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História Encanto Tom Hiddleston - Capítulo 27


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Capítulo 27 - Vinte e Seis


Tom nunca fora o tipo de pessoa que agia mais pela emoção. Ele dizia que era intermediário, puxando um pouco mais para cada lado dependendo da situação.

Mas, quando conversava com um colega de trabalho a respeito de que estava procurando um apartamento e o homem lhe falou a respeito de uma casa, ele se interessou de imediato. Ficou martelando essa ideia por uma semana, até que decidiu falar com o professor para fazerem uma visita.
Entraram no carro e seguiram caminho.

"Uma casa? Não será demais? Somos só dois..." O homem se perguntava durante o caminho até a residência. "Pense no futuro, Thomas. Visitas de familiares, de amigos, filhos..." sua mente respondia prontamente.

— Filhos... — balbuciou para si mesmo e passou a encarar por onde passavam pela janela do carro.

— Estamos chegando. — O professor, que era proprietário da casa, estava o levando lá para dar uma olhada.

Quando chegaram, Thomas observou pedaço por pedaço, desde o pequeno espaço por fora da casa quanto por dentro. Três quartos, dois banheiros, uma sala, uma cozinha e uma área. 

Se imaginou acordando de manhã, levantando da cama e admirando Olivia dormir a seu lado. Deu um suave beijo no ombro de sua noiva, a viu se mexer e saiu do quarto. Abriu a porta do quarto ao lado e viu uma estante repleta de livros espalhados por ali. Seu escritório. Sorriu. Depois, saiu e viu uma porta entre aberta, a empurrou e deu de cara com sua futura esposa segurando uma criança no colo. Olhe quem me acordou. Ela virou-se em sua direção e sorriu lhe entregando a criança nos braços.

— É uma casa bem bonita e conservada, talvez precise de uns ajustes aqui ou ali, mas nada muito fora do normal. Também pode construir nesse pequeno jardim ou na casa mesmo. — O professor é tirado de seus devaneios ao ouvir o colega falar atrás de si. — Como está fechada há algum tempo, o preço não é...

— Eu quero. — Thomas disse de prontidão.

— ... Tão alto. — sorriu.

Eles ficaram ali por mais algum tempo resolvendo por menores e continuariam se falando ao longo da semana.

[...]

— UMA CASA? — Olivia, que estava incrédula, gritou.

Tom não sabia se isso era bom ou ruim.

— Uma casa! — passou a encarar a mulher estudar qualquer emoção que ela deixasse transparecer.

Olivia saiu de seu colo e ficou de costas para ele colocando a mão na boca.

O homem estava preocupado, não queria ter agido mal. Mas essa preocupação evaporou quando a mulher virou de frente para ele e pulou em seus braços rindo.

— Uma casa? — ela gargalhava — Tom — ela segurou meu rosto e olhou nos olhos dele — Mas como assim? — ela ainda ria.

Tom falou que sentiu que precisava comprar aquela casa — sem mencionar a visão que tivera quando estava lá e acabou que assim o fez. Ele sentia-se animadamente feliz e completo ao ver a felicidade que a mulher que ele amava havia ficado com a notícia. Ambos sentindo um sentimento de felicidade, aproveitaram a novidade pelo resto da noite.

»»»«««

— Com certeza esse será o local que eu vou passar mais tempo. — Olivia dizia enquanto pegava impulso e se deixava levar pelo balançador. 

Tom não havia visto, mas quando levou a mulher para conhecer a casa, foi a primeira coisa que ela bateu o olho: um balançador no lado de fora. Os dois já estavam há alguns minutos ali, até que Olivia parou e levantou. Tonta e descalça, ela sentiu a grama nos pés lhe dar uma ideia.

— Tive uma ideia. — chamou a atenção do homem — Nossa, ainda estou meio zonza — riu — E se... nós nos casarmos aqui?

Aquela pergunta pegou Tom de surpresa. Casar-se ali... O homem olhou ao redor e ficou pensativo.

— Digo... O que você achar que é melhor fazer, a maior parte dos convidados é sua. — ela volta para o lado dele no balanço e pega sua mão — Talvez eu tenha me empolgado, mas, é que eu realmente amei esse lugar, Tom. — a mulher sorria e tinha os olhos marejados — É aqui a continuação do começo da nossa história.

