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História Enemies to Lovers - Capítulo 1


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Notas do Autor


oii
esclarecimentos: infelizmente mesmo pesquisando nao achei muita coisa a respeito de como viviam os mafiosos e os hwarang no tempo do ronca mas o contexto eh o seguinte hyunjin eh um hwarang, algo parecido com um samurai, ou seja ele protege o povo e o imperio ! changbin eh chefe de mafia e bom eu nao tenho certeza se o conflito entre hwarangs e mafiosos e outros elementos escritos aq tao 100% historicamente corretos mas se nao deixe que a gente viva na imaginaçao e criatividade nao eh mesmo boa leitura fml (mas sinta-se a vontade de fzr alguma observaçao historica caso vc saiba !

Capítulo 1 - Capítulo Único


No longo térreo próximo as primeiras construções de trilhos e prédios rústicos em Incheon, faziam-se presente os sons ecoantes de passos velozes e apressados. Os sons ecoavam desde as esquinas da cidade em construção até atalhos pegos em varandas abertas de prédios em construção no caminho. Estava desenfreado; Hwang Hyunjin carregava consigo uma fúria nefasta a qual pesava seus ombros a caminho de seu destino. Seu olhar feroz espantaria qualquer um que ousasse entrar em seu caminho e sua brava postura revigorante  o levaria como uma folha em meio a tantos galhos em uma ventania chuvosa.

Hyunjin era um hwarang sagaz; conseguia ter uma tranquilidade de espírito muito grande ao mesmo tempo que se tornava ansioso e irracional quando haviam pedras em seu caminho. Seu coração afoito o desprenderia de qualquer pensamento que tivesse a audácia de desviá-lo do seu desejo impaciente de chegar finalmente ao alojamento de seu tão aclamado rival, afinal, estava indo rumo à Seo Changbin, o homem com quem vinha criado rixas desde que a cidade começara a urbanizar. Há não muito tempo a Coréia recebera a chegada de europeus com suas máquinas e ideias mirabolantes, e desta vez era a hora de transformar Incheon em um centro econômico. Desde então, não apenas as máquinas mas também novos meios de organizações vêm roubando o espaço reservado à honra hwarang devido ao avanço de meios de ofensiva por parte do império, assim como também têm facilitado o armamento e os meios operacionais das tão conhecidas máfias. Seo Changin é decerto seu principal rival, e não era a toa; este era um dos maiores mafiosos da ascensão da Coréia moderna. Desde que dominara todas as regiões com suas gangues clamava seu território por meio de confrontos diretos com os hwarangs, e por acaso Hwang Hyunjin era o hwarang chefe do império o qual sempre buscava fiscalizar, defendendo rigorosamente seu povo e seu código de honra. Jamais permitiria que mafiosos roubassem a dignidade dos hwarangs e a segurança do império.

Entretanto, dessa vez Hyunjin o faria uma visita inesperada por outras procedências. Seus passos transmitiam cada vez mais a impetuosidade de toda a história do código hwarang, pensando em como havia permitido que tamanha arapuca se fizesse concretizada; jamais se  esqueceria: o sentimento e ventania fria da longa noite em que o maior mafioso da Coréia havia mandando capangas em busca da morte de seus homens. Jong Su e Cha Eunwoo: dois de seus melhores homens. Falhou em protegê-los, falhou como líder. O sentimento de raiva e tristeza estavam levando seu coração a ruínas, mas faria de tudo para levar o mafioso juntamente.

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Seo Changbin, sentado confortavelmente ao sofá de couro no meio do bar enquanto bebia um shot de tequila, já sentia o que estava por vir. Já era de se esperar, sabia que o hwarang chefe não deixaria suas ações passarem em branco. Seu revólver já se acomodava dentro de seu paletó preto e seus pensamentos transbordavam luxúria, já imaginando em como deitaria a tão querida visita em sangue se preciso. Pedira a seus homens que o deixasse a sós com o hwarang para que o peitasse como o chefe mafioso que era. Odiava ser subestimado, tratado como se realmente dependesse de meros homens engravatados; sabia que era o suficiente por si só para encarar o hwarang de cabelos negros e olhar felino.

