História Em Mente - Capítulo 11


Escrita por:

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Tags Farosella
Visualizações 146
Palavras 2.982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi rs

espero que gostem e desculpem, não pude revisar! perdoem os erros e vida que segue

boa leitura!

Capítulo 11 - Relacionamentos


Já havia se passado quase uma hora desde que Paola tinha chegado em casa e ainda se decidia sobre o que usar para aquele dia. No dia anterior, havia combinado com Henrique de se encontrarem. Sentia aquele frio na barriga estranho e um nó na garganta, assim como acontecia em todo início de relacionamento. Não. Ainda não era um relacionamento. Somente um contato entre amigos que, de forma ingênua, se aproximavam cada vez mais. Era tão gostoso... Não existia nada na vida que pudesse se comparar ao sentimento de novidade, ao sentimento de conhecimento. Também sentia medo. Não era medo da exposição ou do que a relação deles pudesse gerar, ninguém havia nada com sua vida, certo? Seu medo era de tudo dar errado. De se magoarem e não restar nada sobre eles. Sequer uma amizade que sempre fora tão importante pra ambos. 

Balançou a cabeça espantando qualquer sentimento negativo que pudesse surgir em sua mente e concentrou-se em pensar em tudo o que aquela experiência poderia trazer de bom para eles e com isso em mente, se encarregou de logo se arrumar e ir de encontro ao homem que vinha marcando sua mente. 

Sentia uma empolgação enorme dentro de si toda as vezes que se lembrava dos momentos que eles tiveram. Queria tanto chamá-lo de namorado ou qualquer coisa do tipo. Sentia dele um carinho tão grande por ela, um amor que não havia sentido com outras pessoas. 

Separou uma roupa confortável e que a deixava ainda mais bonita e foi para o banheiro, a fim de dar início a um bom banho. Entrou no box do mesmo e esperou a água quente sair dali. Fechou os olhos e entrou inteiramente ali, sentindo tudo o que havia de ruim sair de seu corpo e adentrar o ralo. Não se preocupou com o tempo ou qualquer algo do tipo, somente queria tomar aqueles minutos para si. Lavou-se delicadamente e inteiramente, em alguns minutos, saiu do banho quente e logo enrolou-se na toalha, afinal, era São Paulo e era inverno. 

Com cuidado, espalhou seu óleo corporal por todo seu corpo, sentindo a fragrância que emanava do produto. Apoiou um dos pés na cama, levantando sua perna e passando o conteúdo por ali. Fez isso em todas as partes de seu corpo e logo em seguida, pegou a lingerie escolhida e a vestiu. Uma calcinha preta rendada, que se perdia em toda bunda que havia ali. Não era um problema para Henrique, pensou rindo. Colocou seu sutiã, também rendado porém transparente e sem o bojo, ajustando seus seios no mesmo. Com pressa, buscou seu moletom favorito junto a sua calça jeans e logo se protegeu do frio. Arrumou sua bolsa com algumas peças de roupa e em poucos minutos, atravessava a porta de sua casa, indo ao encontro de seu "namorado". 

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Não passava das 20:00hrs quando Carosella chegou à porta da casa de Henrique. Nem precisou avisar ao porteiro que subia, já que diariamente ficava mais por ali do que em qualquer lugar. 

Henrique, sentado no sofá e vendo qualquer coisa que pudesse estar passando na TV, foi tirado de seus devaneios ao ouvir o som alto da campainha soando em seu apartamento e logo sorriu, já sabendo quem era. Correu até a porta e logo abriu a mesma, dando de cara com a mulher a sua frente, que se assustou com a forma abrupta com que a mesma foi aberta.

-Porra... -Henrique disse, olhando a mulher de cima abaixo. Sorriu malicioso 

-Que susto! -falou após a porta ser aberta rapidamente e logo deu um sorriso, vendo o homem se encostar no batente da mesma e olhá-la por inteiro, sorrindo malicioso. 

