História Em Busca Do Rei (DEGUSTAÇÃO) - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Geraçao Escolhida, Ação, Aporia, Aventura, Busca, Ebdr, Embuscadorei, Escolhida, Fantasia, Ficção, Ficção Cientifica, Luta, Magia, Original, Rei, Suspense
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Terminada Não
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Prólogo


"Meu sangue, suor e lágrimas, minha respiração fria.

Leve-os todos."

— Blood, Sweat and Tears; BTS

O clima amanheceu nebuloso naquela manhã em Seul.

A mulher ainda caminhava irritada, pelo fato de seu maldito despertador não ter tocado e a acordado na hora certa, os seus saltos chapinhando nas poças de água que haviam sido formadas pela chuva da noite anterior.

Ela bufou, balançando a cabeça, apertando com mais força a alça de sua bolsa de couro e colocando-se a andar com maior velocidade. Inspirou o ar matinal.

Não iria chegar atrasada, mas daria as caras de forma bem pontual.

Argh. Seu chefe com certeza iria puni-la. Estremeceu, fazendo com que o coque apertado em seu cabelo balançasse.

Chegou ao ponto de ônibus em menos de cinco minutos de caminhada, onde seu táxi já lhe esperava. Suspirou em alívio ao entrar por uma das portas traseiras do veículo. Pelo menos ela se lembrara de clamar pelo motorista antes de sair de casa e não precisaria ficar esperando.

— O que houve, Srta. Yong? — Indagou o motorista já conhecido, virando a chave na ignição. Ele sabia que não era de costume da cliente chegar atrasada.

— Só um despertador ineficiente, não se preocupe. — Respondeu a mulher, quando o carro já estava em movimento, circulando pelas ruas sem agitação, devido ao cedo horário.

A moça estava ansiosa, querendo que a velocidade do carro aumentasse para que ela chegasse o quanto antes na sede da APORIA. Suas pernas balançavam, seus pés batiam ruidosamente contra o chão do táxi e suas mãos não conseguiam parar quietas.

Antes mesmo de o veículo parar por completo, ela já havia descido e pagado a corrida.

O taxista havia estacionado em frente de um enorme prédio que possuía todos os seus quarenta andares revestidos externamente por vidros espelhados. Planejada e construída em formato cilíndrico, a construção era imponente, de longe a mais alta e mais bonita em relação aos outros edifícios próximos.

Com grandes passadas para poder chegar mais rápido, a trabalhadora adentrou o prédio de maneira apressada, apenas diminuindo a velocidade quando já se achava do lado de dentro.

Cumprimentou o porteiro de mau jeito, com um simples e quase imperceptível aceno de cabeça. Marchou até a entrada do elevador e permaneceu apertando o botão que continha uma seta apontando para baixo durante um longo minuto.

Depois de um demorado processo de escolher o terceiro subsolo, colocar a sua digital do polegar a ser lida e digitar seu Registro Geral, a cabine começou a descer.

As portas se abriram com um baixo ronronar de engrenagens, revelando uma extensa mesa, acomodada num cômodo executivo.

Como o esperado, ela fora a última a chegar. Todas as poltronas que eram cor creme — com exceção de uma — estavam ocupadas. As paredes vermelhas aveludadas ajudavam a compor um ambiente sério. Todos os presentes olharam para a recém-chegada.

Fez uma referência, como forma de cumprimento e desculpas.

— Ah, Srta. Yong. — Disse o Sr. Choi, honrando seu posto de gerente geral, sentado à cabeceira da mesa. -— Nós já íamos começar. Sente-se.

— Sim, senhor. — Fez uma segunda reverência, caminhando e sentando-se na única cadeira desocupada.

O Sr. Choi pigarreou, chamando a atenção de todos e preparando-se para começar a falar.

— Bom, companheiros de trabalho, devem estar se perguntando porque estão aqui nesta manhã de sexta-feira, quando poderiam muito bem estar em seus confortos em casa, enrolados até agora num lençol quente. — Ele se levantou e se pôs a caminhar pela sala. Parou de andar ao chegar aos pés da TV de plasma plugada na parede, que se tinha oposta à cabeceira na qual o gerente se achava segundos antes. — É simples. — Apoiou-se no tampo de mármore da mesa, curvando um pouco o corpo para frente. — Nós achamos.

A reação dos demais foi instantânea, apesar de ter sido claro que as pessoas haviam se contido para não demonstrar a tamanha surpresa causada pela notícia.

A verdade era que absolutamente ninguém tinha verdadeiras esperanças de que iriam conseguir alcançar seus objetivos, já que estes aparentavam ser tão inalcançáveis quanto à imortalidade.

