História Enquanto você dormia - Capítulo 46


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Adrian Toomes (Abutre), Anthony "Tony" Stark, Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Clint Barton (Gavião Arqueiro), Dr. Bruce Banner (Hulk), Edward "Ned" Leeds, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Happy Hogan, James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Janet Van Dyne (Vespa), Loki, May Parker, Michelle “MJ” Jones, Morgan Stark, Mystério (Dr. Rupert Rinehart), Natasha Romanoff, Nick Fury, Pantera Negra (T'Challa), Pepper Potts, Peter Parker (Homem-Aranha), Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Scott Lang (Homem-Formiga), Steve Rogers, Thanos, Thor, Visão, Wade Willson (Deadpool)
Tags Peter Parker, Starker, Tony Stark
Visualizações 104
Palavras 1.196
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, LGBT, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estamos chegando aos cinquenta capítulos e ainda não estou nem perto do fim. Vocês já devem estar cansandos de tantos capítulos, se bem que esse é mais curtinho, já que é mais uma ligação do anterior com o próximo e achei que ficaria sem nexo juntá-lo com um deles.
Mas enfim, boa leitura!

Capítulo 46 - Entre Bruxo e Jedi


Fanfic / Fanfiction Enquanto você dormia - Capítulo 46 - Entre Bruxo e Jedi

-- E como foi?  

Tony sorria, de pé na sala. Tentou ficar sentado, mas depois dos primeiros minutos não conseguiu ficar quieto. Adiou todas reuniões, fez tudo o que podia, e quando terminou ficou andando de um lado para o outro. 

Peter dormira bem essa noite. Acordou apenas duas vezes, totalmente perdido, mas logo que viu Tony o amparando voltou a dormir. Depois do amanhecer, quando viu que ele dormia profundamente, pediu o café da manhã na doceria de sempre, aproveitando para pedir que entregasse os móveis que comprara no andar de baixo, indo ele mesmo comandar o que ficaria onde. Aproveitou também para ajustar as luzes, de forma que não ficasse muito fortes, já que sabia que Peter tinha um problema com elas.

O garoto comeu pouco, mas trocou algumas palavras com Tony assim que acordou. Depois de um banho rápido e algumas peças de Tony, ele estava pronto para a terapia. Depois do almoço, a doutora Brow e Strange chegaram, ela logo indo com o garoto para baixo, deixando Strange com Tony. 

É claro que ele tentou ser agradável, mas depois de cumprir todos os protocolos de recepção, como servir um café e se certificar de que ele não precisava de nada, Tony se enterrou em seu próprio mundo, com seu tablet na mão e o laptop a sua frente. Strange não tentou puxar assunto, então ficaram assim mesmo, cada um sentado em um sofá na sala, em silêncio. 

Então, depois de terminar tudo, Tony passou a caminhar de um lado para o outro, se perguntando se era bom que a sessão demorasse tanto ou se era um sinal de algo estava errado. Strange parecia incomodado com seus movimentos, já que provavelmente estava o deixando nervoso também, mas Tony não se importava. Quando o garoto voltou, com a doutora o seguindo, o mais velho se sentiu aliviado. O garoto parecia bem. Não o que ele era antes de toda essa confusão, mas bem.

-- Bom? -- Peter respondeu com uma pergunta, encarando a doutora que confirmou com a cabeça, sorrindo.

-- Acho que agora é nossa vez, Tony. -- Ela o encarou, antes de desviar os olhos para Strange, com um sorriso. -- Peter é todo seu agora.

Tony se sentiu estranho com as palavras dela, com a mão de Stephen no ombro de Peter ao conduzi-lo ao seu quarto. É para o bem de Peter. Pensou enquanto descia no elevador, ao lado da doutora. Assim que chegaram na sala, Tony foi logo se sentando no sofá, esperando o que ela diria.

-- Tratamos sobre o passado dele. -- Ela disse, se sentando de frente para ele. -- Sobre os amigos dele, as atividades que ele fazia, sobre seus gostos e afins. -- Ela esfregou as mãos, uma na outra. -- Não chegamos na parte do trauma em si, já que preciso preparar o terreno para isso. Ainda preciso abordar as perdas que ele sofreu, dos pais e dos tios, então podemos demorar um pouco. Sugiro que você já tente reintegrá-lo aos poucos às suas antigas atividades, mas lentamente. Talvez voltando com as atividades que tinham. Peter me falou sobre elas. Daqui a alguns dias, uma visita dos amigos dele, quem sabe?

