História En cambio no - Capítulo 9


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desaparecida, mas agradecida!
Muito obrigada pelos comentários, estímulos e carinho que tenho recebido.
Espero de verdade que gostem desse capítulo. Ele é a explicação de muitos fatos.

Capítulo 9 - Quizá bastaba respirar Solo respirar muy lento


 

Conrado

Abri a porta do escritório como demasiada força para encontrar Armando. O imponente general que eu conhecia. O que vi foi um homem de expressão cansada e corpo frágil. Pela surpresa dele, provavelmente não sabia que eu estava vivo.

— Como? Como sobreviveu? — Ele olhava para  Louise e para mim alternadamente. A pele estava lívida. Ele achava que Christopher tinha conseguido me matar.

— Queria que eu estivesse morto? Assassinato aumentaria a pena do Christopher, deveria ficar feliz... — Ironizei sem saber de onde me saia forças para aquilo.

— Não veio para brigar não é Conrado? — Maria Rita me advertiu. — Agora vai começar a explicar como tudo isso começou, Armando. Vai contar para esse gravador, o que o seu filho fez.

O homem sisudo e firme como uma rocha se ergueu da cadeira e caminhou até a janela. Louise ligou o gravador perto dele e eu esperei. Por mais que minha vontade fosse obrigar ele falar tudo de uma vez.

— Christopher é o que os filmes de ação gostam de chamar de espião duplo. Ele trabalha para quem paga mais... — Ele olhou para mim, vindo em minha direção. Parecia que o assunto era mais comigo do que com qualquer outra pessoa. — Foi ele desde o começo que vendia informações para guerrilha e seus aliados, mesmo trabalhando para o EB.

— Por isso que eu te disse que ele tinha te imputado os crimes dele... — Louise me recordou e eu assenti. Minha angústia aumentava a cada vez que ouvia meu nome no jornal.

Todos os dias, notícias ao meu respeito apareciam no jornal. A cada dia eu era acusado de crimes em países que eu sequer sabia onde era. A pequena cidade estava em polvorosa. Um espião duplo, um homem sem caráter e sem honra que foi o responsável por um golpe de estado, era de lá. Uma pessoa que atuava sorrateiramente, como um rato, carregando informações para o lado que mais convinha, enganava, mentia, torturava.  E todo mundo achava que era eu.

— Por que ele fez isso comigo? — Pensei alto e me direcionei a Armando. Se há alguém pronto a me dar essas respostas, era ele.

— Eu não sei quando foi o exato momento que ele se tornou apaixonado por Lílian, talvez eu não tenha percebido por não lhe dar atenção suficiente... Um dia eu havia acabado de chegar de viagem e o encontrei no escritório. Tudo estava revirado e o meu filho estava jogado no chão como um bêbado. Ele me contou que Lily estava de caso com um aspirante qualquer. E que aquilo era inadmissível...

— Como ele descobriu isso? — Questionei. Algo em minha mente fervilhava. Parecia que quanto mais tinha respostas, mais tinha dúvidas.

Em uma tarde livre em que tinha saído com Lily, notei algo entre as árvores do parque. Não dei tanta atenção, pensei que fosse um animal qualquer, mas já no quartel, a pequena caixa de pássaros que Lily confeccionou naquele encontro,e eu tinha deixado em minha gaveta, havia sumido. À noite, no jantar, notei o olhar de Christopher sobre mim. Não levei em tanta consideração, mas agora fazia sentido.

— Ele seguiu Lily e viu dois no descampado do parque. Disse que pareciam dois adolescentes idiotas fazendo colagens com madeira no meio do nada.

Apertei meus punhos e trinquei da mandíbula. Ele a seguia e nos espionava.

Armando continuou:

— Eu tentei acalmá-lo, fazê-lo entender que Lily ter sentimentos por outro homem era perfeitamente normal, mas ele não me ouvia. Dedicou-se inteiramente a seguir vocês dois por todos os lugares, como um louco. Criando situações para te prejudicar.

Uma peça se encaixou.

Eu não costumava frequentar os programas semanais dos meus colegas. O ambiente era sempre lotado de prostituição e repleto de bêbados que pareciam não ter outro tipo de diversão. Mas naquele dia, eu acompanhei alguns colegas que perderam uma aposta tola e que teriam que se embebedar, eu seria o motorista do carro de um deles.

Tinha discutido com Lily por algum motivo nem tão importante e estava com a cabeça cheia demais para as conversas dos meus amigos. Eles até tentaram me distrair, mas eu estava distante daqueles assuntos e preferi esperar do lado de fora para que eles cumprissem a aposta.

No meio do caminho até a porta Carlos, um dos amigos próximos de Christopher passou por mim e me parou.

“Largou a namoradinha pelas prostitutas?”

