História Encontros ao Acaso! - Capítulo 138


Escrita por: e Jse87eEsposa

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 124
Palavras 1.367
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse é um romance entre dois jovens que tem personalidades completamente diferentes,
que descobrirão que o acaso os levarão viver uma história intensa...

Essa História você também pode participar dando sua sugestão.
Eu colocarei o nome da pessoa que sugeriu nos créditos...
Tenha boa Leitura!!!

Capítulo 138 - A aposta!


Fanfic / Fanfiction Encontros ao Acaso! - Capítulo 138 - A aposta!

Narrado por Andréia

Ele se levanta contra a vontade e muito tentado com minha provocação. Fomos para a pista de dança, ele põe as mãos na minha cintura e eu ponho as minhas mãos em volta do seu pescoço. Ele tenta manter uma certa distância entre nossos corpos, certamente para manter o controle. Eu encosto minha cabeça no seu ombro e aproveito fico observando o local. Geralmente fazem luau na praia, ou num parque com tochas, fogueira, comida e um violão para a diversão do povo. Mas estamos num ambiente, como um clube, tem piscina, as tochas, lâmpadas Led espalhadas pelas mesas, chão e penduradas como varal por barbantes e flores, bastante floras, tem DJ e bebidas à serem vendidas. Um tipo de festa que chamaríamos os amigos, para se divertir e também é bem romântico, onde dá para se encontrar um amor. Nos olhamos por um momento e como Imãs somos atraídos para nossos lábios. Porém eu desvio o beijo e ele fica surpreso.

Andréia: Eu não quero a te força a voltar comigo, você pediu um tempo e está no seu direito, só quero que você saiba que me doe muito, não poder aproveitar esse feriado com você como eu queria.

Ele respira fundo e morde os lábios.

Edson: Eu fiquei muito chateado por você não confiar em mim, mas também eu tenho minha parcela de culpa, por não ter te contado logo sobre a Fernanda e deixado você descobrir por outra pessoa. Mas eu não consigo mais viver sem você e não suportaria te ver com outra pessoa.

Ele me aproxima mais do seu corpo.

Edson: Vamos esquecer o que aconteceu, quero você de volta para mim.

Ele passa a mão no meu rosto e me beija apaixonadamente, me apertando como quisesse tomar posse de mim. Ele me agarra com firmeza, devorando meus lábios, suas mãos passa pela minhas costas, me fazendo incendiar toda por dentro. Quando paramos de nos beijar, ele sorrir.

Edson: O que eu faço com você? Você me dá muito trabalho...

Eu dou risada.

Andréia: Eu sou indomável, tem que aprender a conviver comigo.

Ele volta a me beijar e de repente somos interrompidos com um tapa nas minhas costas.

Tati: Até que fim, não aguentava mais vê, a Andréia ouvindo Reginaldo Rossi.

Andréia: Tati! É exagero dela.

Tati: Exagero nada. Eu que odeio brega, de tanto ouvir já até decorei a música inteira.

Ela começa a cantar garçom. Eu tampo a boca dela.

Edson: Pelo que eu vejo, não foi só eu que fiquei mal nessa história.

Eu dou um sorriso sem graça.

Tati: Quem tomou atitude primeiro?

Andréia / Edson: Ele(a)!

Tati: Hã?

Andréia / Edson: Eu!

A Tati nos olha confusa.

Andréia: Foi os dois. Porque?

Tati: É porque fizemos um bolão para ver quem ia ceder primeiro.

Andréia: Eu não acredito!

Tati: Parece que todo mundo vai arrumar a casa amanhã.

Edson: Nem todos, eu e a Andréia vamos curtir juntos o dia todo.

Ele me abraça e beija meu rosto.

Tati: Isso não vale, nós fizemos uma aposta...

Edson: Vocês fizeram uma aposta, eu a a Andréia não!

Andréia: Isso é pelo carro!

A Tati sai contrariada e conversa com os outros, que dão risada. Curtimos o resto da noite juntos, sem desgrudar um do outro.

Narrado por Edson

Percebi que o número de olhares diminuiu, desde o momento em que nos beijamos na pista de dança. Ela sorri mais e vejo seus olhos brilhando quando olha pra mim. Algo que eu não via desde que terminamos. Agora quero aproveitar ao máximo esse feriado com ela. Eu me levanto para ir ao banheiro e quando volta ela não está no mesmo lugar. Será que ela também foi ao banheiro? Olho ao redor procurando-a e a vejo no bar conversando com o garçom, que olha disfarçadamente seu decote. Ela parece bem a vontade com ele, sorrindo, com a maior intimidade. Eu tento me segurar e não ir até lá e arranca-la de lá a força. Assim que ele entrega duas bebida para ela, ela se despede dele com um beijo no rosto. Eu não acredito que ela fez isso! Ela vem em minha direção e ele ainda olha para a bunda dela. Que ousadia! Ela senta do meu lado me entregando a bebida e sorri para mim.

