História Empire of villains - Interativa - Capítulo 6


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Personagens Originais
Tags Bnha, Boku No Hero, Interativa
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Palavras 2.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Romance e Novela, Shounen, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


"Ah, mas você disse que o capítulo iria ser semana que vem"
- Sim, disse. Só que já fui escrevendo para soltar sei lá quando e me vi com ele terminado. Não vou deixar um doc sendo ocupado.

Capítulo 6 - Explicações, mentiras e lutas.


E finalmente, depois de três dias, todas as pessoas que a organização por trás de 001 foram recrutadas com êxito. E encaminhados para um lugar que qualquer um saberia dizer que não era uma organização criada há poucos meses com apoio de todas as outras. Enfim, o lugar que os recrutados se encontravam era uma casa com três andares e respectivamente doze quartos cada um com seu banheiro, uma cozinha bem abastecida e uma sala com todos os canais disponíveis, ao redor da casa haviam quatro belas árvores com um jardim. E todos os recrutados estavam no primeiro andar depois que 001 pediu que aguardassem por sua explicação completa.

- Regras. – 001 começou assim que o ultimo se sentou. – Como na sociedade essa casa tem regras. – Ele continuou. – Não saiam por aquela porta sozinhos e ninguém de fora deve entrar. Vocês são adolescentes por isso podem ir para qualquer lugar, mas quero saber aonde vão. – Ele cruzou os braços enquanto continuava com sua explicação. – As quatro árvores lá fora estão equipadas com sensores de movimento, sensores térmicos e detectores de metais. Elas saberão quando é um animal ou uma pessoa com uma arma para matar cada um de vocês. – Ele acenou para uma das janelas. – Os vidros são a prova de bala, mas o tiro de uma bazuca com certeza fará alguma coisa. – Ele continuou. – A câmeras espalhas por esse terreno, se um cachorro urinar em uma planta, saberei em quais patas ele se apoiou, por quanto tempo durou e a cor do xixi. –

- Teremos internet? – Mikaella perguntou. Todos concordaram com ela.

- Sim, e com o melhor sinal de download e upload para que vocês, mulheres, façam o que preferir, e você homens, façam de portas fechadas em seus quartos. – 001 olhou para cada homem com um olhar de “Vocês são animais”. – Vocês devem entender que só a Majest tem conhecimento desta casa. Claro, vizinhos e correio também. Se um desconhecido bater naquela porta vocês tem permissão para matar. –

- E porque não estamos na Majest? – Katrina perguntou.

- Porque vocês são civis. – 001 respondeu. – Alguns mais inteligentes do que outros. Que não perderiam uma oportunidade de hackear nossos sistemas. – O agente olhou para uma em especial. – Enquanto forem civis não saberão onde é localizada a Majest. Não saberão nada além de que sou um membro dela. – 001 cruzou os braços ao fim daquela explicação.

- Não confia na gente? – Akai perguntou depois de erguer um dos braços.

- Nem em minha sombra eu confio. – 001 respondeu e depois retornou a sua explicação. – No primeiro sinal de invasão, de que aquela porta será arrombada, um revestimento de metal descerá do telhado e cobrirá essa casa por um período de 24 horas.  – O agente se aproximou de um quadro de barco pesqueiro perto da escada. – A Majest sabe que essa casa é pequena para vocês e por isso nossos especialistas criaram isso. – 001 prensou sua mão esquerda no quadro e a mesma foi digitalizada. Um alçapão se abriu dando continuidade a escada, mas para o andar de baixo. – Lá em baixo vocês tem acesso a incontáveis salas de treinamento, bibliotecas e muitas outras coisas, inclusive área do pânico e uma sala de comunicação direta comigo. – 001 esfregou seus olhos. – Perguntas? –

- Quem invadiria e por quê? – Katrina perguntou.

- Vocês enfrentarão membros do Metal Death. Quem acha que vai tentar invadir essa casa se descobrirem? E porque acha que fariam isso? – 001 cruzou seus braços. – Se invadirem, lutem e matem. – Ele continuou. – Os vizinhos não sabem que trabalho para a Majest e são gentis comigo. Se alguém me olhar estranho no minuto seguinte uma procedimento de eliminação será executado nesta vizinhança. –

- O que isso significa? – Akai perguntou.

- Execução. Vizinhos mortos. – Rin respondeu.

- Dispensados. Podem se acomodar se quiserem. – 001 mexeu de um lado a outro seu pescoço. – E o último quarto do terceiro andar é meu. –

O agente ao fim removeu seu termo e enquanto caminhava para um grande sofá preto foi removendo seus sapatos até por fim deitar e relaxou. Ele merecia um descanso depois daqueles dias exaustivos com incontáveis explicações. Só não dormiu nos primeiros minutos porque escutou cada um subindo as escadas e depois gritaria (às vezes com ofensas) com as escolhas de quartos. A vontade de dormir foi se intensificando quando escutou uma porta atrás da outra se fechando, e quando a última se fechou ele por fim adormeceu.

