História Endless Love - Capítulo 24


Escrita por:

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Emma Swan, Henry Mills, Lilith "Lily" Page, Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Sidney Glass, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Will Scarlet, Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Lesbianismo, Once Upon A Time, Romance, Swan Queen, Swanqueen
Visualizações 124
Palavras 1.827
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal!!
Voltei mais cedo dessa vez e com um capítulo um pouco grande, e com um momento legal pra nossas heroínas, pois está muito denso esse capítulos decisivos.
Haja coração!
Enjoy!

Capítulo 24 - O Cerco está Fechando


Fanfic / Fanfiction Endless Love - Capítulo 24 - O Cerco está Fechando

Emma teve a certeza de que Regina a amava e que a escolheria, pois ela planejava ir embora de Storybrooke para sempre e queria levar a morena junto caso ela quisesse, e faria o convite quando acabasse a festa de aniversário da cidade.

 

                                                 ********

Assim que desligou o telefone, Emma voltou para a delegacia e de longe avistou diante da Delegacia um amontoado de gente, que foi aumentando com as que vinham correndo de todos os pontos da cidade para a grande praça, onde estava localizada a Delegacia. Emma buzinou e o povo foi se afastando, ela estacionou seu velho fusca amarelo no pátio e Graham veio correndo lhe falar:

-  Xerife, aconteceu uma desgraça quando a Srta saiu de tarde!

- Me conte logo homem, o que aconteceu? - A Xerife falou espantada.

- Killian  Jones está morto!

- Morto? Como assim?!

- Ele foi mordido pelo vampiro.

- Pelo vampiro?! Porra, bem nas minha Delegacia! Agora eu vou ficar desprestigiada pelo povo.

- Sim Xerife infelizmente logo aqui! O Dr. Wale está lá dentro, e diz que foi mordido mais ou menos há uma hora.

- Isso quer dizer que o vampiro esteve aqui na Delegacia? Será que ainda está por aqui?

- Isso é que todos estão dizendo. Já tivemos a maior dificuldade de conter o povo que queriam invadir a delegacia a procura do vampiro. O povo está assustado e muito irritado Xerife Swan. Querem ver o vampiro morto de qualquer maneira.

- Vamos lá, Graham, eu falarei ao povo.

A Xerife Swan foi para frente da Delegacia, subiu os degraus e,  do topo da escada, levantou os braços e abanando as mãos pediu calma, ia abrir a boca para falar, mas a multidão que agora tomava quase a praça inteira começou a gritar:

- Matem o vampiro! Queremos o vampiro morto! Morto, morto!

A Xerife, vendo que nada adiantava ficar ali parada, feito boba, em frente ao povo, e ninguém a ouvindo, entrou na Delegacia e sem olhar para o cadáver de Killian, foi fazendo perguntas ao médico e providenciando que o morto fosse levado logo para o necrotério, debaixo do alarido do povo, que se dispersou quando a Xerife mandou uma patrulha montado acompanhar. Kilian não valia nada, mas ela não queria que ele acabasse dessa maneira. Morto pelo vampiro sem ter como fugir pois ela o tinha o algemado. Sua consciência pesava. Por sua culpa ele estava morto!

Emma nem desconfiava de que por culpa desse trato ridículo de Killian que ele fez com Drácula, agora sua amada  Regina corria perigo de vida.

     

                                                    *********

Lá fora, à noite o  silêncio imperava.  Dentro da Delegacia o pensamento de Emma corria solto. 

A Xerife se recostou na cadeira giratória e a fazendo girar de lá pra cá, fechou os olhos e adormeceu. Nesse momento Emma teve um sonho esquisito e sonhou com um velho desconhecido em meio de uma nuvem. E ele a chamou pelo nome disse: 

-Emma! Emma. Emmaa!

- Quem é o senhor?

- Você não sabe mais eu sou o seu tataravô Abraham Van Helsing!

- E o que o Sr. quer comigo?

- Drácula voltou e você terá que matá-lo, pois eu não consegui minha neta, mais você conseguirá acabar com a raça desse demônio!

