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História Enganando Boninho - Capítulo 6


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Notas do Autor


Contém cenas de sexo.

Capítulo 6 - 06


Sarah cruzou o jardim em direção ao quarto do líder quando todos decidiram se recolher. Seus músculos latejavam por causa do esforço empregado nas fases eliminatórias, mas ela agradeceu silenciosamente por não ter sido pior — Caio e Arthur estavam seriamente machucados e ela, que tinha vencido, saiu ilesa.

Quando abriu a porta, se deparou com uma cena surpreendete: Juliette, vestindo o roupão vinho e amarelo do líder, estava deitada na cama king size esperando por ela.

— Oi, Sarah ­­— disse de forma sensual, ecoando o tom que havia usado mais cedo no sofá da ala externa.

— Como que você entrou aqui? Que eu saiba ninguém pode ficar nesse quarto sem a presença do líder.

Juliette sorriu maliciosa, como se soubesse de algo que a loira não sabia. Ela levantou calmamente e cruzou a distância entre as duas.

— Não é só você que sabe enganar a produção desse programa, minha loura.

Juliette então se aproximou ainda mais de Sarah. Ela emanava um cheiro fresco de quem acabou de tomar banho. Mas o que realmente chamou a atenção de Sarah foi a fresta que se abria de forma tentadora no encontro entre as duas partes do roupão, revelando o decote de Juliette. A pele branca e macia dela se alongava por dentro da peça aparentemente sem nada mais ali embaixo. Será que ela estava nua?

Sarah sentiu um tremor percorrer seu corpo e o quarto ficou repentinamete quente. Juliette percebeu na hora a mudança na amiga e soltou uma risada rouca.

— Meus olhos tão aqui em cima, visse?

Sarah rapidamente ergueu a cabeça e encontrou o rosto de Juliette. Sua expressão era uma mistura entre diversão e desejo, curiosidade e tentação. Ela sabia que estava no comando da sitação, e Sarah nunca havia visto a amiga tão confiante.

— Mas tu pode olhar o quanto quiser ­— continuou, agora com as mãos no cordão que segurava o roupão fechado. — Quer ver mais?

Sarah engoliu em seco. Sua garganta estava áspera — provavelmente todos os fluidos de seu corpo se encontravam entre suas pernas. Ela concordou com a cabeça, incapaz de falar qualquer coisa.

Juliette desfez o nó lentamente, sem se preocupar com a tensão crescente entre as duas. Ela então abriu o roupão e deixou a peça cair lentamente no chão. Para surpresa de Sarah, a mulher estava completamente nua.

— Juliette, você tá maluca! O Brasil inteiro vai te ver — disse Sarah, se apressando para recolher o roupão e cobrir a morena novamente.

Juliette segurou Sarah pelos braços e olhou intensamente em seu olhos.

— Então me leva pra debaixo do edredom, que eu não tô aguentando mais essa tortura — e beijou Sarah com intensidade e urgência.

Sarah respondeu com a mesma vontade, porém se preocupou em manobrar as duas para a cama gigantesca no centro do cômodo. Em seguida, jogou o edredom por cima delas e parou o beijo por alguns instantes para apreciar o corpo da morena deslumbrante na sua frente.

Juliette estava corada, com os lábios entreabertos, os cabelos bagunçados espalhados pelo travesseiro. O vermelho de seu rosto se estendia pelo colo, chegando aos seus seios firmes. Mesmo com a pouca luz disponível naquela cabana improvisada, Sarah jamais tinha visto algo tão lindo.

— Você é perfeita — disse, quase sem conseguir articular as palavras.

Juliette levou a mão de Sarah para o lugar onde ela mais precisava sentir a loira. Sarah arfou quando seus dedos fizeram contato com a entrada de Juliette, completamente umedecida e pronta para recebe-la.

— Olha o que você faz comigo — sussurrou Juliette, quase como um gemido.

Sarah sentia o coração bater tão forte que parecia que ia desmaiar a qualquer momento. Antes que ela pudesse recobrar suas ações, Juliette a surpreendeu invertendo a posição das duas. Ela encaixou suas coxas entre a perna de Sarah e olhou para ela de cima para baixo enquanto mordia o lábio inferior.

— Tu gosta demais de controlar tudo. Tá sempre pensando nas coisas, no que vai acontecer. Mas agora eu é que vou mandar aqui.

Antes que Sarah pudesse responder, Juliette abaixou a bermuda e a calcinha da sister de uma vez só, encontrando rapidamente a entrada quente da loura. Ela estava pulsando, completamente à mercê daquele toque tão desejado.

— Vou fazer você perder o controle — disse Juliette antes de atacar a boca da outra mulher.

Em meio a um beijo cheio de línguas e dentes, Juliette começou a circular o clitóris de Sarah com os dedos, levando a loira à loucura rapidamente. Sarah nunca havia experimentado algo assim: era como se Juliette estivesse em todos os seus poros, em todos os seus nervos. O cheiro dela era tudo que conseguia sentir, além do calor crescente no centro do seu corpo.

De repente, sem aviso, ela introduziu dois dedos em Sarah, que gemeu de prazer. Sarah abriu mais as pernas para acomodar Juliette, que puxou a loura pelos cabelos enquanto beijava seu pescoço.

O orgasmo estava perto, ela já podia sentir o formigamento familiar... Seus olhos fechados viam estrelas, e tudo era Juliette: o sabor do seu beijo, a língua em seu pescoço, o movimento preciso de seus dedos...

E foi aí que Sarah acordou.

****

Sarah levantou da cama assustada. Ela estava coberta de suor e sua respiração falhava. Gil e Juliette dormiam ao seu lado no quarto do líder, o que tornou a situação toda mais complicada. O amigo continuou em sono profundo, porém Juliette entreabriu os olhos com o movimento brusco da amiga.

— Tá tudo bem? — perguntou.

— Tá sim. Foi só um pesadelo.

Juliette concordou com a cabeça e voltou a dormir. Mal sabia ela que o sonho de Sarah tinha sido o total oposto de um pesadelo, e que a morena fora a grande responsável por isso.

Sem escolha, Sarah entrou na cabine do banheiro e deixou que seus próprios dedos a levassem ao clímax.


Notas Finais


Tô adorando os comentários. Obrigada pelo estímulo! Se puderem deixar mais, eu agradeço, porque adoro saber o que vocês estão achando. :)


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