História Em memória do meu melhor amigo - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Itachi Uchiha, Kushina Uzumaki, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Armas, Drama, Família, Guerra, Itachi, Lemon, Minaita, Minato, Morte, Nações, Naruto, Policial, Suícidio, Universo Alternativo
Visualizações 13
Palavras 1.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Prólogo


Prólogo

 

Território Nação do Fogo. País dos Raios. Maio de 817.

 

Os gritos eram ouvidos ao longe.

A armada militar corria por entre as areias do deserto que cerca o País dos Raios. Shisui nunca poderia entender o porquê de logo o país mais afastado da Nação do Ar estar sendo atacado pelo mesmo.

Cinco jipes militares, tirando o que Shisui estava, andavam a toda velocidade. O desespero dos civis era visível. Mesmo faltando dois quilômetros para chegar na entrada do país, a fumaça, o fogo e a fuligem já poderiam ser vistos.

— Como esta a situação?

Como em uma ligação, o comunicador colocado em seu ouvido transmitiu a fala do seu Coronel, Fugaku Uchiha. Shisui apertou um pequeno botão para acionar a sua fala.

— Acabamos de entrar em área civil. Há uma grande perca de civis, e parte ao leste já foi tomado. A cidade também não esta em suas melhores condições. Precisarem montar um QG e abrigar as pessoas que sobreviveram a esse massacre no País das Chamas Negras.

Shisui se virou para seu batalhão. Todos estavam à espera de suas ordens. Não era o melhor momento, mas quis muito sorrir. Finalmente subiu para o posto de Capitão. Infelizmente o momento não era propicio para uma comemoração.

— Vou mobilizar as tropas e montaremos um QG na parte Oeste. Esses idiotas estão ocupando a parte leste, o que logo mais eles perceberão não ser a melhor jogada. Seu dever é conter qualquer novo ataque e retirar os civis com segurança.

— Entendido, senhor. — tirou a mão do ouvido e a colocou na alça do seu fuzil de assalto. O modelo IMBEL MD97 era mais pesado que os antigos FAL. —  Equipe Beta, —  o seu lado direito ficou em posição de sentido. —  Estão designado para retirar todos os civis em segurança. Equipe Ômega, —  enquanto o lado direito batia continência e se retirava para fazer o que lhe foi ordenado, o lado esquerdo entrou em sentido. — Quero que se dividam em dois, uma parte deve ficar nos vagões e assegurarem a ida em segurança dos civis que por ali seguirem, a outra parte deve seguir para a rodoviária e garantir a segurança dos civis que trafegarem com os ônibus de longas viagens.  

Equipe ômega bateu continência e seguiu em direção a estação e a rodoviária. A ultima parte do batalhão estava a sua frente.

— Equipe Alfa, o nosso trabalho é conter quaisquer ataque a esse país.

Todos se espalhavam em uma distância segura da área leste. Não iria demorar para que o Coronel e o seu batalhão chegasse. Ainda estavam sob ataque, mas Shisui já poderia dizer, como toda segurança o possível, que eles entrariam em guerra.

 

 

Quartel General. Cidade das Cinzas. Nação do Fogo.

O líder da Nação do Fogo acabara de chegar para um reunião de emergência.

— Não posso acreditar que eles mandaram ataque aéreo e terrestre contra civis. — Minato esbravejou.

Fugaku, que estava ao lado dele, concordou com um gesto.

— O território da Nação do Ar faz fronteira com o País da Fumaça. Por que então eles atacaram o país que faz fronteira com a Nação da Terra?

— Concordo com o Coronel Uchiha, — o Marechal se pronunciou. — o País dos Raios está longe de mais da Nação Ar, não consigo compreender qual motivo Danzou iria ordenar um ataque contra a Nação do Fogo? Ele não é estupido. Sabe muito bem que nosso poder de fogo é bem maior que o dele.

