História Em Nome do Anjo - Shadowhunters e Submundanos - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias As Peças Infernais, Dominic Sherwood, Matthew Daddario, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Alec Lightwood, Caçador De Sombras, Clary Fray, Fadas, Fanfic, Feiticeiro, Instrumentos Mortais, Izzy Lightwood, Jace, Jalec, Lobisomem, Maguns Bane, Malec, New York, Shadowhunters, Simon Lewis, Sizzy, Submundo, Vampiro
Visualizações 88
Palavras 2.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Galera, desculpa a demora!
É porque essa semana foi bem cheia, não tive tempo pra escreve fora o bloqueio que tive pra escreve esse Cap.
Bom ta ae espero que gostem!

Capítulo 18 - Piso 1 á 6


Fanfic / Fanfiction Em Nome do Anjo - Shadowhunters e Submundanos - Capítulo 18 - Piso 1 á 6

ATENÇÃO

Para entender melhor como funciona a torre, ela é assim:

- A cada piso os participantes tem um determinado tempo pra passa ao próximo.

- Quando o tempo chega à metade, o teto se abre.

-Os participantes só podem tentar subir para o próximo quando matar todos os demônios.

-Caso 1 fique para trás, ou não mate todos os demônios a torre acaba.

 

 

Jace

PISO 1 :

-TTTRRRRIIIIIMM! -Sou a sirene.

Olhando pra Alec sabia oque estava por vim, portas se abrem atrás de mim. Pelos gritos, misturados aos gritos da multidão, pode reconhecer o demônio. Eles sempre usavam o mesmo demônio no Piso 1.

Saindo aos montes das portas, os demônios rastejavam. Parecidos com uma lagarta gigante mutante, eles eram dotados de 3 pares de pernas, que não ajudavam a se mover, sem sinal de  olhos, apenas um boca enorme que soltava um liquido acido. Em termos eram lentos, mas são muitos devia ter uns 20 naquela sala.

Alec não perde tempo e começa a lança fechar sobre elas. Durante seu descarrego de flechas os demônios começam a correr e revidar, cuspindo acido. Alec já avia derrubado uns cinco. Ate eu começar, ele mata uns 8 só com flechadas.

-Não vai se juntar a festa? – Alec diz sorrindo.

Sorriu de volta e avanço sob as bestas, com todas as runas recém marcadas e o poder parabatai aflorado era quase judiação com os demônios, em um única tentativa derrubo 3 demônios ao chão.

Neste piso Alec, assim como eu, estava agindo sozinho. Era quase brincadeira de criança, ate Max consegui mata eles. O tempo passa da metade e quando me dou conta, todos os demônios estavam derramados ao sangue no chão.

-Vamos? –Digo apontando pro teto.

Alec não me responde, fica olhando para os corpos das bestas no chão. Ele levanta o olha para mim e balanço os braços.

Abaixa! – Grita em minha direção.

Confesso levo um susto e me abaixo com as mãos na cabeça. Logo uma flecha voa sobre mim derrubando um dos demônios lagartos no chão.

-Onde é que ele tava? – Pergunto.

-Se nós saíssemos de primeira, isso ia entrar pra historia. –Responde. Escuto a plateia rir, assim como eu.

Faltavam 57 segundos para subirmos.

-Vem vamos subir. – Alec exclama.

Chegando perto dele, Alec prepara as mãos pra me dar apoio pra subir, tadinho de Alec... tão fofo.

Pego a lança em suas costas e atiro na parede, ele crava no meio dela. Corro em sua direção, chegando perto pulo sob ela como se fosse um trampolim. Usando um mortal simples chego ao Piso 2, Alec, ainda no 1, retira a lança da parede e me olha, sorriu pra ele dizendo: - Vamos!

O moreno atira a lança sobre a parede atrás de mim, retirando a corda de seu arco desenhava sobre ela uma runa, logo depois a, ate então corda, se transforma numa espécie de chicote, juro que podia escutar Izzy gritar, Batendo a corda no chão ele a prepara e atira sobre a lança, que se envolve, e assim chega ao piso 2.