— As pesquisas realmente deram resultado? — Perguntou o conhecido Sr. Jung, inclinando-se para frente, fazendo com que seus cabelos escorridos deslizassem pelo seu rosto.

— Sim, Sr. Jung. — Respondeu o gerente, com um leve resquício de sorriso nos lábios. Nem mesmo ele acreditava que fosse possível achar o que procuravam.

O Sr. Choi, mais animado do que usualmente, tirou do bolso do paletó um pequeno controle remoto, ligando a TV.

Foram reproduzidas séries de imagens que mostravam bustos feitos de mármore de um homem usando uma coroa de louros. Seu perfil era de uma pessoa imponente, poderosa e antiga.

Em seguida, a imagem foi, aos poucos, ganhando qualidade, desvelando fotos que, apesar de serem antigas, não mostravam grandes diferenças nas feições das pessoas que eram apresentadas.

Uma bela árvore genealógica havia sido montada e mostrada. Era, de fato, surpreendente.

O gerente geral apertou um segundo botão no controle, e as imagens de um rapaz musculoso, sorridente e com traços que o entregaram ser de origem coreana foram reveladas. Várias e várias imagens, caracterizando a mesma pessoa.

— As lendas são reais. — Murmurou a Srta. Yong, baixinho, para si mesma.

— Mas, Sr. Choi... — Levantou a mão um dos funcionários de mais baixa posição e idade inferior, o qual Srta. Yong não se recordava do nome no momento. — Como teremos certeza de que é mesmo ele?

— É. — Concordou um segundo trabalhador, o Sr. Park, conhecido também como Rain, por parecer muito com o cantor e já ter sido até mesmo confundido com o famoso. — E quem vai atrás dele? Não podemos mandar qualquer um. Não querendo ser impertinente, Sr. Choi. — O Park continuou falando, usando bastante as mãos para gesticular. — Mas como iremos trazê-lo até aqui?

— Sim. — Concordou a Srta. Yong. — Ele claramente não está na Coreia. — Apontou o cenário em que o jovem se encontrava enquanto as fotos passavam. — E não temos nem equipamentos, nem transportes...

— A preocupação exagerada é desnecessária. — Assegurou o gerente. — Já está tudo arquitetado em seus mínimos detalhes.

O Sr. Choi caminhou até o armário dos arquivos, todos os documentos lá registrados diziam respeito a APORIA e seus dados. Tirou de uma das gavetas uma pasta de cor azul e entregou ao Sr. Park, cuja cadeira ficava logo à direita do gerente geral.

— Leiam, todos. — Ordenou. — Tudo o que precisam saber está nessa pasta. Todos vocês receberão uma cópia digital em seus e-mails, lembrem-se de que estamos trabalhando com algo sigiloso, não deixem que esses dados caiam em mãos erradas.

Os funcionários assentiram, começando a analisar a pasta, enquanto o Sr. Choi preparava uma segunda leva de slides a serem mostrados, analisados e discutidos com a equipe de funcionários.

Particularmente, a Srta. Yong estava quase que se coçando para ler aquelas palavras contidas na pasta, nunca se sentira tão empolgada com um projeto da APORIA antes.

Claro, era compreensível sua ansiedade: nenhum dos projetos realizados pela empresa havia saído do papel até então.

A Srta. Yong procurou olhar em que mãos a pasta se encontrava no momento. Ela era a próxima a ler os dados. Não sabia se devia estar mais ou menos ansiosa do que antes.

As palmas das suas mãos coçavam, ela as esfregou, tentando conter-se, o que era uma verdadeira missão impossível diante de toda aquela situação. Puxou um grande suspiro, tentando controlar os próprios movimentos respiratórios; não precisava ficar com todo aquele alvoroço interno, ela mesma já iria colocar as mãos na pasta.

Desviando sua atenção, o Sr. Choi chamou seus inferiores:

— Senhores. — Falou. — Por favor...

Antes que ele pudesse terminar a sua fala devidamente, algo o interrompeu e levou o foco de todos ao lustre do teto, que começou a apagar e acender repetidas vezes, fazendo com que todos os olhares dos presentes se movessem até ele.

Quando o Sr. Choi estava para comentar sobre o acontecimento estranho, as coisas começaram a ficar mais bizarras ainda: o lustre, além de piscar e manter suas luzes oscilando, começou a chacoalhar, fazendo com que a iluminação da sala de reuniões ficasse comprometida.

A Srta. Yong olhou para a mesa de vidro, todos os objetos em que nela se achavam não estavam mais parados, eles não se mantinham no estado de equilíbrio no qual deveriam estar.

A situação tirou todos do choque, transformando-o em alarde, quando o chão vibrou. O coração da Srta. Yong batia com tanta pressa que ela até pensou que o que estava causando os tremores era seu órgão que bombeava sangue, toda a ansiedade que ela acumulara enquanto não tinha colocado os olhos na pasta, se transformou num bolo de medo sufocante.

