História Em meio ao Sofrimento - Capítulo 21


Escrita por: e Flare13

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Aquarius, Aries, Cana Alberona, Câncer, Capricórnio, Carla (Charle), Droy, Elfman Strauss, Erik (Cobra), Erza Scarlet, Evergreen, Flare Corona, Freed Justine, Gajeel Redfox, Gemini, Gildartz, Grandeeney, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Jellal Fernandes, Jet, Jude Heartfilia, Kagura Mikazuchi, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Leon, Levy McGarden, Libra, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Lyra, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Metallicana, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Nikora "Plue", Pantherlily, Personagens Originais, Rogue Cheney, Romeo Conbolt, Scorpio, Sting Eucliffe, Taurus, Ultear Milkovich, Ur, Virgo, Yukino Aguria, Zeref
Tags Gale, Gruvia, Jerza, Miraxus, Nalu, Stinkino
Visualizações 78
Palavras 1.349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa pela demora, mas vcs sabem. Ensino médio é horrível. Mas sejam bem-vindos a mais um capítulo de em meio ao sofrimento.

Capítulo 21 - Capítulo 21


Fanfic / Fanfiction Em meio ao Sofrimento - Capítulo 21 - Capítulo 21

Natsu pov's On:
    Fui acordado pelo despertador, desliguei o mesmo e me sentei na cama. Surpreendentemente eu não estava de mau humor e muito menos caindo de sono.
    Foi nesse momento que eu me lembrei. Hoje eu tinha que falar com ela, já neguei isso por tempo demais.
    Me levantei da cama e me arrumei em questão de segundos, desci até a cozinha comi qualquer coisa e saí em disparada para a escola.
    Enquanto andava só conseguia pensar na Lucy. Essa garota consegue mexer comigo de uma forma inexplicável, me fazia pensar nela 24 horas por dia sete dias na semana,
    Eu não era disso, pelo menos não antes dela.
    Pouco tempo depois cheguei na escola, olhava para todos os lados a procura dela, mas não obtive sucesso segui para a dentro do edifício quando alguma coisa agarrou meu pescoço.
    - Senti tanto a sua falta Nat-kun. -Aquela vozinha irritante dela me dava nos nervos.
    - Você não tinha sido suspensa por um mês, o que está fazendo aqui Lissana? -Perguntei tentando faze-lá me largar.
    - Fiquei com saudades de você, então vim te ver. Sentiu minha falta?
    - Nenhum pouco. -Falei seco.
    - Mentiroso, sei que morreu de saudades de mim, não adianta negar.
    - Será que dá pra me largar? Já estou cansado disso.
    - Só depois que você me der um beijo.
    - Sem chance.
    - Ah, qual é Nat é só um beijinho. -Falou fazendo beicinho.
    - Eu já disse que não, agora me larga porque eu não tô com vontade de bater em ninguém ainda, então não queira se tornar a primeira.
    - Eu vou ter o meu beijo você querendo ou não. -Então ela simplesmente me beijou.
    Não correspondi, simplesmente fiquei estático. Eu queria tira-la de perto de mim, mas eu estava em estado de choque.
    Até que eu avistei a Lucy, ela estava olhando pra mim segundos depois ela saiu e adentrou o colégio. Merda, ela entendeu tudo errado.
    Acordei do meu transe, empurrei Lissana que caiu no chão. Eu já tinha chegado ao meu limite de paciência, só faltava uma fagulha pra explodir.
    - Quando eu disser não, é não e pronto. FUI CLARO?!
    - S-sim.
    - Agora some da minha frente, antes que eu decida descontar a minha raiva em você.
    Em questão de segundos ela desapareceu, adentrei o colégio e a procurei por todos os cantos. Ela não teria permissão para entrar na sala, perderia as primeiras aulas, então ela tinha que estar em algum lugar.
     Mas eu não consegui, merda. Eu não posso ficar sem ela. Segurei esse sentimentos por tanto tempo, talvez esse tenha sido meu erro, mas ficar aqui me culpando não vai ajudar em nada. Não iria desistir assim tão facilmente.
     Lucy pov's On:
     Lágrimas corriam soltas pelo meu rosto, por que eu estou chorando? Ele não é nada meu, o que aconteceu ontem não significou nada pra ele, apesar de eu pensar o contrário.
     Por um momento na noite anterior eu pensei na possibilidade de ficarmos juntos, mas a cena de pouco minutos atrás me abriu os olhos. Isso nunca aconteceria, Natsu nunca ficaria comigo. Era claro e evidente.
