História Enegy nas aventuras de Ladybug e catnoir - Capítulo 8


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
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Palavras 1.978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Romance e Novela, Saga, Terror e Horror

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


No último capitulo, Aracne começou a agir, fazendo um exercito de aranhas e cobrindo toda Paris com teias de aranha, o colégio Françoise foi um alvo tanto quanto arriscado, fazendo com que os heróis sejam avisado sobre o perigo, agora eles terão que acabar com o reinado de Aracne.

Capítulo 8 - Saga Aracne: Ato 3, perigo


Fanfic / Fanfiction Enegy nas aventuras de Ladybug e catnoir - Capítulo 8 - Saga Aracne: Ato 3, perigo

Nas 12:56, os heróis estavam a caminho do esconderijo da Aracne, os heróis de Paris pulando de telhado e telhado enquanto Enegy tinha que correr no chão, ele estava entediado, correndo naquela velocidade parecia estar tendo uma caminhada, bem lenta, insatisfeito, ficou olhando os heróis dando o máximo de si para chegar até o centro da cidade. Nada tirava um fato na sua cabeça, ele está aborrecido, ele olhava para os lados e continuava aborrecido, então encheu as bochechas de ar (Como nos desenhos) e expirou todo o ar da sua boca:

E- Ainda falta muito, eu estou entediado gente, preciso de mais ação.- Disse ele olhando para cima

L- Falta pouco- Disse ela, na verdade faltava uns 19 quilômetros para chegar lá

Ainda estava aborrecido, não tinha quase nada para fazer enquanto esperava os outros, só podia ver as ruas da cidade cheias de teia de aranha e as aranhas que caminhavam para frente. Faltava 17 quilômetros, ele ainda estava sem o que fazer, tanto que ele corria de costas para ter uma coisa divertida para fazer, mas ainda não satisfazia sua vontade, ele estava totalmente sem o que fazer agora, já chega, pensou ele. Correu na sua velocidade normal, equivalente a 360000 km/h e conseguiu pegar os heróis sem que percebessem, tudo estava parado então era fácil ele colocar eles uns 16 quilômetros a frente, posicionando-os em locais que não pudessem tropeçar, séria um desperdício de tempo. Parou de correr tão rápido e começar a correr como estava antes, os heróis se moviam junto a ele nos telhados, estranharam pelo fato de tudo mudar tão de repente, mas não ignoraram o fato de estar mais perto do que antes no esconderijo dela:

L- Alvo as duas horas.- Falando a posição do esconderijo 

E- Ótimo, ainda são 13:00, sigam-me os bons, pois a coisa vai ficar feia.- Ele correu um pouco mais rápido depois de ter dito isso

Estava chegando mais perto do esconderijo que os outros, seguindo na liderança, ele pulou em um prédio aleatório da rua e seguiu caminho ao esconderijo. Ele estava a alguns metros de distância do alvo, os outros ficavam mais atrás por terem sido passados por ele. Começou a canalizar a aura negra em sua mão com a outra mão.

500 metros.

Ficou mais rápido para ter mais impulso no golpe. A aura aumentava de tamanho de acordo com o tempo que passava.

250 metros.

Ele estava pensando em comer um soverte naquela mesma soverteria que foi lá na primeira aparição dele( capitulo)

50 metros.

Ele pulou em direção ao casulo, o pulo foi muito alto, coisa que costuma acontecer nesse desenho, e ficou bastante perto dele. Ele tira a mão perto da outra, a força já estava canalizada, ele coloca o braço para trás:

E- ゴーストパンチ

Gōsutopanchi( Soco Fantasma)

Ele solta uma mão fantasma feita pela aura negra em direção ao casulo, fazendo um buraco na parede do lugar.

Entrando naquele lugar, percebe de cara a presença de várias aranhas trabalhando no reforço do casulo, iam de lá para cá, tecendo teia e colocando no casulo. Não era a melhor hora para estar ali, tinha várias aranhas indo em sua direção, vendo com um invasor, fazendo o que todo animal com sua colônia, defender sua casa, Enegy levantou a mão em direção as aranhas, mas algo estava errado, aquela aura negra ainda não tinha saído de sua mão. Foi aí que ele colocou novamente a mão para trás e ,novamente, estendeu um soco nas aranhas, fazendo que várias mãos fantasma saíssem dela, acertando as aranhas, mandando elas para o chão, literalmente enterrando-as.