Eu tente seguir meu caminho, afinal, ele estava alto e eu não faria caso do que saísse de sua boca.

“ Não vai embora... Não precisa encontrar com Lílian agora. Christopher deve estar consolando ela” Ele cantarolou bêbado e sorriu fazendo gestos obscenos com as mãos. As pernas não se sustentavam sozinhas.

Perdi o pouco de paciência que me restava e o empurrei somente para que ele saísse da minha frente. Mas ele foi persistente. Minha cabeça já latejava de ódio. Meu sangue parecia ferver dentro de mim e meus punhos se cerraram.

“Você é igual ao seu pai... Um fraco! Lily vai te deixar... você vai viver na sarjeta igual aquele bêbado miserável, e Lily vai ser consolada, muito bem consolada pelo quartel inteiro” Ele ria como se fosse à coisa mais engraçada do mundo.

Joguei Carlos no chão com um soco e me afastei. Minha mão doía e minha mente deu um nó ao vê-lo caído, mas rindo. Afastei-me ao ver meus amigos se aproximarem da confusão e uma roda começar a se formar.

“ O que é? Vai me bater mais? Todo mundo sabe que Lily é patrimônio do quartel” Ele ria com a boca ensanguentada.

Maurício e Xavier, dois dos meus amigos, levantaram o sujeito do chão com uma expressão compreensiva e ele ria descontroladamente. O dono do bar apareceu de algum lugar que eu não consegui calcular e me empurrou pra perto da porta.

Lembro claramente de Xavier mandar Carlos calar a boca várias vezes e me dizer com um olhar que eu fosse embora. Deixei aquele bar com a cabeça fervendo. Minha cabeça chegava a girar com todas aquelas palavras.

Vi várias chamadas de Lily irem direto para caixa postal naquela noite. Eu estava envergonhado pelas minhas atitudes, com raiva de Carlos, a pessoa que eu menos queria decepcionar era ela.

— Carlos fez aquilo a mando dele? — Minha mandíbula travou.

— Fez para te provocar ciúmes. Para que descontasse em Lily e forçasse-a a se afastar de Christopher, isso a irritaria. — Armando colocou a mão nos bolsos estudando minhas reações.

— Seu filho é um psicopata... — Sibilei.

— Nada que Christopher fazia surtia efeito... Então um dia, ele soube sobre o casamento secreto de vocês. Soube quando passou a noite pela rua de Arthur e viu vocês dois chegando perto do portão. Mesmo a distância ele ouviu o suficiente.

Armando se perdeu desgostoso numa memória que lhe pareceu deprimente.

— Meu filho enlouqueceu. Eu estava viajando, mas Aparecida me ligou desesperada. Ele jogou tudo que encontrou pela frente do caminho da porta da sala até o próprio quarto... Fui obrigado a retornar de viagem mais cedo... Ele estava descontrolado, parecia um monstro... Também tenho minhas marcas dessa situação Conrado — Ele deu as costas e levantou a camisa para mostrar as costas.

Apesar de falar sobre o assunto dolorosamente, senti naturalidade, como se tivesse facilidade em lidar com aquilo. Não deveria ser a primeira vez que ele agredia o pai.

A pele estava se recuperando de várias lacerações feitas com algum objeto cortante. Antes que eu formulasse um nome para aquilo ele mesmo me apresentou.

— Ele me chicoteou... Em um ataque de ódio, me chicoteou com um cinto... No dia seguinte, ele chorou no meu colo, me pedindo desculpas, se explicando, e é óbvio que eu o perdoei. Durante quatro dias ele parecia ter voltado a ser o meu menino tranquilo e carinhoso e foi então que ele me pediu para ver os álbuns...

— E ele encontrou as fotos, e uma maneira de chantagear Arthur... — Deduzi e ele confirmou com a cabeça.

— Ele já queria encontrar algo, só me iludiu para que eu não o impedisse. Fingiu que estava bem para eu não desconfiar. Quando Lily viajou para o litoral para se casar, ele seguiu vocês. Hospedou-se perto da casa que estavam, acompanhou em silêncio e armou para que você fosse culpado pelos crimes que ele cometeu. Todos os crimes.

— Como?! — Eu não conseguia entender como ele conseguiu isso. Parecia que apesar de claro, ainda não parecia real.

 — Os revolucionários, ou qualquer pessoa para que Christopher já trabalho, jamais o viram pessoalmente, na verdade, poucas pessoas já o viram atuar, então ele entregou sua ficha para todos os contatos dele, te deixando como o responsável de vários atos, até terroristas, em várias partes do mundo. Ele se escondeu atrás da sua identidade, assim ele se livraria de você de forma definitiva. Porque se não morresse ou se o amor de Lily resistisse a tudo isso, ele destruiria sua reputação até que Lily te odiasse. Então seriam só os dois. Ele não atua mais, diz que agora quer te paz com ela.

