História Em busca do meu coração - Capítulo 6


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Categorias Zlatan Ibrahimovic
Personagens Personagens Originais, Zlatan Ibrahimović
Tags Zlatan Ibrahimovic
Visualizações 115
Palavras 3.030
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ladies and gentleman
Voltei
Tudo bem com vcs meu povo?
Tô só avisando aqui que a fic está entrando em reta final, teremos mais ou menos apenas mais uns 3 ou 4 capítulos
Quando eu terminar a história relevo um fato para vocês sobre minha inspiração ķkkkķk
Desculpem se eu enrolo demais para escrever gente, mas se eu estiver sendo meio chata na escrita, por favor me avisem
Desculpem os erros
Espero que gostem
Boa leitura babys

Capítulo 6 - Capítulo seis


Fanfic / Fanfiction Em busca do meu coração - Capítulo 6 - Capítulo seis

Zlatan

Escuto o tilintar de chaves a porta, e em seguida a mesma se abre, deixando um feixe da luz do corredor entrar e atingir meu corpo prostrado no chão frio. Os passos calmos e curtos vem até mim, Maxi se ajoelha ao meu lado e se eu tivesse forças, brigaria com Helena por permitir que nosso filho visse o que sobrou do pai atirado no piso.

- Papai... – Noto que ele está chocado com a cena, Maximilian nunca sequer me viu chorar, agora meus olhos estavam vermelhos e com olheiras grandes em volta e eu sequer tive força para sorrir para ele

- Viemos te ajudar meu amor – Helena se pronunciou, puxando meu corpo pesado para cima, me ajudando a ficar de joelhos. Ela não deveria fazer esforços a essa altura da gravidez, mas aquilo não soou como um impedimento.

- Helena vai embora... por favor – Suplico, sem ser ouvido

Desde que decidi dar uma segunda chance ao nosso relacionamento, tenho a impressão de que estou com outra mulher, já que ela mudou completamente, agora, faz de tudo para me agradar, não me questiona, apoia 100% minhas decisões e está disposta a me fazer esquecer Hera. Helena como sempre forçada como uma atriz de novela mexicana, dramática e tentando usar a psicologia para me atingir, utilizando Maximilian, e Vincent, em seu ventre.

- Papai, você precisa tentar, vai ficar doente assim – Maxi diz envolvendo seus braços por meu pescoço, me apertando forte e eu o abraço também, desejando esquecer tudo aquilo na coisa que mais amava nesse mundo, meu filho. Mal sabe ele que o papai já morreu faz tempo.

- Zlatan, estamos aqui com você, Eu – Ela me abraça – O maxi e agora o Vincent – passa a mão pela saliente barriga em sua blusa de moletom

Aquilo não me deixava feliz, nem um pouco. Que tipo de pai eu seria para essa criança? Um que não consegue sorrir a tempos, não estou dando conta de um menino, quanto mais de dois, me encontro ausente em minha família e só me afundo cada vez mais em mágoas, tentando me agarrar em meu primogênito para não cometer uma loucura.

Hera

A minha Deusa, a dona de meus pensamentos, o amor de minha vida, tudo o que eu sempre procurei e levei uma vida para encontrar. O meu próprio coração. Por que? Por que vivemos algo tão intenso se não pudemos levá-lo para o resto da vida? Eu sinto tanto a falta dela, como se cada célula de meu corpo chamasse por seu nome.

Hera

Só o que preciso para viver

O silêncio impera na sala sendo entrecortado apenas por minha respiração pesada, eu estou no fim de meus dias na terra e isso era notável.

- Eu vou buscar algo para você comer Zlatan, está trancado nesse quarto já tem um dia inteiro – Ela diz e me impressiono pela quantidade de tempo que eu aguentei sofrer dentro daquele cômodo sem cometer uma loucura – Fiquem aí conversando sobre coisas de garotos – Se retira do quarto e meu menino se senta a minha frente.