Cada um decorou de sua preferência o quarto.

Horas depois.

Akai Yowai utilizando sua individualidade se passava por Makoto Ishimaru que provavelmente descansava no quarto. A menina sabotava 001 passando chantilly em uma de suas mãos. Rin Kosei sozinha descia para buscar um copo de água e ficou interessada no que aquilo se desenvolveria. Akai olhou para a colega e pôs um indicador perto da boca pedindo silêncio. Gyako descia minutos depois apenas de bermuda e com bandagens em volta dos punhos e cruzou os braços interessado. Um a um foi chegando e assistia em silêncio. Inclusive o verdadeiro Makoto apareceu e até tentou contestar por ser sua aparência, mas Kin Vlad o silenciou e com ele abandonou o grupo. E por fim Akai esfregou o nariz de 001 e o homem levou sua mão coberta de chantilly para o rosto e mudou de posição. Um sono pesado de fato que tinha abatido o agente.

E mais algumas horas.

- E vocês não tem sequer uma informação? – Gyako perguntou sentado no mesmo sofá de horas atrás. Assistindo uma luta com o agente e Katrina.

- Não. – 001 respondeu.

- Porque não vamos para os lugares certos então? – Katrina perguntou da cozinha enquanto comia um brigadeiro.

- Lugares certos? – 001 perguntou.

- Eu também quero. – Mikaella murmurou para a colega, chegando agora depois de ficar tanto tempo no quarto.

- Boa ideia. – Gyako olhou para a russa e depois para 001. – Em vizinhanças menos hostis que essa. Em lugares pouco amigáveis. É isso que a Vodca tá querendo dizer. Em lugares que o sangue fale alto. – Um brilho nos olhos do lutador fez o agente entender.

- Me apelidou de Vodca só porque sou russa? – Katrina perguntou.

- Não conheço mais nada do seu país. – Gyako respondeu e deu de ombros.

- E vocês acham que teremos algo? – 001 perguntou. Querendo que aquilo não levasse a uma discussão.

- Lugares certos, pessoas certas. – Katrina respondeu.

Gyako se levantou e comemorou quando um dos lutadores no programa por fim caiu nocauteado. 001 suspirou e olhou para a mulher que controlava sombras e que terminava de comer um brigadeiro. A ideia de procurar em lugares certos quem sabe encontrariam algo a respeito do Metal Death. Ele ignorou completamente a vitória do lutador televisivo e a comemoração do rapaz ao seu lado.

- Chame William e saímos em quinze minutos. Não avise os outros, devem estar cansados. – 001 olhava para a controladora das sombras enquanto falava e depois fitou o lutador que parecia animado. – Não se anime. Você vai ficar. –

- Por quê?! – Gyako perguntou. Decepção era bem evidente em seus olhos.

- Porque estou mandando. – 001 respondeu.

Algo nos olhos do agente sugeria que era melhor que o lutador o obedecesse. Gyako murmurou alguma coisa enquanto se acomodava melhor no sofá e cruzava os braços depois de mudar de canal e se entreter com outra luta com os dois lutadores ensopados de suor e sangue. 001 foi até a porta e lá aguardou por William que depois de minutos descia as escadas com sua roupa de motoqueiro, e Katrina com uma blusa de alças um pouco grossas e longa, chegando até a metade de sua coxa, uma jaqueta jeans com as mangas arregaçadas, calças um pouco rasgadas e presas por um cinto de fivela prateada, botas de cano alto sem salto e luvas com os dedos cortados. 001 arqueou suas sobrancelhas e por um momento cogitou assobiar, mas era melhor não.

- Aonde vamos? – William perguntou.

- Dar uma volta. – 001 respondeu. – Procurar por criminosos. Espancar alguém e julgar por seus respectivos crimes. Talvez matar um ou outro. –

- Droga. – Gyako murmurou.

Sim. Katrina Black e William Joseph eram as melhores escolhas, eles tinham um conhecimento melhor do que era uma luta, muito diferente do Kurotsuki que era em geral um selvagem. Os três deixaram a residência minutos depois, 001 e Katrina de carro e William logo atrás com sua motocicleta. A ideia era bem simples inicialmente: Procurar violência gratuita com pessoas ensandecidas, ou lugares de aparência nada amigáveis, onde alguém teria informação a respeito do Metal Death. 001 tinha que admitir que ninguém da Majest pensou naquilo.

