História Enmity - Capítulo 36


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Dabi, Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Fumikage Tokoyami, Hanta Sero, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Mina Ashido, Momo Yaoyorozu, Ochako Uraraka (Uravity), Shouto Todoroki, Tenya Iida, Tsuyu Asui
Tags Bakugou, Bakuraka, Kacchako, Kacchan, Uraraka
Visualizações 159
Palavras 1.083
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 36 - Preparações.


Sexta-Feira.

Ochako chega a seu armário acompanhada de Mina, enquanto a amiga rosada compartilhava empolgada a história de seu sonho da noite passada, a morena só conseguia pensar no quanto estava cansada, e como o sono parecia nublar todos os seus pensamentos e até mesmo sua atenção. A conversa com Bakugou na noite passada tinha passado dos limites, o que era para ser só uma narração das mensagens de Asui, virou um bate-papo de horas a fio, ela jantou conversando com o garoto por chamada, e nem percebeu os ponteiros do relógio girarem, só se deu conta do quão tarde era quando viu a luz surgir por trás das cortinas, e ao ver a tela do celular, percebeu que a ligação dos dois já tinha quase dez horas de duração.

Uraraka nunca tinha passado tanto tempo assim envolvida em conversa com outra pessoa, bom, os dois tinha conversando sobre muitas coisas, ela tinha contado histórias da infância, ele tinha contado sobre as viagens que tinha feito com a família, os dois discutiram sobre as brigas do passado, refletiram como todos aqueles desentendimentos eram idiotas e como as coisas eram melhores agora, também falaram sobre o primeiro beijo que tiveram juntos, sobre muitas coisas. Mas no fim das coisas, ela não falou sobre seus sentimentos agora, não contou que estava apaixonada e ainda sentia aquela necessidade. Depois daquela noite estava ainda mais apaixonada, tanto que mesmo sabendo que logo o veria pessoalmente, ainda foi doloroso encerrar aquela ligação.

Bocejou e pegou os livros para a aula de cálculo que teria agora, Mina ainda não tinha terminado o relato de seu sonho. Girando os calcanhares para caminhar de volta para sua aula, seus olhos encontraram olhos vermelhos, cabelos arrepiados e grandes olheiras.

– Bom dia, dormiu bem? – Ele perguntou, a fazendo sorrir, Eijirou que vinha ao seu lado, abraçou Mina.

– Já tive noites melhores – Ochako disse, puxando a mochila para cima dos ombros, os dois estavam de frente um para o outro sorrindo – E você?

– Eu dormi como um anjo, se quer saber, foi uma das melhores noites de sono que eu já tive, mas eu tive um sonho meio estranho...

– Eu também! – Mina o interrompeu – Sério, vocês precisam ouvir!

E a rosada voltou a contar sobre seu sonho, Katsuki fez careta para aquela interrupção Ochako sorriu para ela, e os dois seguiram o casal em direção as suas salas, a partir dali o loiro só conseguia pensar em como aquele sorriso melhorava seu dia, e em como ele estava louco por aquela garota.

O dia para os jogadores do time de futebol e para as líderes de torcida não foi nada tranquilo, assim que as aulas do dia acabaram, todos já estavam envolvidos em atividades e preparações para o dia seguinte. Os treinos não seriam tão intensivos naquele dia, Momo disse no outro dia que achava que elas estavam prontas. Então aquele dia foi para ajeitar as coisas, os uniformes, os equipamentos e todo o resto, Momo, Ochako e duas garotas do time também tinham sido escaladas para organizar uma festinha para comemorar caso o time da casa ganhasse, mas tinham que ser discretas quanto a isso, caso a vitória não viesse.

Os garotos do time estavam realmente focados, o treino era leve, para não os sobrecarregar para o dia seguinte, mas eles estavam tão centrados, que não se distraíram nem com todo o movimento acontecendo ao redor do campo.

Enquanto descansava de carregar algumas caixas, tomando uma garrafa de água, Ochako observava o capitão do time, no meio do campo, dando ordens aos colegas, correndo de um lado para o outro, pegando a bola no ar, e a jogando de volta, gritando com alguém, ou se atirando em cima de outra pessoa.

– Você tá toda apaixonadinha não é? – Momo perguntou, a surpreendendo, estava carregando a última das caixas – É tão fofa.

– Ai, cala a boca – Ochako jogou agua na amiga que riu.

– Vamos, sem moleza, o mundo não é mais fácil para os apaixonados, certo? Você ainda tem que me ajudar com as caixas com os fogos.

– Certo, certo – A mais baixa resmungou enquanto se levantava, deu só mais uma olhadinha no loiro sobre os ombros e correu para acompanhar a amiga.

O dia transcorreu bem, e todos conseguiram terminar seus objetivos. Ochako mal podia esperar para chegar em casa e tomar um banho, e era nisso que pensava enquanto mastigava a sua maça e atravessava o campo em direção aos vestiários. Katsuki que estava perto da porta do lugar, virou-se para ela quando a viu se aproximar, ignorando seus companheiros com quem até então conversava.

– Então capitão – Ela disse, mais uma vez, parando em frente a ele – Tudo certo para amanhã?

– Me diga você, assistente da capitã, tá tudo certo para comemorar a nossa vitória amanhã?

Ela riu.

– Você nunca vai deixar de ser prepotente, não é?

– O que você chama de prepotência, eu chamo de autoestima – Sorriu de lado, dando de ombros – Meu time é foda, nós vamos comer o cu daqueles bastardos da capital.

– Bom, eu vou cometer o erro de acreditar em você, quero muito poder comemorar a nossa vitória.

O loiro sorriu ainda mais, e se aproximou um pouco mais, surpreendendo Ochako, afinal, os dois estavam em público, e os garotos do time estavam logo ali atrás, os dois estavam muito próximo.

– Então, se eu ganhar amanhã, eu quero um presente seu.

– O que? Por que justamente de mim?

– Porque você é a única que pode me dar isso. – Deu de ombros.

Ochako estreitou os olhos castanhos.

– É? E o que vai ser?

– Não posso falar, é surpresa, só vai descobrir amanhã quando o juiz marcar a nossa vitória.

– E você acha mesmo que eu vou aceita, sem saber o que é? É estupido demais, sem chance.

– Ochako, vai ser um grande incentivo para eu vencer amanhã, então você precisa dizer sim, não por mim, nem por você, mas pelo nosso time – Colocou a mão no peito, onde estava o brasão da escola.

Ela sorriu com deboche.

– Você não confia em mim? – Ele perguntou com falso tom de chateação.

– Okay, certo, aceito, mas nada de nudez ou algo do gênero, certo? Não quero ficar famosa.

– Não se preocupe – Ele deu um tapinha na testa dela – Você vai gostar – E com a mão sobre a cabeça dela, se aproximou e lhe deu um beijo na testa, parando o rosto por uma fração de segundo diante do dela, olhos rentes – Até amanhã.

– Até. – Ela suspirou, e o observou adentrar o vestiário. 

 



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