História Enrolados - Uma Flor Preciosa - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Asmita de Virgem, Aspros de Gêmeos, Regulus de Leão, Sísifos de Sagitário
Tags Asmita, Enrolados, Gatinhos, Regulus, Romance, The Lost Canvas, Viadagem
Visualizações 37
Palavras 1.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção, Fluffy, Magia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei, mas voltei! Como essa fic maravilhosa e delicinha já está concluída a partir de toda a quinta ou sexta irei postar, meus dengos!
Nos perdoem pelos erros!
Boa Leitura!

Capítulo 2 - Finalmente livre


Asmita

Papai havia novamente dito um "não" pra mim, o que já não era surpresa, mas dessa vez eu recebi uma tremenda de uma bronca. Ele SEMPRE dizia a mesma coisa, que lá fora era perigoso, que as pessoas queriam cortar o meu cabelo para vender... e isso me dava medo, claro que sim. Mas eu faria de tudo só pra ir ver as lanternas flutuantes! Seria rápido, papai nem sentiria falta. Quer dizer, talvez sinta.

— Ai, meu Buda! Pascal, o que eu faço?!

Um rapaz havia invadido a torre, parecia um ladrão pelas suas roupas, então lhe acertei com uma frigideira na nuca enquanto estava distraído. Agora, eu estava no meio do meu quarto, com um homem desmaiado no chão e sem saber o que fazer.

Me aproximei um pouco dele e, com o cabo da frigideira, ergui um pouco seu lábio superior, checando se ele teria presas. Eu e Pascal nos "olhamos", acho que ele não era perigoso, mas eu não podia confiar, é a única pessoa que eu vejo em 17 anos, fora o meu pai. Porém, o homem estava carregando algo, uma bolsa estranha. O deixei trancado em meu guarda-roupa enquanto xeretava suas coisas. Dentro da bolsa havia uma linda coroa. Decidi me divertir um pouco e coloquei a coroa na cabeça, não sabia como estava, mas pelo o que entendi de Pascal, ficou lindo. Ele disse que eu parecia um príncipe... Isso me lembrava de algo, mas nem parei pra pensar pois vi que o rapaz estava acordando, então rapidamente guardei a coroa dentro da bolsa e a escondi embaixo da escada.

Não demorou muito e o estranho estava numa cadeira, preso totalmente pelos meus cabelos, que eu fiz questão de prender com força pra que ele não se soltasse. Me escondi nas sombras, apontando a frigideira pra ele enquanto ele acordava aos poucos.

— Quem é você e como conseguiu me encontrar?!

Regulus 

— Eu? Hein? Onde?

Encarei o lado escuro do local onde me encontrava sentado... Sentado?! Olhei para baixo percebendo meu corpo inteiramente amarrado numa cadeira de cor esverdeada, pra melhorar não era uma corda que estava me aprisionando, mas sim cabelo...CABELO! Belos fios loiros me prendiam com certa força.

Eu não acredito que fugi no maior desespero do mundo para simplesmente algum ser com uma cabeleira estranha me manter de refém. Olha a vontade de rir é grande, mas a de chorar é maior. A pessoa no canto me fez a pergunta de novo já que eu havia permanecido calado, pelo o tom de sua voz deduzi ser um homem, já estava formando mil e uma possibilidades de fugir daquele lugar com minhas coisas, mas por enquanto vou ficar quietinho até ter uma brecha.

— Eu não estava tentando te encontrar, na verdade tive alguns problemas e estou aqui agora.

Fiz um pouco de força para ver se conseguiria me soltar, infelizmente não tive sucesso ou seja teria sérios problemas para sair dali. Meus bebês devem estar famintos agora e eu aqui preso com um louco de cabelos incrivelmente longos. Antes que eu começasse mais uma série de reclamações em minha mente observei o ser se aproximando de mim e quanto tive o deslumbre de ver seu rosto me peguei completamente encantado por aquela rapaz loirinho que por algum motivo mantinha seus olhos fechados.