A madrugada finalmente vai se aproximando e os três continuam naquela busca. E param nas proximidades de um bar que dizia estar fechado, mas era evidente ainda estar aberto por causa da claridade e também porque um individuo acabou sendo jogado pela janela encoberto por fogo. Não custava nada entrar para saber mais sobre. 001 e Katrina saem do carro e entram no bar com William poucos metros.

- Estamos fechados. – O barman, com o corpo em chamas, falava com tranquilidade, mas tinha algo mais em sua voz.

- Não parece. – 001 comentou. Olhando ao redor para as inúmeras figuras pouco amigáveis. Ele sorriu para o barman e apontou para Katrina e depois para William. – Nos perdemos. Íamos comemorar o noivado, mas acabamos nos perdendo. Podemos beber aqui? –

- Sentem-se. Vão querer o que? – O barman perguntou.

- A melhor bebida da casa. Três rodadas é por minha conta. – 001 gritou aquela última parte. Algumas pessoas comemoraram, outras continuaram o que estavam fazendo.

O Barman serviu Absinto para os três e fez o mesmo com as pessoas que se aproximaram com um copo vazio. 001 levantou seu copo para os russos ao seu lado e bebeu e murmurou quando a bebida desceu queimando por sua garganta. Katrina e William imitaram.

- Sua amiga não é jovem para casar? – O barman perguntou novamente e olhando Katrina.

- Desde quando tem idade para se amar? – 001 também perguntou. – Só é triste que meu amigo esteja sem dinheiro para um anel. Russos desgraçados, conquistando nossas mulheres. – 001 esfregou os olhos. – Se bem que também estou na merda. Meu chefe me demitiu e estou só com o dinheiro que tinha guardado. Mas bola para frente! – O agente deveria admitir que era ótimo ator.

- Viva. – Katrina levantou seu copo.

- Como se conheceram? – O barman perguntou.

- Ah. Ela frequentou a mesma igreja que eu. – William respondeu antes de Katrina. – Deus nos guiou até hoje. –

- Além de russo é religioso, vê se pode! – 001 falou. – Só queria essa sorte para ter dinheiro. –

001 suspirou e o mais discretamente possível olhou para trás. Sabia que estava sendo observado desde que tinha citado a falsa falta de dinheiro dos três. Em seu ramo era vital saber quando estava sendo vigiado e por quem, se não estaria morto em uma sarjeta. Alguns minutos depois o agente tosse e sai de sua cadeira e bate nos ombros dos dois e nisso vão embora, claro que depois de pagarem a conta.

- Podem ir à frente. – O agente murmurou assim que deixaram o bar.

Katrina e William obedecem e entram no carro. Não muito depois outro sai do bar e chama a atenção do agente que fingia se lamuriar na sarjeta por falta de dinheiro e amor na vida. E entregou ao agente um papel. 001 agradeceu e abraçou o homem e foi para o carro.

- O que foi aquilo? – William perguntou.

- Mentiras. – O agente respondeu. – Um pouco de teatro. Ele me disse que se nós precisássemos de dinheiro que fossemos neste endereço hoje. Lá tem a solução para os nossos problemas. – 001 olhou o endereço.

- Que sujo. – Katrina comentou. – Mas o que acontece se nesse endereço for um local religioso? –

- Eu volto e mato aquele cara. – 001 respondeu.

William retornou para sua motocicleta e com isso partiram para o endereço marcado. Depois de trinta minutos os três chegaram a um porto com containers por todas as partes, mas seguiram caminho até dezenas de carros (alguns de luxo) estarem estacionados próximos a um navio cargueiro com pessoas entrando e saindo e um segurança. Dava para ouvir uma comoção de dentro do cargueiro. Os três subiram e foram inspecionados pelo segurança que provavelmente procurava por câmeras e quando não encontrou nada além dos celulares permitiu a passagem deles. O cargueiro não estava abastecido com container, ou seja, não viajaria. O trio continuou entrando no navio e ouvindo a comoção se intensificando. E por fim depois de minutos chegaram à origem da gritaria; um ringue clandestino. Os únicos containers eram quatro e serviam como um ringue para dois lutadores que usavam apenas suas roupas, com seus rostos cheios de hematomas e sangue. Tinha uma arquibancada, mas o material usado em sua construção era do mesmo material que do navio. E dezenas de pessoas gritavam animadas por cada soco, chute, cotovelada e cabeçada que um lutador dava no outro. E gritavam mais animadas ainda quando um deles perdia um dente ou sangue. E era bem evidente que individualidades eram liberadas já que um dos sujeitos eletrocutou o outro.


Notas Finais


Sim. Um capítulo por dia seguido, mas acabou OFICIALMENTE essa brincadeira.


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