-Mano...-falou e passou a mão na barba, vendo ela sorrir tímida pelos olhares que recebia dele. -Vem cá...-disse colocando a mão na cintura dela e puxando-a pra si. 

Paola passou os braços pelo pescoço dele enquanto sentia os dedos do homem tocar-lhe na cintura. Sorriu leve antes de encostar os lábios no dele,  sentindo em seguida, a língua do homem adentrar sua boca com carinho. Se beijavam lentamente e logo Henrique puxou a mulher para dentro de casa, fechando a porta em seguida. Desceu as mãos para a bunda dela e apertou suavemente, recebendo um suspiro em resposta. 

Foram caminhando devagar até o sofá que havia na sala e Fogaça logo se deitou, trazendo o corpo dela para cima de si. Ela riu com o susto do impacto e logo se ajeitou, apoiando uma das mãos no sofá e levantando a cabeça, soltando os lábios do dele. Inclinada, passava a mão pelo rosto dele, marcando em sua mente cada detalhe que havia ali e que nunca se permitiria esquecer. 

- Tudo bem?! -ele falou brincando, após notar as poucas palavras que haviam trocado. 

-Finalmente... Achei que só queria beijar, beijar... -falou revirando os olhos e logo deu um sorriso pra ele. 

-E aí?! Trabalhou muito hoje? -brincou, vendo a mulher suspirar cansada. 

-Como cê fala?! -falou tentando se me lembrar. -Ah, sí. Pra caralho... -disse rindo, fazendo o homem gargalhar. -E como tá indo seu restaurante, tatuado? -perguntou, observando o semblante dele mudar, ficando levemente entristecido. 

-Ah, cê sabe... -balançou a cabeça negativamente. -Eu tô fechando uns contratos de publicidade e essas porras aí, mas nunca dá pra saber nada né... 

-Oh, meu tatuado... -disse chateada com o olhar dele. -Usted sabe que yo tô aqui sempre né?! -falou passando a mão na barba dele. 

-Eu sei, pesadinha. -disse brincando, devido a mulher estar em cima de si. Ela o olhou brava e deu um tapa em seu braço, logo contestando sua fala. 

-Pesada seu...-Ó, cuidado... -ele interrompeu a fala dela, dando risada. -Seu nariz. -ela continuou, apertando a bochecha dele. 

Henrique parou o sorriso e começou a olhá-la nos olhos, descobrindo cada detalhe que havia por ali. Sentia seu coração doer em amor. 

- Saudades, branquinha... -disse com extremo carinho, colocando o cabelo dela para trás da orelha. Deu um suave beijinho no nariz dela, que fechou os olhos com o ato. 

-Hm.. -resmungou manhosa, colocando o rosto no pescoço dele, enquanto levava uma das mãos para dentro da barriga dele, por dentro da blusa do homem, acariciando levemente o lugar. Henrique passou os braços pelas costas dela, apertando-a. -También senti saudades, cariño. -murmurou, fazendo o homem sentir leves cócegas no pescoço, com a respiração dela. 

-Ta com fome?! -perguntou. -Faço negocinho rápido pra você... falou, vendo-a fechar os olhos. 

-No... Yo comi antes de sair... -disse e deu um leve bocejo, se aconchegando melhor no corpo dele. -Só tô com muito sono, Dios... 

-Pode dormir, aí... -falou dando um beijo na bochecha dela, que sorriu leve. Com isso, não levou muito tempo para que a mulher caísse no sono, deitada por cima dele. Com cuidado, ele pegou uma coberta que estava perto dos pés dela e cobriu a morena, que se aconchegou ainda mais ao corpo dele. 

Henrique ficou um bom tempo somente admirando a mulher ali, dormindo tranquilamente em seu corpo. Sorria ao pensar nos momentos de desespero, quando achava que nunca poderia tê-la para si. Pegou seu celular ali perto, e com cuidado, tirou uma foto dela, que ainda dormia sossegada ali. Parecia que ela confiava nele pra tudo, até para deitar em seu corpo que dormir por algum tempinho. E por mínimo que fosse esse ato, Fogaça sentia uma alegria enorme e um sentimento muito grande de importância. 

