História Em busca do meu coração - Capítulo 5


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Categorias Zlatan Ibrahimovic
Personagens Personagens Originais, Zlatan Ibrahimović
Tags Zlatan Ibrahimovic
Visualizações 54
Palavras 2.951
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaa amigos
Voltei
Dessa vez a nossa deusa voltou
Contem-me, preferem as visões do Zlatan ou da hera?
Preferem versões de "voltar no tempo" ou contar a história nos pensamentos (como nesse cap)
A opinião de vocês é muito importante para mim babys
Obrigada por todos os comentários que venho recebendo, vocês estão sendo incríveis comigo.
***Um aviso importante aqui ** A fanfic tem previsão de ser curta, provavelmente menos que 10 capítulos, afinal, era para ser uma one shot kkkkkkkk ****
Até as notas finais
Espero que gostem
Desculpem os erros
Boa leitura mores

Capítulo 5 - Capítulo cinco


Fanfic / Fanfiction Em busca do meu coração - Capítulo 5 - Capítulo cinco

Hera

A animação de Dave me dá nos nervos e não sei como fazê-lo parar de sorrir e me abraçar. Ele insistiu para me levar a um restaurante, comemorar o meu “sim" a cada segundo que se passa dentro daquele carro eu me arrependo de ter aceitado, e tenho certeza de que terei de encara-lo e desfazer a merda de ter dito sim para ele. Parte de mim, quer acreditar que eu posso ser feliz novamente, eu uso todos a as minhas forças que a essa altura estão quase esgotadas para focar em pelo menos sentir uma certa afeição a Dave. Mas por que? Por que eu não consigo gostar dele? Me trata como uma rainha, faz de tudo por mim, é um homem bonito e inteligente disposto a me respeitar e me ajudar na pior fase de minha vida, então por qual motivo eu o detesto?

- Hera, se você soubesse, se tivesse uma noção do quanto eu te amo – Ele diz pousando a mão em minha perna e eu apenas continuo fitando a janela do carro

Uma forte chuva caia naquela fria noite na Inglaterra, segundo o moreno dirigindo ao meu lado, aquilo deixava a noite mais romântica, mas para mim, trazia uma boa lembrança seguido de um aperto de saudade no coração, o dia que eu e Zlatan demos nosso primeiro beijo, a paixão que eu senti aquele dia, o amor que me invadiu e a maneira que ele me mostrou existe sim o amor verdadeiro e que entregar-se de corpo e alma à alguém não era perda de tempo, e sim a melhor coisa do mundo. Aperto meus olhos tentando controlar uma lágrima insistente, na medicina aprendemos que as emoções são causadas pelo cérebro e que o coração não dói mediante a isso, então por que o que sobrou do meu esta tomado pela mais pura aflição e dor?

Ele para o carro bruscamente dentro do estacionamento, sai vindo em direção a minha porta e a abre, mostrando -se cavalheiro, me oferece a mão e eu a seguro, entrelaçando nossos dedos, minha mente me leva a memória de como minha mão era pequena comparada a de Zlatan e como eu, com meus 1.60 metros de altura era tão pequena diante dos 1.95. Me sentia tão segura ao seu lado, como se nada nesse mundo pudesse nos separar. Minha mão nasceu para ficar entrelaçada com a dele, e assim iríamos ficar até o fim de nossas vidas.

Vamos até o restaurante e Dave puxa a cadeira para que eu me sente, se posicionando ao meu lado. Não consigo olhar em seus olhos, sempre desviando para minhas unhas roídas. Passa o polegar em baixo de meu queixo, me forçando a olhar em seus olhos azuis e cheios de paixão.

- Meu amor – Sua fala morre em um sorriso que tento retribuir sem sucesso – Eu sei que você ainda não esqueceu o Zlatan - Ouvi-lo dizer aquilo trouxe-me apenas mais dor – Mas eu te prometo, você vai esquece-lo, vai superar isso tudo, e eu vou te ajudar com isso – segura minha mão encorajador – Eu vou te amar mais do que ele – Você não pode me amar mais do que minha alma gêmea Dave, penso, querendo falar - já te amo, sempre te amei, finalmente você é minha! – Ele completa encostando nossos lábios para um beijo na qual eu correspondo mecanicamente, como no piloto automático.

- Me desculpe, Dave, eu não posso, eu não quero – Lágrimas brotando em meus olhos, vejo a decepção no seu semblante antes confiante.

- Tudo bem, eu te levo para casa se quiser – Se oferece

- Não, obrigada mas eu quero ir sozinha – Ele agarra meu pulso e me solto de seu aperto com brutalidade, chamando a atenção de algumas pessoas no recinto.