Tudo de ruim que ela sentia se multiplicou à medida que o balanço do piso também se intensificou, dessa vez levando alguns dos funcionários ao chão, principalmente àqueles que haviam se colocado de pé graças ao desespero por conta do imprevisto.

A mulher suspirou fortemente ao dar-se conta de que o que estava se sucedendo era um terremoto. Um grande caos foi instalado naquele ambiente e, todos sendo muito bem preparados para aquele tipo de situação, se colocaram aos poucos embaixo da mesa, que era a única e melhor opção de abrigo.

Nenhuma previsão de terremoto havia sido anunciada nos últimos dias, o que tornava a coisa toda ainda bem mais estranha. Sempre que Seul continha risco de tremores era previsto com uma antecedência de pelo menos uma semana, para que os cidadãos pudessem se preparar para o desastre natural.

Mesmo que sua cabeça não possuísse estruturas para processar aquilo, o momento se tornou ainda mais confuso, e a Srta. Yong não teve muita escolha diante do que viera a seguir.

Uma das paredes vibrou tanto que era possível ver as ondulações a olho nu, o que fez a funcionária pensar em qual seria o nível em que se encaixava. Com certeza, pela intensidade da catástrofe, mais tarde, aquele que ocorria seria noticiado em vários canais de tv, não só na Coreia, mas em todo mundo.

Quando ela estava para colocar as mãos sobre a cabeça apara proteger-se — ou ao menos tentar fazê-lo — a parede que a mulher observara segundos mais cedo, foi destruída em uma explosão de pó e concreto.

Quando todos poderiam jurar em nome de tudo o que lhes era mais sagrado que tudo iria abaixo e que iriam morrer soterrados pelos escombros, o tremor parou repentinamente.

Sem a mínima noção do que estava acontecendo, todos, sem uma única exceção, paralisaram por um instante.

O instante de surpresa foi mínimo. No exato momento que o Sr. Park iria abrir a boca para falar alguma piada — por mais que a ocasião não permitisse — uma silhueta vestida de preto das cabeça aos pés passou pelo buraco aberto na parede, segurava uma espécie de granada lisa.

A pessoa que mais se assemelhava a um ninja de filmes, jogou o objeto sobre a mesa de vidro — agora que se encontrava a ponto de rachar, graças a todo sacolejo do cômodo —, da qual os trabalhadores da APORIA se afastaram de imediato, ao perceber que aquilo se tratava de algum tipo de arma.

Nada pareceu acontecer com a suposta granada, que se encontrava intacta sobre o vidro maltratado. Apesar disso, as vítimas do caso agiram de modo demasiado lento.

Tarde demais, a Srta. Yong se deu conta de que estavam sofrendo um ataque, não um impacto natural.

Uma dezena de homens vestidos como o primeiro adentraram a sala de reuniões subterrânea, carregando armas de porte que variavam entre pequeno e médio.

Alguns dos funcionários correram em direção ao elevador, procurando preservar suas próprias vidas, mas a maioria — mais experiente e que conhecia muito bem a conduta da APORIA — se moveu até onde os que trajavam preto se encontravam. Ou, pelo menos, tentou.

As balas os interceptaram antes que se aproximassem mais do que dois metros, diminuindo radicalmente a quantidade de pessoas vivas naquela sala. Ainda sendo um dos dois únicos indivíduos que não tinham se mexido até então, a Srta. Yong descongelou do choque.

Ela se pôs de pé, pronta para arriscar sua vida pelo bem da empresa e cumprir o juramento que fizera quando se tornou membro oficial da mesma. Pela segunda vez, paralisou.

Se deu conta da gravidade do acontecimento que estava presenciando quando notou que, todos os criminosos possuíam um emblema nos bíceps, uma ave revestida de penas em tons avermelhados, laranjas e roxos. Trincou os dentes, eles eram rebeldes anti-APORIA.

Não sabiam mesmo o que estavam fazendo.

Ficou um pouco fora de ar, dessa vez a falta de atenção causada por uma tontura repentina e a única coisa que lhe distraiu daquele fato foram os berros do Sr. Choi.

— SUN-HEE! — Ele estava sendo arrastado por um dos rebeldes. — A PASTA! A PASTA! CONTINUE O PLANO M! NÃO DEIXE A ESPERANÇA MORRER!

Com afobação duplicada pelo chefe estar sendo sequestrado e por ele ter lhe chamado pelo primeiro nome — coisa que não acontecia nunca —, ela correu até o último funcionário que lia os dados antes do ataque começar. E quase caiu de joelhos.