Torço minha boca tentando esboçar um sorriso sem motivo algum, apenas para tentar acalmar a preocupação presente no menino.

- Papai, você precisa do seu coração – Ele diz firme – Eu também amo muito a Hera – Uma lágrima quente escorre por meu rosto – A vida não é tão má assim! Ela não iria separar vocês dois sem um motivo

Okay, estou levando uma lição de moral do meu filho de nove anos.

- Então por que separou? – minha voz sai em um sussurro, um fio do que um dia foi uma voz grossa e imponente

- Para saber se vocês estariam dispostos a lutar um pelo outro, ou se ficariam parados, esperando uma nova ação do destino, e olha, vocês dois estão perdendo – Aquelas palavras me deixaram desnorteado

Abaixo minha cabeça tentando colocar os pensamentos em ordem, isso fazia sentido. É Claro que fazia. Então, teríamos que lutar um pelo outro, afinal, isso que era o amor.

“O amor é uma coisa complicada Zlatan, não é sobre achar a pessoa perfeita, nem sobre amar os defeitos do outro. A questão é olhar para todos os problemas, tudo o que te faria desistir, tudo de errado, e então, o amor te faz admitir isso, e passar por cima de cada obstáculo, por que segurar a mão de quem se está apaixonado te faz esquecer o tanto de pancada que se levou por no caminho. É como nos estivéssemos em uma guerra, Contra o mundo, juntos, mas não importa o quanto eu me machuque, por que no final eu vou te dar um beijo e você dirá: está tudo bem, eu te amo"

A voz de hera me invade com o mesmo poder das palavras de Maxi. A lembrança de minha namorada sentada na cama depois de termos feito amor de manhã, ainda quando ela se preparava para mais um dia na faculdade. Na hora eu achei uma ótima reflexão, mas não havia notado o peso dessas palavras.



“É uma bela águia” digo notando a tatuagem de uma águia careca realista em suas costas, quem via aquele rostinho doce jamais imaginaria algo assim em sua pele “tem algum significado?” corro meus dedos pelo desenho e pela frase logo abaixo

O que não me mata me fortalece

“A frase me define muito, já tive depressão na adolescência e passei por tanta coisa que imaginei não ter forças para sair. Mas então, eu me tornei mais forte, cada vez mais, hoje, é muito difícil me abalar. Quando eu tenho um problema, já sei que de um jeito ou de outro irei sair, e aquilo só me deixará mais preparada para o próximo. Já a águia, é um animal forte e independente, e tem uma das coisas que eu mais aspiro: liberdade, acho lindo o ato de abrir as asas e se eu fosse um animal, queria ser uma delas”



Eu sou apaixonado por tudo em Hera, o sorriso, os olhos, a beleza exuberante, seu corpo, sua mente, sua personalidade forte como a minha, e principalmente a força, que me impressiona algo de um metro e sessenta ter tanta determinação dentro de si. A coragem daquela menina, largou família, amigos, tudo para ir para a faculdade, ninguém nunca acreditou na minha guerreira, e ela calou a boca de todo mundo, me arrependo de ter proposto que largasse a faculdade para viver comigo em Los Angeles, medicina era tudo o que ela tinha. Eu que deveria ter lutado, sair de minha zona de conforto, mesmo que morando na Califórnia. Revendo minhas atitudes, eu fui um covarde, poderia ir todo final de semana visita-la, mas preferi ceder a Helena, deixando meu coração para trás, por pura comodidade.

- Você sente falta da Hera, Maxi? – Pergunto depois um um longo silêncio

- Muita saudade pai, mas sinto mais falta de vocês dois, como eram quando juntos – Esse menino tem nove anos, não é possível, eu estou tomando uma bronca do meu filho.

