História Em busca do verdadeiro Amor - Capítulo 1


Escrita por: e NiuLonnie

Postado
Categorias EXO
Personagens Kim Jun-myeon (Suho), Zhang Yixing (Lay)
Tags Abo, Abo Dream, Fluffy, Projeto, Romance, Slash, Sulay
Visualizações 135
Palavras 3.252
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, LGBT, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá,Fadinhas! Eu sempre digo que não vou escrever mais, mas né, um dia eu sempre acabo conseguindo terminar um plot ou outro nessa vida kkkk
esse plot foi doado pela KwonGabi e eu espero que vocês gostem
bjoo

Capítulo 1 - Fugindo do próprio casamento


Junmyeon acordou sentindo-se particularmente feliz naquela manhã. Era um dia ameno com predominância do sol, estava com uma brisa leve e um clima gostoso.

    Antes que pegasse no sono, na noite anterior, seu pai havia avisado que iriam para o hotel fazenda da sua infância e pré-adolescência, matar a saudade dos momentos em família. Com as férias da faculdade quase no fim, aquilo pareceu o melhor programa, amava seus pais e o alfa da família raramente saia do escritório. Estava feliz com a viagem.

— Junmyeon, você está pronto? — o pai gritou do andar de baixo e o mais novo terminou de fechar a mala.

— Sim, tudo pronto. — pegou a mala pequena, não estava levando muitas coisas, pois ficariam no máximo dez dias no local e não era como se sua família não pudesse comprar algo caso faltasse.

Na verdade poderiam comprar a cidade toda se quisessem, eram mais de cem anos de uma indústria portuária, seus familiares sabiam investir, dinheiro para as próximas gerações não faltaria.

Sorriu de orelha a orelha quando entrou no carro, vendo que seus pais pareciam mais felizes do que o normal. O caminho até o local foram longas horas de silêncio, mas nada ruim, esse era o jeito da sua família e estava acostumado com isso. Gostava de aproveitar a brisa do campo tocando seu rosto, por conta do vidro da janela aberto, enquanto ouvia suas músicas. Era uma coisa sua, de criar uma música para cada momento, tentar encaixar sua vida na cena de um filme e imaginar como poderia ser o desfecho.

Em torno de três horas chegaram no famoso hotel fazenda, era longe de tudo e lhe trazia maravilhosas recordações, mesmo que não tivesse sinal de celular ou internet estável.

 Como sempre, seu pai reservou os quartos do segundo andar do Hotel, onde tinha a melhor vista para o lago dos patos. Adorava aquele ambiente, não era a toa que estava fazendo faculdade de veterinária, talvez a sua infância naquele lugar tenha tido uma grande influência.

Subiu para seu quarto e começou a desfazer as malas, achando curioso certas mudanças que haviam feito no lago dos patos, parecia que todo o hotel estava decorado para um grande evento. Se pudesse chutar, diria que um casamento aconteceria naquele lugar, por conta das flores e das cores escolhidas para a decoração do lugar.

Mesmo com aquela ideia em mente e achando um pouco estranho deixarem sua família se hospedar ali com um evento por vir, resolveu seguir seu cronograma. Desfez suas malas, tomou um banho e foi comer alguma coisa no restaurante do hotel, curtindo aquela brisa um tanto fria do campo e o cheiro da grama recém cortada.

Enquanto comia, passou a observar os funcionários do hotel continuando as decorações, vendo os correr de um lado para o outro para finalizar toda aquela arrumação. 

Não sabia explicar o porquê, mas sentiu uma certa angústia com aquela situação. Deixou seu lanche na mesa e subiu as grandes escadas do hotel, indo em direção ao quarto de seus pais, parando na porta ao ouvir uma conversa do mais velho.

— Ah, meu amigo, não poderia ter marcado em lugar melhor, longe de toda a empresa, algo simples, Chanyeol precisará apenas apresentar o marido quando voltar a Seul, será muito mais simples.

— Que bom que gostou, ainda não conversamos com Junmyeon. Tenho certeza que se tivéssemos contado que o motivo da viagem era o seu casamento, ele não viria, mas ele gosta desse lugar, então pareceu perfeito.

