História Enemy Love - Sugamon - Capítulo 13


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BOA LEITURA
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Capítulo 13 - Chapter 13 - Shots and babies .... babies?


Fanfic / Fanfiction Enemy Love - Sugamon - Capítulo 13 - Chapter 13 - Shots and babies .... babies?

•NAMJOON POV•

... Uma semana depois ...


Agora é três horas da manhã e eu - infelizmente estou aqui no armazém, fazendo o que? Nada. Apenas esperando meus homens voltarem do recebimento das minha mercadorias, que se resume a basicamente algumas poucas armas, munições e um quantia em dinheiro. Coisinha boba. Normalmente nesse horário eu estaria bem confortável na minha casa, na minha cama e muito bem alimentado pela comida do Jin. Mas fazer o que né! Tem que trabalhar. 

O tempo demora muito para passar! Não aguento mais esse tédio, vou jogar algum jogo no meu celular - Cyber Hunter Lite, um jogo de tiro bem legal que eu achei em um dia de tédio - Quando estava quase ganhando a partida recebo uma ligação do Hoseok, essa desgraça acabou com a minha vitória, mesmo estando levemente bravo com ele atendo sua ligação.


Ligação ON 

- O que houve Hoseok? - pergunto já um pouquinho bravo, ele atrapalhou minha partida! Isso é motivo o suficiente.

HS- Bom RM... A outra gangue nos entregou as coisas, tava tudo certo e tals, mas...

- Mas o que caralho? - pregunto ficando cada vez mais bravo.

HS- Mas... quando estávamos voltando sofremos uma emboscada. Eles não conseguiram levar nada, mas a Momo acabou sendo atingida então estamos levando ela pro hospital.

- Okay - falo bravo - Encontro vocês lá, tchau!

HS- Tcahu RM.

Ligação OFF 


Mas que merda, merda, merda, MERDA! Quem foram os desgraçados? Eu juro se eu encontrar esses caras eu vo- Calma Namjoon! Respira e inspira, vai dar tudo certo se acalma.

Visto o meu casaco de couro preto, pego as chaves da meu carro e o dirijo rapidamente em direção ao hospital em que eles levaram a Momo. Como eu sei qual é sendo que o Hoseok não me disse? Então aquele hospital é nosso parceiro, nós doamos dinheiro e até alguns equipamentos e em troca ninguém nos denuncia para a polícia. 

Chego no lugar em cinco minutos, quando passo pela recepção a recepcionista não fala nada apenas me deixa entrar e fazer o que quero, ela já está acostumada com isso. Começo a andar pelos corredores do hospital procurando por eles, depois de andar bastante finalmente os encontro, lá estavam Jungkook, Hoseok, Jennie, Kyungsoo e Jogin. Vou me aproximando rapidamente, quando chego perto todos eles me cumprimentam.


- Cadê o resto? - pergunto me referindo aos outros homens que tinham ido com eles para receber a mercadoria, pois só tinha eles ali.

HS- Mandei eles pra casa, se não ia acabar fazendo tumulto no hospital com todo mundo aqui.

- Fez bem, fez bem - solto um longo suspiro - Como está a Momo? - pergunto preocupado.

JN- Os médicos disseram que ela perdeu muito sangue e que agora fariam uma cirurgia para retirar as balas, só nos informaram isso - me explica com um pesar na voz, Jennie está preocupada com o que pode acontecer.

- Alguém avisou a Dayhun?

JK- Eu... - Jungkook é interrompido com a chegada da Dayhun no hospital, quando ela nos avista vem correndo em nossa direção. Dayhun está com o resto levemente vermelho e inchado de tanto chorar, mas algumas lágrimas ainda escorriam pelo seu rosto.

DH- C-como ela está? - pergunta entre soluços.

JN- Ela está em cirurgia - Dayhun volta a chorar convulsivamente - Calma vai dar tudo certo uh? Tá bom, não chore - Jennie diz acalmando a Dayhun e secando suas lágrimas.


Nos sentamos nas cadeiras que haviam no corredor para esperar o término da cirurgia, Dayhun estava sendo acudida pela Jennie, Jogin e o Kyungsoo enquanto Jungkook e Hoseok tentavam descobrir algo sobre o ataque. Do nada, bem de repente eu começo a ouvir um choro relativamente baixinho, parecia de alguma mulher. Queria virar para o lado e perguntar para os outros se eles também estavam escutando, mas daí eu penso novamente e acho que é melhor não, agora o foco é a Momo então ignoro esse choro.