Eu deixo o local sentindo as grossas gotas de chuva baterem em meu corpo desprotegido e vulnerável, levanto meu rosto ao alto deixando minha maquiagem ser borrada pela natureza. Retiro meus saltos, tendo meus pés em contato com o asfalto molhado e frio, tomo coragem para começar a caminhar.

E então a dor me atinge forte, arrasadora, sinto todo o meu corpo e alma sofrer com aquele sentimento que me acompanhava, a solidão, o desespero, a dor, a angústia a sensação de não ter forças, de estar vencida, de cada gota de esperança estar sendo arrancada de si enquanto se implora para continuar com ela. Estou sedenta de amor, de felicidade, de sentimentos bons, já que agora apenas os ruins me acompanham, recusando-se a me deixar.

Então as lembranças me atingem como um soco, me deixa do desnorteada, mas não posso deixar de vive-las, afinal, recordações são as únicas coisas boas que me restaram, porém sempre que vinham deixavam a saudade e dor ao ir embora.

As lágrimas desciam por meu rosto, escorrendo, se misturando com a água da chuva. O frio cortante me atinge, o vento forte faz minha pele se arrepiar e apenas me limito a cruzar os braços, aquilo não doía mais do que internamente, era só um fraco reflexo do meu sofrimento.



Era uma noite tão chuvosa quanto essa, Zlatan foi me buscar na faculdade, ainda não estávamos namorando, mas como um bom amigo, ele me fez esse favor.

- Eu devia ter trazido um guarda-chuva – Reclama ao notar o temporal da porta da faculdade

Dou um passo a frente, recebendo toda aquela água em meu corpo, escorrendo fria e eliminando a tensão de mais um dia intenso de estudo.

- Quem precisa de guarda-chuva? – olho para Ele sorrindo por sentir todo o estresse saindo de mim

- O carro está longe – Explica

- Então teremos muito tempo para aproveitar – O puxo pela mão tendo reclamações por estar molhando sua roupa que deveria ser cara, como tudo o que ele usava.

- Relaxa, aproveita – Digo o puxando pela mão para andarmos juntos pela calçada

O sentimento ali já era bem presente, Megan, minha melhor amiga já havia me dito. Tenho certeza que o amo, sinto tanta vontade de beija-lo, de dizer “Eu te amo" mas nunca soube como lidar com sentimentos, ainda mais como o amor, e era a primeira ver que eu lidava com algo tão forte. Era totalmente plausível eu não tomar atitude. Afinal, eu era uma estudante de medicina de 21 anos diante Afinal, eu era uma estudante de medicina de 21 anos solteira que nunca havia estado em um Relacionamento sério diante de meu ídolo no futebol de 35 anos, recém divorciado e com um filho. Eu tinha chances com ele?

A chuva caindo pesada sobre nós, como um filme romântico, onde o casal anda de mãos dadas, jogando água um no outro e rindo, assim estávamos, aproveitando o fato de não ter ninguém na rua a essa hora. Ao passar por uma enorme poça de água, pulo com os dois pés sobre a mesma, tendo uma explosão de água sobre Zlatan, que já me parece bravo pela forma como me olha.

Ele cola nossos corpos, sinto um choque percorrer meu corpo e um arrepio, e te garanto que não é o frio. Coloca as mãos em meu rosto impedindo minha mania de olhar para o chão. Pouso minhas mãos sobre sua cintura.

A aproximação entre nossos rostos é inevitável

“ah meu Deus, eu só beijei 3 caras em todo a minha vida, eu não sei beijar, o que eu vou fazer, e se ele não gostar?” esses pensamentos bombardearam minha mente a medida que Zlatan encostou a ponta de seu nariz no meu. Nossos olhos se encontraram, olhar para a íris castanha de Zlatan era como observar o amanhecer, com todo aquele brilho e importância presentes no brilho do sol, o aconchego, a hora em que tudo se prepara para retomar suas atividades diárias. Seu olhar era tão profundo e hipnotizante, eles gritavam para mim, eu poderia senti-los dizer “Eu te amo" e tenho certeza que os meus diziam o mesmo para ele.

Nossos lábios se encontraram, no encaixe perfeito, minha boca foi feita exatamente para a dele, eu fui feita para ele.

Eu percebi, na verdade tive a certeza, eu sempre pertenci a Zlatan, antes mesmo de conhece-lo, finalmente voltei para os braços que me foram destinados.

Levei minhas mãos para sua nuca e tive seus braços em minha cintura, me apertando mais forte, nossas línguas dançavam em conjunto, em uma perfeita sincronia do amor que só crescia em nossos corações, batendo juntos, na melodia que apenas nos poderíamos ouvir.

Todo o meu corpo se acendeu com aquele beijo, a felicidade, o amor, a alegria e todos os outros sentimentos bons me invadiram naquele momento.

