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História Emma Swan e os segredos da Rainha - Capítulo 30


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Notas do Autor


Quem é vivo sempre apareceeeeee!!!

Depois de um ano da última atualização, eu voltei com a introdução do quarto livro. Eu espero que vocês não tenham desistido de mim e da história pois ainda temos muuuuito chão pela frente e eu garanto que, ao menos para quem gosta de Harry Potter, a história promete ainda muitos segredos e acontecimentos muito legais. Sempre que eu dou início a um filme/livro eu mantenho um ritmo bom de atualizações até esse filme/livro terminar.

Enfim, meus anjos, bem vindos ao quarto livro e bora lá que o Torneio Tribruxo vai começar!! Como eu sei que tem gente que nunca viu ou leu Harry Potter, não se desespere não que no decorrer do capítulo é explicado o que é Torneio Tribruxo. Bora lá??? <33

Capítulo 30 - O quarto ano.


{Narrador} 

— Será que estão interligados, Emma? — Zelena perguntou ainda cochichando. 

Ambas estavam no trem para Hogwarts rumo ao quarto ano de aprendizado na escola. August as fazia companhia, porem dormindo. O verão de Emma tinha sido calmo na casa do amigo, até que começaram os pesadelos logo antes da Copa Mundial de Quadribol. E era sobre isso que Zelena cochichava. 

Algo inesperado havia acontecido na Copa. Tudo estava correndo extremamente bem para ser verdade, Emma estava adorando o passeio e nunca havia imaginado que um jogo de quadribol pudesse ser tão intenso. Os que jogava na escola eram bem amadores! Mas ela estava feliz de estar vendo aquilo de perto, mesmo depois do pequeno e indesejado encontro com Ingrid e Elsa, onde descobriu que Cora e Regina não estavam presentes. 

Ela se sentiu mal pela morena e se perguntou porque ela não estaria lá sendo também a mais nova apanhadora do século, mas quando o jogo começou não teve mais muito tempo para se preocupar. E depois muito menos. 

Enquanto comemoravam a vitória do time Irlandês mesmo com o famoso Viktor Krum, jogador do time adversário, pegando o pomo alado de ouro, o inesperado aconteceu. O que acharam ser gritos de comemoração na verdade eram de desespero. Comensais da morte, os seguidores fiéis de “Você-sabe-quem", atacaram o acampamento. 

Na confusão e vendo tanta barbárie, Emma se perdeu dos demais. Aquelas pessoas não tinham o mínimo de empatia pelo próximo e, ao ver pessoas inocentes serem sacudidas no ar, Emma percebeu que nunca havia sentido tanto medo na vida. Principalmente quando qualquer um por trás daquela máscara estranha e capuz assustador marchava em sua direção.  

Quando encontrou os amigos novamente foi mandada pelo Sr. Wayne a correr e se esconder na floresta, mas correram justamente para onde uma figura misteriosa que ninguém conseguiu capturar ou identificar conjurou a Marca Negra. A marca dele. De Rumpelstiltskin. 

A fumaça verde em forma de um crânio com uma cobra que saia de sua boca amedrontava a todos. Até aos próprios Comensais da Morte que mentiram para se safarem de Azkaban quando Rumple foi derrotado pela primeira vez... E essa havia sido a última vez que qualquer bruxo havia visto tal imagem pairando no céu também. Há treze anos atrás, quando o Lorde das Trevas tentou mudar a tão temida profecia. 

Já o sonho de Emma foi mais curto, mas foi o que fez sua cabeça doer pela primeira vez no verão. Ela estava em uma casa velha de janelas pregadas e empoeirada. Ela via Rabicho, o “antigo rato de August” que traiu seus amigos e foi responsável pela morte de seus pais, via um homem que não identificava e ouvia uma voz fraca, sibilante que entendia a língua das cobras e conversava tanto com os outros dois, quanto com a cobra gigante que cercava a poltrona na qual o dono da voz descansava. E a conversa era sobre matar alguém. 

— Eu não sei, Zelena! 

— Mas é tudo muito estranho, você não acha? — Perguntou e Emma apenas ponderou mais ainda sobre o assunto, sem responder.  

Estranhamente ela queria conversar daquele assunto com Regina antes de falar com qualquer outra pessoa, mesmo Zelena sendo uma de suas melhores amigas. Não era descaso com a ruiva, Regina apenas... parecia compreendê-la melhor. 