Edson: Quem era seu amiguinho?

Andréia: É o Lucio. Um amigo do colégio.

Edson: Você estava na maior intimidade conversando com ele.

Eu falo dando um gole na minha bebida. Ela ri.

Andréia: Hum! Senhor ciumento. Não se preocupe, essa ruivinha aqui é toda sua.

Eu olho para ela desconfiado, eu me aproximo dela e cochicho só para ela ouvir.

Edson: Eu não quero que use mais esse tipo de roupa, os homens ficam te cobiçando.

Andréia: Amor! Relaxa, não precisa ficar com ciúmes.

Edson: Você gostaria que eu olhasse para o decote e para a bunda de outra mulher?

Andréia: Como você olhou para a loira peituda que te deu uma bebida?

Eu respiro fundo de nervoso, não estou afim de discutir com ela. Ela tem sempre uma resposta na ponta da língua.

Edson: Vamos para! Senão vamos começar a brigar e eu não quero isso.

Ela relaxa e curtimos o resto da festa, o pessoal se despedem e vão embora, eu e a Andréia ficamos mais um pouco. Quando a festa termina, vamos juntos para a casa. Assim que chegamos, percebemos que a porta está trancada. Verificamos a porta dos fundo também está fechada. Droga! E agora?

Edson: Acho que o pessoal está dormindo, vamos tentar ligar para alguém para abrir a porta.

Temos ligar para todos, mas ninguém atende. Batemos na porta e nada de ninguém aparecer.

Andréia: Será que colocaram drogas na bebida. deles que desmaiaram?

Fomos para as cadeira na beira da piscina e ficamos conversando, de repente começa a chover e ventar frio.

Andréia: Eu precisava só de uma coisa para abrir essa porta.

Edson: Sério? O que?

Andréia: A chave hora!

Edson:  Engraçadinha!

Ela ri descontroladamente.

Andréia: Se eu tivesse um grampo agora, eu conseguiria abrir essa porta.

Edson: Sei, até parece.

Andréia: É sério, já fiz isso várias vezes.

Eu a olho sem acreditar.

Andréia: Consegui até abrir aquela gaveta sua que tem chave.

Eu não acredito que ela olhou minha gaveta.

Andréia: Porque você guarda aquelas coisas?

Edson: Eu não acredito que você mexeu nos meus bonequinhos dos ursinhos carinhos.

Ela arregalo os olhos e se surpreende com o que eu falo. Ué! Ela não abriu a gaveta?

Andréia: Você tem bonecos dos ursinhos carinhosos? Quantos.

Droga! Acho que cai na armadilha dela!

Edson: Você estava blefando?

Ela cai na gargalhada.

Andréia: É assim que a gente pega alguém no pulo. Hahahaha. Porque você tem esses bonecos?

Edson: Era meu quando era criança, é a única lembrança que me restou.

Andréia: E porque você tranca naquela gaveta?

Edson: O que você pensaria de um cara de vinte e dois anos, que tem a coleção inteira de bonecos dos ursinhos carinhosos?

Eu falo irritado. Isso me faz lembrar da minha infância e eu não gosto dessas lembranças. Ela se aproxima de mim, me abraça e me beija no canto da boca.

Andréia: Eu acharia fofo...!

Ela me olha de um jeito doce que eu nunca tinha visto antes, sinto vontade de me abrir com ela, mas essas lembranças são dolorosas demais.

Andréia: Porque você nunca fala da sua infância?

Edson: Não gosto de lembrar o que aconteceu!

Ela fica me olhando e me abraça, pelo menos ela não tocou mais no assunto. Não estou afim de discutir com ela.

Andréia: Mas, se eu tivesse um grampo que conseguiria abrir essa porta.

Edson: Eu duvido!

Eu vou dentro do carro e pego um grampo. Eu mostro o grampo para ela e ela arregala os olhos. Acho que ela só está curtindo com minha cara.

Edson: Vamos apostar. Se você abrir essa porta, eu dou um mergulho pelado nessa piscina. Mas, se você não abrir que vai mergulhar pelada vai ser você.

Ela me olha apreensiva e depois olha para a piscina. Acho que ela não vai nem tentar, ela vai desistir. Ela olha para mim confiante.

Andréia: Eu topo!

Merda! Me ferrei...


Notas Finais


Até a próxima!


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