História Em memória do meu melhor amigo - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Itachi Uchiha, Kushina Uzumaki, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Armas, Drama, Família, Guerra, Itachi, Lemon, Minaita, Minato, Morte, Nações, Naruto, Policial, Suícidio, Universo Alternativo
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Palavras 2.358
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - I - Retaliação


I

Retaliação

 

 

Leste do País dos Raios. Nova base de operações.

Não houve novo ataque, e Shisui não gostava do que aquela calmaria poderia significar.

Todo o vigésimo quinto batalhão de operações especiais da armada militar da Nação do Fogo já circulava pelo País dos Raios. O capitão, como todos lhe chamavam agora, ficou responsável pela vigila. As equipes Alfa, Beta e Ômega já se reuniram novamente. Todos os civis estavam em segurança no País das Chamas Negras.

Cinco horas de expectativa e Shisui já farejava uma emboscada.

Como um bom militar, já havia percebido que o ataque ao país não era o objetivo. Com toda a certeza aquela era só uma peça do quebra cabeça. Ter o Coronel ali, em campo de batalha só lhe dava mais certeza que as coisas ficariam feias.

Uchiha Fugaku só entrava em combate quando o regime interno militar corria perigo, ou quando a situação estava fora do controle do Tenente-Coronel. E nada nunca ficava fora do controle de Namikaze Jiraya.

— Foi solicitado sua presença dentro do QG. — Sakura, sua Tenente, informou. — Irei comandar a vigília.

Shisui assentiu. Trocou um olhar significativo com a mulher, e depois seguiu para um pequeno beco entre dois prédios. Atravessou o beco e virou a direita. Avistou o prédio do Banco Central e correu por alguns minutos. Chegou a praça Central. A base de operações, também conhecida como QG, estava logo à frente.

Acenou para os seus homens que protegiam o QG, e adentrou a enorme tenda que encobria tudo o que acontecia ali dentro. Bateu continência a respeito dos oficiais superiores, sendo retribuído com o mesmo gesto.

— Como esta a movimentação na base inimiga, Capitão? — questionou Hatake Kakashi, oficial superior com patente de Major.

Shisui pegou o Tablet que o Major lhe ofereceu e configurou o comando para acessar as câmeras de vigilâncias que foram postas ao redor da área leste.

— Não houve nenhum ataque ou movimentação. Eles estão vigilando a base montada, mas não houve comando para um novo ataque.

— Estão a quanto tempo agindo assim? — Minato questionou observando as gravações que Shisui mostrava.

— Cinco horas, quatorze minutos e trinta segundos.

Minato trocou um intenso olhar com o Coronel. Fugaku concordou com um gesto.

Quando Shisui entrou para o exército, Minato era seu capitão e Fugaku já era Coronel. Estranhou quando viu pela primeira vez a troca de olhares e os acenos positivos ou negativos que trocavam. Parecia uma conversa telemática. Antes achava aquilo bizarro, agora, no entanto, se acostumara e até admirava aquela habilidade esquisita.

— Como esta nossa defesa aérea? — Jiraya questionou.

— Estão a postos, — Fugaku respondeu. — Esperando somente meu chamado.

Shisui cruzou os braços e apoiou o queixo. Não foi difícil perceber as posições de todos os militares, segundo o mapa das Grandes Nações. E pelo o que pode ver, o trigésimo batalhão estava seguindo para a fronteira entre o País da Fumaça e o País da Nevoa.

— Retaliação, — Murmurou o Uchiha. — Mas não seria melhor atacar o País do Furacão? Exatamente como eles fizeram?

Hatake negou. — Acreditamos que o que Danzou quer é derrubar a Nação do Fogo, mas sem prejudicar o território da Nação do Ar, por isso eles atacaram o País dos Raios, e não o País da Fumaça. — Kakashi o chamou para mais perto do mapa. Shisui se aproximou. — Aqui, — apontou para onde estavam. — Danzou tem apoio terrestre. Caso ocorra um ataque nosso a base que eles montaram, atingiríamos o País da Areia. Teríamos que lhe dar com uma reprimenda militar da Nação da Terra, por isso escolheram a área ao Leste.