Junmyeon sentiu seu estômago revirando, quase colocou para fora o lanche que tinha acabado de fazer. Sentindo-se um tanto sem rumo, correu para seu quarto, trancando a porta e andando de um lado para o outro, precisava no que pensar rápido no que fazer, ao pé em que as coisas estavam, o casamento ocorreria na manhã seguinte. Não estava preparado para isso, para largar sua vida leve e viver com um alfa desconhecido, provavelmente para melhorar as probabilidades de novos negócios de seu pai.

Não conseguiu conter as lágrimas que corriam silenciosas por seu rosto, estava sentindo-se traído, angustiado e até com raiva.

Jogou-se na cama e abraçou as cobertas, sentindo sua cabeça girar, fechou os olhos por apenas alguns segundos, tentando absorver a informação de como seu pai tinha destruído suas boas lembranças.

 

(...)

 

Acordou algumas horas depois, sentindo um arrepio em seu corpo e os olhos grudando por ter dormido ainda chorando. Ouviu as batidas na porta, segundo da voz suave da sua mãe.

— Jun, meu filho, está acordado? Precisamos conversar com vocês. 

Junmyeon sentiu o embrulho voltar ao estômago.

— Estou sim, eu estou indo tomar banho, posso descer em alguns minutos?

— Claro, estaremos esperando você no restaurante. — ouviu pelo salto que ela estava se afastando e levantou da cama em um pulo.

Já estava escuro lá fora e infelizmente o hotel fazendo era pequeno demais para sair sem que seus pais notassem. Fez a primeira coisa que passou na sua cabeça, parecia idiota, mas torcia para que desse certo. 

O Kim colocou algumas de suas roupas na mochila que havia trazido junto com a mala e começou a fazer uma corda com os lençóis que havia no quarto, não precisava ser muito grande, apenas um comprimento razoável para que não quebrasse a perna fugindo.

Depois de amarrar a corda firmemente, jogou ela janela e chegou a sorrir com aquilo, parecia tão ridículo, mas não queria se casar com um homem que nem conhecia.

Ao descer pela corda se deparou com uma cena inusitada, um alfa algumas janelas a frente fazendo mesmo, ele o olhou de volta com a mesma estranheza, por um minuto pensou que seu noivo também estivesse fugindo de si da mesma forma ridícula e, se fosse isso, talvez eles pudessem juntos negar aquele casamento.

Chegou mais perto do alfa e ele sorriu abertamente.

— Você é Kim Junmyeon? — ele pronunciou.

— S-sim. E você é…

— Ah, Zhang Yixing… você está fugindo? — sabia que o sobrenome de seu futuro marido seria Park, então não era ele, não sabia se poderia confiar naquele estranho — Eu sou primo de Park Chanyeol.

— E-eu… meus pais me enganaram. Eu não sabia o que ia acontecer aqui.

— O Chanyeol também não, mas ele não tem coragem de fugir das garras do pai, por isso estou saindo, estão todos no restaurante e não teria outro lugar por onde eu pudesse fugir, eu preciso encontrar o ômega por quem ele é apaixonado, só assim talvez ele desista dessa coisa imbecil de casamento às escuras.

— Eu posso ir com você? Sabe… estou tentando fugir do meu casamento. — riu um sem jeito, só esperava que conseguisse segurar seu instinto de fazer piadas idiotas quando estava nervoso demais. — Vai ser uma caminhada longa, a cidade está bem distante.

 — Que nada, roubei as chaves do meu pai, vamos logo. — disse rindo e começou a correr entre as sombras das árvores até a garagem, onde poderiam pegar o carro e ir o mais rápido possível até a cidade, para que, com sorte, na manhã seguinte já tivessem consigo o único que pararia aquele casamento.

 

(...)

 

Estavam há alguns minutos naquele carro, só olhando para a estrada, onde aquele cheiro de grama já não parecia tão atrativo.

— Sabe o que uma impressora falou para outra? Essa cópia é sua ou é impressão minha?  — Junmyeon começou, tentando quebrar aquele clima de nervosismo e o silêncio do carro, era quase impossível conter suas piadas sem graça em momentos como aquele.

