História Em Outro Ritmo - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Futebol Americano, Romance
Visualizações 2
Palavras 1.561
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olaaaa voltei, espero que gostem desse capitulo.
Abaixo temos uma foto de Evan Adams.
(Ao longo dos capítulos irei botando fotos de todos os componentes da historia)
Beijos da Isa
Boa leitura

Capítulo 2 - Capitulo 2: Consequências


Fanfic / Fanfiction Em Outro Ritmo - Capítulo 2 - Capitulo 2: Consequências

Ben

Acordo com uma merda de enxaqueca, com certeza foi porque dormi chorando. Levanto faço minhas higienes matinais, botei minha roupa, uma calça jeans rasgada, uma blusa de malha branca, e a jaqueta do time, pego minha mochila com os deveres de casa.

Desço e nem encontro ninguém vou até a lavanderia, no porão, e boto minha roupa do jogo anterior pra lavar, pego minha roupa de treino e boto dentro de outra mochila. Subo e vou tomar café e lá estava minha família, de longe até parecia uma família feliz. Eu disse PARECIA, pois nós não chegamos nem perto disso.

- Bom dia filho! - Meu pai diz e eu assinto

- Bom dia pai - Digo seco - Bom dia mana - Digo e dou um beijo na sua testa.

- Bom dia praga! - Ela diz, e eu sorrio pra ela.

Me sento a mesa, pego um pouco de suco e uma torrada, passo pasta de amendoim. Assim que dou a primeira mordida na torada, meu pai se levanta.

- Tenho que ir, qualquer coisa Mary está aí. - Ele diz e dá um beijo no tapa da cabeça da minha irmã e na minha.

Assim que ouço o carro saindo, bufo, e reviro os olhos, minha irmã faz o mesmo. E Sempre assim depois que minha mãe se foi: ele toma café, como se fosse uma competição, olha pro relógio e sempre as 7:45 da manha sai de casa pra voltar as onze, isso quando não volta de madrugada bêbado, e cheio de marcas de batom no colarinho da camisa. Ele acha que e apenas nos dar dinheiro, ou presentes que já esta bom.

- Oh, meus queridos fiquem assim não. - Mary entra pela porta da cozinha.

Mary Stuart, uma senhora de 60 e poucos anos, estatura baixa, mais ou menos 1, 50 de altura, cabelos grisalhos curtos, e algumas marcas da idade, seus olhos azuis, com pele branca. Mary é viúva, e não tem nenhum filho. Ela não trabalha muito igual os outros empregados devido à idade, as vezes chega a fazer o papel de mãe, ela mais cozinha e cuida de nós, do que faz qualquer outra coisa. As vezes ela passa e lava.

- Nós já estamos acostumados Mary - Anny diz. Fazendo com que Mary chegue mais próxima de nós.

- Oh menina - Ela diz com uma feição triste, depois olha pra mim e para minhas mãos, - Meu filho por que suas mãos tão enfaixadas? - Ela pergunta me encarando.

Escondo minhas mãos debaixo da mesa, devoro minha torrada, bebo meu suco rápido, pego minhas mochilas. Levanto correndo da mesa pego a chave da minha BMW X5 branca.

- Tchau Mary, vamos Anny sua aula de ballet é no caminho da Walter. Te deixo lá.  - Digo e vou caminhando pro carro e minha irmã vai pegar sua bolsa de ballet.

- Menino você ainda me fazer ter um infarto de tanta preocupação. - Diz Mary botando a mão no coração.

- Também te amo Mary!!! Tô indo. - Digo já abrindo a porta que dava na garagem.

- Tchau Mary - Minha irmã diz se aproximando de mim.

- Tchau meus anjos. Juízo!  - Mary diz

- Juízo é meu segundo nome - Digo e entro no caro, para não ouvir Mary resmungando.

Entro no carro e depois de algumas ruas, parei em frente à escola de dança da minha irmã. Minha mãe era uma tremenda dançarina, ela dançava todos os estilos do Ballet, ao Hip Hop. E minha irmã decidiu seguir os passos dela, só que ela preferiu só o Ballet.

- Tchau piralha. - Digo e ela sai do caro, e me dá a língua.

- Tchau embuste. - Ela diz e entra dentro da escola de dança.

Ligo a rádio, e vou pra escola rindo da minha irmã, mas assim que paro no estacionamento, as memórias da briga de ontem voltam a toma, como um soco no estômago. Eu olho pra minha mão, e é como se estivesse vendo a cena no chão, ali.

- Cara... - Alguém fala, mas é como se estivesse muito distante.

- Ben ... - Sinto uma mão no meu ombro e acordo do transe.

Olho pra trás e vejo Jon com o Dean. Faço um toque com eles e sorrio sem mostrar os dentes. Olho pra Dean e vejo alguns pontos no queixo dele.

- Desculpa aí cara ... - Digo e pra Dean, mas fico olhando pra baixo.