—... Eu estou ansiosa para isso! — Emma e Zelena ouviram no corredor e sentiram o arrepio percorrer cada centímetro do seu corpo. Era Elsa. — Eu gostaria de ter ido para a Durmstrang... Mamãe disse que me mandaria para lá, mas que meu pai não gostaria muito da ideia. 

Zelena não entendeu porque a amiga sorriu brevemente e Emma não sabia que estava sorrindo a ponto de Zelena perceber. Mas ela sorriu por pensar no pai de Elsa, seu padrinho e tio de Regina, Sirius. Conhecendo o pouco que conhecia dele, sabia que o homem preferia a filha em Hogwarts mesmo sendo da Sonserina, pois ela ficaria mais perto de Dumbledore e ele confiava nele. 

— Ah! — Elsa exclamou quando apontou na cabine dos três amigos, August inclusive despertou com o “grito”. — Veja só quem são... — Disse com desprezo. Emma esperou esperançosa Regina surgir ao seu lado, mas Elsa estava acompanhada apenas de Victoria. — Vê prima? Em Durmstrang não encontraríamos com sujeitos tão pobres ou de sangue ruim! Por que eles não aceitam nascidos trouxas lá! — Comentou e Victoria riu. — Wayne, você vai entrar? — Perguntou e o menino, ainda sonolento, sequer entendeu. — Vai tentar trazer alguma glória para sua família? Também há dinheiro envolvido, eu acredito, assim poderá comprar roupas melhores sabe?! 

— Do que você está falando, D’Arendelle? — August perguntou já irritado com a presença da menina. 

— Ora ora... Você não sabe? — Debochou. — Eu aposto que você vai, certo? Não perde nunca uma chance de se exibir. — Se dirigiu à Emma, que também não fazia ideia do que a prima de Regina falava. Ela riu. — Vocês realmente não sabem? — Perguntou surpresa. — O seu pai trabalha no ministério, como podem não saber??  

— Ou você diz ao que está se referindo ou vá embora, Elsa! — Zelena disse impaciente. 

— Bom! Mamãe deve saber porque convive com o primeiro escalão do ministério, já o seu pai... Não devem contar nada importante para ele mesmo. — Se gabou e olhou todos os três de cima a baixo outra vez antes de deixar a porta da cabine, que August se levantou e fechou com tanta força que ela bateu no batente e voltou. 

— August!! — Zelena o repreendeu. — Não ligue para o que ela fala, ela é uma idiota. — Tentou acalmá-lo, mas foi em vão. 

— O que é Durmstrang? Outra escola de magia? — Emma perguntou e a ruiva assentiu. 

— Eu gostaria que ela realmente tivesse ido para lá. Assim não precisaríamos aguentá-la! — Zelena bufou. — Mas Durmstrang tem uma péssima reputação. Segundo o que li eles enfatizam as artes das trevas e como ela falou, não aceitam nascidos trouxas ou mestiços, apenas crianças filhas de pais bruxos. Há também a Beauxbatons, mas sinceramente? Eu prefiro Hogwarts! — Concluiu e Emma estava prestes a perguntar sobre a segunda escola citada, mas o carrinho de guloseimas a distraiu. August pegou alguns bolinhos e inicialmente Emma não quis nada, mas ao ver o amigo comendo sua fome apareceu. 

— Pensando melhor, acho que vou pegar algumas coisas. — Avisou aos amigos e se levantou, a mulher estava parada há algumas cabines a frente e Emma se apressou até lá. 

— Duas tortinhas de maçã, por favor. — Ouviu pedirem. Emma se sentiu no céu no mesmo segundo que processou a voz, mesmo que a senhora das guloseimas bloqueasse a garota a sua frente, Emma sabia muito bem quem era. — Anh... E uma de canela também! — Regina pediu assim que Emma apareceu no seu ponto de vista. 

A morena retribuiu o sorriso bobo de Emma e, em um gesto tímido, prendeu uma das mechas insistentes do seu cabelo negro e liso que estava preso em um rabo de cavalo, agora muito maior do que Emma se lembrava, atrás da orelha. Ela ainda não estava com as vestes da escola e pela primeira vez Emma a via fora dos uniformes da Sonserina. 