O que ele realmente não esperava era que Yixing começasse a rir como se tivesse dito algo realmente engraçado, ele quase parou o carro em um acostamento de tanto que ria.

— Essa piada foi horrível. — disse o próprio Kim, mas rindo da reação alheia.

— Foi genial. — disse rindo um pouco menos, secando as lágrimas nos cantos do olhos e voltando a focar na estrada — Você se importa de pararmos em algum lugar para comer e talvez dormir? Está começando uma chuva e vamos acabar chegando tarde em Busan, em que mora o ômega de quem te falei.

— Por mim tudo bem, eu preciso mesmo comer alguma coisa.

            O alfa concordou e seguiu mais alguns quilômetros até um hotel de beira de estrada.

Chegaram e pediram um único quarto, a ideia era sair bem cedo daquele lugar e chegar rápido a casa do ômega e o levar até o Hotel fazenda antes de chegar a hora do casamento.

— A essa hora meus pais devem estar me procurando. — Junmyeon suspirou e se jogou sobre a cama — O pior é que, se eu não tivesse encontrado você, eu não teria como ir muito longe, sabe. O que eu estava pensando? Que voltaria para Seul a pé? Que me esconderia dentro de casa? Eu ainda moro com meus pais, é mais que óbvio que apenas voltar pra casa não o faria mudar de ideia sobre este casamento idiota, apenas o adiaria.

Yixing sentou a lado do ômega e acariciou seus cabelos.

— Parece que o destino me colocou no caminho para que pudesse te ajudar então. — sorriu — Eu sei que buscar o Baekhyun não é nada cem por cento, mas precisamos tentar de tudo, certo?

— Então esse é o nome dele? — sorriu — É tão fofo da sua parte fazer isso pelo seu primo, não entendo como ele não é capaz de lutar pelo seu próprio amor.

— Chanyeol tem na cabeça que família é o mais importante, ele não está errado, mas nem sempre precisamos fazer tudo que nossa família quer. Se for assim, nunca poderemos ser felizes.

— Nem me fale. Eu achei que meu pai estava finalmente saindo daquele escritório para ter um momento em família, que ele queria aproveitar ao menos um pouco das minhas férias, mas na verdade ele estava apenas me vendo como um negócio com lucro em potencial. — disse, já começando a sentir os olhos marejados novamente. 

— Ei, não chore, por favor. Eu entendo você. — disse voltando a acariciar os cabelos do ômega — Vamos conseguir dar um jeito nisso e pode ser que você consiga um verdadeiro momento em família depois de toda essa confusão.

— Até parece, meu pai vai me olhar para sempre com olhos de “você estragou tudo”.

— Não vejo por quê, Chanyeol é quem vai desistir do casamento primeiro. — deu uma piscadinha para Junmyeon e levantou, indo atender a porta quando bateram nesta.

Naquele momento, com o alfa há poucos metros de si, Junmyeon pensava que Yixing era exatamente o tipo de homem com quem gostaria de ter um relacionamento. Não gostaria de casar com alguém sem conhecer, queria sair para um café, conversar sobre a vida, sorrir de coisas bobas e ter outros encontros a partir disso, até que resolvessem mutuamente que queriam algo mais sério, como passar um cio juntos, por exemplo.

Queria que tudo fosse feito com calma, queria ter uma história bonita para contar para seus filhos. Queria adotar alguns pets, que a pessoa tivesse o mesmo amor por animais como ele mesmo.

Tinha tantos sonhos, estava com 25 anos, estava esperando encontrar alguém que se encaixasse em seus sonhos.

— Ei, nosso jantar chegou, não está com fome? — perguntou, voltando a sentar na cama ao lado do ômega e começando a comer.

— Sim, estou… só estava pensando.

— Tente não pensar besteiras enquanto estivermos nessa missão do amor. — disse rindo — Você pode ver tudo isso como uma aventura.

— Seria ainda pior ver tudo ficar sem graça depois. — sorriu para o alfa, começando a comer.

Comeram em silêncio, mas não era um ambiente pesado, não era como quando estava em silêncio com a sua família, sabia que seus pais não estavam bem quando aquilo acontecia, era apenas algo normal, estavam focados em matar a fome, deixariam a conversa para mais tarde.