Decidiu deixá-la dormir ali, pelo tempo que quisesse e se concentrou em somente senti-la ali. Ouvia pequenos roncos que ela emitia e sorria consigo. Finalmente poderia dizer que sim, ela roncava, já que todas as vezes que ele falava isso brincando com ela, a mulher se irritava e dizia o contrário. 

Virou um pouco sua cabeça, colocando seu nariz entre os cabelos da mulher, e em questão de alguns minutinhos, começou a cochilar levemente, com as mãos nas costas dela. Sentia o cheiro que tanto amava vindo dos cachos dela e a quentura do corpo da moça em si. Não havia como ter pesadelos, pensou ele. 

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Ao som da TV, Paola se remexeu manhosa no sofá, começando a abrir os olhos e se dando conta novamente de onde estava. Respirou fundo e olhou para cima, encontrando os olhos do tatuado, que havia acordado primeiro que ela e passou a observá-la. 

-Finalmente, dorminhoca... Meu Deus, três horas que cê tá aí dormindo. -mentiu, vendo a mulher arregalar os olhos. 

-Sério?! -ele afirmou com a cabeça. -Dios, Henrique! Por que no me acordou? -perguntou, enquanto se sentava, colocando as pernas por cima das dele. 

-Cê tava dormindo tão gostoso... -falou, vendo ela se espreguiça. 

-Tava mesmo... Você é um travesseiro ótimo. -falou risonha enquanto brincava com ele. Pegou a mão dele e entrelaçou na sua, voltando sua atenção para a TV que havia ali. Em questão de segundos, descobriu que ele havia mentido sobre o horário. Olhou para ele com um ar de surpresa e viu o homem gargalhando. 

-Bobão... -disse balançando a cabeça negativamente e o viu se levantar, roubando um selinho dela e ir em direção ao banheiro, a fim de se aliviar. 

Sozinha no cômodo, alcançou seu celular que tava na bolsa, perto da mesa de centro e começou a se entreter por ali. Abriu suas redes sociais e logo se perdeu pelo conteúdo. Via diversas postagens sobre seu suposto relacionamento com Fogaça -coisa de fã, pensou- 
Mexia no celular tranquilamente, esperando o tatuado voltar do banheiro. Dividia sua atenção entre a TV e o celular, rindo das diversas interações que fazia em suas redes. 

-Tá fazendo o que? -falou Henrique, ao voltar do banheiro e vê-la sorrindo, olhando o celular. 

Paola estava sentada, recostada no braço do sofá, lendo sobre as coisas no celular, então Henrique aproveitou, sentando ao lado dela e logo deitando a cabeça no colo da mulher, que riu com a folga e começou a acariciar o rosto dele. Fogaça sorriu e virou a cabeça, colocando-a de lado, fazendo com que seu rosto tocasse a barriga dela. Ela voltou a acariciar o rosto dele com uma mão, enquanto a outra segurava o celular. Com os braços entorno da barriga dela, Henrique fechou os olhos, sentindo os carinhos dela. 

-Esse povo... Cê sabia que a gente tem fã né?! Tipo, como casal... -disse rindo, vendo os comentários ali. 

-Sei, já vi essas coisas... -falou e começou a levantar a blusa dela, começando a beijar a barriga da mulher. Sorriu ao vê-la abaixar a cabeça e o olhar. 

-Que cê tá fazendo, hein? -falou e o viu começar a subir sua blusa.

Ele sorriu malicioso, começando a se apoiar em uma das mãos para sentar-se. Assim que o fez, retirou a blusa da mulher, deixando-a somente de sutiã. 