— Mas isso é uma faca de dois gumes, — Minato complementou. — Caso ocorra um novo ataque, iremos mover nossas tropas para encurrala-los ao ponto de eles invadirem o deserto.

Shisui semicerrou os olhos. — A retaliação vai prejudicar nosso território também, mesmo que tomemos um pouco do espaço do País da Nevoa, ainda teremos que retirar os civis do País da Fumaça. O País das Chamas Negras, apesar de ser grande, não comporta tantas pessoas.

— Danzou mobilizou parte do exercito para cercar o País do Gelo, território da Nação da Água. O Líder, Uzumaki Nagato, já entrou em contato conosco. Temos o apoio Naval dele. Atacaremos o País dos Furacões pelo território da Nação da Água, não pelo nosso.

— Mas aqui diz que o trigésimo batalhão está seguindo para lá, pelo País da Fumaça.

Fugaku sorriu cruel. — Exatamente. Danzou jamais esperaria um ataque da Nação do Fogo através da água.

 

 

Escritório do Líder. Cidade das Neves. Nação da Água.

Nagato detestava quando questionava suas decisões. Infelizmente, sua prima também detestava obedecê-las.

— Somos os melhores armamentistas das Quatros Nações, — argumentou. Nagato continuava calado., e isso a deixava ainda mais agitada. — Não precisamos nos aliar ao povo do fogo, — falar deles sempre deixava um gosto ruim na sua boca. — Você esqueceu o que fizeram com a tia?

Nagato suspirou. Era sempre a mesma tecla a ser tocada. Detestava quando Karin fazia aquilo; misturando trabalho e deveres com vida pessoal. Compartilhava com o sentimento de desprezo e antipatia pelos Uchihas, mas não mandaria um ataque as cegas por conta de sentimentalismo.

— Não temos conhecimento de absolutamente nada sobre a Nação do Ar. Não sabemos sobre território, armamento, seguimento militar ou as barreiras contra a fronteira. Eu jamais mandaria um ataque suicida do meu exército.

Karin negou, — Peça ajuda a Nação da Terra então. Tudo menos eles, Nagato-nii. Eu não teria estomago para olhar na cara deles.

— Então eu tenho um problema, já que você é minha melhor militar, Tenente-Coronel.

As bochechas dela queimaram. Elogios vindo do Uzumaki eram raros, e Karin sempre surtava de alegria quando recebia um.

— Você é jovem de mais Karin, eu lhe disse isso quando foi condecorada. Vinte e seis anos e já esta em um cargo alto desses, como a boa Uzumaki que é. Sempre em alerta e com uma ótimo senso de dever. Nossa melhor militar. Você só precisa trabalhar o emocional.

Karin bufou, — Não misturar dever com a vida pessoal, tô sabendo.

Nagato acenou.

Visto o silêncio por parte do mais velho, Karin seguiu para a saída.

— E caso você esteja pensando no quanto eu sou sem coração, eu perguntei como a tia se sentia com uma aliança entre nós e os Uchihas.

— E o que ela respondeu? — Karin perguntou para na porta.

Nagato soltou um pequeno sorriso, — Quanto mais gente pra dá chute na bunda daquele velho caquético, melhor!

Karin riu.

— Bem coisa da Tia Kushina mesmo.

 

 

Cidade das Montanhas. Nação da Terra. Sede do Líder.

— Devemos os aliar a Nação do fogo ou esperamos o desfecho para agir?

O questionamento do seu conselheiro não lhe surpreendeu. As únicas pessoas que sabiam como contra-atacar ou conter ataques naquela nação era seu avó e seu tio avó. Ninguém mais. Eram uma nação pacífica, no fim das contas.

— A Nação do Fogo não entrou em contato conosco. Tudo o que recebemos foi um claro alerta do ataque da Nação do Ar e que poderia causar danos no Deserto. — respondeu.

