História Em nome do amor - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Amor Proibido, Amor Proibido Jikook, Baby And Daddy, Bts, Ddaenggirl, Drama, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Tragedia
Visualizações 5
Palavras 594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Atenção; Esse capítulo contém gatilhos.

Capítulo 3 - 03 - Morto


Park Jimin

Ouvi meu celular tocar, era JungKook.

— Alô! JungKook? O que aconteceu? — Falei estranhando.

— P-por favor, deixa eu entrar. 'T-tô aqui em baixo. — Ouvi Jeon JungKook gaguejar.

Me desesperei. Sai rapidamente do meu novo apartamento e andei em disparada para portaria. Abri o portão com a chave.

Deparei-me com uma cena que cortava completamente meu coração; Jeon estava com o olho roxo, nariz sangrando e cortes no rosto.

Fiquei quieto. Ali não eram hora de perguntas. Simplesmente peguei-o no colo, levando Jeon para meu apartamento.

Tranquei a porta e deixei ele sentado em minha cama. Fui no banheiro pegar utensílios para o pronto socorro.

Peguei gaze e comecei a limpar com delicadeza cada machucadinho.

— O que aconteceu, amor? — Quebrei o silêncio.

— Jeon Suho. — Droga. Esse velho era "pai" de Jungkook.

Ele era super homofóbico, machista e outros preconceitos horríveis. O Jeon mais velho sempre partia para agressão.

— E-ele viu que eu continuei trocando mensagens com você. Ele ia quebrar meu celular, m-mas eu impedir e ele começou a me bater e jogou um jaro de vidro em mim. — Respirei fundo imaginando toda aquela cena horrível. — Ele me deu socos até na barriga. — Levantou a camisa, e eu pude ver tudo roxo. — Ele disse para e-eu nunca mais voltar, a mamãe só olhou e não fez nada.

E por fim, Jeon JungKook chorou.

Encostei a cabeça dele no meu peito e fiz um carinho delicado em sua cabeça.

Jeon Suho e Jeon Lee Hwasa sempre mandavam JungKook embora mas no final voltavam atrás, ligavam para ele e falavam que ia mudar. Nunca mudavam. Era uma típica família tradicional cristã.

— Fique comigo o quanto quiser, amor.

•••

Sai da faculdade e estava indo para meu trabalho, quando recebo uma ligação de Kim Namjoon – um dos meus amigos.

— Oi, Nam!

— Oi Minnie, tudo bem?

— Sim. Eu finalmente consegui me mudar.

— Nossa que incrível, isso ja vai ser uma ajuda e tanta. 'Cara, você e o JungKook querem ir na lanchonete junto com a gente? Vai 'tá eu e os meninos.

— Ah, nós não podemos, estamos trabalhando mais. — Neguei.

•••

Era anoite, Jeon JungKook estava deitado no sofá e eu por cima dele. Eu adora receber carinhos dele – coisa que estava acontecendo.

— Eles não me ligaram, Jimin-ssh. Então acho que eu meio que estou liberado para ficar aqui.

Lhe dei um selinho.

— Isso está muito estranho. Tem certeza que não quer denunciar?

— Não vai dar em nada, Min, essa justiça coreana é uma merda. E é capaz de eu ser jogado em um lar para menores temporariamente.

Estremeci. Não podiam levar o amor da minha vida de mim, não mesmo.

»Atenção!; Está parte contém gatilhos«

Jeon JungKook

Minha escola era um inferno. Eu era cercado por pessoas homofóbicas – tirando Kim Taehyung.

Eu só continuava estudando para a esperança de um futuro melhor junto com Jimin, pois se não fosse isso eu já teria largado essa porcaria a muitos anos.

Se eu soubesse que o ensino médio era 'tão ruim, nem teria começado.

Kim Yeun vinha em minha direção. E tudo se repetia.

Fui jogado contra parede por Kim , me prensando lá.

— O dinheiro está no-

Fui cortado ao sentir um tapa na bunda. Eu definitivamente não esperava por isso.

— Não quero dinheiro. Quero você.

Senti meu coração gelar e meu estômago revirar.

— O que?

— Não entendeu, putinha? Você apartir de hoje é meu.

Senti meu corpo ser virado para ele. Seus olhos perversos se encontravam aos meus e eu sentia medo.

E ali, naquele canto sombrio, eu fui abusado sexualmente.

Me senti péssimo. Um lixo. Violado. Rasgado. Acabado.

Não queria mais estar vivo.


Notas Finais


até ❤🎈


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