História Emiliain - Quando A Ficção Se Torna Realidade - Capítulo 18


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Brandon "Bran" Stark, Brienne de Tarth, Cersei Lannister, Daenerys Targaryen, Davos Seaworth, Euron Greyjoy, Jaime Lannister, Jon Snow, Jorah Mormont, Melisandre, Samwell Tarly, Sandor Clegane, Sansa Stark, Theon Greyjoy, Tyrion Lannister, Yara Greyjoy
Tags Drama, Revelaçoes, Romance
Visualizações 24
Palavras 786
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Parte 18


Ar puro. Era tudo o que a gente mais queria. Até ele. Sua respiração melhora gradativamente à máscara, suas pálpebras estão ficando pesadas de novo. Conversamos através do olhar. Vejo o seu sorriso interior, transparente, reflete sobre ele. Acaricio o seu rosto incansavelmente até ele dormir. A febre baixa devido ao remédio. Seu peito sobe e desce devagar sem excesso de força, seu corpo ainda fraco e magro indica falta de alimentação. A sorte é que tem água no quarto caso ele queira matar a sede. Eventualmente, eu durmo do lado, sentada no sofá. A noite se torna manhã de repente. Olho para o relógio à parede, são seis e dois. Esfrego meus olhos, bocejo e dou uma olhada no Iain. Ele está calmo até demais, sereno, acordado, mas, quieto. 
- Bom dia! - Sorrio para ele, beijando o topo de sua cabeça - Está melhor hoje, não é? 
Sento com ele por alguns minutos, os batimentos subiram. Isso é bom, muito bom. Uma noite só e ele já se recuperou, não completamente, mas, é um sinal positivo. Em plenas sete horas, uma batida na porta e o doutor entra. Eu me levanto da cama. 
- Bom dia! - Sorri ele, trazendo uma bandeja em mãos e junto um enfermeiro trazendo outra - Estão com fome? 
- Pode crer. - Não comi desde à noite passada, e ainda preciso de um banho. 
- Como ele está hoje? - Pergunta, pondo a comida do lado e o examinando.
- Acho que bem, doutor. - Suponho - Dormiu a noite toda. 
- A febre baixou um pouco, isso é ótimo. - Fala cada detalhe - Batimentos subindo, pressão ainda baixa, mas, subindo e oximetria também baixa, mas, aumentando. 
- Eu abri a janela se não for problema. - Comento com ele - Acho que resolveu. Estava muito abafado e ele não respirava direito. 
- É. - Concorda comigo, me olhando seriamente - Acho que um pouco não faz mal. As feridas precisavam mesmo de ar fresco e puro, quanto os pulmões. Eles se curam por si só. Deixa eu ver o tórax. 
O médico toca no tórax dele dos dois lados, quanto em cima e em baixo. 
- Não vou tirar a máscara ainda. - Fala seriamente - O tórax dele está meio preso, precisa de mais ar para se soltar livremente. Vou fazer apenas massagens para aliviar.
- Já me deixa mais aliviada saber disso. - Fico aliviada mesmo ao saber que ele está melhorando, mas, me preocupa o quanto ele consegue respirar.
- Como ele se comportou ontem? - Pergunta o enfermeiro. 
- Normal. - Falo - Está emocional, só isso. 
Daí, meu celular toca na minha bolsa. 
- Posso ir lá fora um instante? - Pergunto. 
- Pode. - O médico fala durante as massagens leves no Iain. 
Pego meu celular e fecho a porta do quarto, ficando do lado de fora. O nome me deixa mais feliz. 
- Oi, Peter. - Falo, bufando de alívio. 
- Oi, querida. Como está? - Pergunta. 
- Estou bem. - Falo, sorrindo - O Iain está melhorando. O médico está com ele agora. 
- Fico muito feliz. - Sorri do hotel, eu aposto - Precisa de algo? 
- Não, estamos bem. - Falo, comovida - Acho que sobrevivo por mais um ou dois dias aqui. Eu aviso quando voltar. 
- Sei. - Entende - Pelo menos ele tem você. Ele falou alguma coisa?
- Falou. - Não minto de jeito algum - Primeiro disse meu nome várias vezes de acordo com o médico e me pediu desculpa. Não é culpa dele. 
- Eu sei que não. - Concorda também - Em certos momentos, falamos besteiras e fazemos muitas bobagens. 
- Acha que pode ter sido o nervoso dele? - Pergunto, pedindo conselho. 
- Eu creio que sim. - Afirma com quase total certeza - Nessas horas, falamos as piores coisas e fazemos as piores coisas, machucando até nós mesmos. Ele não queria isso, acredite. Não é dele. 
- Eu sei. - Falo com toda a emoção - Não queria partir sem me contar certas coisas e fazer certas coisas. Acho que pensava que a dor mataria ele assim de repente. 
- Sim, querida. - Afirma - E você é a pessoa que mais o entende. Não duvido que o que ele estava sentindo era demais para ele, não queria que você sofresse sem saber de alguma coisa. 
Fico sem dizer nada por cerca de segundos, só engulo em seco. 
- Tenha certeza disso. - Continua ele - Ele não partiria sem terminar o que queria se soubesse que poderia partir. Pensava que podia morrer, eu acho. 
Mesmo o Peter me faz chorar em certas ocasiões. É tanta emoção. 
 


Notas Finais


Eu choro em cada cena, que, meu Deus.... *.*


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