História Em Teus OLHOS - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello
Tags Camren, Drama, Hot, Romance
Visualizações 22
Palavras 1.075
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie, espero que gostem , desculpem a demora.
bjs e até as considerações finais.
*Capitulo curtinho, feito as pressas, mas com muito amor e dedicação*

Capítulo 2 - Arrependimentos


Fanfic / Fanfiction Em Teus OLHOS - Capítulo 2 - Arrependimentos

Muitos meses se passaram desde a última vez que eu vi aquela deusa misteriosa, na verdade ela é um verdadeiro mistério para mim, não sei de onde ela é não sei como se chama, nem qual sua música favorita ou se ela gosta de sushi. A única coisa que eu tenho total certeza é que desde aquele dia eu não consigo deixar de querer vê-la novamente.

...

Sai de casa um pouco atrasada, peguei um enorme congestionamento pela Avenida Champs-Élysées onde um intenso trânsito se formou graças a uma obra. Olhei pelo espelho do retrovisor do carro para a fila de carros que se formava atrás de mim, ou seja, eu realmente não iria chegar a tempo na minha reunião. Dinah reclamava bastante acerca daquele trânsito caótico enquanto se maquiava.

- Droga de trânsito, e eu sai da cama desesperada para  isso?

- Calma loira! Ri olhando as caras e bocas que ela fazia.

Quase que um carro fechou o nosso na esquina, quando o sinal abriu.

- Babaca! Tu es fou,!!! Gritou Dinah pela janela do carro, para o homem no carro.

- Meu Deus Dinah!  Falei parando o carro em frente a uma pequena padaria. -Vamos comer alguma coisa e avisar quer vamos faltar à reunião, tudo bem?

- Tá! Ela fez cara de desdém, mas desceu do carro me acompanhando até a mesa.

Assim que sentei na cadeira meus olhos alcançaram a ultima mesa perto da entrada do café, uma mulher magra de longos cabelos negros, traços delicados deixava a mesa com muitas sacolas de compras em mãos.  Senti meu coração acelerar descompassado, pois aquela mulher me era familiar.

- Não acredito! Falei me levantando da cadeira.

- O que foi mulher? Dinah me olhou assustada.

- Aquela menina da festa de que te falei...

- Sim...

- Eu acho que é ela entrando no carro neste exato momento.

- Meu Deus! Vai lá, vai atrás, você nunca vai saber se não for.

- Tem certeza? Pus minhas mãos sobre minha cabeça.

- Vai! Eu não vou falar novamente. A loira fez uma cara zangada, me encarando.

- Tá bem.

 Segui por entre as mesas até chegar ao carro caríssimo que a mulher havia entrado.

 Aproximei-me da janela do passageiro, quando vi uma figura masculina do lado da morena. Ela havia encostado sua cabeça no ombro do rapaz que deslizava sua mão direita por seus cabelos.

- Pois não? O homem disse assim que me viu parada ali.

 - Nada! Sai imediatamente sem esperar que ele respondesse.

Acabei de passar vergonha, o mais provável é que aquela mulher tenha um marido, e tenha dado de hétero curiosa naquela noite.

- E ai? Disse Dinah assim que eu me aproximei da nossa mesa.

- Não era ela! Preferi não entrar em muitos detalhes, acho que o mais provável  é que ela fizesse eu retornar e verificar melhor.

- Que pena... Falou cabisbaixa.

 “É uma pena mesmo”, pensei.

 

P.O. V Camila

 

- Alfred, onde estamos indo.  Falei assim que notei que o motorista havia parado o carro frente a um enorme galpão.

- Vamos fazer um pequeno voo minha pequena. Ele abriu o cinto de segurança que envolvia meu corpo.  Senti meu corpo pesado, possivelmente em efeito a alguma droga que ele havia dado a mim para que eu dormisse.

- Ainda estamos em Paris? Perguntei, notando que já era noite.

- Sim... Ele me apoiava para sair do carro. Mas vamos rápido.

 Saímos do carro e caminhamos lentamente até o galpão, assim que chegamos um jatinho particular nos esperava.

- Alfred, foi meu pai? Um nó em minha garganta se fazia presente,

- Minha pequena, eu só cumpro ordens! Ele me segurava pela cintura, me dando sustentação para continuar em pé.

- Não! Gritei assustando o homem  que  me apoiava. – Alfred não faz isso! Me joguei de joelhos ao chão ao perceber as letras grafadas naquele jatinho.

“ Rachid Salim investments”

- Não tente evitar! Ele me puxou ao seu encontro me jogando em cima de seus ombros, tentei me impulsionar para o chão mesmo tendo dificuldade por causa do meu esforço físico.

- Meu pai sabe, ele sabe que eu odeio esse homem! Gritei batendo com todas as minhas forças em suas costas. – Eu não quero me casar! Gritei recebendo olhares das pessoas por perto.

- Não lute! Falou o homem com uma voz embargada. Alfred é o mordomo mais antigo da minha casa, chegou para trabalhar conosco desde que eu tinha cinco anos, hoje com 22 anos. Ele sempre foi mais que um mordomo, me protegia, me aconselhava, me levava no parque, me ensinou a andar de patins. Eu não consigo entender como pôde fazer isso comigo.

- Al - fred, por favor eu não que-ro... E um sono tomou conta de mim. “acho que vou ...

 

...

 

Pontos de luz.  Vozes falando suavemente em meu ouvido. Aquele dor cabeça monstruosa, minha garganta seca.

E meus olhos se abriram devagar, a luz forte me incomodava parecia a primeira vez que eu via o mundo. Uma mão pesada e grande fazia carinho na minha. Em frente a minha poltrona, uma mulher com um véu negro cobrindo seu rosto, olhava seu celular sem pausa, A voz no rádio “estamos chegando ao nosso destino após 7 horas de voo, senhores passageiros”.

A curiosidade não me permitiu calar:

- Que destino? Minha voz saiu como um sussurro.

- Ela acordou! A moça pareceu acenar para alguém ao fundo.

 - Meu anjo? O homem falou baixinho, mas foi interrompido pela aeromoça que pediu que ele se sentasse. – Te deram uma injeção de cavalo, mas que bom que você despertou, temos muito que conversar

- Sim... Falei sentindo um ódio tomar conta do meu peito novamente. Cadê a Karla?

- Vai nos encontrar assim que possível.

- Pai? Falei por fim

- O quê?

- Você sabe que eu vou transformar a vida daquele homem em verdadeiro inferno? Não sabe? Fixei meus apenas no por do sol que se anunciava.

- Sim Camila! Ele ficou sério me encarando friamente. –Eu sei!

 

Enquanto não podia fazer nada, me permitir admirar o sol se pondo naquela terra, pensando naquela moça do ano novo. De todas que passaram por mim dar adeus para ela foi de mais triste, por mim eu teria ido para uma ilha no Hawaí ou ido para alguma praia paradisíaca no Brasil. Enquanto isso não acontece, eu terei que ficar presa a essa minha nova vida de merda.

 


Notas Finais


O que acharam?
Essa fic promete gente.
Ah ! não dessistam de mim... kkkkk
eu tô no corre corre da monografia.
Mas volto sempre pra cá, pq sou camren shiper raiz, e uma boa fic a gente não abondona, faça chuva ou sol.
kkkkkk


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...