— Vamos descansar um pouco e seguir viagem logo cedo, precisamos não apenas impedir seu casamento, como também mostrar para Chanyeol que ele não pode renunciar seu amor verdadeiro por causa da família dele. — disse o alfa, depois do jantar.

— Você tem total razão, pode dormir na cama, eu durmo no chão.

— Nada disso, podemos dormir os dois na cama, como amigos, isso não faz mal. — Yixing sorriu docemente, afastando os cobertores, num sinal claro de que todos ficariam com Junmyeon.

O Kim já havia dividido a cama com amigos antes, era uma coisa normal, principalmente durante a adolescência, depois de uma boa maratona de filmes nunca importava quem dormiria onde. Mas com o Yixing era diferente, precisava se esforçar para ficar do seu lado da cama, por vezes acordando durante a noite e se afastando do corpo maior que o seu. O cheiro do alfa lhe atraia e lhe deixava tranquilo, era como que se aquelas névoas de desenho animado o carregasse em direção ao corpo alheio, queria só ficar abraçado no outro, sentindo-se tranquilo e esquecendo de todos seus problemas. E, com a desculpa de que estava dormindo, foi o que fez, abraçou o corpo do alfa e se aconchegou no peito dele, podendo dormir muito melhor pelo resto da noite.

 

(...)

 

Yixing acordou com um peso no qual não estava acostumado, olhando para seu peito e vendo Junmyeon bem agarradinho ao seu peito. Tinha conhecido aquele garoto no dia anterior, mas já gostava dele, o achava divertido e, provavelmente, o chamaria para um encontro quando toda aquela confusão terminasse.

Acariciou os cabelos castanhos do outro, o fazendo acordar devagar, não conseguiu evitar o largo sorriso por ver o jeito fofo do outro.

 — Precisamos levantar e salvar o Chanyeol do capitalismo. — sussurrou, vendo o Kim concordar com a cabeça e virar para o outro lado — Não adianta me pedir cinco minutinhos, isso não vai rolar aqui. — disse rindo e levantou da cama, foi até o banheiro e escovou os dentes, lavou o rosto e voltou para o quarto, vendo o ômega ainda dormindo.

Precisavam chegar a Busan o quanto antes, não tinham tempo para preguiça.

O ômega sentiu o olhar do alfa sobre si e seu corpo arrepiou-se por inteiro.

— Tudo bem, vou levantar agora. — disse manhoso e levantou da cama, com bico nos lábios, indo para o banheiro. 

Enquanto escovava os dentes, sentiu um frio na barriga, por um momento foi como se fossem um casal, por um momento parecia que já tinham uma grande intimidade, mas suspirou por fim, nunca dava a sorte de conhecer alguém como o Zhang.

Lavou o rosto e tentou parecer mais acordado.

— Estou pronto, podemos ir.

— Ainda temos mais cinco horas de viagem, espero que esteja preparado. 

— Estou. — revirou os olhos e logo depois sorriu, saindo do quarto.

Fizeram checkout e entraram no carro novamente, seguindo viagem, pararam algumas vezes pelo caminho para comer e ir no banheiro, mas logo após o meio dia já estavam em frente a casa do Byun.

— E se ele não quiser mais o Chanyeol? E se eles tiverem terminado por causa do casamento? E se a gente fez tudo isso para nada? — começou a questionar ao alfa enquanto andavam em direção a porta do outro, tocando a campainha em seguida.

— Se você amasse tanto uma pessoa, mas ela fosse medrosa o suficiente para não lutar pelo amor de vocês e preferir se manter do lado da família, você deixaria de amá-la ou a deixaria partir para que fosse mais feliz do jeito que sentisse menos culpa? — Yixing questionou e Junmyeon não conseguiu o responder, pois a porta logo foi aberta por um ômega da sua altura, com o rosto um tanto inchado e vermelho.

— Yixing, o que faz aqui? Você não deveria estar no casamento do seu primo?  — perguntou, tentando fingir que não estava fungando.

— Eu trouxe o noivo comigo, então não tem casamento… O Chanyeol te ama, Baekkie, ama muito, vocês são predestinados, eu preciso te levar para aquele hotel e fazer ele enxergar os fatos, não posso deixar que ele seja covarde dessa forma e se arrependa para o rosto da vida de perder alguém como você.