     Me peito doía ao mesmo tempo que a mágoa e a solidão me corroiam a mente. E pensar que tudo que passamos até então foi mentira só fez minha dor aumentar. Os sorrisos calorosos, as conversas descontraídas, os beijos cheios de sentimento, tudo falso. Graças a essas mentiras eu agi como uma idiota apaixonada, segui meu coração pela primeira vez em muito tempo e sofri as consequências por isso.
     Como eu queria que essa dor passasse, que eu pudesse seguir em frente e esquecer, mas estava se tornando mais difícil a cada lágrima que caia.
     Minha cabeça doía, pensamentos passavam por ela mil a fazendo latejar. Eu ainda não havia tomado os meus remédios pra dor, e se não tomasse logo a dor só iria aumentar. 
    Natsu pov's On:
    Depois de olhar em praticamente todos os lugares fui para o terraço como Minha última esperança. Abri a porta dando de cara com ela chorando.
   Naquele momento eu fiquei sem chão, queria tanto abraça-lá, mas me contive.
   - O que você quer? - Perguntou sem me olhar, sua voz estava rouca e carregada de dor e ódio, ambos provocados por mim. - Se veio aqui tentar explicar o que aconteceu mais cedo, sugiro que não gaste seu tempo.
   - Lucy eu não queria que…
   - Não queria que eu te visse com ela? Ah não se preocupe com isso Natsu, já estava mesmo na cara que vocês se gostavam. Você não me deve explicações… afinal de contas você não é nada meu.   -Falou a última parte com dificuldade.
  - Não é isso, você entendeu mal… -Tentei contornar a situação, mas Lucy não estava ajudando.
  - Pelo contrário, eu entendi muitíssimo bem. Agora faço um favor para nós dois e saia daqui, vá ficar com a sua namoradinha que é melhor.
  - Não vou sair daqui até que você me escute.
  - Toda essa dor que você me causou já não é o suficiente?! Me deixe sozinha e vá ficar com a Lissana. Você já deixou bem claro que ama ela, então vá atrás dela ao invés de ficar aqui e perder seu tempo comigo. -Agarrei seus pulsos a virei para mim e a beijei.
    - Acha mesmo que se eu amasse aquela vadia estaria aqui com você e não com ela? -Perguntei ofegante. - Como eu posso amar a Lissana sendo que é você que faz meu coração bater como louco? Se é você que me deixa nervoso toda vez que te olho, se é você que deixa ancioso para te ver de novo, todas as vezes que sai pela porta da minha casa, se é você que me instiga a te beijar toda vez que briga comigo. -Guio sua mão e a coloco sobre o meu peito. - Ele bate por você e não por ela. -Encostei minha testa na sua. - A um bom tempo eu venho sentindo algo por você, mas meu orgulho falou mais alto. Só que, depois de ontem eu abri meus olhos e percebi o que sentia. Eu amo você.
    - E aquilo com a Lissana?
    - Ela simplesmente me agarrou sem mais nem menos, mas ela não significa nada pra mim. É você quem eu amo. -Segurei seu rosto entre minhas mãos. - Quero que você seja minha, pra sempre.
    - Tem certeza disso? Talvez você não poça voltar atrás.
    - Talvez eu não queira voltar atrás. Quero que você seja minha, e não vou desistir disso por nada nesse mundo. Eu amo você.
    - Não sabe o quanto estou feliz em ouvir isso.
    - Então? Você aceita?
    - Posso pensar no seu caso. Mas só se você me comprar um remédio para dor de cabeça bem forte.
    - Eu compro até uma farmácia inteira se você quiser. -Falei.
    - Então considere sua proposta aceita.
    Ataquei sua boca de forma faminta, sentir aquele gosto extremamente doce dela era delicioso. Nossas línguas brigavam por espaço, mas eu sempre vencia. Chupava sua língua ouvindo um gemido escapar por seus lábios, o que me instigou a continuar a devora-lá.
   Desci minhas mãos pela sua cintura até chegar a sua bunda onde agarrei com firmeza e juntei nossos corpos. Senti as mãos dela percorrerem meu pescoço até chegarem ao meu cabelo onde ela se deteve a ficar puxando ao mesmo tempo que tentava conter os baixos gemidos.
   Apesar de estar adorando estar com o corpo dela colado ao meu, eu sabia que tinha que parar antes que perdesse o controle e fizesse minha ali mesmo.
  Fui diminuindo o ritmo do beijo até chegar nos selinhos, depois parei ofegante. Mas ainda sim me mantinha preso a ela.
   Ela deitou sua cabeça em meu peito e gemeu de dor.
   - Acho melhor irmos comprar um remédio pra você, antes que a sua dor piore.
   - Está bem.
   Mesmo a contra gosto a larguei, peguei sua mão entrelaçando-a com a minha. Agora que eu a tinha nos meus braços nada nem ninguém irá tira-lá de mim.
 
  
   
   
    
     



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