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História Ensina-me - Capítulo 15


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Notas do Autor


Hello gueis! Agradecemos pelos feedbacks do capítulo anterior. Esse daqui é um mimo que eu (Manu) escrevi quando vi que a fic estava em #1 na tag de jornalismo. Jordana amou 🤭 Esperamos que gostem. 😏

Capítulo 15 - Módulo XV: Projeto Experimental


Fanfic / Fanfiction Ensina-me - Capítulo 15 - Módulo XV: Projeto Experimental

Na manhã seguinte, Renata acordou primeiro. Demorou um tempo para assimilar que peso era aquele em cima de seu corpo, mas quando finalmente abriu os olhos, lembranças da noite anterior vieram em sua mente. Tampou a boca pra segurar um grito de felicidade. Estava se sentindo como uma jovem descobrindo os prazeres do sexo.

Ficou ali algum tempo, fazendo carinho em Giovana, que estava com a cabeça apoiada em seu peito, até que decidiu levantar.

Com cuidado, afastou a mão de Giovana que estava em sua cintura e usou um travesseiro para apoiar a cabeça dela. Deslizou lentamente para fora da cama e quando conseguiu sair, encarou Giovana para garantir que ela não tinha despertado. A menina apenas se mexeu um pouco e resmungou, mas logo aquietou-se.

Renata sorriu ao observá-la dormir. Na noite anterior ela foi tão sexy e provocativa, mas agora estava ali, fofa e vulnerável. A mulher sentiu uma enorme necessidade de protegê-la.

Com a esperança de que ela ficasse por mais tempo, começou a separar peças de roupas que imaginou que pudessem caber na garota, além de uma toalha e escova de dentes. Costumava comprar a mais, para caso tivesse hóspedes.

Escreveu um bilhete, vestiu-se com um robe branco de cetim e renda e recolheu as peças de roupas que estavam no chão. Olhou mais uma vez para a menina e resolveu descer para fazer sua higiene matinal no banheiro do 1º andar, assim evitaria que algum barulho a despertasse.

No entanto, pouco tempo depois, Giovana acordou. Espreguiçou-se e tateou o colchão em busca de Renata. Abriu os olhos assustada ao notar que estava sozinha na cama.

— Ah não. – murmurou pra si.

Sentiu o coração acelerar um pouco com medo de ser rejeitada novamente.

Porém, ao passar os olhos pelo ambiente, notou uma pequena pilha de roupas posicionada na outra ponta da cama. Engatinhou até lá e viu que tinha um bilhete:

“Espero que aceite passar o dia comigo. Isso é para você ficar mais à vontade.”

Giovana suspirou aliviada e levou o papel ao peito. Em seguida, avaliou rapidamente as roupas.

— Serve. – deu de ombros e foi até o banheiro para tomar um banho.

Renata já estava na cozinha preparando um café da manhã quando ouviu passos nas escadas. Sorriu por saber que Giovana estava se aproximando, mas fingiu não ter escutado nada. Permaneceu de costas, mexendo na cafeteira.

Fechou os olhos quando sentiu Giovana abraçá-la por trás.

— Bom dia. – a menina falou com a voz um pouco mais grave que o normal, causando um leve arrepio em Renata.

Virou-se para ficar de frente para ela.

Giovana estava sorrindo largamente e seus olhos brilhavam. Os cabelos estavam molhados e o rosto livre de maquiagens

.

Renata suspirou de forma apaixonada.

— Bom dia. – sussurrou e segurou o rosto da menina entre as mãos, puxando-a para um longo selinho.

Giovana sorriu contra os lábios dela e abraçou a cintura da mulher com um pouco mais de firmeza.

Desfizeram o contato entre os lábios, mas continuaram com os corpos colados, Renata agora com as mãos nos ombros da menina.

— Dormiu bem? – Giovana perguntou para quebrar o gelo.

— Muito. – Renata respondeu sem conseguir parar de sorrir. – E você?

— Ótima! – falou algo e jogou a cabeça pra trás.

Renata riu e levou o rosto até o pescoço dela, depositando um beijo e sentindo o perfume. Giovana fechou os olhos e se encolheu, aproveitando a sensação.

— Eu reparei mesmo, você nem se mexeu. – Renata comentou e a menina abriu os olhos para encará-la.

— Atrapalhei você a dormir?

— De jeito nenhum. Eu só acordei hoje de manhã. – a mulher a tranquilizou e viu a expressão dela se aliviar.

