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História Em busca da minha chama - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Simplesmente brilha


Rebeca volta para casa após se despedir de Eleanor, suas mães estavam ocupadas trabalhando, greta em uma planta para um shopping, e Rose cuidando dos vegetais de sua hortinha, Rebeca entra as pressas.

       -Olá querida, como foi a aula?

    Disse greta falando enquanto olhava para o notebook.

       -Oi mãe, foi... diferente, vou pro meu quarto.

      Ela responde sua mãe subindo as escadas e se trancando no quarto, retira apressadamente os sapatos, e se joga de barriga na cama, com a cara no travesseiro ela resmunga.

        -Ok Beca, isso é apenas algum tipo de... sintoma, não e possível que eu tenha... será?

       Ela fala enquanto levanta o rosto cultatoriamente, encarando o travesseiro, então ela se ajoelha na cama bruscamente, fecha os olhos, estende um pouco os braços e as palmas das mãos, ela tenta se concentrar, para ver se algo acontecia, porém sem sucesso, ela afa e levanta da cama, pega seu celular, coloca uma de suas playlists e parti para o banheiro, afim de se lavar.

       Mais tarde, Beca se encontrava de pijamas no andar de baixo, assistindo um filme com suas mães, então ela discretamente ela tenta adquirir informações sobre uma causa natural para os dois últimos ocorridos.

      -Rose... você a senhora fica tanto tempo no jardim, já viu as pedras fazerem algo em incomun?

      -Oque você sugere como incomum?

     Ela responde sorrindo com um certo sarcasmo.

       -Aaah, sei lá, tremer, se partir, sair rolando ou... voando.

       -Como uma pedra poderia voar Beca?

      Ela questiona querendo acompanhar o raciocínio da filha.

       -Não sei, por isso perguntei.

       -Acho que você tem uma imaginação bem fértil meu amor.

       Disse Greta sem estender muito a conversa.

        -Se bem que... uma vez, quando você era bem pequenininha, nos três fomos fazer algumas comprar, e você estava bem estressadinha pois esquecemos seu copinho de suco dentro do carro, mais ai você começou a berrar em cima do carrinho, e alguém jogou um monte no vidro do mercado, nos tomamos um grande susto, mais você ficou rindo!

       Ao ouvir isso de Greta, ela arregala os olhos por um instante.

      -Você ta bem filha?

      -Sim eu tô, só estou com um pouco de sono, acho que vou dormir.

      Ela da uma desculpa e le levanta do sofá em direção as escadas.

      -Mais o filme ainda nem acabou.

      Resalta Rose

      -Eu sei... e que... eu estou bem cansada, boa noite.

      Ela se deita, coloca os fones de ouvido, e fica pensando brevemente a possibilidade dela ter poderes, se seriam algum tipo de mutação, falha na matriz ou...  na hipótese menos provável para ela, magia.

     Rebeca acorda com o sol em seu rosto da janela que outro hora ela avia esquecido de cortinas abertas, ela esfrega os punhos nos olhos, se espreguiça, e repete seu processo diário.
      Mais tarde, já em frente a casa de Eleanor, ela estava esperando sua amiga parada em frente ao portão como todos os dias, mais Eleanor ainda n estava lá, ela grita por seu nome, e ouve bem distante um voz familiar dizendo que que já estava indo, Rebeca usa seus fones e musica para le fazer companhia enquanto esperava. Quando Eleanor finalmente sai, ela estava com alguns papeis em mãos.

        -Oq e isso?

       Perguntou Rebeca curiosa.

        -São anotações!

        -sobre oque exatamente?

        -Sobre tudo oq sabemos até agora sobre aquelas coisas que aconteceram ontem.

       Rebeca da uma breve analisada de relance.

        -Isso é um diário do com tudo que aconteceu ontem... tudo sobre oque aconteceu ontem no "seu", dia.

         -Exatamente, se analisarmos cada passo dos acontecidos de ontem, talvez possamos entender oque chegou  a acontecer.

         Rebeca revira os olhos, sorri e concorda com a cabeça. Eleanor sobe na bicicleta de Beca, então elas partem a escola.
         Já dentro do colégio, elas se sentam em suas bancas a direita, no canto da aprece, nem muito no fundo, nem lá  na frente, Eleanor coloca suas coisas em cima da banca, e Rebeca faz o mesmo logo atrás, Eleanor se vira para ela e diz;

      -Eu estou te dizendo, aquilo n foi alho natural, e claramente veio de você, não tem para onde se esconder!

      -Isso eu já percebi, mais n sabemos oque é, como funciona, e porque logo eu faço essas coisas!

       -Veja só, aquelas luzes apareceram eventualmente quando você sorriu, ou seja, quando estava feliz, já aquelas pedras, atacaram os garotos quando você estava brava e coma atenção voltada para eles, ou seja?

       -Ou seja?

      -Você ainda não percebeu? Seus poderes estão atrelados a seus sentimentos!