- Mais como que eu vou matá-lo? Ele some e aparece do nada. E é indestrutível.

- Não, ele tem vários ponto fracos. Ele não pode sair no sol, se essa criatura sair no sol ele vira cinza. Ele não aparece no espelho, e também detesta cruzes e água benta. Você precisa reunir esses ingredientes todos. Pois só assim você conseguirá matá-lo.  E tem que enfiar uma estaca em seu coração pois ele renasce sempre, somente com uma estaca você conseguirá matá-lo e cortando a cabeça! Decapitando-o ! E todas as pessoas que ele matou você precisará enfiar uma estaca em seus corações, e decapitá-los para eles não se transformarem em vampiros também.

- Mais eu não sei se consigo! Ele é muito perigoso. Isso tudo não são lendas? Histórias da Carochinha?

- Não Emma, isso é mais real do que você imagina! Você vai conseguir, eu tenho certeza. Pois alguém que você mais presa nesse mundo, muito está correndo muito perigo. Você tem que pará-lo ou você vai perder quem você ama!

- Regina, não, nãoooo!!!

Nesse momento Emma acorda em um salto da cadeira como se tivesse sido impulsionada! Era tudo um sonho! Emma havia sonhado com seu tataravô Van Helsing. Ele apareceu para ajudar sua tataraneta através de um sonho! Seria verdade tudo isso? Todos pensarão que ela está ficando maluca. Regina corria perigo de vida? Não poderia ser verdade, ela já perdeu a namorada Lilith que o vampiro matou. Emma não a amava mais não desejava esse fim para ela. Agora ele quer seu amor, mas ela não deixaria isso acontecer. Lutaria com todas as forças para salvá-la, nem que se fosse preciso  morrer no lugar Regina.

Tirando Emma de seus pensamentos, de repente Graham entrou em sua sala correndo assustado dizendo:

- Xerife o Prefeito Robin e uma porção de homens estão entrando na Delegacia agora.

Emma sentiu uma pontada no coração quando viu o Prefeito entrar e ir-se sentando com seus acompanhantes e assistentes por toda a sala.

Os olhos verdes da Xerife percorreram os rostos dos visitantes e reconheceu todos: Vereadores, Deputados, seu Secretário Archie Hope, Granny Lucas a dona do hotel, e o Sr. Gold dono da lojas de penhores, e de várias fábricas e seu filho Neal Gold.

A voz da Xerife tremeu um pouco quando perguntou:

- A que devo a honra das visitas tão ilustres? - falou com um pouco de ironia em sua voz.

O Prefeito Robin se ajeitou no sofá e retrucou:

- Srta. Xerife Swan acabou o prazo para você nos entregar o vampiro morto.

A Xerife sentiu suas pernas bambearem de nervoso.

- Acabou prefeito?

- Sim, acabou hoje o prazo.

- Mas eu sei um jeito de matá-lo agora!

Todos se olharam sem acreditar nas palavras da Xerife.

- Então fale logo Swan.

Ele estava aqui e matou um dos meus homens o Killian que V. Excia conhecia tão bem. Agora ele deve está escondido por na cidade com certeza entre nós. 

Todos levantaram  rápido e com medo.

- Isso mesmo senhores, não quero assustá-los, mas o miserável aparece e desaparece como um fantasma, mas eu o pegarei novamente, isso prometo-lhes. Confiem em mim e terão a mais bela festa de aniversário de 180 anos de Storybrooke. Vocês verão. - A Xerife se inflamava no louco desejo de fazer aqueles homens compreenderem que ela não poderia deixar o cargo, deixar a Delegacia, a cidade e a....mulher amada ainda.

No final ficou decidido que a Xerife deveria ficar no seu posto até acabar a festa da cidade que seria no outro dia e que até que um novo Delegado chegasse. Gold leu o pedido do "impeachment" da Xerife e todos os presentes assinaram debaixo do olhar fulminante de Swan. Falou, falou, até ficar rouca mais não conseguiu convencê-los de deixá-la no cargo e ouviu perplexa Gold retrucar suas palavras dizendo que a Xerife deveria cumprir a palavra e deixar outro Xerife mais competente tomasse as rédeas de segurança da cidade.