-- Sim. -- Tony já tinha pensado nisso. -- É uma ótima ideia.

-- Também o faça se sentir querido, Tony. Tente trazer coisas que o façam feliz, entende? -- Ela cruzou as mãos sobre os joelhos, se inclinando. -- Você é a melhor pessoa para isso, já que é o único que o conhece melhor, e ele parece ter grande estima por você, assim como você parece ter para com ele. Não precisam ser coisas grandes, já que ele sequer parecer gostar disso. Coisas simples, como o filme preferido, algum jogo.

Tony assentiu, já sabendo o que faria. Antes de se despedir, a doutora marcara a próxima consulta para Peter, e uma para Tony também, no mesmo dia. Depois que ela saiu, Tony continuou ali, pegando o celular e ativando o Protocolo Happy Day. Era um nome ridículo, ele sabia, mas o intuíto dele era bom. O criara antes do aniversário de Peter, para que Karen identificasse os padrões dele para estimar o que poderia fazer para tornar a data perfeita. É claro que como se atolou de serviço e quase perdera a data acabou fazendo um programa mais simples, e o resultado realmente agradou o garoto. E como depois daquele dia ele cortara as relações com Peter, o protocolo caiu em esquecimento. Mas agora, enquanto o reativava, se deu conta de que ele viria a servir perfeitamente.

Assim que o elevador retornou, o usou para subir de volta. O mago e o garoto não estavam na sala, então seguiu até o quarto, pegando o fim da conversa.

-- ... não acho uma boa ideia. -- Strange parecia contrariado. 

-- Está tudo bem. -- Peter parecia convencê-lo de algo enquanto Tony se aproximava lentamente do quarto. Não estava bisbilhotando. Estava se aproximando mais devagar. Peter devia sentir ele andando, com seu sentido aranha. Ou não? -- Além do mais, você nem o encontrou ainda. 

-- Atrapalho? -- Tony não entendeu. Eles falavam de quem?

-- Não, Stark. -- Strange tirou o medidor de pressão do braço de Peter. -- Já estava de saída. -- Antes de sair propriamente, ele lançou um olhar para o garoto que deixou Tony ainda mais intrigado.

-- Vamos assistir um filme? -- Tony tentou seu melhor sorriso. Peter respondeu com um similar.

 

 

 

Harry Potter não era a primeira opção que escolheria, mas foi curioso. Esperava algum Jedi e não bruxos, já que era muito mais o gosto de Peter, no entanto, assim que ele escolheu, Tony acatou. O barulho da pipoqueira se misturou com o barulho da chuva, e é claro que o maior trabalho do mais velho foi servir o refrigerante, mas mesmo assim Peter insistiu em ajudar. Como tudo foi ativado pela voz de Tony, tanto a pipoqueira quanto a televisão, o garoto apenas serviu a pipoca nos potes, Tony sorrindo agradecido a cada movimento dele.

O filme foi longo, e mesmo que Tony já o tenha assistido, assim como Peter, acreditava que ambos aproveitaram bem a tarde. O garoto parecia imerso na trama, e Tony tentou se deixar prender também, aproveitando o filme como há tempos não fazia. 

Se Morgan estivesse ali, seria perfeito, mesmo que sua filha fizesse perguntas sobre tudo, como sempre. Tony conseguia imaginá-la ali, deitada com a cabeça  em seu colo, apoiando os pés sobre as pernas de Peter, questionando o porquê de cada coisa, se assustando na cena do troll, mesmo que seu pai conseguisse notar cada erro da produção. 

Ela também acabaria com a pipoca, diferente de Peter que comia uma a uma, mal tocando no pote. Morgan encheria a mão antes de tentar comer tudo de uma vez, e Tony com certeza pegaria no pé dela por isso. Peter, com seu jeito doce iria amenizar a situação, e logo voltariam à posição de antes.

Seria perfeito.

Mas Tony já era grato pelo que tinha, constatou ao olhar para o garoto absorto ao seu lado enquanto a chuva caía lá fora e a noite dava seus primeiros sinais.


Notas Finais


Agradeço a leitura!


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