O autocontrole da Srta. Yong quase se foi pelos ares quando encontrou a pasta de cor azul nas mãos do corpo morto e ensanguentado do Sr. Park. Ele era um dos que havia tentado partir para cima dos rebeldes e acabou sendo baleado no peito.

Ainda com aquela visão horrenda de seu amigo com uma bala alojada em seu peitoral e o rosto manchado pelo próprio sangue que havia escorrido durante o tiro, ela tomou os arquivos de seus dedos paralisados e se levantou em seguida.

Mas já era tarde demais.

A tontura que ela estava sentindo apenas aumentou de intensidade ao ver que o rebelde que havia capturado o Sr. Choi se encontrava pressionando, contra o rosto do gerente, um pano úmido que o fez se contorcer, parar de respirar e cair no chão. Foi arrastado, pela fenda na parede, e ambos sumiram de vista.

Sun-Hee piscou. Tudo acontecera tão rápido que...

Não, repreendeu-se. Não é hora para isso.

Num piscar de olhos, todos os rebeldes já tinham partido, como se o objetivo de todo aquele alvoroço fosse só sequestrar o gerente. Olhando à sua volta, ela percebeu algo que só fez com que tudo se tornasse pior do que já estava: a Srta. Yong era a única que se manteve viva.

Os corpos de seus colegas se achavam espalhados por toda sala de reuniões, o que já bastaria para enlouquecer qualquer um.

Qualquer um que não estivesse preparado, qualquer um que não trabalhasse para a APORIA.

Mesmo com a paisagem destrutiva, ela conseguiria se manter firme. Iria cumprir o último desejo de seu gerente, iria achar o primeiro dos Escolhidos, seguir com o plano M e manter os dados daquela parte da empresa, salvos.

Girou em seus próprios calcanhares, mas não moveu sequer um músculo após fazê-lo.

— Ou me entrega essa pasta, ou eu explodo sua cabeça. — Disse o rebelde, a voz tão leve e perigosa quanto uma lâmina, ele apontava uma arma comprida para o rosto da sobrevivente, o dedo sobre o gatilho.

No automático, ela levantara os braços em rendição. Mas, olhando para o que lhe ameaçava, focando em seus olhos, que eram a única parte do corpo que não estava coberta por um tecido preto, não hesitou.

A mulher não recomendaria aquele tipo de ação nem mesmo para aqueles treinados na APORIA, nem mesmo para um louco.

Com um chute entre as pernas do rebelde, ela fez com que ele se encolhesse mediante à dor e desviasse a mira da arma de fogo. Num movimento veloz, Sun-Hee puxou, com a mão livre, o cano do armamento de maneira que o braço do outro virasse num ângulo esquisito.

Quando ele grunhiu e se encolheu, a fugitiva afundou um de seus saltos nas costas do agressor e não esperou para que ele se colocasse de pé e correu até o elevador.

Ao chegar à porta deste, apertou o botão que indicava uma seta para cima repetidas vezes, tão enérgica que pensou que afundaria a tecla. Todo o universo pareceu se mover em câmera lenta quando o invasor começou a se levantar.

Quase se jogou dentro da cabine ao vê-la aberta. Se virou no mesmo segundo, pressionando o indicador de qualquer andar que não fosse subterrâneo, enquanto o criminoso se arrastou em sua direção, ainda com dificuldades em permanecer de pé.

Vagarosamente, as portas do elevador foram se juntando. Mas, também, o rebelde começara a se mover com um pouco mais de rapidez.

A pasta presa embaixo de seu ombro, a Srta. Yong continuou batendo com seu dedo em cima do número aleatório.

— Vamos, vamos, anda, anda, anda! — Não parou por nem sequer um milissegundo. Observou o ofensor se apropinquar, cambaleando tanto que se assemelhava a um zumbi.

Prendeu a respiração. Ele estava muito próximo, se esticasse a mão, poderia alcançá-la. Poucos centímetros e...

Fechadas.

Soltou o suspiro aliviado que engaiolava. Depois daqueles minutos de agonia e desespero, tudo o que pôde fazer foi se deixar escorrer pela parede da cabine, tão mitigada que poderia chorar.

Fechou os olhos por uns segundos, mas voltou a abri-los ao se lembrar dos documentos e das informações que portava.

Tremendo um pouco, ela se forçou a desobstruir a capa azulada da carteira fina. Talvez por ainda estar tonta não conseguiu ler muita coisa.

Passou os olhos nos gráficos, nas tabelas e nos números, mas estava perdida demais para concentrar em algo, se sentia drogada.

Obrigou-se a colocar um pouco de atenção, nem que fosse para tentar ler três palavras. E conseguiu.

Antes de perder a consciência, a mulher leu, em voz alta, apenas um nome.

Baek Myung-Hee.



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