Assim que saíram, Emma sentou-se no sofá e com as duas mão apertando a cabeça e os cotovelos fincado nos joelhos, ficou assim quieta e parada pensando em tudo que aconteceu e no seu estranho sonho com seu tataravô Van Helsing e resolveu acreditar no que sonhou e colocar em prática tudo.

 

                                                    *********

Regina soube pelo pessoal do Correio que as cartas estavam com os estafetas para serem entregues no dia seguinte, logo ao amanhecer. No dia seguinte acordou, e balançou seu marido de leve e disse:

- É tarde Robin, não vai para a prefeitura? Você precisa resolver os últimos detalhes da festa de amanhã.

Era tarde mesmo, pois faltava só meia hora para seu encontro com a Xerife. E o Prefeito justo naquele dia resolvera dormir até tarde.

Assim que o Robin entrou no banho, Regina correu para cozinha para falar com a empregada.

- Onde está a Anastácia?

- No portão dona Regina, foi pegar a correspondência.

Regina voltou-se e procurou a porta que dava para um largo corredor com as laterais apinhadas de flores ali encontrou Anastácia, que ante o olhar interrogativo da patroa, disse logo.

- Tudo certo patroa. Olhe, aqui está uma porção de cartas. Tem uma que chegou para a senhora.

Regina  esticou as mão para apanhá-las, mas a voz do Prefeito, na cozinha fez com que ela mandasse Anastácia esconder a carta dela. E algum tempo depois que o Robin saiu, ela pegou e queimou a tão temida carta. Agora não tinha mais nada com que ela e Emma se preocuparem mais. E saiu feliz ao encontro de seu amor no canavial.

Mais tarde, como haviam combinado Regina chegou ao encontro com Emma, a Xerife olhou o relógio, beijando-a ansiosa e dizendo:

- Você foi pontualíssima meu amor.

- Quase que não deu para eu vim.

- Não diga isso nem brincando, pois desde ontem não penso em outra coisa. Mas o que aconteceu?

- O Robin dormiu demais e demorou a sair.

- Não fale o nome desse idiota.

- Ora, Emma não seja tão ciumenta!

- Não quero ouvir você falar o nome dele agora. Ele me deu um ultimato ou mato ou vampiro ou rua. Terei que deixar o cargo até chegar um outro Xerife. 

- Está bem, não vamos nos desentendermos por causa dele agora, depois falaremos sobre isso. Não podemos perder este dia tão lindo, azul, amarelo e com todo esse verde esses pássaros, árvores e flores.....

- E uma garrafa de champanhe!

Regina ria com Emma falando toda carinhosa.

- Champanhe? Não diga!

- Olha ali atrás meu amor.

- Que é aquilo? 

- Um cesto. Se você levantar a tampa,vai encontrar sanduíche de patês, camarão  e hamburgueres que sei que você adora, suco e frutas.

- E a champanhe que você falou?

Swan ria feliz, com a mulher da sua vida.

- Na geladeira portátil, no porta-malas do carro.

- E aonde vamos?

- Ao rancho de um amigo, aqui perto.

- Ele sabe da gente?

Emma ia falar que quase a cidade toda já sabia, mas se falasse agora nunca mais sentiria o cheiro dela, aquele cheiro que a embriagava até os ossos, a quentura de sua boca e a umidade de sua vagina que a enlouquecia de prazer.

Não ia falar que queria ir embora com ela por enquanto, agora queria matar as saudades e a sede do amor que estava em brasas. E esquecer dos problemas em seus braços que a faziam flutuar de amor em uma nuvem colorida.

- Claro que não sabe amor. A chave está comigo desde ontem, pois ele viajou para a Europa.

- Ah! Então estamos tranquilos.

- Tranqüilíssimos, meu amor. O paraíso nos aguarda!

 

 


Notas Finais


Não deixem de comentar para deixar a autora feliz!
Até breve! ;)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...