História Empty - Simbar. - Capítulo 3


Escrita por: e Bel_02

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Alfredo, Ámbar Benson, Delfina, Emília, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Matteo Balsano, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Silvana, Simón, Yam
Tags Ámbar Smith, Simbar, Sou Luna
Visualizações 151
Palavras 1.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora ;-;

R.I.P imagem do capítulo, n quer carregar '-'

Capítulo 3 - Destruição


Fanfic / Fanfiction Empty - Simbar. - Capítulo 3 - Destruição

Ámbar abriu a porta de seu quarto, e se jogou direto na cama. Ela queria ficar pra sempre ali, jogada, mas nem mesmo no seu quarto se sentia confortável. Ela se sentou na cama e olhou em volta. Perto da porta, a caixa enorme de som que ela costumava colocar rock e dançar com Emília, do outro, a penteadeira que ela costumava falar com seu reflexo e que as vezes Sharon ia até lá e mexia no cabelo dela. Ela estava rodeada de lembranças, e nunca conseguiria esquecer se continuasse assim. Então Ámbar se levantou e resolveu fazer uma coisa...

— Já chega! — Ámbar gritou pra si mesma e começou a revirar tudo. Isso a lembrou quando ela pintou todo o quarto de preto. Mas dessa vez era diferente, ela não ia mudar o quarto, ela ia destrui-lo.

Ámbar pegou todas as suas roupas e acessórios e colocou numa mala, pegou os presentes que havia ganhado de Sharon, e jogou num balde, e colocou no corredor. Ámbar empurrou sua penteadeira até a janela, e chegando lá, jogou a penteadeira pela janela. O som do vidro quebrado foi ouvido e Ámbar sorriu de canto. Ela imaginou se Emília estivesse ali, ela nunca falaria pra ela se acalmar, pelo contrário, ajudaria. Porque é isso que Ámbar e Emília faziam juntas; destruição.

— Ámbar, oque está acontecendo? — Ámbar escutou a voz de Matteo.

— Nada. — Ela diz logo depois de empurrar seu espelho no chão. Ela escutou o som da porta se abrindo.

— Ámbar, oque você está fazendo? — Matteo perguntou assustado. Ela deu de ombros, e empurrou sua cômoda no chão. Ela puxou suas cortinas em seguida, e fechou os olhos várias vezes com a quantidade de luz solar em seu rosto. Alguém mais entra no quarto e Ámbar se vira.

— Oque está acontecendo aqui? — Simon pergunta. Ele olha em volta. — Oque você está fazendo?

— Esquecendo tudo. — Ela respondeu. Matteo a olhava preocupado, provavelmente achando que ela estava ficando louca. Ámbar foi até sua cama e tirou os lençóis, jogou no chão. Virou a cama no chão, e o barulho foi o suficiente para todos escutarem.

— Ámbar, por favor, se acalme. — Simon disse e se aproximou dela.

— Estou muito calma. — Ámbar disse e saiu do quarto, pegou o balde com os presentes de Sharon e desceu as escadas.

— Ámbar, oque você vai fazer? — Matteo pergunta e ele e Simon a seguem. Alfredo, os Valente e Michel e Pedro estavam na ponta da escada olhando lá em cima.

— Oque está acontecendo? — Alfredo pergunta. — Vi sua penteadeira quebrada no jardim, Ámbar.

— Nada, senhor Alfredo. — Ámbar respondeu com um sorriso, e parou na frente de todos com o balde em sua mão.

— Ela estava destruindo o quarto. — Simon diz pra Alfredo e todos a encaram. Antes que todos comecem a tentar acalma-la, Ámbar vai pra fora da mansão, com o balde. Ela joga tudo em um balde de aço que tinha no quintal, ela pega um isqueiro, o acende e coloca no balde, queimando todas as lembranças que tinha de Sharon.


Lá dentro, todos discutiam o assunto de Ámbar.

— Estou tão preocupada. — Mônica disse. — Ela já não estava bem antes, e depois dessa notícia então...

— Aonde será que ela foi? — Michel pergunta.

— Não sei. — Matteo responde.

— Oque será que tinha naquele balde? — Alfredo pergunta.

— Vi acessórios, perfumes… — Simon responde.

— Vocês só falam da Ámbar, meu Deus! — Luna diz e revira os olhos. — Ela só quer chamar atenção. — Mônica a repreende com o olhar.

— A única família dela morreu, Luna. — Miguel diz.

— Tá, me desculpem. — Luna diz. — Que cheiro é esse de… Queimado?

— Acho que a Maggie deve ter queimado a comida. — Mônica diz. — Ela não leva muito jeito.

— Mas o cheiro vem de lá fora… — Pedro diz. — Será que... — É ouvido o som de uma explosão vinda de lá de fora, e todos saem correndo. Todos ficaram assustados com a visão, dentro do balde, chamas de fogo, Ámbar sentada longe do balde e algumas flores em chamas.

— Você colocou fogo nas suas coisas!? — Michel diz assustado. — Sempre te achei estranha, mas nunca capaz de explodir suas próprias coisas.

— Ámbar... — Alfredo tentou dizer alguma coisa. Começaram a sair algumas lágrimas dos olhos de Ámbar.

— Eu precisava acabar com essas lembranças.

— Vai mesmo embora? — Simon disse, encostado na porta do "quarto" de Ámbar.

— Sim. — Ela disse, enquanto pegava sua última mala. A única coisa que não havia destruído era o closet/guarda-roupa.

— Consegue se virar sozinha? — Ele pergunta preocupado.

— Assim você me envergonha, Simon. Como se eu fosse colocar fogo na minha casa. — Ela diz irônica.

— Depois de hoje cedo, eu não duvido nada. — Ele diz brincalhão e os dois riem.

— Fique calmo, o pior que pode acontecer é eu incendiar a casa fazendo comida. — Ela diz. — Mas então, Álvarez, não devia estar trabalhando?

— Estou ocupado demais impedindo minha chefe de colocar fogo na própria casa. — Ele diz sorrindo. Ámbar da um sorriso mínimo, mas sincero e abraça Simon.

— Preciso ir. — Ela diz ainda abraçada.

— Até logo. — Ele diz enquanto fazia cafuné em seu cabelo. Não é como se eles nunca mais fossem se ver, mas estavam tão acostumados a se verem em todo lugar… Simon sentiria falta de sua rebeldia; ou de seu esquecimento de tomar café da manhã. E Ámbar de sua alegria; de suas risadas ou sorrisos, mesmo não sendo direcionados a ela.

Eles se separam e ficam se encarando, quando Matteo aparece na porta.

— O motorista está esperando. — Ele diz e Ámbar e Simon saem com as malas. Eles descem as escadas, sem muita dificuldade, Alfredo e os demais a esperavam na sala.

— Se cuida loira. Vê se não queima nada por lá, tá? — Pedro diz brincalhão e dá um abraço tão apertado que Ámbar se arrepiou todinha. Não sabia quando surgiu tanto carinho. Eles se separaram e Pedro a encarou sorridente.

— Tchau, Ámbar. — Michel e Luna disseram em uníssono e riram, deixando Matteo incomodado.

— Se cuida, Ámbar. — Mônica disse e a abraçou fortemente. Com o tempo Mônica acabou virando uma segunda mãe pra Ámbar.

— Até breve, Ámbar. — Alfredo disse e Ámbar sorriu. Ela puxou as malas e foi pra fora, ela e o motorista colocaram tudo no porta-malas e saíram de lá.


Notas Finais


G.


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