Ele se sentiu aliviado por ter terminado com uma parte da ameaça, só temporariamente, não saia da sua cabeça que elas pudessem se recompor a qualquer momento, e prontas para terminar com o serviço. Por um breve momento, se lembra que os outros heróis tinham que entrar ali, então ele volta para o buraco que fez na parede, tendo a chance de ver eles:

E- Pode entrar gente - Disse ele enquanto estava pendurado no buraco.

L- Mas já estamos aqui, atrás de você.- Disse ela, com as duas mãos na cintura e no chão

Enegy não entendeu como eles poderiam ter entrado ali, ele estava o tempo todo no lado do buraco. Ele pulou para o chão, apoiando o joelho e mão no chão (pouso de super herói), se levanta com os braços atados:

E- Como vocês entraram?

CH- Usamos a outra entrada- Ele apontava para o outro lado.

Ao olhar para lá, eles ver uma grande entrada, se sentiu um idiota por ter todo aquele trabalho para fazer aquele buraco e derrotar aquelas aranhas, tanto que ele se escondeu num cantinho daquele casulo:

E- To me sentido um besta- Disse ele com tristeza em suas palavras

L- Levanta esse astral e vamos logo encontrar o akuma.

E- Tem razão- Ficou empolgado no seguinte estante- Temos um vilão para pegar e novas piadas para fazer, Eletromi mano.

Eles seguiam por um único caminho que estava até que claro, as aranhas mal se incomodavam com eles passando por ali, Enegy estranhava tudo aquilo, entrada aberta mais único caminho mais nenhum obstáculo para evitar de irem ao encontro do vilão, armadilha sem exerção, pensou ele. Mesmo sabendo disso, não queria avisar para ninguém, além de ter várias aranhas a volta dele que poderiam avisar a ele, queria ver qual seria a reação dos heróis a pisarem na armadilha. Eles iam cada vez mais para o centro do casulo e a luz não diminuía, Chat Noir não perdeu a chance, se aproximou da Ladybug:

CH- E aí my lady, qual o plano, ou vai me dizer que veio aqui sem ter um plano?

L- É simples, primeiro encontramos o akuma, depois a Rena Rough faz uma ilusão para podemos pegar o akuma dele e tudo volta para o normal.

E- Isso não é um plano, é um esboço de um plano- Atrapalhando a fala dela

RR- E você tem uma ideia melhor- disse ela, estava atrás dele

E- Cof cof- Fez esse barulho para demostrar que sabia o que estava fazendo- Primeiro eu irei na frente, Rena Rough vai me acompanhando, Ladybug vai pelo flanco direito enquanto Chat Noir vai pelo flanco esquerdo, com certeza o vilão terá visão de vocês, e por isso vocês só ficaram parados, Rena Rough cria uma ilusão que pareça igual a vocês dois, as ilusões iram para cima dele, ele vai ter que contra atacar de alguma forma, mas enquanto isso vocês já estão saindo de seus esconderijos e também vão para cima, Rena Rough e eu também partiremos para a ofensiva, quando ele perceber que os outros dois são ilusões, eu vou derrotar as aranhas que ele mandar enquanto vocês batalham contra ele, destroem o akuma e comemoramos com um soverte, EU PAGO.

L- Realmente, bem elaborado, mas como vamos ter certeza que ele vai cair nessa.- Duvidava ela pois não sabia se esse plano era 100% aprova de falhas

Ele se encosta em Ladybug.

E- Não seguindo o plano- Disse ele cochichando- As aranhas ouviram tudo que dizemos, então iram avisar a ele sobre nosso plano, então vamos fazer tudo improvisado, assim ele estará totalmente indefeso.

L- Com certeza é um ótimo plano.

E- Let's go gentalhada- Disse ele indo mais em frente

CH- O que ele disse?- Perguntou para Rena Rough 

RR- Sei lá- Respondeu, eles são franceses alias de tudo.

Eles ainda andavam mais para frente, em busca do vilão.