Helena entra caminhando lentamente e traz em mãos um pacote do Mc donald's e o garoto da um pulo feliz pegando seu lanche. Eu sinto fome, mas uma sensação estranha no topo de meu estômago me impede de comer, como se algo estivesse me pressionando, e realmente, não estou a fim de me alimentar.

Encaro o sanduíche em minhas mãos

- Você não pode se torturar desse jeito Zlatan – Helena quebra o silêncio acariciando meu rosto. – Come só um pouco, por favor

Me forço a comer, não queria que Maximilian me visse pior do que eu já estava. A comida cai como pedra em meu estômago, que dói no mesmo instante.

Meu filho sugere jogarmos um pouco de vídeo game, para distrair e acalmar, como sempre fazíamos. Claro, eu não tinha nem cabeça para prestar atenção na tela, era ridículo a maneira que eu estava avoado.

Sinto minha barriga doer e meu esôfago queimar, certo, já entendi, vamos expulsar o que está me fazendo mal agora. Corro para o banheiro e nem preciso me esforçar para vomitar tudo o que ingerir poucos minutos atrás, dou descarga e vejo minha “namorada" na porta, com seu rosto preocupado. Ela me abraça forte e eu apenas coloco minhas mãos em sua cintura, sem envolve-la.

- Eu sei Zlatan, eu sei de tudo oque você está passando amor, mas eu estou aqui, vamos enfrentar isso juntos – Helena sabia que eu sou louco por Hera, por isso tentava de inúmeros maneira diferentes provar que me ama e que mudou.

Nos deitamos na cama, Maxi em nosso meio, usando meu braço como travesseiro, os dois adormecem, mas eu não faria isso nem tão cedo. O silêncio do cômodo era agonizante mas nada comparado com o barulho dentro de minha mente, as lembranças querendo me invadir todas de uma vez, poderiam levar-me a loucura, se é que eu já não estava.

Ah, Hera, Minha doce Deusa. Como eu a amo, nunca amei algo tão fortemente. Preciso do seu cheiro, do seu gosto, preciso ouvir sua voz, aquelas unhas compridas que serviam para me fazer um cafuné na horas românticas e mais tarde arranham minhas costas nos momentos safados, aqueles longos cabelos castanhos que eu tanto gostava de puxar. Quando a conheci, ainda era tão inocente, eu jamais poderia imaginar, aquela mulher de aparência tão bem resolvida nunca tinha sido tocada por um homem e se mostraria alguém totalmente diferente, como uma máscara usada em público, que apenas a pessoa certa teria permissão para retirar, e eu tive essa permissão.

Estendo minha mão para alcançar o celular embaixo de meu travesseiro, a forte luz faz meus olhos doerem e logo trato de diminuir o brilho. Corro para a galeria, rolando ate o ano de 2017, logo no começo do ano, já estávamos namorando naquele tempo, as fotos me traziam um aperto no peito, nossos sorrisos tão espontâneos naquele momento. Nunca gostei de tirar foto, mas Hera insistia, do mesmo modo que odiava tornar minha vida pública, ela amava compartilhar tudo em seu Stories do Instagram, hoje em dia, sua conta está abandonada.

Uma foto de Hera dentro de minha Ferrari Laferrari me fez rir pela lembrança.


“deveria ser um crime ter uma Ferrari que não fosse vermelha" ela dizia tomando o volante enquanto eu ria. Referindo-se a meu carro amarelo. Naquele dia eu descobri a intensidade e a coragem daquela Pequena mulher.

“Vai saber dirigir essa máquina?” A resposta que obtive foi seu pé no acelerador e o motor roncando alto

120km/h... 150km/h... 180km/h... 200km/h

“okay Hera, já vi que você sabe dirigir” Ela agarrou mais o volante, a estrada estava com poucos carros essa hora da noite, e ela desviava de todos eles com maestria, mas não podia ignorar o perigo da situação, cedo ou tarde aparecia uma curva fechada, como sempre.

230km/h... 250km/h

“Hera, para com isso” Digo preocupado

280km/h...