Eu estava estático. Armando esperava pela minha reação como se eu devesse me posicionar imediatamente. Mas eu não conseguia. Era tudo insano demais. Era tudo louco demais.

— Ele imitava você em alguns pequenos traços, queria que ela associasse. Passou a usar discretamente o mesmo perfume que você. Lily até chegou a comentar que tinha um cheiro conhecido pela casa. Eu sabia que era de você que ela falava... Me falava do bebê, ele sente que é o pai dele...  — Ele continuava a falar e minha cabeça girava. Esfreguei meu rosto e mexi no meu cabelo.

Era de fazer qualquer pessoa normal perder a razão. Tudo parecia se encaixar.

A ligação de Louise. O ataque, aquele ataque totalmente descabido e fora de razão que me atormentava todas as noites, que me tornava frágil. Que me dera uma luta constante contra a loucura e a vontade de desistir de viver. Era isso que eu sentia. Raiva, desespero e principalmente desânimo. Viver carregando aquelas lembranças era um fardo pesado demais.

A madrugada do ataque estava fria e nublada, havia chovido o dia inteiro para ser mais exato. Eu tinha permanecido de guarda no período diurno, e já tinha me recolhido, ainda com a mente em Lily e em tudo que Louize falou ao telefone. Com a doce inocência de não entender porque tomar cuidado. Mas mesmo assim estava atento.

Quando ouvi um barulho distante na mata, levantei da cama até a fresta da janela. Uma sombra passou rápido por entre umas árvores distantes. Podia ser um bicho, mas eu senti que não era. Senti um impulso no meu peito e uma voz que dizia para eu avisar aos outros e desaparecer. Não conseguia desobedecer. Peguei o rádio e avisei para os de vigia que tinha visto algo por perto. Eles discutiram comigo. Lembro perfeitamente de um deles rir e dizer que eu estava delirando. Acreditaram tarde demais.

Tiros e mais tiros, explosões perto do contêiner que nos abrigava e minas eclodindo quando os soldados desesperados tentavam seguir o treinamento. Tudo tinha sido armado. Dava para sentir pela organização. Peguei duas armas, uma de maior calibre, um rifle, e uma pistola no chão. Mas não consegui chegar longe o suficiente.

Parecia que aquele tormento não teria fim.

Vi amigos já mortos ou morrendo. Tentei carregar Xavier, ferido no abdômen. Eu sabia que ele não sobreviveria. Mas não o deixaria morrer naquele inferno. Arrastei seu corpo até atrás de um lajedo.

“ Precisa sair daqui!” Ele segurou minha camisa com pouca força. O rosto sujo da lama, o sangue grosso se espalhava pela camisa que carregava nossos nomes. Ele estava dormindo, assim como boa parte de nós. Minha mente gritava que não tinha como nós sermos localizados.

“ Vamos sair daqui!” Retruquei, apertando com força o ferimento. Dava para sentir entre meus dedos a laceração da bala.

Então ele sorriu. Agarrou meu pescoço e eu senti que ele estava engasgando com o sangue.

“ Eu vou... morrer. Vá!” Ele me empurrou e num movimento rápido atirou em alguém atrás de mim. Bem no rosto. A arma caiu do lado dele. Ele já estava morto. Usou as últimas forças para me proteger.

Senti meu ombro sangrar, achei sem importância. Precisava me disfarçar no meio do mato até chegar numa estrada e pedir ajuda de alguém. Vesti a roupa do homem que Xavier atirou e joguei minha camisa em cima dele, o cobrindo. Foi aquele homem que provavelmente estava enterrado com o meu nome no túmulo.

Perdi-me e me achei tantas vezes ali dentro que aos poucos perdi a esperança. Na tarde depois do ataque foi que percebi o motivo da minha fraqueza. Meu sangramento no ombro não parava. Um estilhaço de bala me atingiu de raspão. Cheguei ao limite humano de dor e agonia.

Meu ouvido zumbia e estava desorientado. Perdia o senso de direção. Fui castigado pelo sol aterrador e depois pela chuva que me causava ardor por todo corpo de tanto frio.

Não sei onde me encontram, nem como. Só lembro vagamente do hospital. E tudo gira novamente. Explosões, mortes, dor, traição, afastamento, crimes  que eu era culpado todo o dia, jornais do mundo inteiro me culpavam pelos crimes dele. Ele havia ganhado liberdade em  troca da minha prisão, Lily coagida e tudo se conectava a Christopher.

