História End Game - Pkalango - Capítulo 2


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Gabriel "MrPoladoful", Guilherme "Mano Coelho" Coelho, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Matheus Neves "Pk Regular Game", Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft, Thiago Elias "Calango"
Personagens Alan Ferreira, Felps, Gabriel Tenório Dantas, Guilherme Coelho, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Matheus Neves, Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Thiago Elias "Calango"
Tags Adolescentes, Alan (edge), Alanzoka, Calango, Cellbit, Cellps, Coelho, Depressão, Drama Electronicdesirege, Felps, Guilherme Coelho, L3ddy, Luba, Mike, Minguado, Mingualan, Mitw, Mrpoladoful, Pac, Pk Canadian Guy, Pk Regular Game, Pkalango, Romance, Romance Adolescente, Sofrência, T3ddy, Tazercraft, Youtubers
Visualizações 33
Palavras 1.386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uy, 11 fav em 32 visualizações
Já falei que amo vocês <3

O cap tá meio merda mas espero que gostem :3

Ps: tradução do título: "Falando com ele"

Capítulo 2 - Talking to him


Pov Calango

Uma das primeiras coisas que eu fiz ao chegar na escola foi contar o acontecimento de ontem para os meus amigos. Também contei da minha decisão de ir em busca de respostas. Estávamos reunidos na sala de aula: eu, o Cellbit, o Luba, o Pac, o Minguado e até mesmo o Coelho. Estávamos discutindo sobre minha sede por respostas. Nem sei se o Minguado estava prestando atenção na conversa, pois parecia absorto em seus pensamentos. Claro que ele estava ali de penetra, pois ele sempre ficava na sala (e provavelmente não iria arredar o pé dali só por causa de nós), mas talvez ele acabasse sendo útil.

- Sei que isso é estranho da parte dele – se pronunciou Coelho pela primeira vez –mas acho que você deveria deixar 'pra lá. Aceitar a sorte que a vida lhe deu e pronto.

- Eu já acho o contrário. Acho que você deveria ir atrás de respostas sim. – respondeu Cellbit com um sorriso amigável.

- Você só diz isso porque está apaixonado pelo Felps e pensa que se um amigo seu ficar próximo com um amigo dele, você talvez tenha chance com ele. – rebateu Coelho.

- N-nada a v-ver. Q-quem te disse e-e-essas men-mentiras? –perguntou Cellbit corado. Todos nós sabíamos (com exceção do Minguado, claro) da paixonite do Cellbit pelo Felps. Nem sei porque ele ainda tenta disfarçar.

Acabei olhando para o Minguado e ele balançou a cabeça com um sorriso debochado. Não sabia o que esse gesto poderia significar, mas sabia que era a opinião dele sobre a paixonite do Cellbit. Decidi voltar no assunto:

- 'Pra fechar nosso "debate" – fiz aspas com os dedos – Luba?

- Ainda mantenho minha opinião. – respondeu ele. Ele tinha sido o primeiro a se pronunciar, dizendo que se era isso que eu queria (achar respostas), eu tinha que fazê-lo. E que ele era um grande admirador de minha curiosidade e que ela às vezes pode parecer um problema, mas ela era apenas um pedacinho de mim que poderia me ajudar muito e me levar longe. Confesso que me senti lisonjeado e ao mesmo tempo envergonhado nessa última parte.

- Pac? – perguntei, me virando em direção a ele.

- Não acho nada seguro. Nunca conversei com o Pk nem com os amiguinhos dele, mas já vi com meus próprios olhos do que eles são capazes. Ele é muito insensível e não quero que você fique ferido, sabe, sentimentalmente falando – respondeu ele com convicção, tendo certeza em cada palavra que dizia.

E eu já não sabia mais o que fazer. Os conselhos tinham sido ótimos, sem falar que ambos os lados, à favor e contra, estavam empatados. Foi aí que tive uma ideia. Virei em direção ao Minguado.

- Minguado? – chamei-o. Ele me olhou bem nos olhos e disse:

- Sinceridade, acho toda essa coisa de perguntar aos amigos o que fazer algo muito fútil. (N/A: Fútil = em vão). Se você quer fazer isso, então vai lá e faça...

- Eu só estava pedindo opiniões e conselhos.

- Não me interrompa, por favor. – pediu ele, erguendo o dedo indicador – Continuando, acho que você deveria ir lá e perguntar 'pra ele o que houve. Eu deixaria 'pra lá, pois não sou curioso, mas já que você é, ótimo! Mas, eu não deixo de concordar com o Pac sobre a possibilidade de você sair ferido, então tome cuidado. Mas, se parar 'pra pensar, qual poderia ser a pior coisa que poderia acontecer? – assim que ele terminou seu longo discurso, o sinal tocou.

- Tenho que ir 'pra minha sala gente. Falow! – disse Coelho pegando sua mochila e rumando para a porta.

