História Emily, a noiva cadáver - Capítulo 11


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Categorias A Noiva-Cadáver
Visualizações 15
Palavras 444
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Cabelo azul


Fanfic / Fanfiction Emily, a noiva cadáver - Capítulo 11 - Cabelo azul

Ele entendeu o recado, agiu com gentileza e se foi. Emily correu subindo as escadas rapidamente, entre choros e angústia trancou a porta e pulou na cama com um soluço. 

Sinto me afogada em lágrimas dolorosas sobre essa vida, como se meu coração estivesse despedaçado. A mãe, como você me prende, domina minha vida com sua frieza e maldade, por que fizeste isso comigo? 

Que vida miserável, que prisão, e agora a única chance de minha liberdade foi me tirada com crueldade. Bateu a porta a chamar mas Emily a ignorou por completo, no outro dia fez a mesma coisa. A mais de um dia sem comer, sobre a cama. 

Seu pai conseguiu abrir e as empregadas cuidaram dela, silenciosa, enquanto a tomavam banho, alimentaram. Deitaram na novamente e sua  mãe se aproximou.

- Isso não é ação de uma garota de sua estirpe Emily. - Estou indignada com sua reação. - Lamentável. 

- Sabe o que é lamentável? - A sua insensibilidade! 

- Sou sua mãe, minha função é proteger você. - Ele não passa de um pobre, vigarista, charlatão! 

- Você não o conhece mãe! - Você nem mesmo conhece a mim! 

- Duvido que ele tenha dito a verdade, acha mesmo que ele a ama? - Você não passa de uma borboleta. - Ingênua, fraca, frágil! 

Emily não olha em seus olhos, continua escostada no travesseiro. - Se quiser ficar nessa cama, fique. - Mas não vai vê -lo novamente. 

Foi palavras suficientes para a revolta de Emily, que ordenou a um empregado que lhe comprassem tintas azuis, da cor das borboletas que adora, pintou o cabelo e se recusou a falar. Quando sentou a sala de jantar, sua mãe que passava ao lado de um jovem estigante se surpreendeu. 

- Emily? - Mas o que...

Percebeu que não podia demostrar a surpresa diante do convidado. 

- Esta rapaz, um herdeiro,é Berdon Clark, esta é minha filha Emily. - A sua pretendente. 

- Ela tem uma cor de cabelo diferente. 

- O que? - Eu não sabia que tinha um pretendente! 

- Vão se casar daqui a três semanas, amanhã começaram os ensaios. 

Sua mãe saiu e os deixou a sós, Berdon se aproximou sorrindo e sem jeito.

- Não se preocupe senhorita, eu também não entendo casamentos arranjados. - Aliás, gostei do seu cabelo.  

- Não posso me casar com você. - Não o amo.

- Tambem não a amo, mas por que irei contrariar quem me sustenta? 

Emily pensou, pediu licença e subiu as escadas para a sala de piano, enquanto teclava com leveza pensava no seu amado, e a instantes, o imaginava sobre o altar entre as melodias de seu coração ferido. 

 



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