História Em Outro Ritmo - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Futebol Americano, Romance
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Palavras 1.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii, voltei espero que gostem.
Bjs
Boa leitura
Abaixo é a Scarlet

Capítulo 4 - Capitulo 4: Nó Desfeito


Fanfic / Fanfiction Em Outro Ritmo - Capítulo 4 - Capitulo 4: Nó Desfeito

Rosa

 

Depois de um bom tempo, e alguns olhares de Scott para mim com raiva, a aula termina. Mesmo sendo uma das minhas matérias favoritas, o fato de Ben está me olhando não me ajudou a concentrar muito.

Assim que o sinal bate vou com as meninas ao banheiro. Um tempo depois, entra uma lacraia rebolativa nele, Scarlet.

- Vejam se não é a esquisita e o grupinho dela. - Ela diz com um sorriso falso no rosto.

- Se manda Scarlet. - Mel diz

- Disse algo capeta ruivo? - Ela diz em tom de ironia, essa garota está me tirando do sério!

- Vamos gente - Digo e as meninas me acompanha até o corredor. Só que a vaca vem atrás.

- VEJAM GENTE A ESQUISITA, COVARDE! - Ela diz e todos começam a rir. E logo uma roda se forma, e no meio estava eu, Scarlet, Mel e Felicity.

- Olha a nerd, tão feia, garota se manca horrorosa, ela diz e ri, jogando os livros que Felicity estava na mão no chão.

Como minha loira e sentimental demais seus olhos se enchem de lágrimas, Scarlet sabe que ela é a mais fraca no grupo, e todas os seus xigamentos geralmente são direcionados a Felicity.

- Olha a horrosa vai chorar. - Scarlet ri pega o óculos de Felicity, joga no chão e pisa.

- Deixa ela em paz Scarlet! - Digo

- Agora vai bancar de durona é? Vai esquisita, mostra suas garras. - Não digo nada

- Era o que pensei uma covarde, por isso veio contaminar essa escola com a covardia dessa sua mistura de povos. Suas amiguinhas são frouxas, você e frouxa e seu povo que você tem tanto orgulho, vem do gueto e frouxo. - Quando ela diz isso eu a pego pelo cabelo e a jogo na parede com tudo.

- Vamos ver quem é a covarde Scarlet? - Pergunto e vou caminhando até ela.

- Agora se calou lacraia? Ainda bem, pois é minha hora de falar. Olha aqui tô com um nó na minha garganta, por sua culpa, vê se escuta. Você e uma cobra, irritante, que rasteja distribuindo seu veneno, muitos acham que você tem esse cabelo natural, natural e uma ova, eu vejo você todo dia no salão sua oxigenada, sem contar que nunca vi tanto aplique num cabelo só. – Digo e puxo um aplique de seu cabelo - Você é mais roda nessa escola, do que a máquina que o faxineiro usa para encerra o chão. Eu tenho orgulho das minhas amigas é muito, pois elas não são falsas que nem a suas. - Ela se levantou e deu um tapa na minha cara. Ah, mas ela não fez isso!

- Garota vê se aprende uma coisa, comigo não se brinca. - Digo jogando-a no chão e subindo em cima dela distribuindo vários tapas na sua cara.

- Eu tenho orgulho de ser metade mexicana e metade brasileira sim, os dois são povos que sofreram e dão volta por cima. Pra nós latinos tudo e uma festa, somos felizes e você, você é americana é infeliz, pois fica atormentando a vida dos outros pra se sentir bem, nós podemos ser do escambau, de onde você quiser, mas com certeza a maioria de nós vamos ser pessoas felizes e gentil , boas, não ruins. Claro que temos pessoas ruins como você lá, mas em geral a maioria é boa. Eu digo é repito com muito orgulho que tenho sangue latino, já você sua cadela, tem sangue de barata. É e com esse sangue misto entre culturas latinas, de culturas ricas, com um passado batalhador e difícil, por isso batalho pelos meus estudos, já você só pensa em ser uma vadia, afinal foi assim que você tomou bomba, igual sua amiguinha e minha tão amada irmã, você vai me ouvir gritar lá do alto que sou uma campeã, enquanto, você vai estar aqui nesse chão caída. - Digo e alguém me retira de cima dela. Era o reitor Henry

- O que está acontecendo aqui? - Diz o diretor - As duas para a diretoria.

Chegando lá Scarlet se fez como vítima como sempre. Ela levou uma ocorrência e suspensão durante 2 semanas, já eu detenção aos sábados de manhã durante um mês. Não liguei para isso, pois finalmente o no que estava na minha garganta tinha sido desfeito.

