História Em seus olhos - Capítulo 14


Postado
Categorias Bom Sucesso
Personagens Mariana Prado Monteiro Cabral (Nana)
Tags Amor, Drama, Mario, Nana, Novela, Romance
Visualizações 76
Palavras 1.529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Muito Obrigada pelos comentários. Somos imensamente gratas.
#Abraços *-*

Capítulo 14 - Esperança


Fanfic / Fanfiction Em seus olhos - Capítulo 14 - Esperança

[ Nana & Mário ]

O coração de Nana se encheu de felicidade e esperança ao conversar com Doutor Rogério, sentiu em dias a esperança voltar para seu corpo. Se tudo ocorresse bem teria sua filha de volta em casa em breve, de volta aos seus braços. Por mais que estivesse feliz seu coração de mãe estava apertado, sentia que sua filha precisava dela. Passou a noite toda em claro onde rolou na cama de um lado para o outro. Estava olhando para Mário que dormia profundamente quando ouviu seu celular vibrar, estranhou pelo horário e pelo número confidencial onde imediatamente atendeu ouvindo uma voz masculina do outro lado falando o nome de sua filha, rapidamente se levantou onde acordou Mário e seguiram para a delegacia, assim chegou na delegacia encontrou com Sofia sentadinha em um sofá abraçada ao livro Alice no Pais das maravilhas chorando, correu ao encontro de sua pequena onde abraçou sua filha bem apertado inalando seu doce aroma. Como desejou e sonhou com aquele abraço por dias e dias.

- Sofia?

- Mamãe?

- Por que, fugiu meu amor? – Pergunta Nana olhando para todo o corpo da família em busca de alguma machucado. Respirou profundamente e aliviada, por ver que sua filha está bem e saudável.

- E-Eu quero a Senhora Mamãe! – Lágrimas cai dos olhos de Sofia que são enxugadas pelas mãos de Nana.

- Não pode fazer isso Sofia! É muito perigoso meu amor. – Nana olha para a jovem e a agradece sorrindo.

- Muito Obrigada, por salvar minha filha!

- Imagina, moça.

Mário abraça Sofia, onde pega a menina no colo.

- Minha princesinha!

- Eu senti sua falta, Tio Mário!

- E Eu a sua meu amorzinho.

O policial olha para Nana e em seguida para Mário.

- Também ligamos para o Avô da menina.

Nana e Marcos se olham.

Alberto entra na delegacia com Marcos e Batista ao seu lado. A primeira coisa que faz ao olhar para Nana é acusar a própria filha de seqüestradora.

- Você seqüestrou minha neta. Quero que prenda Mariana Prado Monteiro, delegado.

Todos olham para Alberto e depois para o delegado.

- Como o Senhor pode falar isso de mim, Pai? Eu nunca sequestaria minha própria filha. – Lágrimas cai dos olhos de Nana.

- Não ouviu delgado, quero que a prenda.

- Pai? – Fala Marcos de boca aberta.

- Que eu fugi, Vovô. Não quero mais morar na sua casa. Eu quero a minha mãe e o Tio Mário.

O delegado olha para tudo em completo espanto. Como um próprio pai pode mandar prender a própria filha.

Alberto olha seriamente para Nana.

- Não vai prender Ela delgado? Essa mulher seqüestrou minha neta.

- Vovô? O Senhor não pode fazer isso!

- Pai? A Nana está grávida. Vai deixar sua filha e seu neto em uma cadeia.

- Ela não é minha filha.

Nana chora.

Marcos sente a dor através do olhos da irmã. É nesses momentos que sente falta de sua mãe, Tem certeza que se sua mãe estivesse viva nunca permitiria que seu Pai tratasse Nana desse modo.

- O Senhor quer que sua filha seja presa, Senhor Alberto ? – Pergunta o delegado.

-  Quero. Ela seqüestrou minha neta.

- Não podemos prender a Senhora Mariana.  Precisamos de provas.

- Provas? Minha palavra não basta? – Pergunta Alberto já alterado.

- Sua neta diz que fugiu de casa, por causa do Senhor. E agora seu filho me entrega esse bilhete da Sofia.

Alberto olha para Nana que chora.

- Sua neta fugiu de casa, e aqui está a prova.  – A voz é o bilhete de Sofia dizendo que foi embora de casa e nunca mais voltaria. – Esse caso está encerrado, podem ir para casa.

- Você vai para casa comigo, Sofia. – Fala Alberto olhando para neta que chora no colo de Mário.

- Eu não quero Vovô!

- Eu não perguntei se Você quer ou não, apenas que vai comigo. Agora vamos.

- Eu cuido dela Nana. – Fala Marcos abraçando sua irmã onde sente o corpo de Mariana tremulo. – Sofia estará bem.

- Obrigada, Marcos! – Agradece Nana abraçando o irmão.

Nana abraça Sofia, onde beija o rosto da filha e limpa suas lágrimas.