Em seu último gole de tequila, escutara de longe um som de metal sendo arrastado na cerâmica do piso brilhoso e no mesmo instante arrumou sua postura, olhando ao redor a procura da direção dos ruídos. Seu olhar captou a sombra esbelta que se formara no fundo das paredes escuras próximas ao balcão de bebidas. Se levantou relaxado, pousando seu copo de shot na mesa de centro a sua frente. Virava para a figura que se fazia cada vez mais clara à medida que se aproximava.

“Enfim, Hwang Hyunjin.” – Disse em um suspiro, com um sorriso sarcástico ao limpar sua garganta. – “O Hwarang chefe. O que posso fazer para o senhor, tão renomado cidadão imperial?” – Suas palavras emanavam escárnio e Hyunjin o sentia. Este não pensou duas vezes antes de apontar ferozmente sua katana Jun Kim em direção a Seo.

“Basta de conversa paralela, mafioso. Sabe muito bem que vim a procura de sua pele.” – Seu olhar soava como um rugido; penetrava diretamente os olhos orgulhosos de Seo Changbin. O mafioso apenas riu ao levar suas mãos ao alto em tom irônico.

“Claro, Hyunjin-nim. Sinta-se em casa.” – Rodava o caminho em direção a Hwang de forma lenta enquanto a mira do mesmo não saía de si. – “Deixe me adivinhar. Falhou miseravelmente com meus homens e esperava que eu não fosse retribuir? Faça-me o favor, Hyunjin. Esperava mais de você.” – Ambos se encaravam intensamente. Os dois tinham seus sentimentos quentes e confusos, e ambos acreditavam ser devido ao conflito inesperado que acumulou batalhas furiosas por tanto tempo.

“Silêncio, mafioso. A você não devo nada além da mira de minha katana.” – Afiou seu olhar à medida que aproximava sua espada ao pescoço de Seo, este que então riu com a resposta do hwarang e fingiu baixar a guarda ao levar sua mão a cintura.

“Claro, Hyunjin-nim.” - Em um ímpeto bruto sacou seu revólver no mesmo momento, apontando sem perder tempo em direção ao hwarang, este que na hora o driblou em um reflexo ao rodar sua katana em habilidade, pousando-a horizontalmente no pescoço de Seo.

Estavam encurralados. Se Changbin se movesse perderia a vida pelo golpe da katana, e se Hyunjin se movesse teria sua vida perdida por uma bala disparada pelo revólver agora encostado em seu estômago. Hwang estava em desvantagem, claro, mas sabia que Seo ainda tinha muito o que arrancar de si para matá-lo assim de repente.

“Vamos, Hyunjin. Não dificulte nossas vidas. As vidas de ambos nossos homens foram em vão, de que adianta este confronto?”

“Não sei qual o tipo de direcionamento você leva, mafioso, mas eu jurei honra a meu povo e meus homens. Bandido nenhum tem o direito de levantar o punho a quem está ao meu lado.” – Ambos rodavam o ambiente em busca de alívio a crescente pressão que levantava ao se verem encurralados.

Tch. Filho da puta.” – Changbin soltou já impaciente. – “ Você quer briga então terá, hwarang. Já não estou mais na fase de perder meu tempo por causa desse império de merda. Que se fodam todos vocês nobres.” – No momento que Seo engatilhou prontamente a arma em suas mãos, Hyunjin utilizara de seu reflexo para revidar; usou a base de sua katana em um golpe para jogar longe o revólver de Seo e ainda o causou um corte na mão, prensando-o na parede fazendo com que tenham apenas sua espada no meio dos dois, fazendo um caminho horizontal no pescoço erguido do mafioso. Agora sim Changbin estava sem saída; este riu em sarcasmo.