-Não tem como não se apaixonar por você, mano...-falou, notando a lingerie linda que ela vestia, deixando a mulher ainda mais bonita. Se sentou do outro lado do sofá, segurando uma das mãos dela e a trazendo para o seu colo. 

-Pera aí, Fogaça. -falou e se inclinou, deixando o celular de lado. Voltou sua atenção para o homem que sorriu ao ver os pelos eriçados dela. 

-Tá com frio? -ele perguntou.

-Sí... -disse passando as mãos pelos braços. Ele então abraçou a mulher, passando os braços pelo corpo dela, tentando mantê-la quente. 

Ela riu do jeito dela e o segurou pelo maxilar, trazendo o rosto dele para si, dando início a um beijo calmo e suave. Logo, sentiu uma das mãos do homem descendo para o seu seio, tocando-lhe com cuidado. Ela soltou um gemido em forma de murmúrio e inclinou seu corpo para trás, apoiando as mãos nos joelhos dele. 

Henrique passou a descer os beijos que dava na boca dela para o colo da mulher. Em seguida, alcançou o vão entre os seios dela e levou suas mãos para as costas da cozinheira, abrindo o fecho que havia no sutiã. Ela sorriu.

-Abriu...-ela brincou, sentindo o pau dele aumentar de volume e tocar sua intimidade. 

-Graças a Deus...-falou risonho e logo retirou a peça, tendo os seios dela para si. Aproximou seus lábios do mamilo dela e começou a chupa-la, fazendo a mulher gemer alto. 

Em um dos seios usava a boca e no outro a mão, apertando e sugando o seio da mulher, que se remexia no colo dele, buscando por alívio no meio de sua intimidade. Ele sorriu ao sentiu a umidade dela em seu shorts e logo voltou sua atenção para o meio das pernas dela, começando a acaricia-la por ali. 

-Aai... -gemeu manhosa, sentindo os dedos do homem tocar-lhe intimamente. -Henrique! -gemeu alto ao sentir o dedo dele entrando em si. 

-Porra, cê tá melada, mano...-disse vendo o brilho do líquido em seu dedo, em seguida, deu um beijo nela, mordendo o lábio inferior da morena, jogando-a no sofá, deitada. Subiu pelo corpo dela e a ouviu gargalhar. 

Em questão de minutos, estavam se amando em mais um lugar daquela casa, que era a única a saber tudo sobre eles. 

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-Se você deixar eu tirar só mais uma foto, eu prometo que faço tudo que cê quiser... -ele disse, recostado na cama, com o celular em mãos. Paola estava de frente pra ele, nua, sentada e com um dos joelhos levantados, apoiando seu rosto. 

Ela havia pegado seu celular e começado a tirar diversas fotos do homem em sua frente, rindo da espontaneidade dele. Em seguida, o homem também pegou seu telefone e passou a tirar fotos da mulher, fazendo a cozinheira corar em timidez, numa característica completamente diferente a dele. Ele sorria ao vê-la tenta esconder o rosto, não querendo aparecer na foto. 

-Nooo...-falou manhosa, virando o rosto e fazendo bico. Ele gargalhou e tirou outra foto, fazendo a mulher rir. 

-Você é linda pra porra, mano, cê nem tem noção do quanto cê tá bonita agora... -ele falou chegando mais perto dela. Com cuidado, colocou uma mecha de cabelo da mulher para trás, deixando o ombro da mesma exposto. Ela sorriu com o ato. 

-Tira logo essa foto, bai... -falou e ergueu o corpo, se posicionando melhor para a foto. Ele sorriu e deu um selinho nela, voltando um pouco pra trás e mirando o celular em direção a mulher. 

-Olha só que mulher mais linda desse mundo... Porra... -falou após a foto, mostrando a mesma pra mulher, que riu e se jogou no colo dele, colando as costas no peito dele. Ele riu passando os braços pela cintura da moça, vendo-a pegar o celular das mãos dele e levantar em direção aos dois, tirando uma foto ali. 

