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História Encontro às cegas - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Bota vermelha


Mark saiu do Uber devagar, logo depois de desejar tudo de bom para o motorista quatro vezes seguidas e dizer para ele ficar com Deus.

Havia chegado meia hora antes pois o nervosismo não o deixara esperar — juntamente com Taeil que o parabenizava por ter finalmente uma chance de perder o bv.

O local, porém, era sem iluminação, localizado na parte mais sombria daquele bairro cujo nem mesmo o nome lhe era familiar.

Mark andou devagar até uma porta cinza, parecia ser a entrada do lugar, porém, não haviam sinais de ser qualquer estabelecimento.

Entretanto, Taeil o havia contado sobre tudo aquilo, o dissera para ignorar o cheiro ruim e os possíveis ratos que aparecessem ali, era apenas dar três batidas na porta de uma maneira sutil e esperar por um tempo.

E assim Mark fez. Após alguns segundos a porta se abriu lentamente.

— Senha? — disse uma voz rouca, porém, estranhamente, fina.

— Senhas são uma invenção do governo 'pra fingir que eles dão algum tipo de privacidade 'pra gente.

A porta se abriu devagar, uma pessoa esguia de capuz apareceu, podendo ser vista apenas pela iluminação de uma luz verde, que piscava de vez em quando.

— Venha comigo — e, ouvindo um desconhecido, Mark foi atrás.

Passos podiam ser ouvidos devido a bota de cano longo vermelha que a figura desconhecida usava — mesmo em pouca luz era possível a reconhecer, devido ao brilho que emanava dali. ''Aquilo são lantejolas?" pensou Mark.

Enquanto eles desciam uma escada ligeiramente suja e acabada, planos começaram a passar pela cabeça do Lee para caso ele estivesse sendo levado para uma armadilha — Taeil o vivia dizendo que queria se livrar dele, ele não duvidava de nada.

Ao fim dos degraus havia uma cortina vermelho vinho. O ser em sua frente ergueu a mão — com unhas bem feitas e decoradas de forma colorida —, parecia estar prestes a abrir a cortina, mas antes resolveu fazer uma pergunta:

— Qual seu pronome, meu bem? 

— Ele/dele? — respondeu Mark confuso com a aleatoriedade da questão. 

A última ação de desconhecide antes de abrir a cortina foi colocar uma figurinha verde na blusa do jovem. — Aproveite a festa, querido — e as cortinas foram abertas. Uma luz forte foi vista e, quando, quando Mark se deu por si, estava num ambiente completamente esdrúxulo. 


Notas Finais


obrigada por ler ate aqui :)


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