- Eu te amo! – Ele disse com a boca ainda colada na minha

Me derreti ao ouvir aquelas palavras, sua voz entrava pelos meus ouvidos e parecia percorrer minhas veias até chegar ao meu coração, como um combustível.

- Eu também te amo! – Disse lhe dando vários selinhos, nos dois sorrindo no meio do beijo, nunca havia tido um momento tão feliz em toda a minha vida. Eu me senti amada e livre, não precisava mais esconder meus sentimentos.

Livre para amar.



- Ei – Escuto uma voz, me arrancando de minha boa lembrança, eu não quero largar aquela memória, quero ir para minha casa, deitar no chão com Ragnar e lembrar de tudo o que vivi com Zlatan, tentar espremer um pouco da felicidade que senti ao puxar na memória os meus dias felizes.

Então percebo que Dave dirigia bem devagar ao meu lado, acompanhando meu passo.

- Entre, eu vou te levar para casa – Ele diz quase parando o carro, abaixando a cabeça para me olhar pela janela aberta, deixando a chuva molhar o estofado de seu carro. Continuei andando, sem dizer nada. – Hera, eu sei que não quer nada comigo – Sua voz carregava o peso da rejeição – Mas se você ficar aí fora vai ficar doente, está fazendo 12° graus, você não está com a roupa adequada para andar nesse frio e nessa chuva

Ele estava correto meu vestido de manga comprida não servia para nada, a chuva só piorava e o vento cortante fazia meu corpo tremer.

- Sua imunidade está baixa, vai ficar doente – Não o respondo, se meus músculos não estivessem totalmente rígidos e titubeantes eu correria só para sair da presença daquele homem – Vamos, Hera, eu só quero te ajudar, te deixo em casa e vou embora

- VOCÊ VAI AJUDAR SE FOR EMBORA! – Grito com ele, minha voz sai entrecortada pelos meus dentes batendo, ele tinha razão, eu não podia ficar ali exposta aquele tempo frio com minha baixa imunidade e um começo de gripe. O frio só iria piorar minha situação. Mas eu não quero ficar perto dele, não, preciso desse momento sozinha, independente do clima horrível.

O vi parar o carro e descer, uma pontada de medo me atingiu, o que ele iria fazer? Me arrastar para ir com ele ou algo do tipo? Era isso que eu esperava, porém Dave, mostrando o homem maravilhoso que era, retirou seu blazer preto e colocou sobre meus ombros, me encolhi sobre o grosso tecido que me envolvia.

- Eu respeito seu espaço, sei que precisa disso, mas eu quero que saiba de uma coisa: eu te amo, e sempre estarei aqui quando precisar. Boa sorte com isso, Hera. – Beijou o topo de minha cabeça e eu chorei mais ainda.

Dave foi embora, me arrependi de ter gritado com ele, e mesmo depois do fora, toda a sua gentileza ainda se faz presente para me proteger. O tecido servia para cortar um pouco o vento que atingia meu tronco e braços.

Meus olhos caem para meu dedo anelar, sinto falta da grossa aliança de prata que ocupava aquele espaço.



Eu estava na casa de Zlatan e então ele aparece na porta da sala com um enorme buquê de rosas vermelhas e brancas na mão direita.

Abri minha boca tentando falar algo, mas eu apenas gaguejava então decidi apenas sorrir e deixar uma lágrima de felicidade correr por meu rosto. Ninguém nunca fez nada parecido por mim. Seguro o buquê aproximando meu nariz para sentir o perfume daquelas belas flores tão bem amontoadas.

- Não precisa dizer nada, eu só quero ouvir uma resposta – Ele se prepara para dizer, visivelmente nervoso, assim como eu. – Hera, esse tempo que passamos juntos, já foi o suficiente para que eu me apaixonasse por você, pela sua alma, pela sua beleza, pela sua personalidade, por tudo o que te compõe, e eu quero te amar e te conhecer cada vez mais – Ele faz uma pausa respirando fundo – Você aceita namorar comigo?

Meu corpo se desmachou ao ouvir aquelas palavras, que entraram por meus ouvidos, percorrendo todo o meu corpo, espalhando o amor por cada canto de meu ser, minha alma transbordou em alegria e eu percebi que cada momento de minha vida, bom ou ruim, teria valido a pena, pois me levaram para aquele caminho, onde meu olhar se cruzou com o de Zlatan.

- Sim, é claro que eu aceito – Pouso o buquê no sofá e me jogo no calor de seus braços, sentindo que nasci para estar ali.

Nossos lábios se encostam para um beijo apaixonado, reflexo do que sentíamos por dentro, em perfeita sincronia com aquele momento.

- Me prometa que isso é para sempre – Digo nos separando, olhando em seus olhos que naquele momento carregavam tanta coisa.

