História Em paralelo - Capítulo 6


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Categorias EXO
Personagens Do Kyung-soo (D.O), Kim Jong-in (Kai), Park Chan-yeol (Chanyeol)
Tags Abo, Alfa, Bebê, Dimensões, Do Kyungsoo, Duplos, Exo, Kai, Kaisoo, Kim Jongin, Ômega, Relacionamentos
Visualizações 146
Palavras 2.003
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia!!!!!!!!!!!!!!
olha eu aqui, hihihhi
não sei é bom ou ruim att todo o dia kkkkkkkkkkkkkkkkk
as fics acabam antes heheehehehe
mas boa leitura

Capítulo 6 - To perdido


#abo# 

 

Jongin dormia estirado na cama, tranquilamente. Kyung estava sentado abraçando os joelhos velando o sono do outro. Tinha muitos pensamentos confusos. Tinha sido maravilhoso ficar com o Kim, e se esquecia de tudo quando estava com ele. Mas quando a consciência voltava, uma sensação estranha também vinha. Lembranças do seu mundo, do Kim, seus olhares, sorrisos, ele começava a se perguntar se era realmente o alfa que o queria, ou o amigo. 

 

 

#terra#

 

Chanyeol tomava o seu café, no seu ritual zombi matinal, quando o casal animado entrou no escritório, deu uma olhada de canto. Kyung trazia um notebook sob o braço.

— Bom dia Chanyeol! — puxou uma cadeira sentando ao seu lado, com um sorriso do tamanho do mundo.

— Bom… dia… 

— Então, preciso, precisamos da sua ajuda. — abriu o note, que estava ligado, mostrando uma tela cheia de datas e acontecimentos.

— Hm…. o que é isso?

— Seguinte, eu fiz um levantamento de todas as data importantes da nossa vida — apontou para si, e para o Kim — para comparar com a vida dos seus amigos. Tenho certeza que algumas datas dessas vão bater e vamos achar um ponto de ligação.

— É um bom plano, mas eu entro onde?

— Você os conhece, nós não. Então preciso que veja essas datas e tente se lembrar de algum acontecimento importante.

— Ah… entendi. — deu um gole longo no café o colocando de lado, e pegou o note nas mãos. Os outros dois o fitavam ansiosos — olha… isso pode levar um tempo, vocês não querem… sei lá dar uma volta? 

— Tá bem — Kyung levantou — tem um café aqui em frente, vamos lá Nini. — pegou na mão do castanho e os dois saíram. Chan voltou a olhar para a tela, não tinha boa memória para as datas, pegou a agenda do celular e começou a procurar se tinha alguma coisa. Mas se sentiu meio idiota, como saberia de algo em comum entre os amigos, da que eles já tinham um romance secreto antes de mudarem de mundo. Ou aquilo era tudo uma mentira, e KyungSoo finalmente tinha se assumido. Outras ideias loucas giraram na sua mente, até o celular tocar na sua mão, quase derrubou o objeto. Até que atendeu.

— Alô!?

— Chany… — a voz da irmã soou estridente — preciso que me leve ao aeroporto.

— Essa hora Lisa?

— Sim, essa hora! Se não quiser não tem problema, eu queria me despedir de você, mas já que não me ama! — desligou o celular.

— É… o mundo tá de cabeça para baixo. — se levantou pegando as chaves do carro.


 

 

#abo#

 

Do tinha cansado de ficar em casa e decidiu conhecer a empresa da família. Caminhou pelos corredores cheios de mesas e pessoas trabalhando, e sentiu saudade do seu trabalho. Seguiu até a sala indicada por uma secretária, e assim que entrou na sala cena que viu foi o rosado quase em cima de Jongin. Algo em si ferveu.

— Estou atrapalhando algo aqui? — disse alto e visivelmente irritado. Os dois olharam para ele, Byun se endireitou se afastando do alfa.

— Claro que não cunhadinho. — deu um sorriso pequeno — imagine, Eu tenho meu alfa. — riu e saiu da sala, fechando a porta. Kyung bufou e andou até o Kim

— Ele estava dando em cima de você!? 

— Não, ele só é alegre, sinestésico — riu de canto— ficou com ciúme?

— Jongin… — choramingou. Era impossível controlar aquilo. Por mais que o moreno quisesse dizer não, seu corpo se mandava sozinho — não quero ele perto de você! — Kai levantou se aproximando dele

— Tá tudo bem. Soo você tá tremendo… — segurou o menor pelos ombros

— Não quero… — resmungou

— Ele já foi… — o menor se esticou alcançando os lábios do alfa. Jongin não perdeu tempo o abraçou, o beijando, puxando o menor para si. Até que ele se afastou.

