História Em busca de um culpado - Interativa BTS - Capítulo 4


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Categorias ASTRO, Bangtan Boys (BTS), Dreamcatcher, EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), MJ, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, SuA
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Palavras 1.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eis aqui o primeiro capítulo de "Em busca de um culpado".

Apresento a vocês a primeira aceita e a primeira sobrevivente.

Nos vemos nas notas finais!

Capítulo 4 - T.01- C.01 "A primeira sobrevivente"


Fanfic / Fanfiction Em busca de um culpado - Interativa BTS - Capítulo 4 - T.01- C.01 "A primeira sobrevivente"

" Fugir pode parecer uma palavra tão fútil, quase genérica. Mas ela pode ser sua única opção..."

  -Sara

                         ~•×•~


Busan Coréia - Alexandra Blanchard

Meu corpo não se move, assim como meus amigos no asfalto frio e ensanguentado da rua, era quase surpreendente como a poucos minutos atrás estávamos nos divertindo com uma garrafa de whisky, minha visão está turva mas consigo ver duas pessoas ao longe me encarando.

O sangue manchando minha sapatilha branca e um arrepio que me faz ficar sóbria com certa rapidez, apesar do álcool em meu organismo, ainda consigo raciocinar, minha vida passava rapidamente pela minha mente como uma reprise, admito que o medo de morrer naquele instante me fazia esquecer dos meus amigos caídos ao chão.

Fechei meus olhos por alguns instantes tentando pensar numa maneira de fugir ou pedir ajuda, apesar de não haver ninguém morando ou passando na rua naquele momento, mas meu medo se transformou em horror quando abri meus olhos, as duas pessoas que antes estavam ao longe, agora andavam em minha direção.

A primeira pessoa andava a frente, eu não poderia dizer seu sexo pois um casaco gigantesco tomava conta da maior parte de seu rosto e corpo, o deixando irreconhecível para qualquer um.

Mas a segunda pessoa definitivamente era um homem, ombros largos e uma estatura grande, ele era particularmente forte e também usava um casaco, apesar de não haver capuz algum, para esconder sua identidade ele utilizava um boné e uma máscara, ambos estavam cobertos por tecidos e acessórios negros.

Com o medo tomando conta do meu corpo eu sentia que poderia desmaiar a qualquer momento, mas subitamente a primeira pessoa - provavelmente o comandante desta ideia completamente psicopata -  cessa seus movimentos, ele não estava tão longe de onde estou, por isso consegui escutá-lo balbuciar algo para seu parceiro.

Após falar algo para o homem alto, o encapuzado começa a andar para o lado contrário, o que me tranquilizou, mas então o outro continuou a andar em minha direção.

Ao chegar perto de mim pude analisá-lo melhor - Havia uma cicatriz debaixo do seu olho direito ou ao menos o começo dela - O homem percebeu meu olhar sobre seu rosto e pigarreou com força, o que me assustou muito, ele ajeitou sua máscara fazendo com que eu não possa mais observar sua cicatriz e estendeu sua mão em minha direção.

Ele estava me entregando uma carta. Ele matou meus amigos e me deu uma carta, quanta gentileza, não?

Mas meu medo da morte foi mais forte do que eu. Por isso, aceitei a carta, vendo-o ir embora poucos segundos depois, olhei para os corpos no chão e não conseguia chorar, a confusão e o medo não me deixavam sentir o luto, apenas consegui mover minhas mãos para abrir a carta... " 1 " apenas esse número gastava o espaço da folha branca, não havia mais nada.

                                     ~•×•~

- Você tem este mesmo sonho todos os dias? - Assenti com minha cabeça, fazendo um de meus cachos cair em frente ao meu rosto.

- É aterrorizante, revivo a mesma noite, é como se eu voltasse sempre para aquele momento insano. - A psicóloga escreve algo em sua caderneta e meus olhos seguem curiosamente seus movimentos.

- Bom, senhorita Blanchard, infelizmente nossa consulta chegou ao fim. - Ela se dirige a porta, abrindo-a para que eu saia do consultório.

  Sei que ao falar "infelizmente" ela está mentindo, até mesmo os psicólogos não gostam de ouvir esta história, é macabra e sanguinária.

Me levantei do pequeno sofá no consultório e sai pela porta, vendo o sorriso de compaixão da doutora,l. Não aguento mais estes mesmos sorrisos.

Sempre é do mesmo jeito, em minha frente são sorrisos recheados de pura compaixão e pelas minhas costas me chamam de "A sobrevivente número 1" ou simplesmente  "A primeira sobrevivente". - Odeio isso profundamente.

                             ~•×•~

A visão das árvores me acalma, o único motivo pelo qual escolhi essa psicóloga é a visão relaxante pelas janelas do consultório e pelo pequeno parque que fica em frente a clínica.