Seus rostos agora estavam muito perto. Hyunjin o encarava como se pudesse arrancar lentamente a alma do mesmo com os olhos, enquanto o mafioso o lançava um olhar um tanto... convidativo. Seo mordia os lábios da mesma forma que mordeu quando se encontraram a primeira vez, aliás, sempre estava mordendo aqueles lábios carnudos em sinal de euforia ou nervosismo. Hyunjin recusava-se admitir que estava caindo por um golpe tão baixo que se fazia presente por debaixo dos panos, mas o fascínio por aquele encanto era real. A respiração dos dois estava cada vez mais pesada e os minutos ali prensados pareciam horas.

“E eu já não perco mais o meu com as palavras fúteis de um bandido tolo. O farei mandar um oi para Jong Su e Cha Eunwoo no inferno em meu lugar. Trate de dizer a eles que como os vinguei.” – Changbin não aguentou a ansiedade entrelaçada em sua raiva e usou todos seus conhecimentos de artes marciais para revidar Hwang; usou as pernas para afastá-lo em empurros e o afastava cada vez mais com socos.

Dessa vez a luta era real.

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Depois de um longo e angustiante momento de luta em meio a tantos socos e cortes, Changbin conseguiu driblar o hwarang ao segurar sua katana pelo cabo juntamente as mãos do mesmo, tacando-a longe, porém não esperava que Hwang estivesse segurando-a tão forte a ponto de ir junto; dessa vez faria proveito da baixa guarda em que Hyunjin se encontrava; aproveitou que ele estava agora caído no chão para segurar seus dois braços para cima, colocando-se em cima do corpo delicado do mesmo para segura-lo.

“Tão fraquinho assim, Hyunjin?” – Ambos estavam suados e ofegantes. Hwang não hesitou e em um impulso cuspiu no rosto de Changbin, o qual, sem reação, limpou-se calmamente ao segurar os punhos de Hyunjin com apenas uma mão e então, em ímpeto impaciente, desferiu-lhe um soco bem dado. Observou a forma como o Hwarang agora estava abaixo de si, completamente entregue e, bom, consequentemente submisso.

Ambos se olhavam de forma incomum, perdidos com a situação que parecia tão passageira mas ao mesmo tempo tão reveladora.

Changbin riu ao perceber o poder que agora tinha sobre Hyunjin, porém riu ainda mais ao notar que o olhar tão feroz deste era, na verdade, um olhar cheio de desejo. Observou o maior arquear-se de leve ao testá-lo, passando as mãos pesadas em sua cintura. Não entendeu muito bem o que estava acontecendo, mas apenas continuou: guiou sua mão acariciando desde a cintura fina do mais alto até as bochechas do mesmo, as quais apertou com força.

“O quê? Não vai me dizer que gosta disso, senhor hwarang.” – Um clima quente e peculiar se instalava. Changbin encarou Hyunjin por uns minutos ao se tocar do que estava acontecendo e perceber o mísero movimento por debaixo dos panos de sua calça. Largou com força as bochechas do hwarang para o lado ao senti-lo tentar se rebater.

“Que tipo de pergunta é es-“ – Hwang foi cortado ao sentir-se perder o fôlego ao ser enforcado pelo mafioso. Não intencionalmente curvava suas costas ao sentir um êxtase estranho ao ser enforcado pelas mãos fortes de Seo. Este tinha garra, não iria mentir, mas se recusava a ceder ao inimigo. Tentava se rebater para soltar-se das mãos quentes, entretanto ambos se olhavam de forma curiosa e convidativa; parecia um momento um tanto... íntimo? Apesar de curioso sobre o que captava a atenção do dois, após longos segundos envolventes Changbin o largou com força, farto de seja lá o que fossem aquele momento agoniante, e, bem, após enfim sentir uma fisgada embaixo de si provinda por debaixo dos panos do hwarang.

Viu a forma como o mais alto recuperava o fôlego, a forma como sua caixa torácica subia e descia. Não sabia se estava ficando louco ou que era aquilo, mas sentiu fisgadas em seu estômago com a visão de um Hwang Hyunjin tão submisso e ofegante para si.