Enquanto isso, o vilão, melhor, a vilã, estava sentada em seu trono, esperando os heróis irem até o seu encontro, todas as aranhas que observavam-os transmitiam as imagens deles para ela, como uma sala de segurança. Ainda estava com o general em seu colo:

A- Olha o que temos aqui, pequenas mosquinhas em nossa armadilha, estão cada vez mais perto do seu querido fim, tchau kwamis, olá vingança.

Os heróis ainda estavam caminhando até o final, eles seguiam confiantes. Enegy estava prestando atenção ao chão, nenhum cuidado é demais, até que ele para e abre os braços, um sinal para todo mundo parar e se afastar:

RR- Quê que foi dessa vez.

E- Olhem- Ele apontou para um fio no chão, dramaticamente - uma armadilha. 

L- É serio isso?

E- Não, é só a pura verdade.

L- Purff,só pode estar de brincadeira- Ela andava na frente- Não é como um fiozinho de nada fizesse agent...- Seu pé enrosca no fio

O chão começa a tremer no mesmo instante, Enegy só olhou para os outros enquanto eles olhavam para ele e foi para o outro lado do corredor (Babaca). O chão se rompe e os heróis começam a cair num buraco, ele era escuro e sem fundo, pelo menos é o que pensava Chat Noir. Enegy se aproximou perto do buraco e olhou para o fundo, tudo estava escuro, não podia ver nada, queria que pelo menos o buraco tivesse cerca de 30 metros, não seria uma queda fatal, pelo menos para um herói. Deu um alongamento por um tempo e se pós a pular no buraco, ao mesmo tempo as aranhas reconstruíram o chão e ele cai de rosto no chão.

Os outros finalmente caíram em baixo, eles não tinha se machucado, caíram em teias de aranha. Uma grande escuridão tomava a visão deles, menos a do Chat Noir, por ter visão noturna. Ele se levantou e viu as meninas no chão, então estendeu a mão as garotas e ajudou elas a levantar:

CH- Estão bem?

L- Estamos bem, eu acho, mas não consigo ver um palmo a minha frente.- Mexendo as mãos para frente na chance de encostar em algo

RR- Eu idem.

A- BEM-vindos, pequenos- As aranhas cortam suas teias nas paredes fazendo a luza do Sol entrar, possibilitando eles de enxergarem- ao, ninho de aranhas.

Todo o lugar estava infestado de aranhas, andando de lá para cá, infestando o lugar. Eles se assustaram com o numero de aranhas, um leve arregalar os olhos e Chat Noir engoliu seco as suas palavras hoje mais cedo. A Aracne estava em seu torno e o seu general no colo:

A- Espero que se acomodam-se, porque eu não sei se uma joaninha, um gato e uma raposa se lidam bem com aranhas.

CH- Ok, vamos acabar com as familiaridades.

L- Espera Chat, ei, você deve estar achando a tal setando nesse trono, porque não desce daí e venha lutar por você mesma?

A- Huhuhu, você sempre me fez rir Ladybug, tenho o prazer de fazer este encontro ser o último.

CH- Sabe, eu acho que eu tenho um motivo para acabar com ela   

L- Olha, somos três contra um e um exercito de aranhas, acho que está meio injusto, para vocês

RR- É o que vai fazer

A- O silêncio vale por mil palavras

Ela levantou a mão para o alto, ninguém soube o porque, Ladybug estava pensando no que ela disse, mas não deu tempo de raciocinar direito, pois algo rouba a sua atenção. Sombras gigantes nas paredes foram projetadas, eles ficaram alertas, com armas em mãos, preparando por qualquer ataque, o lugar ficava em silêncio total, as aranhas que estavam andando sumiram, eles olhavam para um lado e para o outro, e das sombras apareceu as criaturas. Aranhas gigantes, elas tinham 10 vezes o tamanho deles, Aracne olhava os heróis olhando para suas criaturas, sentindo a sua insegurança (nego tremeu na base), pulou e ficou em cima na cabeça de uma das aranhas:

A- Cadê sua língua agora gatinho.

Enegy estava lá em cima tetando encontrar uma passagem para ir lá para baixo, procurava nas paredes, no fim do corredor, no chão, mas não havia em canto nenhum, ele então senta e cruza os braços, para pensar em algo para te ajudar , mas ele só tinha uma coisa na cabeça:

E- Como é que deve estar o Heaku

 

 


Notas Finais


obrigado por ler, falou


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