       -shiiiii... isso não e algo para se falar alto numa sala de aula, vão pensar que você é maluca, e além dos mas, não chamaria isso de poderes, talvez tenho cido só conhecidencia ao alguma reação química!

       -Sobre as mãos brilhantes, n deve ser tão difícil, e você até me convenceria que aquilo era algum tipo de reação química, mais poxa, pedras voadoras, pareciam até serem teleguiadas, acha mesmo que isso é natural?

       -Acho.

       -Acha mesmo, ou você só está procurando uma desculpa para não enfrentar oque realmente está acontecendo?

       -Bem... se e assim, pq isso nunca aconteceu antes, até onde eu sei, eu sempre tive emoções normais que nem todo mundo, e esse tipo de coisa nunca aconteceu, e eu nem precisei de uma emoção muito forte para conseguir fazer aquelas coisas, não foram lá grandes coisas, mais por que isso despertaria agora?

      -Isso eu não sei te responder, mais você tem que aceitar logo isso, ou vai se enrolar depois!

     No decorrer das aulas, Rebeca reparou que Cristiam, um dos garotos mais fofos, inteligentes e quase perfeito da escola, estava olhando muito para ela, quando os olhares dela batem de frente com os dele, ela sorri e acena para ele, Eleanor repara e e faz uma careta pelos dois, fazendo Rebeca rir, nisso alguns brilhinhos aparecem pelo teto da sala, os alunos ficam surpresos e brincam um poucos com os pontinhos luminosos, que pareciam mais com gliter e purpurina flutuando na sala, até que eles simplesmente vão ficando mais fracos e somem.

      -viu só, quando você ficou feliz, essas coisas apareceram e quando ficou mais séria pela presença delas, elas sumiram, qual é, e apenas um pouco de luz, do que você tem tanto medo?

     Diz Eleanor com a razão estampada em seu rosto.

     -Não e da luz que eu tenho medo, e que se isso realmente for algo que vem de min, não quero que os outros descubram, e n e legal ficar soltando brilhinhos por aí, os meninos vão pensar que eu sou uma criancinha, espalhando gliter pelos lugares.

    -Entre tantas coisas, a sua preocupação e essa? Isso sim é que e maturidade!

      Ela afirma com sarcasmo. Após as aulas, as meninas saem da escola e vão para uma clareira não muito longe de lá, Eleanor espalha suas coisas em cima de uma grande pedra, e separa uma menor um pouco mais distante de suas coisas, e coloca uma maçã em cima dela.

    -Bem, isto aqui, vai ser para testarmos os seus poderes.

    -Já disse para não chamar de poderes.

    -Ta ta, tanto faz, só tenta.

    Rebeca tenta se focar na maçã e por consequência fazer algo acontecer, porem justamente o oposto ocorre, ela da um sorrisinho de lado e diz;

   -Viu só? Sem poderes.

    Ela da de costas então Eleanor segura em seu ombro.

   -A vai, você pode fazer melhor que isso. Se esta atrelado aos seus sentimentos, você tem que focar neles, talvez uma memória, ou algo do gênero, algo que te desperte emoções.
   
    -Ta legal.

  Meio corcunda e com os braços moles, ela concorda, ela pensa nas suas mães, pensa nas coisas engraçadas que elas fizeram, pensa na Eleanor sendo ela, pensa no olhar do Cristiam. Então ela faz bem acima da maçã, uma globo de luz branco, a luz que ele emanava era um pouco mais fraca que uma lâmpada, mais era um brilho evidente, elas encaram aquilo perplexas, Rebeca vai se empolgado no seu controle sobre o pequeno globo, e vai se animando, deixando-o maior, e multiplicando-o, elas brincam com as luzes e Rebeca se aprofunda mais em suas memórias deixando a luz ainda mais radiante, quando num brilho rápido e forte Eleanor não consegue enxergar uma raiz amostra de arvore, e tropeça, caindo de costa no chão, todos os globos instantaneamente se apagaram com o susto e com a preocupação de Rebeca.

        -Eleanor, você ta bem?

        -Estou (risos)

        Eleanor se levanta rindo, e abraça Rebeca.

        -Isso foi demais!

        -Foi ate eu perder o controle e suprimir sua visão sem querer, me desculpa miga.

        -Não se preocupe, eu estou bem, mais agora você tem que admitir que tem poderes!

        -Sim mas... de onde eles vinheram? E por que só agora estão dando as caras?

        -Bem isso nos ainda vamos descobrir, inclusive, eu tive uma ideia!

        -Qual?

        -Se seu poderes estão ligadas as emoções, e você tem outras emoções além de felicidade e raiva, ou seja, você também deve ter outros poderes.

         -E verdade, mais temos que começar a descartar algumas emoções logo, porque não e possível que todas as minhas emoções tenham um poder!

          -Vamos descobrir, mais agora nos temos que ir pra casa, se eu  chegar muito tarde, minha mãe vai me matar.

          -Ok vamos.


(Continua..)



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