Quando pensavam na lista de convidados, Olivia percebeu que tinha bem menos conhecidos para chamar que Tom. Aliás, toda a família dele era de Londres e todos seus amigos também. Já no caso dela, a família, que morava no Brasil, estava fora de cogitação convidar, e sobravam poucos amigos e familiares mais distantes, sem a confirmação de que viriam. Além disso, teria alguns amigos do curso, do seu antigo emprego e do atual, fora Anna e Gabriela que seriam madrinhas.

Os dois queriam algo pequeno e aconchegante, elegante e clássico, mas totalmente alegre. Planejavam metade-metade para a festa.

Mas isso não a abalava, a família dele a tratava como parte desde o dia que se conheceram.

— Façamos assim: — o homem falou — casamos na igreja e fazemos a festa aqui. Que tal?

Ela foi até ele e beijou nos lábios.

— É perfeito. — sorriu.

Quando se separaram, o homem tornou a perguntar.

— Você está bem mesmo em relação a não vinda da sua família? Digo, mais pelos seus irmãos...

A mulher havia considerado, desconsiderado e reconsiderado chamar algum de seus irmãos. Mas lembrou que eles fizeram parte daquele teatro da última vez que esteve lá.

— Eu até estava meu incerta, mas sei que minha mãe seria capaz de vir junto e fazer algum escândalo ou acabar com meu dia. Melhor não. — suspirou.

Tom assentiu. Pelo pouco que conheceu pessoalmente e pelo muito que Olivia lhe contou a respeito de sua sogra, não duvidava. A mulher, assim como o marido e os outros filhos, tinha dinheiro como seu oxigênio.

— Vamos? — o homem levantou e foi para mais próximo de sua noiva — Temos muito a fazer — disse tirando os cabelos dela dos ombros e cheirando seu pescoço — E eu queria começar o quanto antes.

O homem deixou o tom mais rouco na última frase.

— E se... — a mulher disse se arrepiando com o toque — nós inaugurássemos a casa?

Tom parou o que estava fazendo e rapidamente a puxou pela mão e saiu correndo em direção a casa.

Assim que entrou, puxou a mulher para si e colou seus lábios no dela. Quente, lento e sedutor, aquele beijo era só o começo do que estariam para fazer.

A casa ainda tinha alguma mobília, e, para sorte do casal, havia ali um sofá bem grande esperando por eles.

Tom encaixa a mão entre o pescoço e a mandíbula de Olivia enquanto a guiava em direção àquele sofá.

Virou de costas para o mesmo e sentou ali, Olivia pôs as pernas de cada lado do corpo do homem ficando sentada próxima ao membro dele.

Olivia seguia o olhar de Tom por todo seu corpo enquanto ele tirava sua roupa. Ela o ajudou com a dele e passou a mão passeava sua mão pelo abdômen nu dele.

Entre beijos, mordidas e chupões, a mulher dançava e rebolava sentada no colo de Tom o fazendo ficar cada vez mais duro. Enquanto isso, o homem chupava um de seus seios enquanto massageava o outro com uma mão. A mulher sentia sua intimidade molhar a cada toque que fazia com o membro dele e cada vez que sentia a língua quente do homem entrar em contanto com algum dos seus mamilos os sugando.

Em um movimento rápido mas cuidadoso, Tom passa Olivia para o lado e fica em cima dela, dividindo seu peso entre os lados do sofá enquanto apoiava as mãos no mesmo.

Totalmente nú, Tom fica mais perto ainda da mulher e passa a estimulá-la com seu pênis lentamente em sua intimidade. Olivia sentia cada vez mais prazer, até que ele parou. E a penetrou. Molhada do jeito que estava, o membro do homem não demorou a entrar e se sentir apertado na intimidade da mulher.

Tom ia forte enquanto segurava as pernas da mulher, o que lhe dava apoio e mais liberdade. Cada vez mais fundo, forte e rápido, os dois gemiam e suavam no local que viria a ser a futura casa deles.

Não demorou para que os dois atingissem o ápice.

Deitados no sofá enquanto descansavam, Olivia teve um pensamento que a fez rir.

— Nossa primeira vez na casa. — disse e riu.

Tom a acompanhou.

— A primeira de muitas. — sorriu e a beijou no rosto.

Logo depois os dois se vestiram e foram para casa fazer telefonemas a respeito de um certo casamento que logo aconteceria.

 


Notas Finais


acho que ja falei isso mas tamo na reta final ne


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