“HERA, PARA, DESACELERA ESSA PORRA” Grito e ela começa a soltar o pé do acelerador

“Poxa, eu queria chegar a 300km/h pelo menos” Diz decepcionada, agora dirigindo como alguém que ainda conserva um cérebro saudável dentro da cabeça.



Essa lembrança me traz um sorriso, talvez um dos únicos sinceros desde que nos separamos, eu sentia tanta falta dessa louca, por que eu também sou louco, e juntos, ninguém nos segurava, nem a polícia.



“Que saco, eles ficam andando devagar de propósito” Ela diz impaciente se referindo a viatura andando lentamente a nossa frente

“Baby, nos temos uma Ferrari, não pegamos fila" Recebo seu sorriso malicioso de aprovação. Em segundos nos coloco a frente da polícia, dirigindo em alta velocidade. Os tiras ligam a sirene e aceleram atrás de nós, mas um volvo jamais alcançaria uma Laferrari. É, não conseguimos fugir sem problemas

250km/h

“Eles não tiveram tempo nem de ver a placa” Hera diz eufórica, tão viciada em adrenalina quanto eu.


Helena se mexe na cama, ficando de lado, virada para mim, parecia tão serena naquele momento, abre os olhos me fitando ainda sonolenta e entrelaça seus dedos nos meus, sorri de leve para mim e volta a dormir calmamente. Como havia mudado desde de nosso termino até a volta, parecia outra Helena, sempre carinhosa e prestativa. Fitando nossas mãos eu tinha a plena certeza de que não é Ela, nunca foi, talvez a vida me preparou um aprendizado pelo caminho, ou apenas foi uma decisão precipitada de minha parte.

- Eu sinto muito Helena, não por ter entrado na sua vida pela primeira vez, mas pela segunda, por te dar esperanças de que poderíamos ser um casal novamente – Digo, desejando que essas palavras entrassem em seu sonho e que ela entendesse o recado, mas a mesma continuava dormindo.

Hera e Helena eram completamente diferentes. Minha mulher, loira, estressada e explosiva, extrovertida, amava filmes românticos e amava um carinho, melosa e dramática, metódica e emotiva, sempre preocupada com tudo a sua volta, gostava de ter uma rotina e sempre se planejava antes de fazer algo, em outras palavras, um estereótipo de toda mulher, como se tivessem várias Helenas por aí.

Já Hera, Ah, Hera é diferente de todas as mulheres que eu já conheci, tão intensa. dentro daquela morena haviam o estresse e o bem-estar, a tempestade e seu arco-íris, o mais bonito, com todas as suas cores bem desenhadas, quando se olha para aquela maravilha no céu, a coisa que vem em sua mente é “valeu a pena ter perdido meu barco na tempestade para contemplar essa maravilha" diante dos outros, Hera se mostrava muito tímida, até no início do relacionamento comigo, uma garotinha pura e inocente, até ficarmos sozinhos, onde ela se despia da imagem de boa garota junto com suas roupas. O equilíbrio, romântica as vezes e safada nas horas certas, mas sempre louca e disposta a topar tudo. Hera odiava se prender a uma rotina, apenas fazia tudo para ver onde iria parar, muito racional apesar de ter problemas com a raiva, e assim como eu, fã de filmes de terror, esses que passávamos horas assistindo.

“Viva por nada ou morra por alguma coisa" Sua frase favorita, também tatuada.

Meus olhos passam por uma foto, das mais recentes, nos dois deitados na cama, uma típica foto depois de fazer amor que nunca iremos mostrar a ninguém, a lembrança daquele dia me atinge, e não posso deixar de reviver aquele momento maravilhoso que foi a nossa última vez, quando eu contei para ela que teria que ir para Los Angeles, acho que a ficha ainda não tinha caído para nós dois, em nossas cabeças, a distância não existiria, tanto que apenas nos demos conta quando eu estava no aeroporto, já indo embora.