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“Me larga, seu imbecil. Se for me matar saiba que morrerei com dignidade; eu ao menos dei o meu melhor ao tentar vingar meu povo e que jamais teria medo de morrer pelas mãos do inimigo. Eu sei que prezei por todo o código de honra dos Hwarang, não temeria alguém como-“ – Hyunjin esbravejou ao se rebater, entretanto fora cortado mais uma vez; agora da forma mais inesperada.

O mafioso simplesmente abaixou seu tronco em busca dos lábios de Hwang e os lançou um beijo violento em uma tentativa de fazê-lo parar de falar.

Na verdade achou uma desculpa perfeita para atacar aqueles lábios carnudos e seduzentes.

“O que diabos você está fazendo?!” – Hyunjin gritou após manejar uma cabeçada em Seo, que cambaleou ao recuar.

“Ei, ei, ei. Quietinho. Você fala demais.” – Disse ao trocar as mãos que seguravam os punhos de Hyunjin e levar a palma da mão direita por entre as pernas de Hwang para apalpar seu membro. Este se estremeceu em choque ao sentir o movimento do mesmo.

“O-O que diabos-“ – O hwarang exclamou depois de agoniantes minutos com a sensação daquela movimentação ininterrupta, suave porém quente e jeitosa, em cima de seu membro coberto pelo uniforme de hwarang. Tinha dentro de si um desejo iminente de afastá-lo, portanto seu corpo não deixava. Era como se... ansiasse aqueles toques há muito tempo.

“Shhh. Eu sei que você está gostando, Hyunjin. Será que pelo menos assim você para quieto?” – Changbin o cortou ao começar movimentos mais habilidosos no membro de Hyunjin, observando-o se contorcer cada vez mais até chegar num ponto aonde o hwarang não aguentou e soltou um gemido. – “Você vê, não vê? Acho que finalmente descobri como te parar. Nunca imaginei que fosse um pervertido.” – Disse sorrateiramente, se aproximando do ouvido de Hwang. Começara a depositar beijos molhados por entre o pescoço do mesmo, este que sem entender o comportamento do próprio corpo liberou passagem espontaneamente. Sua cabeça estava a mil; será que não entendia mesmo o corpo em que habitava?! Estava com sensações estranhas, sua carne cedia ao deleite de toques tão suaves sem que seu cérebro permitisse.

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Os beijos melosos e a respiração pesada do mafioso sobre si o fazia encolher-se; queria apenas relaxar ali mesmo no chão e deixar-se sentir as reviradas em seu estômago e o pulsar entre suas pernas.

Mas sabia que não podia.

Aproveitou o  relaxar de Changbin para, em um ataque repentino e veloz, empurrá-lo ao chão e então enforca-lo.

“Jamais deixarei que uma pessoa tão suja me toque.” – Hyunjin insistiu agora em cima do mais baixo, entretanto sentiu a pegada do mesmo em sua cintura e logo mais o sentiu apertar seus glúteos, agora encontrados em cima do pau do mafioso. Não negaria que estava um pouco fora de si devido ao contato íntimo anterior, mas ainda tentou tirar aquelas mãos de si, o que resultou apenas no mafioso recuperando força e fôlego o suficiente para emboscar Hwang ao chão novamente. Desta vez estava entre as pernas do mesmo, as quais ele agarrou e colocou entre sua cintura.

“Qual é, vai me negar que está de pau duro? Eu estou vendo, Hyunjin.” – O hwarang, furioso com esse comportamento abusado de Seo, se rebateu mesmo que prensado pelas mãos do mesmo. –  “Porra, como é teimoso. Eu sei que você quer, Hyunjin. Não importa o quanto você me odeie, seu corpo sente o contrário.” – O mais alto não conseguia soltar uma palavra, decerto sabia que era a mais pura verdade. Changbin segurou os cabelos medianos do hwarang por trás e os agarrou para baixo, erguendo a cabeça e o pescoço limpinho deste para si. – “Seu corpo me quer, Hyunjin. E você sabe disso.”