Gosto deste parque, ele me faz ter paz, e talvez felicidade, meu pequeno paraíso depois de um inferno naquela sala fechada da doutora, até mesmo as paredes brancas daquele local me causam dores de cabeça.

Um livro que comprei a pouco tempo está acima de minhas coxas, fechado demonstrando sua capa azulada, a música alta em meus fones me faz acompanhar o ritmo com assovios, até que sou interrompida sentindo um pouco de água pingar em minhas pernas, molhando a capa do meu livro.

- Me desculpe, por favor! - O homem a minha frente, que tinha acabado de tropeçar e ensopar minhas pernas de água, começa a se desculpar.

- Tudo bem. - Sorrio para ele o acalmando, envergonhado ele começa a bagunçar seus próprios cabelos lisos e castanhos.

Sem perceber solto uma pequena risada, então seus olhos escuros tentam desviar minha atenção, ele começa a observar as árvores.

- Deve ser legal ser uma árvore... - Ele parecia estar pensativo, mas lança um sorriso em minha direção, o que me faz pensar o porquê da mudança repentina de assunto. - Elas são altas, a vista deve ser maravilhosa, e apesar de tudo sempre há outras de sua espécie a sua volta.

Comecei a olhar para seu rosto em busca de entende-lo, mas acabei notando uma cicatriz quase transparente em sua pele mas continuava perceptível aos meus olhos, parei de escutar o que ele estava falando.

A mesma cicatriz que o homem encapuzado daquela noite... Não... Não poderia ser ele, a cicatriz daquele monstro é a primeira coisa que alguém notaria em seu rosto, era escura e horrível,  acordei de meus pensamentos com o estranho me chamando.

- Não seria bom? - Ele passa a me olhar , sorrindo.

- Sim, claro. - Assento sem tem saber saber o que ele havia falado, mas me lembro da conversa sobre "Ser uma árvore" e tento fazer uma piada para me tranquilizar mentalmente - A altura você já tem, Senhor...

- SeokJin. - Ele sorri mais uma vez, eu sabia que entregar meu nome a um estranho não era confiável ou seguro, mas neste instante quero me convencer de que ele não é um assassino.

- Alexandra - Retribuí o sorriso com relutância, a conversa já estava esquisita o suficiente então resolvi ir embora de vez, minha avó deveria estar preocupada. - Tenho que ir, mas gostei da nossa conversa, SeokJin.

- Igualmente, Alexandra. - Seu sorriso era bonito, mas não o suficiente para deletar minha desconfiança.

Arrumei minha coisas e fui para casa. Ver o grande portão de aço da minha moradia nunca foi tão relaxante, ao entrar em casa já pude ver minha vó na cozinha, pelo cheiro espalhado pela casa, posso dizer que ela está fazendo um bolo.

- Vovó! - A abracei por trás, causando um susto nela.

- Não faça isso menina! Quer que eu tenha um ataque? - Ela suspirava rapidamente, tentando recuperar seu fôlego.

- Claro que não. - Sorrio e pego uma maçã da fruteira que reside na bancada.

- Ah! Tem uma carta para você, estava na porta, por isso resolvi colocá-la em cima da mesa. - Ela falava enquanto mexia a panela de calda de chocolate fervente no fogão.

Minha avó sempre foi muito atenciosa, principalmente depois da morte do meu pai, ela me acolheu como ninguém.

Nunca recebi cartas, principalmente por conta do avanço tecnológico, mas sempre as evitei mesmo, não gosto de me lembrar daquela carta...

Mas mesmo assim eu não deixaria de ler carta alguma, minha curiosidade não deixaria, me dirigi até a sala e peguei a carta de cima da mesa de vidro, deixando no lugar minha maçã com uma mordida.

Uma carta branca comum, ao abri-la me tranquilizei, era realmente uma carta comum, com letras ao invez de um número preenchendo todo o espaço da folha, pois então comecei a lê-la e percebi que não era apenas uma carta, mas sim um convite estranho.

Após ler o destinatário da carta me assustei tanto quanto fiquei surpresa, apenas um número, o número sete, não poderia ser uma carta comum, ela me convidava para pegar um alguém, sem especificar quem.

 De certa forma eu já sabia quem era esse alguém que precisava ser pego, mas me recusava a acreditar que uma das vítimas estava caçando o assassino, o destinatário não poderia ser o culpado, era uma vítima real, a sétima sobrevivente.


Notas Finais


Parabéns à @Shiryu_Sloan! Alexandra foi uma brilhante personagem!

A capa deste capítulo é temporária, sei que ficou muito feia, rs.

O segundo capítulo pode ser lançado logo, vou tentar escrevê-lo com muito carinho e amor, como tentei fazer com este.

Espero que tenham gostado! <3


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