- Eu prometo



Lembrar disso me trouxe um sorriso para o meu rosto encharcado, conforme meus lábios se abriam era como se minha alma ficasse a Mostra, implorando por ajuda, ansiando por uma partícula que fosse do que senti naquele maravilhoso dia, onde oficializados o que o destino tão gentilmente nos preparou.

Mas por quê? Qual o motivo de ter acabado? Zlatan, se você me amava tanto, por que me deixou? Eu não entendo o motivo da vida ter me entregado uma pessoa para amar tão intensamente se eu não poderia passar o resto de meus dias ao seu lado. Por qual razão uma ligação tão forte foi desfeita por um motivo bobo como trabalho dele e a minha faculdade.

- Por que você não foi com ele sua idiota? Burra inútil! Tinha o homem de sua vida e o deixou escapar por entre seus dedos por causa da merda da faculdade? Eu me odeio – Digo em voz Alta, para que aquilo não ficasse apenas em minha mente, eu queria me ouvir dizer aquilo, dizer o quão imprestável eu era – Vagabunda, filha da puta, você perdeu o seu coração.

Não sei por quanto tempo andei tremendo naquele frio, os trovões faziam um escândalo, o que me assustaria, se eu me importasse. Chego na minha pequena casa, a mais afastada da rua, do jeito que eu gostava, caminhando na frente da casa de um vizinho, noto que ele me chama da janela, palavras essas entram por meu ouvido e ecoam em minha mente, se perdendo, sendo sobrepostas por um nome.

Zlatan 

Como um sino, o tic tac de um relógio “Zlatan, Zlatan, Zlatan” eu não posso viver sem ele, cheguei a conclusão, dessa vez mais do que nunca, não dá mais.

Ao abrir a porta eu desabo, caio no chão sem ter como me apoiar sentindo a dor quase me arrancar da consciência tão escassa naqueles últimos meses. Ragnar vem até mim abanando o rabo, lambendo meu rosto, eu me agarro em seus pelos macios, chorando ainda mais, ele me lembrava tanto do meu ex, a noite em que encontramos aquele filhotinho de olhos fechados em um saco de lixo, junto com outros 5 irmãozinhos, todos mortos, mas Ragnar foi o mais forte, ele sobreviveu aos veterinários dizendo que ele não iria durar, queria ter a força do meu imenso cão sem raça definida, com uma leve mistura de São Bernardo.

- Eu não aguento mais filho – Confesso apertando-o mais contra mim, ele deita seus 80kg sobre meu pequeno corpo me esquentando, fazendo a tremedeira e o ranger de dentes parar.

Após muito tempo naquela posição, meu corpo passa a formigar pelo peso de meu cachorro sobre mim, o afasto e sigo cambaleante pela pequena casa. Me jogo no chuveiro, a água extremamente quente queima Minha pele, a deixando dolorida e avermelhada, aquilo serve para tentar relaxar meus músculos e principalmente me manter aquecida, após todo o frio que peguei. Aquele banheiro estava grande demais sem a presença de Zlatan ali, para tomar banho comigo, como sempre fazíamos, gastando mais água do que o necessário, apenas para demonstrar o amor que sentíamos.

Sentada na cama, meus olhos pousam sobre o frasco novo de clonazepam, vulgo Rivotril, uma cápsula disso era capaz de me desmaiar para que eu conseguisse pegar no sono, geralmente, eu deitaria no peito dele, e o em poucos minutos, estava tendo os mais belos sonhos por tê-lo por perto.

Abro a tampa branca do frasco, analisando todos os 90 comprimidos ali.

Começo a enfileirar as cápsulas no criado mudo

Será que eu devo fazer isso? Não! Não deve!

Os 30 comprimidos alinhados brilham sobre a madeira

Mas eu sofro tanto! E se matar a minha dor? Não! Não é assim que se resolve as coisas

60 já seriam o suficiente para me matar, eu iria dormir tranquilamente e nunca mais acordar, nada de dor, nada de sofrimento, nada de Zlatan, nunca mais.

Se ele estivesse aqui! Iria me abraçar com tanta força, que todos os meu cacos se juntariam novamente

90 era um exagero, mas um tentador exagero.

Minhas mãos suam, as pernas tremem e minha boca fica seca, eu realmente estava considerando o suicídio? Vendo bem, não tenho nada a perder. Mas quem vai cuidar de Ragnar?

Mas... será que eu devo fazer isso? E se toda essa dor acabar instantaneamente? Vale a pena?


Notas Finais


Opa, o que acharam?
Comentem baby, a opinião de vocês é muito importante para mim, por favor, respondam as perguntas que fiz lá em cima
O que acharam do Dave? E dos pensamentos loucos da Hera?
Espero vocês aí nos comentários amores ♥️
Até breve


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