“N-Nunca.” – Hyunjin gaguejou; mal conseguia olhar nos olhos de Changbin apesar de estar tão próximo destes.

“O que aconteceu com o hwarang que prometeu acabar comigo mais cedo? Está cedendo a defensiva, Hyunjin? Hm?” – Este respirava pesado, se via sem saída. Seo aproximou-se ao pé de seu ouvido e sussurrou. – “Seu corpo quer sentir meu pau metendo bem forte naquele seu pontinho, não quer, hwarang?” – Changbin sorriu; adorava como a forma como estava atiçando tanto o mais alto. Hwang suspirou em êxtase com as palavras ousadas. – “Não minta para si mesmo. Já está totalmente entregue ao maior mafioso da Coréia.” – Disse em um sorriso irônico enquanto começara a chupar o pescoço do mais alto enquanto massageava o pau do mesmo. Este a pouco respirava descontroladamente, mas estes toques sutis o fizeram sentir se acalmar ao delirar-se com a sensação de ser tocado.

Hyunjin era extremamente fiel a tudo que ele honrava, mas nunca se viu tão perdido antes. Sempre sentiu algo esquisito quando se tratava de Seo Changbin mas sempre disse ser a rivalidade dos dois. Recusaria até a sua morte que o desejava, principalmente depois de ter dois de seus homens mortos pelo mesmo, mas não conseguia desviar-se do pensamento de engolir o pau do mafioso a fundo dentro de si.

O mafioso sentiu as mãos de Hwang cederem aos poucos e foi soltando estes punhos até a pouco prensados no chão. Começou a depositar beijos molhados por toda a parte superior de Hyunjin enquanto desprendia a fita que segurava o sobretudo de hwarang e logo passeava suas mãos por entre aquele tronco a medida que subia o tato macio e confiante, até finalmente livrar-se de quase todo aquele tecido superior ao abri-lo, revelando todo o tronco esguio do hwarang. Começara a beijar e lamber os mamilos já endurecidos; os mordia e observava como o mais alto reagia, arqueando cada vez mais as costas e soltando gemidos baixos ao fechar os olhos com força.

“Eu sabia que havia um jeito de tê-lo na palma da mão. Eu estaria mentindo se dissesse que não imaginava desde o princípio que um dia acabaríamos assim.” – Lambeu lentamente desde sua barriga até os lábios do mesmo, arrancando-o um gemido manhoso de surpresa. – “Pode gemer a vontade, gracinha. Estamos a sós.” – Changbin desceu a calça e apalpou o membro duro e molhado de Hyunjin. – “Já tão sensível assim, hwarang?” – O colocou em sua boca lentamente enquanto encarava a forma que o quadril do mesmo se remexia juntamente as suas costas arqueadas em busca de contato.

Hyunjin ergueu a cabeça para trás soltando dessa vez um gemido alto. Não estava acostumado com esse tipo de contato, era muito focado em seu dever como hwarang, mas agora que o experimentava não conseguiria se segurar nem um pouquinho; estava delirando, perdido em prazer. Jamais se perdoaria por ceder ao inimigo de uma forma tão suja.

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Apesar de pensar em como fora derrotado tão obscenamente, estava agora segurando seus gemidos manhosos, soltando apenas sons de recuo enquanto levava seus braços para cima com sua cabeça erguida, deixando seu corpo ainda mais entregue e rebolando seu quadril para frente cada vez mais em busca da língua quente e envolvente de Changbin.

“Resolveu se soltar, hm? Como é sensível... está admitindo seu desejo por mim, não está? Vamos, Hyunjin. Permita-se deleitar.” – O mafioso disse com sua voz rouca, deixando o hwarang ainda mais excitado. – “Admita, Hyunjin-nim. Você quer sentir meu caralho entrando e saindo de você com força mais do que você quer me matar.”

Hwang detestava o fato de que aquela sentença era totalmente correta.