( ... )


Duas horas se passaram desde que chegamos, a porta do quarto é aberta e os médicos e enfermeiros vão saindo - a cirurgia finalmente acabou - Mas eu não sei se o resultado foi bom ou ruim, pois os médicos estão sempre com essa expressão de bosta no rosto, ou seja, nenhuma expressão eles não demonstram nada. Eu odeio isso. Nós nos levantamos das cadeiras e cumprimentamos um cirurgião que parou para conversar conosco.


Xx- Bom... posso dizer que na cirurgia ocorreu tudo bem, conseguimos retirar todas as balas do corpo dela sem deixar nenhum estilhaço para trás e como vocês já devem saber ela perdeu muito sangue, Mas já a colocamos na transfusão. Ela ficará em observação pelas próximas semanas antes de ser liberada para voltar para casa, daqui a pouco a enfermeira vai deixar vocês entrarem no quarto.

- Sério muito mas muito obrigada mesmo - falo me curvando novamente.

Xx- Estarei sempre a disposição RM. Até mais - fala sorrindo antes de se retirar e seguir o seu caminho.


Todos ficamos aliviados pela Momo estar bem, mesmo que ela esteja desacordada ela já está bem melhor do que antes. Depois de alguns minutinhos as enfermeiras liberam nossa entrada no quarto da Momo, a Dayhun vai logo indo do lado de sua amada enquanto eu e os outros nos sentamos em umas poltronas que haviam no quarto. 

Já estamos aqui faz um tempinho, estou querendo desistir de ficar aqui e esperar a Momo acordar. Quando me levanto, apenas vejo Dayhun abraçando fortemente - com muito amor claro - a Momo, ela acordou, todos vamos para perto da maca onde a mesma estava. Ela acordou do nada! A Momo sempre nos surpreendendo.


MM- Eu tô com fome - fala colocando as duas mãos em sua barriga.

JN- Meu Deus Momo! Você levou tiros! TIROS! - enfatiza a palavra - E a primeira coisa que você fala quando acorda é que está com fome.

MM- Eu gosto de comer ué. Será que eu posso pedir uma pizza? - todos no quarto caímos na gargalhada, ela só pensa eu comida.

- Bom... Momo posso te perguntar algumas coisas? - ela faz que sim com a cabeça - Conseguiu ver os caras que atacaram vocês? Algum detalhe qualquer coisa?

MM- Eles não pareciam ser daqui. Eles eram coreanos, mas sabe... pra mim não eram daqui, eles tinham um sotaque sei lá... era estranho. E no braço de um deles eu vi o início de uma tatuagem.

- Você lembra o que era ou o que parecia? 

MM- Não lembro direito, mas parecia ser algum tipo de animal.

- Obrigada Momo, agora a gente vai embora pra deixar você descansar um pouco. Tchau Momo! Tchau Dayhun! - falo me dirigindo até a porta sendo seguido por Jungkook, Hoseok, Jogin, Kyungsoo e Jennie.


Antes de fazer qualquer coisa resolvo mandar uma mensagem para o Jimin, pedindo para que ele procurasse gangues que tem como nome ou símbolo algum tipo de animal. Quero acabar com esses desgraçados! A Momo poderia ter morrido! Quando eu descobrir quem eles são, esses caras podem ter certeza que não sobrará nenhum deles para contar história. 

Quando estávamos prontos para irmos até o carro percebemos que havia começado uma forte chuva, com direito a raios e trovões. Que merda, só porque eu queria ir para a minha casa logo, já é cinco da manhã eu só queria ir embora. Eu converso com todos e resolvemos que nós iríamos esperar até a chuva passar um pouco, mas do nada Jennie corre porta a fora saindo do hospital e indo em direção à rua, eu não entendo sua ação repentina até ver e perceber o que estava acontecendo.



