esse bebê é a cara do Yuri novinho!

-Não é? Se fosse dele não pareceria tanto – Mari concluiu.

-E então meninos, decidiram os nomes? -Hiroko  enfim pergunta.

-Bem...

Respondi sem tirar os olhos da bebê que agora estava tranquila no colo de Victor:

- O nome de nossa filha será Aiko.

-Oh!  É um nome lindo Yuri!!! E meu netinho?

- Será Yukiyo, escrito com kanjis de vida e felicidade. – Victor Respondeu.

-Perfeito!

Ficamos mais algum tempinho babando em cima dos pequenos ate que a enfermeira nos lembrou que era a hora da primeira mamada e logo em seguida Mari deveria descansar, assim como os pequenos seriam levados para a sala de recém nascidos. Tiramos fotos o suficiente para encher as memórias de nossos celulares e depois nos despedimos, retornando com minha mãe para Yutopia para também enfim descansarmos da maratona que foi aquela noite com a promessa de outra visita no fim da tarde.


Notas Finais


não coloquei mas "Aiko" significa filha do amor =)

Eu adoro esse nome e ja havia decidido desde quando comecei a escrever a história que TINHA que ter uma menina com esse nome uahuhuahuah.

no fim pela dupla, optei pelo Life and Love porque eles sempre andam juntos ;D


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