Hashirama, que olhava pela enorme janela as montanhas que os cercavam, olhou pra a nova líder; a sua neta.

— Eles começaram pela maior Nação, isso não intriga vocês?

Tobirama concordou: — O mais logico seria render a Nação da Água primeiro e depois a nossa Nação, e então, por último, a Nação mais perigosa.

— Esse é o ponto, — Tsunade apontou. — Eles começaram pelo Fogo justamente por ser a maior e a mais perigosa. Assim que conseguirem domina-los, vão atacar as menores Nações. — Tsunade se levantou. — Sem a maior Nação para que possamos contar caso tenhamos um ataque, nosso poder de armamento e de resposta militar sucumbiria.

O conselheiro se agitou. Não gostava do povo do fogo, eles eram muito intenso e rebeldes, sem falar nos semblantes vazios e das poucas palavras. Mas quando todo o sistema das quatro nações estava correndo perigo, devem raciocinar como militares e não como civis.

— Precisamos entrar em contato com eles, urgentemente.

— Eu irei, — Hashirama interpôs. — A líder não pode sair da Nação, e meu irmão é o Marechal, ele deve ficar e comandar as tropas.

Todos concordaram.

Assim que ficaram sozinhos, Tsunade suspirou fundo. Estava tensa. Não poderia deixar que aquela iminente guerra chegasse até seu povo.

Tobirama, por sua vez, encarava com firmeza o irmão mais velho. Ele bem sabia que por trás de toda aquela explicação logica, Hashirama pensava mais com seu coração do que desejava visitar uma pessoa em particular.

— Eu sei bem o porque de você ir até lá. Devo esperar seu retorno?

Hashirama voltou a olhar para as montanhas.

Aquele universo infinito causava um aperto em seu peito. Eles estavam tão longes um do outro e, ao mesmo tempo, comparando com a imensidão do universo, eles estavam tão pertos.

Hashirama só queria estar cada vez mais junto a ele. Isso já bastava.

— Tudo depende dele.

Tobirama fez uma careta. — E a Mito?

O Senju dispensou o questionamento com um gesto.

— Nossos laços já foram desfeitos. Ela, inclusive, já retornou para a sua Nação.

Os olhos castanhos de Tsunade abaixaram, tristes. Sentiria falta da avô.

 

 

Divisa da Nação da Água com a Nação do Ar. Mares Negros.

Parte da tropa do batalhão décimo quinto da Nação do Fogo já estava a postos do Navio de Guerra.

Yamanaka Ino observava o porto do País do Vento ao longe. Sua armadura pesava em seu corpo e a cada minuto que passava ela se sentia cada vez mais ansiosa.

Seu pai, Yamanaka Inoichi, havia participado da Primeira Grande Guerra. Ele detestou quando contou sua decisão de servir a Nação da Água, mas não pode impedi-la.

E agora, depois de quinze anos de treinamento intensivo e de estudo de estratégias militares, Ino estava Comando toda uma tropa. Ter um posto alto como Capitã aquecia seu coração e embrulhava seu estomago.

Era um misto de emoções forte de mais para ela distinguir exatamente o que sentia.

Akimichi Chouji, um rapaz recém-saído da adolescência, se pôs ao seu lado.

— O sinal foi dado, o Navio vai ficar no porto, caso precisemos de ataque Naval.

A Yamanaka sorriu fechado. Não poderia ter escolhido melhor o seu Tenente. Eram Nara, Akimichi e Yamanaka para sempre. Três saem, Três Voltam*.

Ino olhou para Mitsashi TenTen, Capitã das tropas da Nação do Fogo. A mulher entendeu seu olhar e se virou para sua tropa. Ino fez o mesmo.

— Posição de sentido, saldados. — ela gritou. — Essa é a Retaliação do povo do Fogo em união ao povo da Água. É o nosso dever sair com a vitória, estejam preparados para morrer se for preciso.

— Sim senhora, Capitã. — Gritaram todos em uníssono*.