-Nada mal  –digo.

PISO 2 :

 Após o chão se fechar, me junto a Alec. De costas um para o outro esperamos sair dali as bestas. Em pouco tempo o chão começa a se encher de agua, rapidamente a agua atinge nossos joelhos.

-Merda! – Escuto Alec grita.

Me viro a ele e logo vejo que a medida que a agua parou de subir os demônios apareceram. Dotados de tentáculos no lugar dos braços, o demônios com escamas gritavam ao entrar no piso.

Ainda no meio da sala os demônios dos cercam, dessa vez decido conta-los, eram 14. Um deles avança sobre Alec, de forma bem desajeitada, empurro Alec para o lado e acerto a besta bem na garganta com o bastão.

-Boa! – Alec fala enquanto coloca o arco nas costas e pega a lança.

Não espero o demônio vir atacar de novo, corre ate um deles. A besta segura o bastão quando avanço sob ele. Com um dos tentáculos livres, passa sobre minha cabeça com força. Ainda o pressionando com o bastão usando um das mãos, uso a outra pra alcançar a espada media, cravando-a em sua barriga fazendo o demônio gritar enquanto a vida sai de sua forma.

Volto a Alec que se via cerca por 3 deles.

-Tá tudo bem? – Pergunto.

Alec concorda com a cabeça, usando a lança pra deter as bestas.

Analisando a situação, avanço sobre eles com as espadas, em uma sincronia esfaqueando os demônios. Sangue e vísceras respingam de minha roupa ate os cabelos, os demônios que rodilhavam Alec estavam no chão.

-Alec, tudo bem? – Pergunto.

-Eu falei que dava conta, não falei- Responde e eu dou de ombros, sei que ele daria, mas não custava nada.

Ainda sobravam 3 demônios, unidos perto da parede os demônios nos analisaram. Em pouco tempo dois das três bestas avançam em direção de Alec. Ele se posiciona esperando as bestas e corro até ele pra ajuda-lo, porem os demônios não eram tão burros assim, logo uma delas usa a outra como apoio pra se proteger das fechas de Alec e salta sobre mim.

Derrubando-me no chão, prendo o ar ao entrar em contato com aquela agua asquerosa, o demônio trava seus tentáculos ao meu redor não deixando me locomover, não enxergo quase nada ali debaixo daquela agua, usando apenas o bastão pra evitar que o demônio mordesse minha cara com os dentes bem afiados.

Já estava ficando sem ar, conseguintemente sem forças pra manter a besta afastada. Como ultima tentativa, tento usa toda a força que me sobrava pra empurra-lo, fico impressionado com a facilidade que consigo tirar a besta de cima de mim, mas não era eu, e sim Alec que tinha cravado a lamina nas costas do demônio e o tirado de cima de mim.

-Você esta bem? – pergunta Alec, que me segurava.

Balanço a cabeça positivamente, agora com o folego recuperado posso observar que as outras duas bestas, que faltavam, estavam no chão com flechas cravadas.

-Oque deu em você hoje? - Pergunto a Alec rindo enquanto subimos ao piso 3.

 

ALEC

PISO 3 :

O chão embaixo de nos se fecha, ainda não estávamos nem na metade e já estava morto. Olho para Jace, que estava concentrado esperando os demônios aparecerem, Sua armadura estava quase sem nenhum arranhão, claro seu cabelo estava sujo devido á agua do piso anterior mais mesmo assim, ainda podia ser sua beleza angelical.

-tudo bem? – ele pergunta.

-Ahh.. Sim- Digo voltando a real.

O tempo volta á conta e as portas se abrem liberando as bestas, porem nenhuma besta sai dali. Jace me encara tentando entender. Olhando paro visor, vejo a cara de apreensão da multidão, sabia que era um jogo das bestas, queriam nos fazer entrar lá, não iriamos. Mas se elas também não saíssem de lá, iriamos parar aqui.