— Eu… vim te chamar para almoçar. — deu alguns passos mantendo a distância do Kim.

— Claro — pegou o paletó e seguiu com o menor para fora.

 

Quando estavam saindo, Do olhou de canto para o rosado, ele os olhava curioso. Era óbvio que estava fitando o seu marido. Soo agarrou ao braço do alfa, mostrando que era só seu. Sua mente dizia que aquilo era bobagem, mas seu corpo mandava, e não tinha o que fazer. 

 


 

Depois do almoço, Jongin voltou pro trabalho e KyungSoo foi para a casa. Estava deitado na cama, com seu robe de seda rosa, olhando para o teto. Não conseguia acreditar no que tinha feito. E apesar disso, mal via a hora do Kim chegar em casa, precisava muito dele. 

— Não… acredito…. — bufou, seu meio começava a comichar novamente — assim… não acho que você precise disso… — resmungou pro bebê — com certeza não é você precisa disso. — sentou na cama irritado — deve ter alguma coisa que eu possa fazer. — resmungo. Alguém bateu na porta — entra. — disse entediado 

— Querido? — a mãe entrou no quarto — posso entrar?

— Claro mãe. — sentou na cama — vem cá, preciso de você. — disse fazendo um biquinho. Ela sorriu gentil e foi até ele sentando na beira da cama o moreno apoiou a cabeça no seu colo 

— Bem que eu achei que você chegou borocochô da rua. — fez um cafuné no filho

— Mãe… porque é assim? — choramingou — eu quero ele o tempo inteiro… — começou a fungar

— Eu sei meu bebê, os hormônios fazem isso. 

— E eu fui lá… — fungou — e tinha um monte de omegas…. e ele tá lá com eles agora — desatou a chorar

— Kyunggie… não chora meu bebê. Eu vou mandar ele vir para casa, e ficar aqui até o fim da gravidez. — Soo encarou ela parando de chorar

— Mas daí ele vai ficar aqui o tempo inteiro?

— Sim, só para você. — abraçou a mãe 

— Mãe… — voltou a chorar 

— Meu bebê não fica assim. Vai fazer mal para você e para o Youngbae. — continuou afagando o cabelo do filho até ele se acalmar.


 

 

#terra#

 

Kyung ficou chateado, Chanyeol não se lembrava de nada e ainda teve que passar parte do dia com a irmã chata. Seguiu pela rua, o mundo era normal, casas, prédios, carros, tudo. Menos as pessoas, as pessoas não tinham cheiro, casta, ou qualquer coisa que o moreno conhecia por certo. E acima de tudo. Sua barriga estava vazia. Seu bebê não estava ali.

Parou em frente a uma loja de roupinha de bebê.

— Posso ajudar senhor? — a atendente chamou. Ele secou as lágrimas.

— Sim, preciso de algumas coisas. — entrou com ela.

 

 

Jongin entrou no apartamento e viu um monte de sacolas espalhadas pelo chão.

— Kyunggie…? — o moreno veio do quarto com um macacão de grávida. 

— Eu… — passou a mão na barriga da roupa — me senti vazio. — Jongin foi até ele o abraçando.

— Você está lindo. — deu um selar no menor — não sei se vamos poder levar essas coisas quando voltarmos.

— Acha que vamos voltar?

— Claro que vamos. Eu sei que você vai achar um jeito.

— Ta bem. Eu vou achar. — deu mais um abraço no maior.

— Tá com um cheirinho gostoso.

— Achei um perfume gostosinho.

— Combina muito com você.. — voltou a beijar o menor já enfiando as mãos na sua roupa. O celular dele tocou alto, fazendo os dois se afastarem. Kyung foi até o celular.

— É o Chanyeol, alô?

— KyungSoo, eu lembrei de uma coisa, podem vir aqui em casa.

— É… 

— Deixa eu vou aí. — desligou 

 

 

 Não demorou muito Chanyeol estava batendo na porta. O casal esperava animado pelo amigo.

— Então o que você lembrou?

— KyungSoo e eu nos conhecemos ainda no colegial, e perdemos o contato por um tempo. Eu fui para faculdade, conheci o Jongin e passamos a dividir o apartamento, e até hoje trabalhamos juntos. Meus pais moram no interior, e Lisa, ganhou uma bolsa fora do país, e passou alguns anos estudando fora. — tomou fôlego —  quando ela voltou, não queria ir para o interior e nem morar sozinha aqui, então eu deixei o Kai aqui sozinho e foi morar com ela. 