Tateei na mesa para me erguer. Todos me olhavam. Viram o homem ferido que eu tinha me tornado. Viram a fragilidade da guerra, da traição, do trauma. Todos esperavam que eu me calasse e me encolhesse, e não nego, essa era a minha vontade. Não sentir mais dor.

— Você vai tirar aquele psicopata de perto da minha mulher. Não sei como, mas vai! — As lágrimas saltaram dos meus olhos.

Era como ouvir aquelas bombas e tiros de novo e de novo. Eu olhava para Armando, mas via o alojamento em chamas, pessoas mortas e destruição. Eu não queria lembrar daquilo, não queria, mas quando as memórias recomeçavam, era difícil controla-las.

— Eu lhe devo um pedido de perdão, o comportamento do meu filho... — Armando começava a se justificar.

Não era certo. Eu sabia. Armando era só mais uma vítima.

— O que o seu filho fez não precisa das minhas desculpas, precisa de punição. Não proteja aquele monstro pedindo perdão pelo que ele fez. Você pode não ser um santo general, mas é uma vítima dele. — Eu estava me sentindo fraco. Minhas pernas falhavam. Louise agarrou meu braço me ajudando a ficar em pé. Eu rapidamente me ergui. —  Está na hora de ser forte e tirar Lily de perto dele, eu não quero imaginar, não consigo imaginar que ele está perto dos dois...

Louise alisou meus ombros me consolando. Eu não queria consolo, queria ação.

— Precisa descansar um pouco. Foi muito para hoje.

Então eu lembrei Lily. Seu sorriso inocente e ao mesmo tempo genioso. Suas risadas curtas pela falta de ar. Lembrei como ela adorava móveis, ossos do ofício. Ser decoradora a fazia me arrastar a feirões de móveis, dos caros aos baratos. Ela parecia louca, completamente louca, mas ela era a minha louca. Era a loucura dela que fazia meu coração pulsar novamente, com vontade, ânimo. Era ela.

Eu a amava tanto que doía, doía na minha alma, doía a distância, doía ouvir como ela sofria, doía saber que ninguém sabia dizer como ela estava.

E eu precisava respirar. Precisava respirar mesmo, mas perto dela. Ela não era meu ar. O ar está em todos os lugares. Ela não era meus pulmões. Mas era ela que contribuía para eu querer fazer meu pulmão funcionar, era ela que me dava tanto amor que me fazia querer respirar e viver.

— Qual o plano? — Eu disse firme.

— Conrado...

— O plano!

Louise olhou para Arthur, para Armando, e em seguida para o pai de Lily.

— Tirar Lily de lá o mais rápido possível, antes mesmo do juiz ordenar prisão. Não sabemos o que ele pode fazer quando a polícia bater na porta... Garantiremos a segurança dela. O juiz vai analisar as provas amanhã a noite. Ai dará decisão de manhã. Temos a madrugada pra tirar Lily de lá.

Eu sabia que era arriscado, exigir dela algum esforço quando eu sabia que ela estava doente. Eu sabia que poderia morrer, dessa vez de verdade, se não tivesse preparo para entrar lá. Eu sabia de tudo isso.

Não dormi, passei a noite escrevendo e formulando o que faria. Arthur, o noivo de Louise, me ajudou a entender o funcionamento das câmeras de segurança da casa. Armando disponibilizou a planta do sobrado e me indicou uma portinhola que havia no jardim. Ela dava para a ladeira da colina. Era a rota de fuga mais rápida. O maior problema era que eu precisava de Lily com forças para andar rápido o suficiente enquanto Armando distraia o filho.

Eu sentia que ela estava piorando, mas não sabia o que ela tinha. Sentia dentro do meu peito a cada minuto que ela não tinha mais forças para lutar contra nada. Quando fechava meus olhos tentava imaginar que podia tocá-la, que podia fazer carinho na grande barriga que Louise dizia que ela tinha. Sonhava que podia agarrá-la num abraço e sentir que ela respirava presa a mim. Eu tinha fé, fé que ela seria feliz e teria a paz que ela não estava tendo nos últimos meses.

Eu daria isso a ela. Independente do que acontecesse, Christopher nunca mais tocaria nela. Eu só precisava de calma, em breve todos nós respiraríamos livres daquele inferno.


Notas Finais


Desculpem a demora. Tive tantas coisas pra resolver! Pra quem lê Itália e leu o último capítulo que postei, viu que tive um semestre bastante atarefado, posso dizer que aconteceram coisas até demais, drama demais, problemas demais. Simplesmente não tinha tempo de conseguir fazer algo por aqui. Tenho um carinho muito grande pelo que escrevo e não quero fazer algo que não seja o meu melhor.
Se estiver aquém, me perdoem, mas estou fazendo o meu melhor por aqui <3
Teremos outro e o epílogo!
Beijos e até o próximo.


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