-Alec tive uma ideia. – Exclama Jace. – Prepara seu arco.

Pego uma flecha e posiciono na corda.

- Não Alec... Me da isso – Fala ele vindo em minha direção.

-Acho que você não sabe atirar isso melhor que eu. – Retruco de volta.

A multidão ri assim como Jace.

-Não é isso – Explica.

Ele pega somente a flecha e a estela em seu bolso.

-Quando eu te entregar essa flecha quero que atire bem no meio da passagem – começa - Depois disso quero que atire com tudo para as bestas lá dentro. – termina falando em meu ouvido.

Concordo enquanto ele crava uma runa sobre a flecha, em pouco tempo a flecha começa a pega fogo, uma runa incendiaria, como eu não pensei nisso.

Ele me entrega a flecha em chamas e sem pensar muito atiro sobre a entrada. Um clarão se da sobre a sala e em pouco tempo começo a ver as bestas. Mas parecidas com uma mistura de inseto com escorpião eram grandes, acho que eram a mesma que atacou Simon na porta do instituo.

Agora entendi o plano de Jace, começo a atirar as flecha nas bestas na dentro como se não houvesse amanha, os demônios ao serem feridos começa tentar sair dali , porem era inútil a estratégia de Jace tinha sido boa, os demônios por serem grandes não morreram com 1 flecha, percebendo isso Jace avança sobre a entrada rodando a espada nas mãos.

Não via mais Jace apenas o sentia, escuto gritos vindos lá de dentro, que não eram de Jace. Decido repetir a estratégia, e coloco outra runa sobre a flecha e atiro no teto, o lugar volta a se iluminar, quando volto o olhar , não tinham mais bestas apenas Jace parado no meio com um sorriso largo.

Acho que batemos alguma espécie de recorde, pois ainda faltava bastante tempo ate o teto se abrir.

- Você é o cara! – exclamo a Jace.

Ele sorri pra mim e me abraça. Ficamos ali esperando o teto se abrir, Jace parecia preocupado se eu estava bem.

-Tá tudo certo né, tá sentindo alguma coisa.

 Nego com a cabeça, ele me olha desconfiado.

-Eu estou bem cara – Digo.

Ele parece finalmente acreditar e começa a passar as mãos no cabelo tentando limpa-los. Caminho ate o visor, tentando ver papai ou mamãe até mesmo Izzy, mas nada. Jace decide sentar no chão pra recuperar o folego, aproveito a situação pra olhar minha cintura, aquele cinto me machucava bastante, levanto a malha grossa e examino. Em alguns pontos estavam em carne viva outro apenas roxo, abaixo a malha antes que Jace perceba.

Logo o tempo chega a metade e o teto se abre e conseguintemente subimos.

 

PISO 4 :

Novamente o piso se fecha e ficamos ali esperando os demônios, descido traçar um runa de flexibilidade sobre a panturrilha e uma de velocidade no antebraço.

Os portões se abrem e uma gosma amarelada invade a sala, só pelo cheiro sabia que demônio que era. 8 bestais com aparência de lemas saem pelas portas, sem pensar muito atiro uma flecha sobre uma dela, a flecha acerta oque devia ser a barriga de uma delas, porem não tem efeito nenhum a flecha entra em sua barriga e some.

-Que merda foi essa? – Grita Jace.

Também queria saber, penso. Demônios que são imunes a magia arcaica, isso é impossível... Vamos Alec pensa... Pensa.

-Alec! – Grita Jace.

Os demônios estavam os cercando.

-Eu tô pensando... Não existe demônio com esse tipo de poder. – Exclamo.

- Ah nãos ser... – Começo.

-Ah não ser oque Alec?! – Retruca.

-Ah não ser que ele essa parte que eu atirei não veja o demônio. – Exclamo.