— Eu não posso, Xing. Não tenho onde cair morto, a família dele me odeia e sempre vão achar que é por dinheiro.

— Baekhyun, se você ama o Chanyeol, esse não é o momento de deixá-lo partir, mesmo que ache que é a melhor escolha. — disse Junmyeon — Eu fugi do casamento, agora você só precisa ir atrás do seu homem. — sorriu e viu o outro ômega concordar.

— E-eu vou só colocar uma roupa melhor, não posso fazer isso de pijama. — disse manhoso, fazendo os outros rirem e entrarem na casa, aguardando Baekhyun na sala enquanto este se vestia.

— Então você seria corajoso e lutaria por quem você ama?

— Não, eu o deixaria ir quantas vezes fosse necessário, porém, sempre estaria o esperando voltar. — o ômega respondeu triste, recebendo uma leve carícia em sua bochecha.

— Eu queria perguntar uma coisa…

— Estou pronto, podemos ir. — disse Baekhyun, descendo as escadas com pressa e deixando a conversa inacabada, mas não tinham tempo a perder, precisavam seguir com o plano.

Levou mais seis horas até que chegassem novamente ao Hotel. Os familiares e convidados estavam todos na recepção do grande lugar, havia um alto burburinho sobre o filho da família Kim ter desaparecido e deixado o noivo no altar.

O silêncio dominou o recinto e Chanyeol foi o primeiro a se pronunciar.

— Baekhyun, o que faz aqui?

— E-eu… e-eu…

— Eu não quero me casar com você, Chanyeol, eu não poderia deixar que perdesse o seu ômega por nossas famílias, não sei como é pra você, mas eu não quero essa vida. — disse Junmyeon.

— Eu te amo, Channie, quando eles foram me buscar eu tentei não vir, mas eu não poderia deixar você ir embora. — disse, quase voltando a chorar novamente, abraçando o corpo do alfa — E… eu não consegui te contar antes que… a gente vai ter um bebê. — sussurrou, para que nem todos pudessem ouvir.

— Droga, Baekhyun, eu te amo tanto. — sorriu e abraçou o ômega, girando-o — Prometo que nada nunca mais me afastará de você. 

O sorriso do Byun foi tão grande e apaixonado, que o Kim sentiu um nó em sua garganta, queria chorar de felicidade por não ter estragado a vida daquelas duas pessoas que se amavam tanto.

Saiu da recepção do hotel e foi para o lado de fora, secando as lágrimas que caíram.

— Eu entendo você, eu sempre choro em casamentos. — brincou Yixing.

— Droga. — riu, envergonhado pela emoção — Obrigado por me levar nessa aventura, foi a melhor coisa que eu fiz este ano… eu queria ter a sorte que eles têm, a gente não podia deixar isso acabar.

— Você sabe, eu também queria ter essa sorte, mas as vezes me acham um pouco chato, posso dizer que sou das antigas. Eu gosto de ir em alguns encontros antes de qualquer coisa, andar de mãos dadas no parque, assistir de verdade um filme da Netflix e… enfim.. Vou parar de passar vergonha aqui.

O Kim sentiu seu rosto corar, Yixing havia soltado aquilo como se tivesse lido a sua mente na noite anterior.

— E-eu também… eu também sou mais das antigas. — sorriu de leve.

— Então, o que eu ia perguntar a você mais cedo era se… gostaria de sair comigo? Um encontro de verdade, não posso prometer muitas aventuras, mas quem sabe.

— Sim, eu gostaria sim.

Os dois sorriram abertamente e não conseguiram conter o impulso de trocar um simples selar.

Naquele momento não importava o que as famílias iriam achar ou o que aconteceria no momento seguinte, seus corações estavam transbordando de uma felicidade genuína.

Parece que foi o destino que os fez pular aquela janela em busca do amor verdadeiro, encontrando assim o seu elo perdido entre uma esquina e outra.

 


Notas Finais


E foi isso, espero que vocês tenham gostado e se quiserem podem conversar comigo no twt viu gente @abodreamproject

Bjoos ^.~


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