- Tudo bem, Ben, não foi nada. - Ele diz botando a mão no meu ombro, fazendo-me olhar para ele.

- Eai gente. - Liam chega fazendo um toque com a gente.

Vimos o Jeep de Matt parando perto de nós, e uma gritaria de dentro dele. E logo Matt descendo batendo a porta com tudo e Holly descendo batendo o pé também batendo a porta.

- Aí, mas que praga que ódio, eu devo ter jogado pedra na cruz só pode. - Ele chega perto de nós resmungando e começamos a rir.

- Do que vocês tão rindo? - Matt pergunta com raiva.

- Holly - Dissemos em uníssono e ele nos fuzilar com um olhar.

- Cara por que você odeia ela tanto? - Liam pergunta para Matt.

- Eu não odeio ela, só que ela me tira do sério, até agora não entendi porque ela teve que morar comigo, sendo que nem irmã de sangue ela é, meu pai que resolveu casa com a mãe dela uns 5 anos depois que minha mãe separou dele, agora ele me abandona com esse capeta loiro, pra viver com a mãe dela na capital, em um bairro nobre de  Washington. Pelo menos eles mandam dinheiro, e a praga loira, usa a maioria pra comprar roupa, pra sair com o grupinho do inferno dela - Ele aponta com a cabeça pra o grupo de Scarlet, e bufa, nos fazendo rir.

- O que ela aprontou dessa vez? - Pergunto.

- Ontem à noite ela ligou pro meu pai, e meu pai ligou essa manhã pra mim me xingando, aí eu discuti com ele, agora meu pai tá P da vida comigo, aí eu falei pra ela não se intrometer e ela falou que era minha irmã, e se preocupava comigo. - Na hora que ele falou que ela tinha falado aquilo, todo o grupo se contorceu, pois sabia que iria dar uma longa discussão.

O sinal tocou e nós entramos, antes de entrar dentro de sala o treinador me chamou. Fui com ele até a arquibancada do campo de treino.

- Treinador? - Perguntei meio confuso.

-  Ben...Benjamin.... O que estava na cabeça quando resolveu cair no soco com Evan? - Ele me perguntou de cabeça baixa, e sabia que o assunto estava sério pois ele falou meu nome é não usou meu apelido.

O treinador, Jeffrey Parker, era um home muitos respeitado por todos nós, era um segundo pai para nós todos. Tinha pele negra, com alguns fios grisalhos já mostrando a idade, uma barba meio por fazer, um corpo “musculoso”, e olhos negros. Tinha sido um grande jogador um dia, só que devido a uma lesão grave no joelho, deixou o esporte, e juntamente algo que se foi da sua vida foi seu amor, sua esposa gananciosa, que só estava com ele pelo o dinheiro, fugiu, deixando-o e a filha Daliah, na época ainda criança. A ultima parte quem nos contou foi a própria Daliah, namorada de Dean.

- Treinador eu sinto muito e aceito qualquer consequência do meu ato. - Eu digo e abaixo a cabeça passando a mão no meu cabelo.

-  Garoto, você não entende, Evan terá que ficar mais ou menos uns 2 a 4 dias no hospital, pra ser avaliado melhor. Você sabe que pode ser expulso do time né? - Ele diz olhando pra mim me fazendo olhar pra ele.

-  Treinador ... - Ele me olha com um olhar severo.

- Não terminei. Você não tá entendendo que tive que falar com os pais do Evan para que eles não descem queixa na polícia, e ainda tive que cobrar todos os favores que o diretor me devia, tive que apelar pra seu histórico escolar, tive que botar todas as cartas na mesa, para que ele não te expulsar da equipe, mas teve consequências sim. - Ele diz me olhando e nesse momento já estou apoiando minha cabeça na minha mão, e meus olhos estão marejados.

- Eu aceito, qualquer uma. - Eu digo baixo.

- Claro que você vai aceitar, depois do que você fez, se questionasse, eu mesmo te expulsava do time. Scott, você ficará dois meses na detenção aos sábados de manhã, fará trabalho comunitário aos sábados à tarde, não decidirmos há onde, e um mês sem jogar e treinar. Agora eu te pergunto, quem você quer no seu lugar como capitão até você voltar.?

- Treinador, o senhor decide essa decisão não cabe a mim. Mas sugiro o seu gênro ou Jon. Matt e muito explosivo e Liam muito novo e meio inexperiente, não saberia comandar um time.

Sai de lá e vou andando pelos corredores, da escola devagar, pensando no que está acontecendo. Agora tenho detenção, trabalho comunitário e um mês sem futebol. Isso tudo está acontecendo por uma coisa, e essa coisa tem nome e sobrenome: Evan Adams


Notas Finais


Obrigada por lerem
Desculpem qualquer erro
Próximo cap teremos Rosa, que já chegara chegando.
Ate a próximo
Bjs Isa


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