— Eu quero que todos vocês; militares, civis, povo da Nação da Água, tenham em mente uma única coisa, — Ino proclamou. A cabeça levantada, orgulhosa do seu batalhão. — Nosso único objetivo é proteger nossa Nação, então voltaremos quando tivermos comprido nossa missão!

— Entendido, Capitã Yamanaka.

Ino bateu continência, sendo retribuída pelos seus saldados. Estava tão orgulhosa que precisou segurar as lagrimas com todas as suas forças.

Com um grito de guerra, o Navio aportou. Todos saíram em ordem, correndo pela costa marítima. Assim que ficaram em posição, ambas as Capitãs pararam em frente a eles.

— Por Nagato, Pelo Povo, Pela Água. — Ino gritou.

— Por Nagato, Pelo Povo, Pela Água. — os soldados responderam.

Ino correu com seu batalhão pela esquerda. TenTen observou eles sumirem entre as arvores. Se virou para seus soldados.

— Pela Nação do Fogo! — gritou.

— Pela Nação do Fogo! — os soldados responderam.

Mitsashi seguiu pela direita sendo seguida pelos seus homens.

 

 

Divisa entre Nação do Fogo e Nação do Ar. Ponte União.

Minato estava à frente do trigésimo batalhão. Uchiha Izuna, irmão mais novo de Fugaku e Madara, estava ao seu lado.

Izuna não conseguia tirar os olhos da pose altiva e orgulhosa do Namikaze. Cresceram juntos no Complexo Militar, na Cidade das Cinzas. Minato e ele tinham basicamente a mesma idade; vinte e quatro anos. No entanto, sempre se sentiu como o irmão mais novo dele. Minato cuidava de si com muito amor e carinho, ele sempre foi extremamente gentil e doce, mas quem achava que ele era assim no campo de batalha estava muito enganado. Minato sempre teve aptidão para ser militar; não era atoa que ele já era um Sargento com tão pouca idade.

No entanto, Minato presava muito a vida para tira-la em campo. Por esse fato, ele se formou como enfermeiro. Assim então ele agia nos dois lado da moeda: Sargento com patente em Enfermagem.

Ele era seu orgulho, de fato.

— Creio que não ficara na linha de frente, — comentou desviando o olhar do Namikaze para olhar o outro lado da Ponte.

O exercito inimigo ainda não se apresentou, o que levava o Uchiha a se questionar se o ataque ao País dos Ventos já começara.

— Trabalhei nas tendas, sou o Enfermeiro chefe. — respondeu calmo.

Aqueles olhos azuis compenetrados fazia seu peito queimar. Izuna sempre teve medo de se aprofundar seus sentimentos que cercavam Minato. Preferia continuar como um irmãozinho mesmo.

— Vejo que ficara como Sargento até que a batalha comece.

Minato assentiu, — Não se preocupe, você se sairá muito bem como Capitão. Minha presença aqui é somente para encorajamento.

Izuna soltou uma risadinha. — Não seja modesto, Namikaze. Ambos sabemos que você vai derrubar metade das tropas do Ar antes de ir para as tendas. — Minato desviou os olhos azuis da ponte para fitar o Uchiha. — Caso contrário, você não estaria com seu uniforme militar e sim com o seu Jaleco militar.

Minato sorriu de lado, — Inteligente como sempre, Izzu.

Sorriu para o apelido carinhoso de infância. — Onde está o Coronel?

Minato voltou seus olhos para frente, — Seguiu para o País dos Ventos junto o Marechal. Estamos com o Tenente-Coronel e o Major.

Alguns soldados apareceram. Todos os soldados pegaram suas armas. Izuna segurou com força o seu fuzil de assalto IA2. Minato soltou um meio sorriso.

— Vamos brincar um pouco. — Murmurou com a Sub-Metralhadora de emprego individual Heckler & Koch MP5.

Izuna olhou de Minato para o monstro que ele chamava de arma. Depois seus olhos negros seguiram para as tropas inimigas que se aglomeravam do outro lado da Ponte.

Eles estão muito ferrados”, pensou notando o sorriso cruel do Namikaze.


Notas Finais


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