“Cala a boca, seu merd-.” – Hyunjin respondeu em contraste ao seu pau pulsante de tesão mas logo em seguida foi cortado ao gemer alto ao sentir a língua quente do mafioso fazer presença ao redor de sua auréola molhada. Seo lambeu o líquido que escorria daquela entradinha que tanto se contraía ao ter as nádegas afastadas. Era um líquido doce e viscoso; Changbin sentiu-se realizado de poder sentir o sabor do hwarang gostosinho que captou seus olhos com aquela cintura fina e bunda arrebitada desde o primeiro encontro.

Hyunjin trocou um olhar ganancioso com Changbin em um último momento antes de revirar-se em prazer e logo em seguida o sentiu adentrá-lo com tudo. Arqueou suas costas e gemeu alto o nome do mafioso ao recebe-lo com tanta vontade dentro de si; contraiu seu cuzinho ao sentir os movimentos circulares ousados por entre suas paredes internas. Era uma sensação nova e excêntrica; ter dentro de si a língua que jurou que um dia cortaria afinal não era tão ruim assim. Acariciava os fios de cabelo de Seo por vez ou outra e mal conseguia parar seus pensamentos em exatidão. Estava com a cabeça nas nuvens, gemendo carente por mais.

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Apesar do prazer inconcebível e derrota desonrosa, Hyunjin ainda queria o gosto de ter controle sobre seu rival. Sabia que mais cedo ou mais tarde o veria gabando-se dessa situação, então antes que Changbin tomasse a iniciativa, Hwang cessou os movimentos do mesmo ao afastar-se e sentou em seu colo, ainda com o roupão caído de seus ombros. Seo estava obviamente surpreso com a atitude repentina, mas fora privilegiado com a visão mais bonita que o teria em um bom tempo, afinal o mafioso não estava acostumado com cenas bonitas: Hyunjin nu com sua roupa usual caída como uma folha de seu corpo esbelto e ofegante e seus cabelos bagunçados caídos de suor sobre sua testa, sem contar aquele maldito olhar felino penetrando o seu próprio, e tinha tudo aquilo apenas para si. Como o maldito hwarang era gostoso...

Hyunjin pousou seus braços entrelaçando-os sobre os ombros largos de Changbin e começara a rebolar no colo do mesmo. Enquanto Seo masturbava seu pau, Hwang desfez lentamente a calça deste até retirá-la juntamente a cueca, revelando o membro grosso já levantado que estava se escondendo até então.

“Changbin-ah.” – Hyunjin sussurrou ardiloso próximo ao ouvido do mesmo. – “Se eu te cavalgar com vontade... você se mantém longe do império por um tempo?” –  Apenas provocou. Era uma hipótese impossível e em qualquer ocasião decente Changbin diria que não, absolutamente, mas Hwang estava uma verdadeira obra de arte, manhoso como nunca pensou que o veria antes, se esfregava e gemia por si como uma cadela no cio. Seria difícil nega-lo em uma situação dessas. – “Changbin-ah, por favor... hm?” – Manhou alto enquanto mordia e beijava o pescoço do Seo ao rebolar sua bunda contra o membro do mesmo e agarrar-se a ele com vontade. Hyunjin estava um verdadeiro tesão. Depositou um beijo molhado na boca sedenta de Changbin suavemente enquanto ambos respiravam pesado, segurando no queixo do mesmo. Lambeu e mordeu com vontade aqueles lábios e adentrou de vez sua língua ali. O hwarang estava fora de si, como nunca pensou que estaria. Se fosse seu desejo sexual reprimido fazendo presença ou todo o sentimento acumulado de perda de liderança falando, não sabia, mas que aproveitaria cada segundo com certeza o faria.

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Sentiu Changbin agarrar sua cintura com força e arquear ainda mais suas costas ao retribuir aquele beijo bagunçado pontuando ainda mais o contanto com o pau do mesmo. Agarrou os cabelos negros de Hyunjin para trás erguendo seu pescoço agora todo vermelho e marcado por si.

