História Énouement - Capítulo 9


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekyeol, Chanbaek, Fantasia, Krisoo, Lemon, Power!au, Sekai, Xiuchen
Visualizações 71
Palavras 1.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Científica, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uau, marcando como história terminada.
Isso dá uma sensação incrivelmente boa, a de ter conseguindo encerrar um ciclo. É engraçado porque, olhando para os capítulos dessa fic, com certeza a desenvolveria de um jeito diferente hoje em dia.
Mas não é o final. Não mesmo.
Esses acontecimentos foram superficiais, ainda temos dois extras (rs) e supostamente um final de verdade. Mas isso é história para daqui uns meses, quando eu estiver de boa com meus outros projetos, okay?
Peço desculpas pela demora, esse capítulo é incrivelmente bobinho e poderia ter sido postado há séculos. Enfim, obrigada a todos que acompanharam essa fic, e para quem não me deixou desistir dela: vocês são incríveis.
Vamos lá?
Boa leitura!

Capítulo 9 - Não é um adeus


Quando Baekhyun abriu os olhos, eles já não eram mais claros como eram antes.

Eram castanhos, normais, e assim que seu cérebro passou a processar o que tinha ao seu redor, começou a entrar em pânico. Não entendia o que estava acontecendo, e os outros ao redor sequer conseguiam entender também.

Primeiro, silenciosamente, cravou as unhas nos braços de KyungSoo, e então vieram os gritos. Altos, desesperados.

— Me tira daqui, me solta. Não toca em mim! — dizia, empurrando KyungSoo e Chanyeol para longe, que o encaravam, feridos.

— Baek… — Chanyeol chamou, triste. As queimaduras em sua pele pareciam estar mais intensas, como se aquele último sacrifício quase houvesse destruído seu corpo humano.

Baekhyun curvou os ombros, tomado por um vazio extremo, e fitou Chanyeol com uma expressão enigmática. Todos o fitaram, atônitos.

— Q-quem é Baek? — perguntou, esfregando os olhos.

— Você. Você é Baekhyun, eu sou Chanyeol, ele é Jongdae e ele é Sehun.

— E eu sou KyungSoo, não lembra da gente?

— Desculpa, eu nunca conheci nenhum… KyungSoo. Nem Chanyeol. Nem ninguém. — disse, franzindo o cenho.

Chanyeol quase se levantou e saiu dali para chorar, mas sua curiosidade não lhe permitia que fizesse isso.

Chegou mais perto, tocando o rosto do Byun com a ponta dos dedos. Era frio, nada como o calor que emanava de seus dedos pouco tempo atrás, quando seus mindinhos se tocavam.

Baekhyun, por sua vez, levou uma de suas mãos até os fios azulados do maior, apresentando um certo fascínio naquele gesto; encarava-o com uma expressão infantil que derreteu o Park.

— Você lembra aonde mora? — indagou, tentando fazer ele falar.

— Seu cabelo é bonito, é de verdade?

Corou com o comentário, desviando o olhar para Sehun, que lhe encarava como quem queria rir.

— Sim, é de verdade… você sabe aonde você mora, Baek? Algum bairro, algum número…

O menor negou, sentindo uma dor forte na cabeça ao tentar se lembrar de algo que pudesse ajudar eles.

— Desculpa, nada.

Chanyeol suspirou, levantando do chão e sendo imitado pelos outros. Precisavam ir embora, já que estava quase amanhecendo.

— Eu vou trazer ele comigo, se vocês não se importam. — disse, olhando para KyungSoo, que deu de ombros.

Passaram a andar de volta para a entrada do complexo, Jongdae se apoiando em Sehun, e antes de sair, Chanyeol olhou para trás. Viu um vulto passar, idêntico a alguém muito conhecido. Seria possível que Minseok tivesse sobrevivido àquilo?

— Você ‘tá bem? — a voz de Baekhyun lhe fez despertar, e logo voltou para o grupo com certa pressa. — O que aconteceu aqui?

— É uma longa história, Baek. Uma longa história que tem várias peças separadas e complexas.