— Ela não quis morar com vocês? — Soo perguntou curioso

— Na verdade foi o Kai que não quis se mudar, eu disse para pegarmos um apê maior com três quartos, mas… — Soo deu um sorriso de canto pro castanho — por fim, onde eu quero chegar com isso. Eu apresentei o KyungSoo e o Jongin, no dia em que fui buscar a Lisa no aeroporto. Para que ele dividissem o apê. 

— Certo, e quando foi isso?

— Nesta data! — mostrou na tela do celular uma das datas que o moreno tinha lhe mandado.

— Minha nossa! — o moreno deu um pulo animado

— Quando foi Kyunggie? — Jongin também levantou

— No dia do nosso noivado. — riu. 

— Caramba, então vocês têm muitas coisas em comum mesmo. — Chan disse animado também 

— Sim, o dia que nos vimos no shopping, eles tinham ido comprar um computador, e nós coisas para o nosso bebê. As lojas são uma em cada piso, uma sobre a outra. Tem uma conexão. Onde você os apresentou?

— Foi num bar, o… 

— Boss? — Do perguntou

— Sim, minha nossa — riu — você investigou tudo mesmo. 

— Quase tudo, onde fica esse bar?

— Ah… é aqui perto, acho que umas três ou quatro quadras. 

 

 

#abo#

 

Jongin estava na sua mesa distraído, quando Chan parou ao seu lado

— Ei Jongin, está pensando na vida em vez de trabalhar. — o ruivo disse com seu ar típico de mandão

— Não… estava pensando no Soo… 

— Ah bom, já escolheu um presente para ele? Sabe com os ômegas se ligam em relembrar essas datas.

— Qual data? — olhou assustado para o maior

— Não acredito que não lembra! — riu alto — acho que nenhum alfa lembra dessas coisas, a data do noivado de vocês, é em uma semana, se não aparecer com um presente, ele te mata. E depois a minha mãe te mata também. 

— Tá — riu nervoso — Chanyeol eu preciso sair para comprar um presente — se levantou pegando o casaco 

— Pode ir — sorriu largo indo para sua sala 

 

 

Jongin chegou correndo em casa, Kyung estava embolado na cama. 

— Soo! Eu tenho uma boa notícia… Soo…? — o moreno o olhou de canto, estava com os olhos vermelhos ainda de chorar — o que aconteceu?

— Nada. — resmungou — o que veio falar. 

— Não, me fale o que aconteceu primeiro?

— Estou com raiva só isso. 

— Raiva do que?

— Raiva de mim?

— De tudo, que inferno! Fala logo o que veio falar. 

— Vai ter outra tempestade magnética em uma semana, quando justamente é o aniversário de noivado, nosso, ou deles, e eu sei onde é o lugar, com isso acho que eles vão ir nesse lugar, e podemos trocar. E voltar para nossa vida. — disse tudo num fôlego só

— AhAAAAAAAAAAAAAAAA!! — KyungSoo subiu na cama gritando e pulando — isso é maravilhoso!  — Saltou abraçando o Kim — você é maravilhoso Kai! — encheu o rosto dele de beijos. Até parar e encarar ele, novamente o seu corpo aquecia — isso não vai acontecer mais…. — disse baixo

— Não… — Jongin encarou seus lábios. O menor colou os lábios dele já emendando um beijo urgente. Os dois caíram sobre a cama.

— Soo… — Kai o soltou ficando por cima dele — é…?

— É esse corpo… eu não consigo evitar….

— Tá… — voltou a beijar o menor, já abrindo sua roupa.

 

 

O moreno estava no abraço do alfa, novamente tinha se entregado aquele desejo descontrolado. Nem a possibilidade de voltar para o seu mundo freou aquele desejo, era como se sua mente já estivesse assimilando aquela vida, e aquelas necessidades. E tinha mais uma vontade que surgia de vez em quando em sua mente, mas esta não tinha coragem sequer de falar para o maior. Sentia a vontade de sentir as presas na sua pele, perfurando e queimando. Tinha lido sobre a marca, e perguntando a mãe, aquilo era ainda mais profundo que o resto. Não podia fazer aquilo, porque não era o seu corpo, e mesmo que estivesse ali para sempre não conseguia se ver dividindo tudo com alguém até mesmo seus sentimentos. 

— Tá tudo bem Soo? — Jongin perguntou assustando o moreno 

— Está acordado? 

— Hm… faz pouco tempo, você se encolheu? Ta tudo bem?

— Tô… to bem. 

— Não pense demais nisso.

— Ta. — fechou os olhos apenas sentindo o cheiro do alfa, o aroma agradável que o deixava tranquilo.




 

 


Notas Finais


dae?????????????????????????


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