Emma não pode deixar de perceber que algo além do cabelo tinha crescido. Sim, o tempo havia sido generoso nessas férias e a transição entre os 13 e 14 anos era notória. Emma não notava nela mesma, embora Regina notasse nela, que a morena estava mais alta, os traços de seu rosto pareciam mais definidos, firmes... E a loira certamente nunca havia reparado nos seios de Regina. Agora ela reparou, mesmo sem intenção, que diferente de antes, havia dois círculos bem definidos ali. 

— Vai querer algo querida? — A moça perguntou. 

— Não, obrigada! Perdi a fome. — Disse e sorriu para ela, que pediu licença a Regina e se retirou. 

— Toma. — Regina disse oferecendo a tortinha de canela a Emma. — Para quando sua fome voltar. 

— Obrigada! — Emma disse aceitando a pequena torta. — Como sabe que eu gosto de canela? — Regina deu de ombros. 

— Palpite certeiro. — Respondeu brevemente sorrindo de forma contida. 

— Como foram as férias? — Emma perguntou. 

— Foram boas. E as suas? 

— Até então as melhores de todas. Finalmente me livrei do internato e pude ficar com August. 

— Que bom! — Respondeu e tudo ficou em silêncio por alguns instantes. — Acho que talvez devêssemos colocar nossas vestes. Estamos chegando. — Regina o quebrou antes que Emma ficasse lhe olhando por toda a eternidade. 

— Você tem razão. — Falou. —Regina?! — Chamou quando a morena já ia fechando a porta de sua cabine. Ela encarou Emma novamente e lhe questionou com o olhar. — Sua prima obviamente não pode deixar de nos fazer uma visita e estava falando sobre algo com glórias e dinheiro, perguntando se iríamos tentar... Você sabe o que é? — Arriscou e Regina hesitou. 

— Se você não sabe, temo que não possa te contar Emma. — Regina disse com pesar e Emma assentiu, triste que a morena não confiava nela. Mas até que compreendia. — Todos vão saber hoje a noite de qualquer jeito. — Acrescentou com mais ânimo e Emma lhe sorriu fraco. 

— Ok então, até mais. — Disse antes de acenar e se virar. 

Emma voltou para a cabine com seus amigos e não se deixou levar demais por Regina, logo que voltou mais e mais amigos e conhecidos foram até lá conversar. Ela se distraiu tanto que quando o trem começou a diminuir a velocidade teve de correr com o uniforme, já que mesmo com o lembrete de Regina e depois com o de Zelena, ela havia esquecido de colocar. 

Chovia bastante na estação de Hogsmeade. Cada um protegeu a si e seu animal de estimação da melhor forma que podiam, mas a água gelada era intensa e parecia não adiantar muito tamparem as cabeças. Emma cumprimentou Hagrid de longe, afinal ele estava ocupado cuidando dos alunos do primeiro ano e ela queria logo chegar ao castelo, mas estava com saudades demais para não dizer nada. 

Zelena, August, Emma e Belle agradeceram quando entraram na carruagem sem cavalos que os esperavam e logo começaram a longa procissão para Hogwarts. Zelena agradeceu muito no caminho por não ser do primeiro ano e ter que encarar a tradição de chegar no castelo pelo lago, se eles já estavam molhados só de correrem da estação até onde ficavam as carruagens, imagine as crianças sendo guiadas por Hagrid nos barcos... 

August não sabia fazer nada além de reclamar da fome, Emma até desejou ter comprado todos os bolinhos no carrinho de guloseimas do trem, mas quando se lembrou que o motivo de não ter comprado nada foi porque perdera a fome ao colocar os olhos em Regina, até se esqueceu das reclamações do amigo. 

Quando a carruagem parou na escadaria de entrada de Hogwarts, os quatro amigos subiram correndo até estarem seguros da chuva. Eles tomaram seus lugares na mesa da Grifinória em um dos extremos do salão e assistiram à seleção dos alunos do primeiro ano que tremiam de nervoso e frio. Um deles havia inclusive caído no lago e agora portava o casaco de peles de Hagrid tentando se aquecer. 

Zelena agradeceu aos céus quando a seleção terminou e Dumbledore liberou a comida, August devorou tudo a sua frente como sempre fazia deixando-a completamente envergonhada. Mas ela não sabia porque aquilo lhe causava tal sensação, afinal não deveria causar. Nem parente dela ele era... 

— Então... — Começou Dumbledore, de pé, logo após sobrarem apenas migalhas nos pratos de sobremesas. — Agora que já estamos todos acomodados, tenho o doloroso dever de informar que este ano não teremos a Copa de Quadribol entre as casas. — Informou de forma realmente dolorosa e um burburinho começou. 