Maximilian suspira e passa seu braço para me abraçar, tão Lindo, doce e gentil que me pergunto como algo tão belo poderia ser meu filho. Olhando novamente o celular, reparo nas fotos onde eu, Hera e maxi exibimos nossos sorrisos sinceros, uma família feliz. A dor agora é um irritante latejar, que insiste em apertar meu peito enquanto eu tento sorrir ao lembrar de meus dias felizes.

Passando as fotos para o lado, relembrando o momento, uma delas me atinge forte, para o dia em que eu a conheci, sim, a primeira foto que tiramos juntos, meu rosto colado ao dela, o sorriso sincero, reparo nos olhos de Hera, os flashes a nossa volta tornaram sua pupila brilhante e avermelhada, dou um zoom e então percebo o quão dilatada estava, dizem que quando se olha para algo que gosta, essa é a resposta, e não tem nada mais lindo do que olhar nos olhos de quem você ama e saber que é recíproco.

Aquela foto mexeu comigo, senti algo queimar dentro de mim e me deixar tonto, me levanto devagar da cama, com cuidado para não acordar Maxi e Helena. Sigo até o terraço, a bela cobertura que havia comprado em Los Angeles me dava uma bela Vista da cidade a noite, todas as luzes e os carros lá em baixo, me aproximo do parapeito, pulando a parte da proteção, me sento a perigosos 40 metros do chão, balanço meus pés e sinto o vento Bater forte contra meu rosto, zumbindo em meus ouvidos.

E se eu me jogasse? Tudo isso acabaria? Acho que só não fiz isso por causa de Maximilian, se bem que agora ele tem um pai quase morto, que não tem forças bem para levantar da cama, então muita diferença não faria.

“Para saber se vocês estariam dispostos a lutar um pelo outro, ou se ficariam parados esperando uma nova ação do destino, e olha, vocês estão perdendo"

A voz de meu filho me invade, como se ele estivesse ao meu lado.

Lutar, sem se importar com os outros

“Lutar um pelo outro"

Essa frase ecoava em minha mente, a resposta estava ali? Na minha frente, eu só não percebi.

“Vocês estão perdendo”

Eu não vou perder mais, preciso tomar uma atitude.

Desbloqueio a tela de meu Telefone, e vou direto para contatos, H, Hera, encaro seu número de celular, com apenas um toque eu poderia lutar por nós dois. Mas o que eu falaria para ela?

“Me desculpe eu fui um otário que te abandonou e agora percebi que não deveria ter ido"

É, melhor não ligar para ela, mesmo, penso cabisbaixo

“Lutar um pelo outro"

Meu dedo vai direto para o botão chamada, levo o celular ao ouvido, escutando as chamadas, a cada vez que o celular toca, meu coração pula em meu peito, se eu não tiver um ataque cardíaco agora, nunca mais terei.

- Atende, Hera, por favor, me deixa ouvir sua voz, por favor, quero dizer eu te amo, atende meu amor- Digo para os inúmeros toques, já descrente de que ela atenderia, deve ter me bloqueado.

- Alô! Zlatan? – Ouvir a voz dela foi como um misto de todas as sensações do mundo, aquelas palavras me foram como um combustível, ouvi -la chamar meu nome depois de tanto tempo me causou uma explosão de sentimentos. Meu corpo estremeceu e eu podia jurar que não iria conseguir falar com ela.

Ao ouvir sua voz chorosa depois de tanto tempo, eu percebi o quão errado e covarde eu fui por não ter lutado antes.

Lutado para ter de volta meu coração


Notas Finais


Isso é tudo pessoal
O que acharam? Contem-me
Então, acham q eu estou sendo chata e escrevendo demais? Tem alguma crítica ou sugestão? Podem mandar babys
Obrigada por todos que estão comentando ♥️♥️
Até o próximo capítulo babys ♥️


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