- Eu te amo meu amor, e prometo que em breve estaremos juntinhas. Mamãe está fazendo de tudo para ter Você novamente.

- Eu te amo, Mamãe. – Fala Sofia abraçando Nana.

- Agora vamos.

Alberto segura na mão de Sofia e a puxa onde saem da delegacia.

Nana fica apenas mais uma vez vendo sua filha ir embora com seu coração despedaçado.

Mário abraça Nana, que chora em seu ombro compulsivamente.

Assim que chega na Mansão Prado Monteiro Sofia sobe para seu quarto onde deita em sua cama chorando.

Marcos conversa com o Pai, onde tudo o que diz entra por um ouvido e sai por outro ouvido de Alberto.

- O Senhor está louco por querer prender a Nana na cadeia? Ela é sua filha! Não pensou em nenhum momento nela ou no seu neto ... O que deu no Senhor Pai? Se a mamãe estivesse aqui nunca permitiria que fizesse isso com a Mariana.

- NÃO FALA DA SUA MÃE! – Grita Alberto.

- Dói falar nela não é mesmo? Se o Senhor continuar assim vai perder a Mariana e a Sofia ... Não vê que está machucando sua filha e sua neta?

Alberto olha para Marcos.

- Deixa a Sofia voltar com a mãe dela.

- Minha neta não sai dessa casa.

- Depois não chore por perder o amor de sua neta e sua filha,

Marcos sobe para o quarto de Sofia onde deita ao lado de sua sobrinha, que chora até dormir. Prometeu para sua irmã que vai cuidar de Sofia e é isso que fará. Mariana e Sofia é tudo em sua vida.

***

- Ele não me ama, Mário! Meu próprio Pai não me ama! – Nana chora onde é abraçada por Mário.

- Não fica assim meu amor, pode fazer mal para o nosso bebê.

- Eu sinto tanto a falta da minha mãe! Por que, Ela se foi? Por que?

- Deus quer os bons, Nana. E sua mãe era uma mulher muito boa.

Mário abraça Nana que chora em seu peito até dormir.

O dia amanheceu triste/chuvoso e frio. Nana dormia um sono agitado onde se mexia na cama de um lado para o outro. Era nítido que está em um sono ruim, Mário, estava ali ao seu lado para lhe abraçar a qualquer momento.

Sofia acordou com os carinhos de seu tio Marcos, que beijou seu rosto carinhosamente.

- Como está meu amor?

- Eu quero minha mãe, Tio Marcos!

- Em breve Você estará com a Nana. Ela está fazendo de tudo para ter Você de volta meu amor. Me prometa que não vai fugir mais, Sofia? Me prometa? Sua mãe ficou muito preocupada, lembre-se, que Ela não pode ter fortes emoções por causa do seu irmãozinho ou irmãzinha.

- Eu só quero a minha  mãe Tio Marcos.

- Você terá Ela meu amor. Agora vamos se arrumar para ir para a escola.

Em poucos  minutos Sofia se arruma onde desce para o café se sentando em seu lugar.

Alberto apenas olha para a neta.

- No final desse mês Você vai para um colégio interno fora do País.

Sofia olha para seu Tio Marcos com medo nos olhos. Como vai ver sua mãe? Como?

- Pai?

- Eu já fiz  a minha escolha, Marcos. A Sofia vai para um colégio interno fora do país. Depois de ontem, Eu a quero bem longe da Mariana.

A pequena chora.

- Vovô!

- Eu já decidi, Sofia.

Paloma e Benzinha apenas olha para tudo.

A cada dia que se passa, Paloma, se surpreende cada vez mais e mais com Alberto Monteiro. Seu coração se aperta por ver o sofrimento de Sofia que é apenas uma criança e imagina na dor que Nana está sentindo por estar longe de sua filha há tanto tempo, e agora com Sofia indo embora do Brasil essa dor/saudade e distancia vai apenas aumentar cada vez mais e mais.

Marcos olha para Paloma. Desde que se conheceram pela primeira vez na praia Marcos contou que seu pai é um homem ruim, e a costureira nunca acreditou em suas palavras.  Hoje está vendo com seus próprios olhos do que Alberto Prado Monteiro é capaz de fazer com seu próprio sangue, seus filhos e sua neta ... Imagina com outra pessoa que não é nada dele.

Benzinha olha para Marcos, onde ambos conversam com o olhar.

Sofia abaixa sua cabeça chorando.

O clima na Mansão é triste.

A chuva cai firme, com raios e trovões. Onde impede que a pequena Sofia vai para a escola ficando em casa.

Sofia vai para o quarto de Nana, onde deita na cama sentindo o cheiro de sua mãe que está presente em tudo dentro daquelas quarto paredes. Abraça o travesseiro de Mariana onde dorme sentindo o cheiro de sua mãe e ouvindo o barulho da chuva.  Tudo o que mais deseja é ter sua mãe ao seu lado. É com esses pensamentos que sonha com sua mãe e seu Tio Mário em um PicNic no parque. 

 



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