•JISOO POV•


Faz uma semana desde que eu passei mal e depois daquele episódio eu fiquei realmente preocupada e resolvi procurar ajuda de um médico, claro que para isso acontecer a Nayeon e o Yoongi tiveram que me obrigar porque se dependesse de mim eu só iria no médico mês que vêm. Como hoje tive muitas coisas para fazer só pude vir no hospital agora de noite, e eu realmente tinha me esquecido de como o hospital era, cheio de gente, com certeza vou demorar para ser atendida por causa da triagem. Pois aparentemente eu estou bem e não tem nada de errado comigo, e aqui tem pessoas que precisam de ajuda imediata então com certeza serei umas das últimas da triagem.


( ... )


Dito e feito. Cheguei aqui às onze horas agora são quatro da madrugada e ainda não fui atendida, mas eu não fico irritada nem algo do tipo eu sei que existe a triagem e não fico chateada o meu caso não é grave. Depois de mais alguns minutos olhando para o teto ou qualquer lugar que me fizesse sentir um pouco menos de tédio, vejo uma enfermeira se aproximar de mim e me chamar para uma sala para finalmente ser atendida, depois de seis horas.


Xx- Então senhorita Kim o que tem sentido ultimamente para te trazer para cá? - pergunta com uma voz serena com uma prancheta e uma caneta em mãos.

- Eu tenho me sentido tonta, com enjoos, tenho vomitado bastante, sinto minha cabeça doer quase que o tempo - listo tudo todos os meus sintomas, enquanto isso ela anotava tudo isso em um papel.

Xx- Você sabe me dizer a quanto tempo tem sentido esses sintomas? - me pergunta arqueando a sobrancelha.

- Hmm... - tento forçar minha mente a lembrar - Tenho sentido isso... a mais ou menos uns... três ou dois meses? Eu realmente não me lembro, mas é mais ou menos isso.

Xx- Okay - solta um suspiro - Eu já tenho uma suspeita, mas vou pedir um exame de sangue para ter certeza, tudo bem com isso?

- Tudo bem.


Uma outra enfermeira chega com os equipamentos necessários para o exame de sangue, elas colocam aquele elástico no meu braço acham uma veia e sem esperar muito enfiam a agulha em minha pele, aos poucos o sangue é coletado. Dói um pouquinho na hora que a agulha é colocada, mas depois passa. Quando elas acham que o sangue que é suficiente, retiram a agulha do meu braço e colocando no lugar que ela estava um curativo. 


Xx- Daqui a pouco nós voltamos com o resultado, tá bom?

- Tá bom. Obrigada.


Como não sei quanto tempo vai demorar para vir resultado, para me distrair  um pouco tento fazer a lista de compras na minha cabeça. Ovos, leite, açúcar, pimenta, queijo, carne, chocolate, lámen, biscoitos recheados, camarões, peixes, polvo, molhos diferentes, muito frango e talvez alguns salgadinhos para lanchar. Sou tirada da minha lista de compras mental quando uma das enfermeiras volta para o quarto com vários papeis em mãos, provavelmente o resultado do exame. Ela estava com uma expressão alegre, mas por que? Olha os sintomas que eu estou tendo, porque alguém ficaria feliz com isso? Vou passar esses drogas para ela então, já que a mesma parece tão feliz.


Xx- Parabéns! - parabéns? Porra o que é isso, acho que ela percebeu minha cara confusa pois deu uma leve risada - Parabéns senhorita Kim! Você está grávida! Pelo meu exame você está de três meses, me admiro você não ter percebido antes - fico em choque como assim grávida - Seu namorado vai ficar feliz com a notícia.

- É... é com certeza - falo sem muita emoção ou alegria no rosto.

Xx- Bom tenho mais pacientes para atender, a senhorita pode ir até a recepção - fala ainda demonstrando animação.

- C-claro.


Ela saí da sala e me deixa sozinha. Eu ainda não consigo acreditar, como assim grávida? Isso não pode estar acontecendo, não comigo, não agora. Sinto lágrimas grossas escorrendo pelo meu rosto, tento limpa-las mas logo mais delas vinham novamente. Apoio minhs mãos no rosto e choro cada vez mais alto e os soluços começaram a chegar.