— Olha, como eu disse, realmente não te conheço, mas poderia te dizer: E aí, como vai? Meu nome é Simba Ryder. 

Como um bom criminoso dei meu nome de marca, pois em minha concepção o cara nem me conhecia, então não me entregaria para os guardas, assim espero. Vi seu rosto ter uma expressão de estranhamento pelo meu tom mais aveludado nas últimas palavras, acabei rindo daquilo. Ele continuou me questionando do porquê de eu estar ali e parecia insinuar que minha intenção era encontrá-lo.

— Loirinho, eu estava fugindo de uma perseguição e simplesmente vi essa torre, então decidi entrar! Aliás...ONDE ESTÃO MINHAS COISAS?!

Tentei virar minha cabeça para todos os lados em buscas de meus amados pertences que nem eram meus na verdade, mas isso não importa agora.

Asmita

— Eu escondi num lugar onde você nunca vai achar!

Comecei a rir de braços cruzados, o meu gato subiu no colo do tal Simba, o que me fez parar de rir na hora, pois fiquei espantado. O garoto tinha um certo dom com gatos, pois Pascal nunca faria isso com um estranho. Lá no fundo, ao ouvir a voz de Simba, me veio um sentimento estranho. Eu não sabia como ele era, mas talvez eu tenha gostado um pouco do seu jeitinho. Ele me fez rir, parecia ser engraçado, e quem sabe, poderia me ajudar!

— Então... Simba... Eu posso ser cego, mas não sou idiota. Vou te fazer uma proposta, e como recompensa, eu te devolvo a sua bolsa preciosa, ok? Mas se sentar me enganar...

Puxei meu cabelo, assim a cadeira se inclinou pra frente, e antes dela cair, a segurei com minha mão esquerda, enquanto encarava o jovem de olhos abertos. Até Pascal saiu do colo dele quando me viu com os olhos amostra, eu nunca tinha feito isso antes, até que eu gostei.

— Você pode destruir essa torre pedra por pedra, mas sem a minha ajuda, você nunca vai achar a sua querida bolsa. Só precisa me levar... pra assistir as lanternas flutuantes amanhã de noite. Tipo um guia.

Regulus 

Eu só me ferro mesmo, olha o único objetivo que me guiava era ter o que dar aos meus filhotes, pois tento ao máximo ser um pai dedicado, mas agora tinha um cara (que é cego e incrivelmente bonito) me "ameaçando" de uma forma bem fofa diga-se de passagem, desejando que eu leve ele para as lanternas flutuantes que são em homenagem ao príncipe perdido. Daí, eu questiono, por que justo minha pessoa tem que fazer essa tarefa?! Bem, de qualquer forma negar isso é fora de cogitação, minha bolsa está escondida em algum lugar daqui e tenho que dar um jeito nisso.

— Você não me deu escolha, vou ter que apelar... Miau.

Tentei usar o meu maior charme, sendo ele meu instinto felino, porém não funcionou, pois o garoto não entendeu minha "proposta" e ainda o bendito gato dele estava me olhando debochado faltando rir da minha cara.

— Okay, eu te levo.

A animação do loiro foi tanta que ele deixou de segurar a cadeira me deixando cair no chão duro e frio, virei praticamente um gatinho amassado. Depois de me soltar daquelas madeixas (literalmente), peguei as flechas com quais tinha subido. Desci primeiro para dar algum tipo de segurança para o tal de... Asmita! Sim, foi esse o nome que ele me disse no meio de nossa conversa.

Antes de tocar meus pés no chão vi os longos fios loiros surgindo e assim ele desceu rapidamente, demorando somente para por os pés no chão.

— Você parece impressionado, nunca saiu da torre?

Apesar de não ter resposta, a expressão dele bastava, ele deve ter ficado trancado ali por muito tempo, Asmita é realmente uma pessoa diferente.


Notas Finais


Bem, por enquanto é isso! Espero que tenham gostado! Qualquer elogio e crítica construtiva são bem aceitos!

Bjs de Vivi


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