Viu os outros o olharem de canto, concordando silenciosamente; cada um havia vivido aquela luta de um jeito diferente e em tempos diferentes, e seria um trabalho extremamente complicado explicar tudo para uma pessoa só. Talvez KyungSoo e LuHan fossem as melhores pessoas para recontar a história de Baekhyun.

 

Encontraram Yifan nos portões, e Chanyeol correu para lhe abraçar com força, quase caindo no chão junto com o amigo.

— Pensei que vocês tivessem morrido! Demoraram, hein? — Yifan disse, animado. Olhou de esguelha para KyungSoo, surpreso por vê-lo ali, com os outros.

— Humano. — cumprimentou o mais baixo, sorrindo de leve.

Sorriu de volta, deixando um Chanyeol extremamente confuso.

Atrás de Yifan estava todo o acampamento e mais uma centena de pessoas diferentes, todos com as mesmas roupas cinzentas. LuHan estava à frente, junto com um rapaz de rosto que Jongdae conhecia bem.

Apertou os ombros de Sehun, tentando se esconder.

— O que foi? O que tem ele? — o mais novo perguntou, olhando confuso para um moreno de olhos azuis que se encontrava ao lado de LuHan com uma expressão um tanto perdida.

Ele pareceu notar a inquietude de Jongdae e baixou os olhos para os próprios pés, constrangido.

— Você conhece nosso prisioneiro de guerra? — LuHan brincou, segurando na nuca do moreno. — Este é Kim Junmyeon, um dos carrascos da Academia, e coincidentemente é um anjinho também.

Jongdae estremeceu, enojado com a perspectiva de que um dos chefes daquela porcaria era alguém que supostamente deveria ajudá-los.

— Eu me lembro dele. Ele vai ficar com vocês? — indagou, erguendo o queixo.

— Não. Foi unânime entre os que libertamos, não há lugar para ele entre nós. Mas ele vai poder ter uma vidinha decente daqui pra frente.

— Ele não merece.

— Não estamos aqui para fazer ninguém pagar por seus pecados. — LuHan disse em tom de repreensão, deixando implícito um ponto final na conversa. Jongdae recuou, olhando para Chanyeol.

— Escuta, eu não vou com vocês. Preciso ir atrás dele.

Chanyeol o puxou para um canto mais afastado, checando se ninguém prestava atenção na conversa que teriam.

— O que quer dizer com isso, Jongdae?

— É o que falamos antes, lá dentro. Essa história não acabou aqui, não está nem na metade, e você sabe que Minseok ainda está vivo. Quero tentar uma conversa...

Aquiesceu, enfiando as mãos nos bolsos da calça jeans. Um milhão de quilômetros por hora: esta era a velocidade dos pensamentos de Chanyeol.

— Você acha que pode mudar ele?

— Eu quero tentar, sabe? — disse com um meio-sorriso, esperança era uma de suas virtudes. — Quando conversamos, ele parecia em dúvida. Talvez só precise abrir os olhos e enxergar tudo com um ponto de vista diferente.

Chanyeol assentiu, estendendo uma das mãos para o loiro.

— Mantenha contato, okay? Prometa que se achar ou conseguir algo, vai me ligar imediatamente.

Jongdae apertou sua mão, ainda com um sorriso agora mais determinado no rosto.

— Prometo. Espero que consiga fazer Baekhyun se lembrar.

Sorriu triste, olhando para o rapaz que conversava com Sehun de forma alegre. KyungSoo e Yifan ainda estavam presos em algum diálogo fervoroso sobre flores, mesmo estando ao lado dos outros dois.

— Não acho que seja possível.

— Então ensine ele.

— Ensinar o que?

— A viver, a sorrir, a amar. Você é quem escolhe, Chanyeol. — Jongdae piscou, e como se fosse sua deixa, desapareceu dentro do complexo uma outra vez.

 

Todos seguiram caminhos distintos, mas sabiam que iriam se encontrar mais uma vez.


Notas Finais


reclamações e dúvidas no SAC
https://twitter.com/smilesehunnie


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