Eu queria muito ser mãe, sempre quis, mas não agora, eu só tenho vinte anos nem sei cuidar de mim mesma. Estou com tanto medo do que vai acontecer comigo, com tanto medo do que o Min vai fazer comigo. Lembro do que aconteceu com a Yuqi uma amiga que trabalhava comigo e com a Nayeon, ela engravidou acidentalmente, não era para acontecer, quando o Min descobriu ficou possesso de raiva. Mas depois ficou tudo de boas, aparentemente ele não ligava mais para a gravidez da Yuqi. Mas não foi isso que aconteceu... ele esperou o bebê nascer e o matou na frente da mãe e todo mundo, mostrando o que aconteceria com quem engravidasse e logo depois matou a Yuqi. Novamente como um recado.

Eu não quero que ele mate um bebê! Nem que mate a mim! Eu eu não sei o que fazer, eu só... não quero morrer. Me levanto da cadeira que eu estava sentava e vou caminhando, ainda chorando até a saída, eu nem passo pela recepção apenas vou embora. Foi só passar pela porta da frente que uma forte chuva se iniciou, mas não me importo apenas continuo a caminhar. Quando percebo havia uma forte luz vindo em minha direção, mas eu estou paralisada não consigo fazer nada, aquela luz continuava vindo em minha direção, perto demais, até que...











Sinto um forte puxão em meu braço que me faz cair na calçada, só aí que caio na real, eu estava no meio da rua quase sendo atropelada. Olho para cima para ver quem havia me salvado, era aquela tal de Jennie ela trabalha para o RM, ela brigava comigo, mas eu não consigo oubir nada ainda estou muito assustada. As lágrimas voltam a rolar, vejo o rosto dela mudar de brava para preocupada.


•NAMJOON POV•


Quando chego até a calçada vejo Jisoo sentada na calçada molhada, enquanto ainda chovia e a Jennie olhava para ela totalmente preocupada. Fico confuso, o que está acontecendo aqui? 


- Jennie o que tá acontecendo? - pergunto sussurrando perto do ouvido dela.

JN- Ela tava quase sendo atropelada eu só puxei ela sabe, mas acho que ela não tá bem.

- Okay, Hoseok! - eu o chamo e logo o mesmo vem até mim - Vamos até uma lanchonete pegar algo para comer e vamos levar ela.


Vou até o estacionamento pego meu carro nele vem a Jennie e a Jisoo, dirijo pela chuvosa Seul procurando algo aberto nesse horário, mas nada parece colaborar comigo. Até que acho uma lanchonete 24 horas aberta - kkk jura? - estaciono no próprio estaciono do estabelecimento e logo todos nós entramos nele e pedimos alguns cheseburgueres e refrigerante, nesse meio tempo a Jisoo não falou nada apenas encarava o nada com lágrimas nos olhos fungando por causa do choro. Nós nos entreolhavámos sem saber o que dizer, mas eu resolvo quebrar aquele clima.


- Então Kim Jisoo, o que aconteceu? - pergunto tentando parecer calmo mas parece que ela se assustou.

JS- E-eu estou... - suspira - E-eu estou grávida - volta a chorar convulsivamente, deixando todos nós confusos, por que ela está assim por causa de uma gravidez? Nessa hora o garçom chega com os pedidos, agradecemos e então ele vai embora.

- Por que está assim? - novamente tento soar compreensivo, dessa vez funcionou - Gravidez não é uma coisa ruim, de quantas semanas você tá?

JS- E-estou de... Eu não sei esse bagulho de semanas - ela faz todos da mesa tirem - Estou de três meses - funga levemente o nariz - Estou assim por que... o Min não gosta de ter as "putas dele" prenha, ele mesmo falou isso. E-eu não quero que ele mate o meu bebê - chora mais, Jennie por extinto faz um cafuné na cabeça dela.

- Como assim mate o seu bebê? Ele já fez isso antes? - pergunto apavorado, ela assenti a minha pergunta, que cara bosta hein.

JS- E-ele fez isso com o bebê da Yuqi e... - soluça - Logo depois ele matou e-ela na frente de todo mundo. E-eu não quero m-morrer!


Olha eu senti um remorço, pela história dela, eu quero muito ajudá-la. Não vou deixar nada acontecer com a Jisoo nem com o seu bebê, ainda não sei como cou ajudar ela, mas quando descobrir irei fazer sem nem pensar duas vezes.
















Notas Finais


E aí o que acharam? Gostaram do cap de hj? Espero que sim, continuem acompanhando a fic e comentem algo legal adoro ler os comentários de vcs.
😘😘😘 da Isa.


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