— Quê? — Emma questionou baixinho enquanto se concentrava em não xingar Dumbledore antes de saber o motivo. Ela procurou a expressão de Regina dentre tantos outros rostos na mesa da Sonserina e não notou nenhuma surpresa enquanto a morena observava atenta o Diretor, até sentir que alguém a olhava a direcionar um olhar breve à Emma, que não hesitou ao ver a menina lhe flagrar. 

— O motivo disso é que em outubro deste ano teremos um grande evento! E tal evento se estenderá por quase todo nosso ano letivo, tomando muito tempo e energia de todos os professores. — Fez uma pequena pausa para dar tempo aos comentários curiosos que não podiam esperá-lo terminar de falar. — Tenho a honra de informar que este ano em Hogwarts sediaremos o Torneio Tribruxo! — Exclamou excitado. 

Foi notória a passagem do clima tenso dos alunos, principalmente os amantes de quadribrol, para o clima curioso e até divertido. Dumbledore sorriu satisfeito. Emma percebeu então que talvez fosse esse tal torneio a que Elsa se referia e mais tarde Regina também, então sua curiosidade estava quase pulando para fora do peito. 

— Como eu ia dizendo... — Dumbledore retomou a fala atraindo novamente a atenção de todos. — Muitos de vocês não sabem o que é o Torneio Tribruxo, então aos que já sabem peço perdão por explicar novamente. O Torneio Tribruxo foi criado há uns setecentos anos atrás como uma competição amistosa entre as três maiores escolas de bruxaria da Europa. Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang. — Mais burburinhos curiosos, provavelmente daqueles que não conheciam nenhuma das outras escolas assim como Emma não conhecia há pouco tempo atrás.  

— Um bruxo de cada escola era escolhido e eles competiam em três tarefas mágicas e extremamente perigosas. — Dumbledore retomou. —  Mas o aumento na taxa de mortalidade do torneio o fez ser interrompido... No entanto, neste ano, nossos Departamentos de Cooperação Internacional de Magia e de Jogos e Esportes Mágicos decidiram, após muitas e falhas tentativas, que era hora de voltar. Então trabalhamos duro para garantir que nenhum aluno escolhido seja exposto a um perigo mortal. E por essa razão, achamos necessário impor uma nova regra que será explicada pelo Chefe do Departamento de Cooperação Internacional de Magia, o senhor Bartolomeu Crouch. — O Diretor finalizou e aguardou aplausos vindo dos alunos, mas isso não aconteceu.  

Talvez porque o Chefe do Departamento de Cooperação Internacional de Magia não transmitisse nenhuma simpatia aos demais. Nem mesmos os professores atrás de Dumbledore aplaudiram. Em vez disso, enquanto o Sr. Bartolomeu caminhava para a frente dos alunos, um raio cortou o céu simulado no teto do salão seguido de trovões ensurdecedores que assustaram os alunos. 

Entre gritos desesperados e medrosos, bem ao canto, no fundo do Salão Principal atrás da grande mesa dos professores surgiu um, até então estranho, homem que apontou sua varinha para o céu e dissipou completamente a tempestade. Enquanto ele se aproximava de Dumbledore, todos os alunos, principalmente Emma, se perguntavam o que havia acontecido com ele, porque seu rosto era cheio de cicatrizes e qual era a história da perna metálica que fazia seus passos ecoarem no salão ao tocarem firmes o chão ao lado de seu cajado de madeira. 

— É Alastor Moody. O Auror. — August quem respondeu, lendo a mente de todo mundo. 

— Auror? — Emma perguntou confusa sem saber o significado da palavra, mas pelo rosto curioso de outros em August, ela não era a única a não saber. 

— Captor de Bruxos das Trevas. Azkaban está quase cheia graças a ele. Mas dizem que está completamente biruta hoje em dia. — Falou. Sua resposta clareou a mente de Emma quanto as cicatrizes e a seu olho completamente estranho e exageradamente grande e falso, que girava para todos os lados inclusive para trás, de modo que se via apenas o branco das córneas. 

— Esse teto idiota! — O ex-Auror biruta disse a Dumbledore ao oferecer sua mão e receber um abraço do diretor. 

