História Emergência - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Loucuras, Revelaçoes, Romance
Visualizações 4
Palavras 498
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 2 - Chorando


Amanda se aproximou  dele e pediu se podia ajudar, ele respondeu que sim, e que era tudo o que ele precisava agora.

Ela olhou nos olhos castanho esverdeado marejados do garoto, e logo o abraçou, ali ela já sabia que estava apaixonanda por um menino que nem conhece ainda, ou pior,  nem sabia quem era e o nome dele.

-- Qual é o seu nome?-  perguntou   ele com seu tom de voz rouco  próximo ao ouvido de Amanda, que sentiu uma vermelhidão atingir seu rosto, a fazendo-se esconde entre o pescoço do garoto.

-- Me-meu nome é Amanda, e o seu? -  falou sentindo a fragrância adocicada da pele dele, enrubescendo ainda mais seu rosto.

--Humm, o meu é Gabriel - disse ao afagar os  cabelos compridos e castanho da garota.

Amanda como não sabia se perguntava o que houve, ficou quieta, e ficaram um tempinho abraçados. E do nada a mãe dela saiu do banheiro ,com aparência  sonolenta e com os olhos avermelhados  tanto quanto seu nariz, Amanda rapidamente desfez o abraço e correu em direção a sua mãe.

-- O que houve mãe ?-segurou as mãos geladas da senhora a sua frente cabisbaixa , mas nenhuma resposta foi dada, a abraçou forte a beijou na bochecha e desfez o abraço a puxando para o banco que Gabriel está sentado.

-- Mãe este é o Gabriel, e Gabriel está é a minha mãe- assim os dois se cumprimentaram,  e Amanda explicou como conheceu Gabriel.

Como Amanda tinha visto que a mãe dela  estava muito cansada, decidiu falar para ela ir para casa,  a mãe como era teimosa não aceitou facilmente, mas depois de muitas insistência de Amanda, foi para casa.

Enquanto isso no hospital, Amanda e Gabriel  conversavam sobre o que tinha acontecido para os dois estarem ali, naquele hospital.

-- Eu e minha ...- Gabriel virou seu rosto e apertou seu punho - mãe estávamos indo para casa, e nós começamos a brigar, porque e-eu estava agindo sem sentindo como sempre e que nunca levava nada a sério  , nós ficamos gritando um com o outro, então ela perdeu o controle do carro e bateu num poste de luz ... e agora eu estou aqui me sentindo muito culpado- disse Gabriel, sentindo um nó na garganta (era o que Amanda pensava,  pois não conseguia ver o rosto dele,   estava virado ).

--Nossa, que triste- falou Amanda

Ela o olhou e notou que tinha escondido seu rosto entre seus braços,  e pensou que provavelmente estava chorando, e quis o consolar, massageando suas costas tentando lhe passar conforto, o mesmo segurou suas mãos suavemente nas dela a deixando envergonha.

--Obrigada- disse Gabriel mostrando seu rosto, e sorriu  aparecendo suas covinhas, mostrando gratidão por ela o estar confortando.

-- De-denada  - falou sentindo a vermelhidão voltar ao seu rosto  - mas, e seu pai? Onde ele está? -  Gabriel desfez o sorriso. Amanda se achou mal educada por perguntar, pois ele apertou de leve as mãos dela e levou ao seu rosto, fechando seus olhos.

-- Meu pai...


Notas Finais


E continua ...


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