Madara, que até o presente momento somente observava a interação dos responsáveis pela sua armada militar, se levantou. Todos se calaram em respeito ao líder.

—  Eu não me importo com os motivos. Seja questão de território, de invasão, de conflito de interesses, isso não faz a menor diferença para mim. —  a voz estava dura. Madara fora nomeado como líder justamente por ter uma visão completa dos facetas de uma Nação com três países para gerir. E perder civis era uma coisa que Madara não tolerava. —  Quero que entrem em contato com as outras Nações. Se alguém se aliar a Danzou eu vou mandar dizimar ele. O dever dos militares é contenção, proteção e retaliação. Marechal, Coronel e Tenente-Coronel, eu quero o melhor plano de contra-ataque em minha mesa. Vocês tem exatamente doze horas.

Madara dispensou todos com um gesto.

O único que ficou na sala foi Fugaku. Ambos trocaram um intenso olhar. Sem palavras, o mais novo soube que poderia se aproximar. Fugaku tocou com firmeza no ombro de Madara.

— Nós vamos expulsar aquelas tropas do País do Raio, sem mais baixas civis.

Madara negou, — Como pude deixar um ataque desses acontecer bem de baixo do meu nariz?

Fugaku o puxou para um abraço carinhoso. Madara nunca parecia ser o irmão mais velho.

— A culpa não foi sua. Devemos nos concentrar em parar o ataque antes que isso vire uma guerra. Caso contrário, aí sim teremos baixas civis e militares.

Madara levantou os lábios. Era para ser um sorriso, mas pareceu mais uma careta. Fugaku arreganhou os dentes com um sorriso maldoso.

— Desde que ele passou a liderança da Nação da Terra você tem estado instável. Sabe muito bem que Itachi pode assumir a liderança, se você quiser. Assim vocês poderão ficar juntos.

Madara revirou os olhos.

— Ele ainda está com ela, você sabe. Não devo me precipitar, de qualquer forma. — ele deu um tapinha no rosto do irmão. — Seu filho é um gênio, mas ainda é uma criança. Deixemos com que ele possa aproveitar mais um pouco a adolescência.

Fugaku iria rebater a ideia descabida do irmão; Itachi não era mais uma criança, ele estava sendo treinado para ser o líder que a Nação do Fogo precisa, no entanto, a porta fora aberta. Ambos se viraram para repreender a entrada não autorizada, mas era Minato ali.

E Minato sempre poderia entrar sem pedir.

— Uma reunião entre irmãos e não me chamaram? — se fez de ofendido.

Madara sorriu. — Você é nosso irmãozinho, jamais poderíamos chama-lo para falar de assuntos de adultos.

O Namikaze fez uma careta, — Claro, vamos esquecer que eu sou o mais maduro e responsável. Fico deveras feliz com o tratamento de inferioridade que vocês veem me tratando.

Fugaku seguiu para perto do melhor amigo.

— Cuidar do nosso irmãozinho não é te tratar como inferior, você sabe.

Minato cruzou os braços, —  Eu vou fingir que eu acredito em você, Uchiha.

 

 

Cidade do Gás Venenoso. Nação do Ar.

Danzou observava através das telas em seu escritório o andamento do seu plano.

Tudo seguia como o planejado. Logo mais a Nação do Fogo cairia e seria a vez da Nação da Terra sucumbir.

Todos aqueles anos seguindo o tratado das quatro grandes nações valeram a pena. O seu ataque surpresa combinado ao plano de devastação de dentro para fora quebraria a grande resistência a da maior Nação dentre as quatro.

Mandar as tropas se erguerem ao leste do País dos Raios fora uma jogada de gênio. Restava então somente esperar o momento em que o País ruiria perante o líder da Nação do Ar.

Era somente o primeiro passo para conquistar todo o território da Nação do Fogo.

Claro, as outras nações cairiam como em um efeito dominó.


Notas Finais


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