- Falow! – dissemos todos nós. Antes de me sentar, me virei para trás e sorri agradecido.

- Obrigado! Era tudo que eu precisava ouvir.

- Sem problema! Sei que não somos amigos nem nada, mas se precisar, sabe onde me procurar. – ele sorriu amigável.

Virei para frente e me sentei bem na hora que o professor chegou. Comecei a refletir sobre aquela frase: "qual poderia ser a pior coisa que poderia acontecer?". Comecei a pensar qual poderia ser a pior coisa a acontecer e fiquei pensando nisso até na hora do intervalo.

[Quebra de tempo]

Obviamente eu não conseguiria falar com ele no intervalo, pois ele está sempre cercado de baba ovo. Mas agora tínhamos uma aula vaga e como costumávamos ficar do lado de fora da sala, acabei vendo uma oportunidade: ele estava sentado de baixo de uma árvore mexendo no celular e completamente sozinho. Essa era a minha chance!

Me aproximei um pouco e parei um pouco distante. Fiquei observando-o enquanto me perguntava mentalmente se eu realmente queria fazer aquilo. Ele poderia me achar estranho, me dar uma patada ou simplesmente me ignorar. Ou algo pior! Respirei fundo, tomando coragem para chegar perto dele.

- Você também tem uma queda pelo Matheus? – perguntou um garoto, que de repente apareceu do meu lado, me fazendo levar um susto – Pois se tiver, saiba que já tem muita gente na fila.

- Primeiro: eu não tenho queda nenhuma pelo Matheus. Segundo: sei que tem muita gente na fila. Terceiro: Quem é você? – perguntei, me sentindo um pouco indignado com aquele ser.

- Primeiro: que bom, mas se tivesse, você não seria o primeiro garoto a se interessar nele. Segundo: pois é, tem muita gente de olho nele. Terceiro : sou Alan, Alan Ferreira – respondeu ele com um sorriso amigável, me estendendo a mão. Apertei a mão dele, cumprimentando-o – Você é o Thiago Elias, né?

- Sim, sim. Já ouvi seu nome na chamada, mas nunca parei 'pra ver quem era.

- Tudo bem, já estou acostumado! É mais frequente do que você imagina.

- Se me der licença, eu vou ali no Matheus. – comentei começando a ficar aflito, pois o horário livre poderia acabar antes de eu conseguir falar com ele.

- Tudo bem! Depois conversamos mais.

Saí andando com passos apressados e respirando fundo. Seria dramático se eu dissesse: "É agora ou nunca!" então preferi ficar com o " É agora ou sabe-se lá quando!"

Me aproximei e acabei travando. Poderia dizer um oi, mas simplesmente não saía nada. Ele não parecia ter notado minha presença.

- Olá! – falei, dando Graças a Deus por não ter gaguejado. Ele desviou o olhar da tela do celular, me encarando nos olhos.

- Olá! – ele respondeu – O que deseja? – nessa hora travei e as palavras não saíam da minha boca. Senti meu rosto esquentar. Por que ele tinha que olhar logo nos meus olhos?

- É-é q-que... – ele apenas ergueu uma das sombrancelhas.

- Olha, se você for demorar muito, eu sugiro que você se sente. Sabe, não é bom ficar muito tempo em pé. – corei ainda mais, pois fiquei ainda mais envergonhado do que já estava. Mas também fiquei com um pouco de raiva. Quem ele pensa que é para falar assim comigo?

- Eu posso? – perguntei.

- Claro. – ele me respondeu com um belo sorriso no rosto. Sorri de volta e me sentei ao seu lado de baixo da árvore – Vou perguntar de novo: o que deseja?

- Vim conversar. – respondi, sem encará-lo. Apenas fixei o olhar em um ponto vazio.

- Sobre?

- Você.

- Melhor assunto. – respondeu ele. Sorri. Ele parecia ser uma pessoa bem divertida.

- Lembra que você trombou em mim ontem?

- Lembro. Por quê?

- Bom, é que depois que nós trombamos você não me xingou nem nada do tipo. Você só me disse um "Tudo bem! " e continuou andando.

- Acha que eu saio xingando todo mundo? – perguntou ele virando o rosto em minha direção. Tomei coragem e virei o rosto na direção dele, encarando-o nos olhos.

- Tenho que ser sincero?

- Sim!

- Acho.

- Se engana hein loirinho. Só saio xingando por aí quem merece. Veio aqui só 'pra saber isso?

- Meio que sim. Mas agora estou curioso quanto à você?

- E o que quer saber? – quando abri a boca para repondê-lo, o sinal tocou indicando a próxima aula. Ele se levantou e estendeu a mão para mim.

- Obrigado!

- De nada! – ele saiu andando e eu também, não ficando muito atrás dele. Nós voltamos para a sala e logo os outros alunos também. Todos desanimados já não vendo a hora de acabar a torturante última aula do dia.



Notas Finais


Uy é isso

Istou inu empora :v


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