-Como assim Alec? – Pergunta.  

Não respondo, apenas pego uma flecha e lanço sobre a parte da besta que mas parecia um planta carnívora. O demônio se desmancha, explodindo toda a gosma amarela.

Jace parece ter entendido a minha logica e avança sob as bestas que tentavam morde-lo. Pego a lamina em minha costas e saltou pra perto de Jace, uma das bestas se vira pra Jace com a barriga falsa, sem muitos movimentos cravo a lamina em sua parte real e a besta nos molha da cabeça aos pés da gosma.

-Boa Alec! – Exclama se limpado.

Agora sujos, terminamos o serviço. Passado pouco mais da metade do tempo, usamos o tempo que nos restava pra nos limpamos.

-Você não sabe nem se limpar- Exclama Jace passando as mãos sob meu rosto e cabelo.

Sorriu a ele, que sorri de volta pra mim.

 

PISO 5 :

Este piso estava diferente, suas paredes não eram cinza e lisas tinham trepadeiras e flores por toda a sala.

-Jace? –Chamo.

Ele, que estava indo em direção as plantas na parede, para onde estava e me olha.

-Não faz nenhum movimento brusco e volta pra cá devagar – Continuo.

Jace me olha sem entender nada. Quando ele volta a olhar pra parede, um demônio médio, salta da parede e ruge pra ele.

O demônio era todo constituído de plantas, oque significava que era venenoso. Jace tenta volta correndo para o meio do piso, mas o demônio usa um ramo pra segurar os pés de Jace e o derrubar no chão.

-Jace!- Grito.

Corro ate Jace, o demônio lança seus ramos sobre o chão tentando me parar, uso a lança para corta-lo e quando consigo me livrar atiro a lança em seu corpo, o demônio tenta se adequar com os ferimentos, mas não resiste.

Jace que estava ao chão de costas, estava desacordado. Começo a bater em sua cara, mas não adianta em nada, e pro meu azar ser completo. Não tinha só aquele demônio na sala.

 

JACE

Ainda sobre a escuridão posso ouvir barulho de corte sobre metal. Abro meus olhos lentamente, vejo Alec atacara as bestas, oque me deixa impressionado já que não era muito o perfil de Alec. Logo a sala que tinha demônios não passa agora de ramos no chão.

Tento me levanta, ainda meio drogue me coloco de pé. Alec caminha em minha direção me dando suporte.

-Jace senta no chão, ainda tem veneno no seu corpo. – Diz Alec.

-Ainda tem oque? – Retruco.

Sento-me no chão apoiado a Alec, escuto Alec recita alguma coisa enquanto desenha uma runa sobre meu pescoço.

-Jace, ainda temos tempo. Descansa um pouco. –Exclama.

Não nego fico deitado no chão, até o tempo chega aos 30 segundos, sabia que estávamos demorando, mais fazer oque.

 

PISO 6 :

Não sei oque Alec fez, mas deu certo não sinto quase nada agora.

Preciso tomar o controle da situação, ainda estamos no piso 6 e já usei demais de Alec, preciso encontrar o foco.

-Alec – O chamo.

-Sim? – retruca.

- Guarda essa lamina e pega o arco vamos acabar com isso logo - Ordeno com um sorriso.

Ele sorri de volta enquanto coloca a flecha sobre a corda.

Pouco tempo depois aparecem os demônios do piso 6, esses eram familiares, os conheciam até demais. Parecendo umas caveiras vestidas eram muito frequentes em NY.

Avanço sobre eles sem piedade, estavamos ali pra mostra que eu era o melhor, que éramos os melhores. Começo uma sequencia de golpes sobre as bestas enquanto via flechas voarem sobre mim. Minha runa parabatai brilhava sorte, assim como a der Alec imagino.

Como Robert nos disse: ‘É pra isso que treinamos, vão mostra do que o instituo de New York é 


Notas Finais


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Ate a próxima e tchau!


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