-Olha que casal mais bacana né...-Henrique disse. -A gente podia postar né?! -falou se referindo a foto. 

-Quê? Como así postar?! Ficou louco, Henrique!? -questionou confusa, saindo de perto do homem. 

-Ué? -ele disse, desconfiando da reação dela. 

-Ué, o quê? Usted sabe que nós no bamos assumir nada, Henrique! Pelo menos ainda não, tenho um relacionamento ainda, lembra? -falou, olhando perplexa pra ele, sem se dar conta de suas palavras. 

-Eu sei. Eu sei que você não vai assumir nada, Paola. Até por que, não temos nada, não é? -perguntou e viu a expressão dela mudar. -E eu tava zoando. Não quero que você poste nada, você ainda tem um relacionamento né? Você namora. -constatou, com a expressão magoada. Virou-se para conseguir pegar um cigarro que havia perto da cama. 

-Henrique... -tentou dizer. 

-Tá suave, Paola. Eu sei que você tá enrolada com essas porras. Já disse que não vou te cobrar. Foi uma brincadeira, desculpa se... sei lá... -falou após acender o cigarro, abaixando a cabeça e ficando seu olhar em suas mãos, apoiadas em suas pernas. 

-Cê tá chateado? -perguntou baixinho, sentindo o arrependimento tomar conta de si. Não queria magoa-lo, porém tinha noção da realidade que os rodeava e de jeito nenhum queria dar falsas esperança para ele. 

-Fica sossegada, Paola, de verdade... Quer? -perguntou, oferecendo o cigarro pra ela, que negou. 

-Henrique, abre o jogo bai. Lógico que usted tá bravo, pero no és algo que yo posso mudar da noite pro dia! -disse se exaltando, sentindo que ele estava errado em se sentir bravo com a situação. -És um relacionamento, no uma brincadeira qualquer! 

-Cê nem deve conhecer esse cara direito, Paola! -disse.

-Usted no se meta nisso, Fogaça. No sabe nada sobre eso, no fale o que no sabe! -falou e se levantou, procurando por sua calcinha e logo a vestindo. 

-Ah, beleza. Desculpa por me meter no seu "namoro". -fez aspas. -Por que você defende tanto isso, hein? -questionou, também de pé, colocando sua cueca.

-Para! Para com eso! Usted fala como se soubesse tudo de mim e no sabe nada, Fogaça! -parou de frente pra ele. -Usted disse que no iria me pressionar...-falou baixinho, sentindo seus olhos se marejarem. 

-Eu não quero te pressionar, argentina... nunca quis, você sabe! -falou se aproximando um pouco mais dela. -eu só quero que você se sinta bem... -disse olhando nos olhos dela. -se você não quer ir adiante comigo, ou com ele, não importa, só quero saber que posso ser pra você a melhor pessoa da sua vida. 

-Usted sempre vai ser a melhor pessoa pra mim, Fogaça. -disse e passou os braços pelo pescoço do homem, puxando o mesmo pra si. 

Henrique se sentia triste. Tinha a mulher que mais amava ali e não sabia o que aconteceria dali pra frente. Se sentia mal por pensar no medo que ela pudesse sentir só de assumi-lo. E era horrível ficar quieto, mais uma vez. Queria tê-la consigo e por isso não daria atenção ao seus próprios sentimentos. 

-E yo quiero ir adiante com você. E nós bamos. -falou quando se afastou dele, olhando-o nos olhos. -Só quiero que respeito o meu tempo...-pediu, vendo-o assentir com a cabeça. 

-É tudo no seu tempo, branquinha. Tudo no seu tempo. -falou carinhoso, a puxando pra si e dando-lhe um beijo suave e amoroso nos lábios. 

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Notas Finais


foi isso manassss!

se tiverem alguma observação, alguma dúvida, ou elogio sobre a fic, comenta pra eu poder deixar a leitura cada vez melhor pra todas!

obrigada, ate a próxima!!


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