— Ah meu bom e velho amigo, obrigado por vir!! — Dumbledore disse saudoso, aparentemente feliz por revê-lo. Porem parecia ser o único realmente feliz ali, Emma notou os outros professores observá-lo tensos. — Por favor, Bartô, continue!! — Pediu. 

— Após a devida consideração, o Ministério concluiu que, por medidas de segurança, nenhum aluno menor, ou seja, com menos de dezessete anos, terá permissão para apresentar seu nome a seleção do Torneio Tribruxo. — Disse com uma estranha firmeza e logo sussurros indignados preencheram a sala. — Essa decisão é irrevogável! 

— SILÊNCIO! — Dumbledore gritou quando a indignação dos alunos foi ouvida por cima da voz de Bartô. — Disto isso... Iremos então dar às boas vindas as adoráveis moças da Academia de Magia Beauxbatons e sua diretora, Madame Maxime!  

Assim que Dumbledore terminou sua fala a porta se abriu, revelando ao menos uma dúzia de garotas vestidas em, realmente adoráveis, uniformes azuis que se compunha de um vestido de seda que batia um dedo abaixo de joelho, um xale da mesma cor e um chapéu também azul claro. Elas andavam/dançavam sincronizadamente e, tanto August quanto qualquer outro menino que pudesse vê-las de perto estavam babando em sua pequena apresentação. Outra garota vinha dançando mais livremente atrás, seguida de uma pequena garotinha fazendo apresentações de ginásticas, e por último, a mulher mais alta que muitos ali já haviam visto, a Diretora Maxime. 

Acabado a apresentação elas se curvaram para os alunos de Hogwarts enquanto eles aplaudiam e Dumbledore gentilmente recebeu a mulher gigante com um beijo em suas mãos. Emma podia assegurar que August estava enfeitiçado pela beleza das “garotas Beauxbatons”, como chamou mentalmente antes de saber o nome delas. 

— E agora nossos amigos do norte! Por favor recebam a delegação de Durmstrang e seu diretor Igor Karkaroff! — Dumbledore anunciou quando as belas garotas se sentaram junto dos alunos da Corvinal, e a porta do salão, que havia se fechado, tornou-se a abrir com força. 

Diferente das garotas de Beauxbatons, eles entraram com muito mais ação, barulho e ousadia. Correndo e batendo cajados no chão. Também entraram uma dúzia de garotos, atrás vinha o famoso Viktor Krum, que deixou August de queixo caído, e em seguida o Diretor de Durmstrang com seu assistente. A apresentação foi encerrada com uma labareda de fogo feita por um dos alunos e Dumbledore cumprimentou Karkaroff com um abraço caloroso. 

— Agora que estamos todos aqui... — Dumbledore começou quando os alunos da Durmstrang se acomodaram na mesa da Sonserina. Emma estranhamente sentiu uma vontade enorme de se sentar lá também, entre Regina e o menino que se sentou ao lado dela e lhe dedicou um desnecessário sorriso. 

O Diretor de Hogwarts se aproximou de uma grande urna de ouro que estava posta ali na frente do Salão e, com três toques de sua varinha, a urna começou a se desfazer, revelando um cálice enorme cuspindo chamas de fogo branco-azuladas. 

— O cálice de fogo! — Disse o que era. Todos olhavam entusiasmados, esquecendo já a chata regra que proibia os menores de dezessete anos de participarem. — Quem quiser se candidatar ao torneio só precisa escrever seu nome e escola em um pedaço de pergaminho e depositá-lo na chama antes desse horário na noite de quinta-feira. Não se inscrevam levianamente, pois que fique claro que o escolhido estará sozinho! E acreditem quando digo que essas competições não são para covardes ou amadores. Uma vez escolhido campeão da sua escola, não se poderá desistir.  

Todos ouviam atentamente, pareciam até ter prendido a respiração com medo de perderem uma só palavra do que o sábio diretor dizia tamanha a seriedade que ele impunha em sua fala. Ele fez uma pausa em que realmente não se podia ouvir absolutamente nada, e no auge da tensão ele completou; 

— A partir de agora, o Torneio Tribruxo está começando. 


Notas Finais


Se tiverem achado qualquerrrr errinho só me dizerem tá bom! Eu virei a noite pra conseguir terminar o capítulo pois já estou escrevendo há três dias direto e queria logo aparecer aqui dizendo que voltei. Vejo vocês nos comentários e depois disso vejo vocês muito em breve com um capítulo sobre as Maldições Imperdoáveis!!


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