“Ahh, Hyunjin... Só você para me fazer esquecer a rixa com esse império.” – O segurou pela cintura e quadril entrelaçados em si e se levantou, sentando-se no sofá e pondo-o sentado em seu colo. Segurou seu membro sobre a entrada erguida de Hwang e observou suas reações sedentas ao entrelaçar e esfregar seu membro entre as nádegas do mesmo, provocando-o ao ameaçar entrar. 

"V-Vamos logo com isso..." - Hyunjin disse impaciente com os atiçamentos sabendo que aquele pau poderia adentra-lo a qualquer momento.

Então senta.” – Changbin ordenou depois de longos segundos de provocação e assim Hyunjin o fez. Desceu devagar até a metade, e então resolveu descer de vez sobre aquele caralho grande e abriu a boca em um gemido mudo, revirando seus olhos de prazer.

“A-Ah...” -  Rebolou a primeira vez e gemeu alto. - “O-Oh... C-Changbin-ah!” – Gemeu manhoso; mal conseguia pensar, na verdade, só pensava no quão forte Changbin meteria aquele pau grosso dentro de si, arrebentando todas as suas paredes internas. A forma como aquela espessura estava entrando e saindo de si, entrelaçando-se entre seu interior apertado e quentinho...E Seo não poderia estar mais satisfeito (e excitado) de ter o privilegio de escutar de perto cada gemido estasiado reproduzido por Hyunjin.

“Vamos, hwarang, mostre-me que valerá a pena salvar seus homens dos meus sentando bem gostosinho. Quem sabe não te encho de porra também?” – Changbin provocou e Hwang se viu determinado a mostrar como quicaria bem. Não sabia daonde aquilo surgiu mas seu corpo reagia bem aos encantos sujos das palavras de Changbin, aliás seu pau respondiria bem até demais com as besteiras que sairiam da boca do mesmo.  O hwarang então acomodou-se nas coxas grossas do outro e começou aos poucos, jogando seu quadril contra o caralho do mafioso, este que ainda apertava sua cintura ajudando-o a mover-se. Hyunjin começou lentamente, arrancando de Changbin as malditas mordidas que ele dava nos próprios lábios até começar a rebolar freneticamente, começando leves quicadas; Seo observou com um olhar predador como este se fodia tão bem em seu pau, de forma que o deixava em um êxtase incomum ao subir e descer, ansiando cada vez mais aquele corpo angelical só para si. O hwarang começara a movimentar-se cada vez mais veloz até começar a sentar e quicar sem parar.

Changbin gemeu rouco absorvendo cada detalhe; era excitante demais assistir tudo frente a frente. Hyunjin de fato quicava bem demais, e ter a visão daquele suor escorrendo pelo seu corpo, seu pau duro balançando a medida que sentava, ver o próprio pau sumindo no corpo de Hwang de tão fundo que ia... era tudo tão obsceno, mas o fato de que era com seu maior rival fazia tudo ainda mais excitante.

"P-Porra, Hyunjin... se eu soubesse que era tão apertado eu tinha de botado de quatro há anos..." - Changbin admitiu em meio a tantos toques. - "Q-Quem diria, uh? O hwarang chefe sentando gostosinho no mafioso." - Hwang fechava os olhos em excitação com qualquer palavra ousada de Seo. - "O que acha que seus homens diriam ao vê-lo se saciando com o pau de um mafioso, hm? Aliás, do maior mafioso até então?" - O mais alto apenas conseguia gemer em resposta. - "Eles sabem que você não passa de uma putinha faminta, Hyunjin? Que você me entregaria esse cuzinho até de graça?" - O mafioso estava adorando provoca-lo, afinal estava literalmente comendo o cu do hwarang chefe.

"A-Até de graça, sim! P-Por favor!" - Hyunjin não teve nem tempo de pensar em como estava submisso ao inimigo agora, este que apenas fez proveito para priva-lo de andar por umas semanas.

-

O mafioso apertava com força aqueles glúteos redondinhos com suas mãos quentes e os envolvia cada vez mais no meio de suas pernas, até que soltou a cintura fina e agarrou as coxas macias de Hyunjin ao começar a socar seu pau fundo naquela entradinha molhada, judiando daquele pontinho doce e sensível do hwarang freneticamente.

