História Encontros ao Acaso! - Capítulo 137


Escrita por: e Jse87eEsposa

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 131
Palavras 1.510
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse é um romance entre dois jovens que tem personalidades completamente diferentes,
que descobrirão que o acaso os levarão viver uma história intensa...

Essa História você também pode participar dando sua sugestão.
Eu colocarei o nome da pessoa que sugeriu nos créditos...
Tenha boa Leitura!!!

Capítulo 137 - Provocações...


Fanfic / Fanfiction Encontros ao Acaso! - Capítulo 137 - Provocações...

Narrado por Andréia

É esse o ponto que eu queria chegar, ele morrendo de ciúmes, mas isso ainda só é o começo, isso significa que ele me quer e não admiti outro cara me olhando. Mas, também não vai dá o braço a torcer, vou fazer com que ele peça para que eu volte.

Andréia: Qual é o problema com minha roupa?

Edson: O problema não é com suas roupas, o problema é falta de roupa. Isso é só um pedaço de pano. Está querendo me provocar ciúmes vestindo essas roupas ridículas? Primeiro o tapa sexo, agora esse retalho de pano?

Estou sim, mas não vou admitir isso, não vou dar esse gostinho a você.

Andréia: Você acha que meu mundo gira em torno do seu umbigo.

Edson: Você não entra no meu carro assim.

Andréia: Por falar nisso, cadê meu carro?

Edson: A Tati levou.

Eu procuro meu celular e não encontro.

Edson: E se você estiver procurando seu celular, ela também levou, pois sabia que você ia liga e dizer para ela trazer seu carro de volta.

Que folgada! E que esperta também.

Andréia: Já que não tem outro jeito, vamos logo.

Edson: Assim que você SE VESTIR, nós iremos.

Andréia: Eu não vou trocar de roupa.

Edson: Não é pra você trocar, é para você vestir uma roupa.

Ele está morrendo de ciúmes. Vamos ver até onde ele vai.

Andréia: Vamos logo, senão vamos chegar atrasados.

Edson: Já disse que você não entra no meu carro vestida assim.

Andréia: E eu já disse que não vou trocar de roupas.

Ele vai para a garagem e entra no carro.

Edson: Então, vou sozinho.

Andréia: Com um decote desses, não vai ser difícil de conseguir uma carona.

Ele me olha com os olhos fumegando de raiva, liga o carro e sai queimando pneus. Droga, não achei que ele iria para a festa e me deixar aqui. E agora? Como eu vou para a festa?

???: A senhorita precisa de carona.

Quando eu olho para ver quem é, vejo que é o Rodrigo, o filho do caseiro. Ele aparenta ter uns vinte e cinco anos, além de ser bem bonito.

Andréia: Pois é, eu me atrasei para me vestir e o pessoal já foram na minha frente e ainda levaram o meu carro.

Rodrigo: E o seu namorado não quis te levar, por causa da sua roupa?

Droga! Ele ouviu a discussão.

Andréia: É só uma briguinha boba, ciúmes de namorado.

Prefiro não dizer que eu e o Edson não somos mais namorados, para não dá ousadia.

Rodrigo: Ele tem razão em não querer que você vá com essa roupa, porque você está deslumbrante.

Eu tenho certeza que fiquei vermelha.

Rodrigo: Venha! Eu te dou uma carona.

Eu aceito a carona, porém ele não perdeu a oportunidade de dá em cima de mim, mas não dei trela. O Edson pediu um tempo, mas isso não dá o direito de sair com o primeiro que aparece, eu me valorizo. Ainda tenho esperança de ficarmos juntos, mesmo fazendo esse joguinho de ciúmes com ele... Até que fim chegamos! Não aguentava mais ouvir o Rodrigo dizer que sou especial e que mereço coisa melhor. Isso é papo de quem quer pegar a garota bobinha e o pior é que tem muitas garotas que caem nessa lábia.

Narrado por Edson

Eu chego no luau pensando no que eu acabei de fazer, eu não devia ter a deixado na casa de praia. Sei que ela não tem coragem de pedir carona, pois ela não conhece ninguém e não se atreveria de pegar carona com desconhecido, correndo o risco de acontecer algo com ela. Droga! Eu tenho que voltar para busca-la, mas não vou sair de perto dela. Quando eu pego as chaves do carro para ir atrás dela, eu vejo que geral olha para entrada, quando olho... É ela! Devo admitir, não é à toa que ela arranca olhares, pena que não é só o meu. Ela está muito provocante naquela roupa, o que me deixa roxo de ciúmes. Nessa festa, se eu quiser, consigo fácil uma mulher para ficar, mas não quero uma mulher fácil, eu quero essa que me dá tanto trabalho. Ela percebe onde estamos sentados e vem em nossa direção. Como ela chegou aqui tão rápido?

Edson: Não acredito que você veio.

Andréia: Não acredito que você me deixou lá.

Edson: Como você chegou aqui tão rápido?