Na saída encontro Scarlet e suas lacraias. Chego perto delas.

- A próxima vez que você fazer alguma coisa contra as minhas amigas ou a mim, você volta sem pele para casa, quer dizer sem escama, do jeito cobra que é. - Digo apontando o dedo para ela, e depois vou embora de sua frente rindo.

Aí que alívio finalmente me libertei de tudo aquilo preso na minha garganta. E como se agora tivesse finalmente livre, tenho certeza que vou ser lembrada por um bom tempo. Pela a esquisita que desafiou a famosa Scarlet Wood.

Michael vem até nos, ele entrelaça seu braço no meu e vamos rindo até em casa, fomos a pé mesmo, não é tão longe.

Não sei se é praga ou outra coisa, mas o carro de Scott para bem na frente da minha casa. O que eu fiz para você Deus?  Eu joguei praga na cruz foi?

- Primo vou ver o que essa barata está fazendo aqui, vai para sua casa beijo. - Digo dando um beijo na bochecha dele.

- Tchau Linda. - Ele diz e atravessa a rua entrando em sua casa.

Minha família toda me chama de Linda só na escola que sou chamada de Rosa por minhas amigas. Assim meio que fica definido, minha familia de amigos.

Boto o capuz e jogo o cabelo para frente, cobrindo um pouco do meu rosto. Não sei porque, mas assim me sinto mais confiante.Vou correndo até lá antes que ele toque a campainha. 

- O que você quer? - Digo cruzando os braços.

- Não é da sua conta, ou vai me xingar agora também? - Ele diz e minha consciência pesa.

- Desculpa, nunca fui de julgar um livro pela capa não sei o que deu em mim. - Digo de cabeça baixa.

- Te desculpo, ainda bem que não me estapeio igual fez com a Scarlet. - Ele diz sério e meu sangue ferve.

- Olha não defende essa cobra enfrente a minha casa ouviu? - Digo praticamente rosnando.

- Sua casa? - Ele me pergunta surpreso.

- Sim minha casa, família Melo. É mesmo com certeza não vai saber. Sou a esquisita para o grupo de vocês. - Eu digo e reviro os olhos.

- Você é... - Ele diz e eu bufo.

- Não é da sua conta - Digo firmemente.

- Nossa! Ok então, agora licença que preciso falar com uma pessoa. - Ele me arrasta dando visão da campainha.

- Quem? - Digo entrando na sua frente novamente.

- Jesus que garota insistente. Se você me dizer seu nome todo eu falo quem é. Ok? - Ele diz sorrindo de quanto.

- Meu nome é Rosalinda Melo Del Blanco. Satisfeito? Não sei porque estava tão curioso, agora... - Digo e ele arregala os olhos.

- Sua mãe e Maia Del Blanco? - Ele pergunta.

- É. Por quê? - Digo fazendo pouco caso

- Meu pai mando eu entregar essa carta para ela. - Ele diz tirando uma carta de trás do bolso dele. E eu pego de sua mão. -

- Pronto. Entregue, eu entrego para ela, agora vaza. - Digo me virando abrindo a porta da casa.

E lá estava minha mãe parada atrás da porta, com um vestido preto. Que feio dona Maia, escutando conversa dos outros. Penso. Ela olha para mim me dá um beijo na bochecha e sorrir pra Scott.

- Olá - Ela diz.

- Prazer sou Benjamin Scott. - Ele diz, segurando e beijando a mão da minha mãe.

Eu arregalei os olhos achei que o nome dele era só Ben Scott, e não Benjamin Scott. Isso e a prova que eu não ligo nem um pouco para as baratas, mal sabia o nome do garoto mais popular da escola, o famosinho, o tão desejável. Não sei onde, dou um sorriso discreto com o pensamento.

- Que cavalheiro. - Minha mãe diz sorrindo. E eu reviro os olhos.

- Entre Scott. - Ela diz.

- Não senhora, só vim lhe entregar a carta lhe escreveu. - Ele diz sorrindo de canto. Eu entrego a carta que estava em minha mão.

- Pode me chamar só de Maia, Benjamin, entre logo, almoce com nosco, não faça uma desfeita dessa. - Ela diz doce.

- Não mãe o Scott deve ter muito compromissos. Ne Scott? - Digo o fuzilando com o olhar.

- Quer saber acho que vou entrar, meus compromissos não serão problema, adoraria almoçar com sua família, Maia. É me chame só de Ben. - Ele diz sorrindo para mim e entrando na minha casa.

Esse garoto quer me tirar do sério.


Notas Finais


Obrigada por lerem
Desculpa qualquer erro
Ate a próxima
Bjs Isa


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