 “C-Changbin-ah!” – Hyunjin gritou manhoso em reação. A forma como este chamava Seo o deixava zonzo de tesão, que deixou sua cabeça cair para trás no encosto do sofá entre seus suspiros pesados fechando os olhos em excitação mas inevitavelmente espiando a cena pornográfica de um Hyunjin tão faminto. - "E-Esse som.. quando minha bunda bate em você... a-ah!"

A sensação de ter aquela espessura grossa entrando e saindo de si era demais para Hwang. O hwarang não conseguia pensar em nada quem dirá no tal código de honra, mas que estava sentindo-se realizado como nunca sentiu antes, estava. Gemia com cada estocada que recebia; admitia que jamais havia se imaginado nessa situação, mas agora que se encontrava nela teria certeza de que não se arrependeria apesar de todo seu histórico de fidelidade pois ele sabia que existia um tesão absurdo acumulado dentro de si.

O mafioso não aguentou e em um ímpeto brusco deitou o hwarang no sofá em posição de lado, segurando suas pernas para cima e então voltando a maltratar sua entrada com velocidade e logo em seguida escutando os gemidos altos e arrastados sem parar.

“Então era isso que você sempre quis, não é? Admita que desde o começo você quer abrir essas pernas pra mim, Hyunjin.”

“Hu-umm... e-eu nunca quis tanto abrir minhas pernas, C-Changbin-ah...! N-Nunca quis tanto! A-Ah!” – Hwang soltou em meio aos seus gemidos ofegantes e sentia o pico de seu prazer chegando.

“Você gosta de abri-las pra mim, não é? Hein, Hyunjin?” – Seo gemeu rouco. – “A-Ah... Acho que nunca meti em alguém tão apertado... t-tão quentinho...” – O mafioso estava chegando ao seu limite.

“O-Oh... eu adoro! E-Eu nunca gostei tanto de abrir minhas pernas!” – O hwarang se sentia em um êxtase absurdo; mal conseguia abrir seus olhos de tanto que os revirava em excitação.

“Goza pra mim, hwarang. Goza gostosinho.” – E assim Hwang o fez em um gemido agudo ao sentir um grande espasmo em seu corpo. Changbin observou o líquido branco ser jorrado até o rostinho sedento e ofegante de Hyunjin, este que contraiu seu interior sendo o estopim para fazer o mafioso gozar também; o mais alto arqueou um pouco as costas e fechou os olhos ao sentir ser preenchido com tanta vontade. Seo impulsionou o quadril para frente para fazer seu líquido bem presente naquele interior.

-

Agora com ambos ofegantes e ainda recuperando o resto de sanidade que os sobrava, o ar do ambiente foi desprendendo-se.

“Quero vê-lo semana que vem as escondidas do palácio que você trabalha. Relaxa, eu vou de fininho e ninguém me vê.” – Changbin sugeriu ao levantar o tronco para olhar para Hyunjin.

“Filho da puta, acha que vai me ter de novo fácil assim? Da próxima vez eu levo duas katanas.” – Hyunjin se levantou bruscamente arrumando sua roupa e juntando sua espada.

“Qual é Hyunjin, uma rapidinha nunca é demais” – O mafioso insistiu.

“Pessoas como você não entram no palácio.” – E esse era o início de mais uma discussão sobre o tal código de honra hwarang e como mafiosos não valiam de nada, mas Changbin escutaria tudo de novo se fosse pra conseguir aquele corpinho novamente.

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Notas Finais


eh isso ai galera qualquer erro qualquer critica qualquer coisa que os incomode durante a leitura deixe aqui em baixo qe eu tou aberta a ouvidos nao se acanhem
(obs eu tentei ao maximo mostrar como isso foi tudo consentido e como ambos de fato queriam ok qualquer coisa bote ai nos comentarios
votem no kingdom e pau no cu da mnet !! <33


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