Andréia: Te falei que com esse decote, não seria difícil eu arrumar uma carona.

Essas palavras me deixa furioso. Ela quer brincar comigo.

Edson: Você não conhece ninguém aqui, com quem você veio?

Rodrigo: Comigo!

O filho do caseiro se aproxima dela e a abraça pela cintura. Que abusado! Que intimidade é essa? Só eu posso encostar nela. Ela rapidamente tira a mão dele da cintura.

Andréia: Obrigado pela carona, Rodrigo.

Eu o encaro, com um olhar de " se não tirar essas patas imundas dela, eu arrebento sua fuça"

Rodrigo: Como eu te disse, estou trabalhando na organização, o que você precisar, estou aqui.

Eu resmungo.

Edson: Ela precisa que você se afaste dela, se não você vai precisar de cuidados médicos.

Ela me olha, surpresa por minhas palavras e ele fica cabreiro.

Narrado por Andréia:

Eu ia dar mais uma provocadinha, dando um beijo no rosto do Rodrigo, mais acho que se eu der um beijo, o Edson vai dar um soco. Procuramos o pessoal que estão numa mesa.

Tati: OI!

Andréia: Oi uma ova, pode dar as chaves do meu carro e meu celular.

Ela me devolve o celular.

Andréia: As chaves também.

Tati: Calma, relaxa.

Relaxa nada! Ela me entrega uma bebida. Eu tomo um gole.

Andréia: Agora me dê a chave.

Tati: Não seja irresponsável, você está bebendo e quer dirigir, não vou deixar, você pode se machucar.

Droga! Essa filha da mãe me pegou.

Andréia: E você também não vai dirigir, você também bebeu.

Ela me mostra o copo de suco.

Tati: Isso foi pela sobremesa.

Eu tenho que pensar duas vezes antes de fazer uma pegadinha com a Tati. Um garçom se aproxima e cochicha no ouvido do Edson, entregando um papel e uma bebida. Ele lê o que está escrito e o garçom aponta para uma loira deslumbrante, com um decote maior que o meu. Droga! Além do decote ser maior, o seios dela também é.

Garçom: Ela chamou você para sentar na mesa com ela.

Edson: Aquela do belo decote?

Garçom: Sim, essa mesmo!

Ele se levanta com a bebida na mão e vai em direção da loira peituda, eu não acredito que ele vai sentar com ela. Ela o observa empolgada, seu sorriso fica maior do que os peito. Eu resmungo.

Andréia: Se ele fizer o que eu estou pensando, vou agarrar o primeiro idiota que aparecer.

Tati: Nem olha, o Paçoca é meu.

Eu reviro os olhos. O Edson passa direto e vai até o balcão.

Andréia: Ufa! Por um momento, pensei que ele ia sentar com a loira peituda.

Vejo ele falando com o garçom, ele escreve algo no papel e pede para o garçom levar para a loira com a bebida que ela mandou. Ele se vira e olha para mim, com um sorriso vingativo. Droga! O que ele vai aprontar? O garçom entrega duas bebidas para ele.

Andréia: Se ele entregar uma bebida para ela, eu juro que vou até a mesa e despeja a bebida na cara deles.

Alice: Andréia! Calma!

Andréia: Calma o cacete! Ele pediu um tempo para mim para ficar se esfregando em outra?

Eu olho para a loira e ela o encara, o Edson se aproxima da mesa dela e ela empina os peitos. Porém, o Edson só olha para ela, mas passa reto, entregando a bebida para mim, com o sorriso debochado.

Edson: Ficou com ciúmes?

Andréia: Não! E não vou beber isso.

Edson: Se você não quiser, eu arrumo outra companhia.

Eu respiro fundo e dou um gole na bebida, nem pensar que ele vai sair pegando geral.

Narrado por Edson

Eu fico a observando, enquanto ela bebe o que eu trouxe. Eu vi, ela estava morrendo de ciúmes. E ainda eu sempre a pego olhando para a loira.

Edson: Você gostou do decote?

Andréia: E você gostou?

Acho que ela está se referindo ao decote dela e não dá loira. Eu olho descaradamente  para o decote dela e depois olho para ela.

Edson: Você arranca olhares com esse decote, mas não é só o meu.

Eu olho em volta e ainda percebo alguns caras olhando para ela. Seu eu der bobeira, ela também consegue companhia rapidinho.

Andréia: Então, isso é ciúmes?

Edson: Você sabe que não gosto de nenhum cara te desejando.

Ela sorri, tomando mais um gole da bebida que eu trouxe.

Andréia: Vamos dançar?

Estava passando uma música lenda, bem gostosa de dançar agarradinho.

Edson: Eu não estou afim!

Ela se levanta e se curva em minha direção, me dando uma visão maravilhosa do seu decote.

Andréia: Se você não dançar comigo, vou ter que arrumar outra pessoa para dançar.


Notas Finais


Até a próxima!


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