— Que bom. Eu só queria ter visto você ao acordar, achei que tivesse abandonado a própria casa para fugir de mim. – brincou e ouviu uma risada. – Mas eu gostei por ter me pedido pra ficar. Senti falta desse tipo de coisa. – confessou.

— Eu quero passar mais tempo com você. – Renata afirmou e acariciou a lateral do rosto da menina. – Camila não fez esse tipo convite, não?

Dessa vez, foi Giovana que riu e balançou a cabeça negativamente. Renata tinha uma sobrancelha arqueada, mas estava sorrindo também.

— Camila entendeu que eu estava com a mente em outra pessoa. – Giovana respondeu e viu a expressão surpresa da outra.

— Você pensou em mim quando...

— Não fizemos nada. – a jovem interrompeu. – Eu apenas dormi lá. – revelou e Renata arregalou os olhos, chocada. – De qualquer forma, eu não deveria ter ido para a casa dela. Odeio usar as pessoas, mas acabei não me controlando. – desviou o olhar.

— Eu achei que vocês fossem sair novamente na sexta-feira. – Renata lembrou, ficando séria de repente e parando com as carícias.

Giovana a encarou de um jeito culpado, segurando a risada.

— Então... Talvez eu tenha te induzido a pensar isso.

O queixo de Renata caiu com aquela declaração.

— Eu não acredito! – exclamou perplexa. – Eu fiquei com ciúmes.

— Eu sei. – Giovana disse em tom triunfante. – Isso te deu coragem para me beijar e aqui estamos, então, não me arrependo. – deu de ombros.

Renata semicerrou os olhos, mas sorriu segundos depois. Abaixou para colar os lábios novamente, em um beijo lento. Giovana correspondeu, deixando a outra ditar o ritmo. Desfizeram o contato apenas quando precisaram de ar.

Ficaram se encarando por alguns segundos, completamente hipnotizadas, até que Renata desviou o olhar.

— Desculpe não estar na cama quando você despertou. Eu preciso tomar café logo que acordo ou fico sonolenta o dia inteiro. – explicou e gentilmente saiu dos braços de Giovana, caminhando até a cafeteira.

A menina a acompanhou, observando o corpo dela vestido apenas pelo robe branco. Era uma peça bem mais reservada que aquela que Renata a presenteou, mas mesmo assim, marcava nos lugares certos.

— Posso te fazer uma pergunta? – falou de repente, fazendo a mulher olhá-la de relance.

— Claro. – ela disse suavemente, voltando sua atenção para o café.

— Por que você me deu aquele robe? – Giovana disparou, se aproximando mais, queria ver o rosto de Renata.

— Para retribuir os presentes que você me deu. – a mulher respondeu prontamente.

— É um presente muito sexy para dar a uma aluna. Ficou bem colado no meu corpo. – Giovana provocou, apoiando-se casualmente na bancada.

Renata tinha intenção de erguer a jarra da cafeteira para despejar o líquido em sua xícara, mas sentiu seu corpo reagir com a lembrança da foto. Soltou o objeto e encarou Giovana. A menina estava com aquele sorriso malicioso no rosto.

Naquele momento, a mulher reparou pela primeira vez em como ela estava vestida. Havia separado camisa e calça de moletom, mas Giovana não estava usando a parte inferior. Graças a diferença de altura, a camisa branca chegava até o meio das coxas.

— Eu sabia que ficaria perfeito em você. – afirmou com os olhos fixos nas pernas da menina.

Giovana percebeu os olhares nada discretos e dobrou uma das pernas, fazendo o número 4. A camisa subiu ainda mais. Renata engoliu em seco com a imagem.

— Gostou da foto? – Giovana perguntou, fingindo que não sabia a resposta.

Renata se aproximou da menina e colocou as mãos na bancada, uma de cada lado do corpo dela, prendendo-a ali.

— Você não sabe o quanto. – lembrou de quando se tocou pensando na foto e sentiu uma excitação começar a tomar conta.

Giovana inclinou o rosto, ficando com a boca quase encostada na de Renata.

— Me mostra. – sussurrou de volta e Renata a beijou na mesma hora.

Dessa vez, o beijo era quente e molhado. Renata pediu passagem com a língua logo no primeiro instante e levou uma das mãos a cintura de Giovana, enquanto a outra passou a acariciar a coxa que estava erguida. Giovana abriu um pouco a perna para acomodar o corpo da mulher, apoiando-se na bancada e nas costas dela.

Quando não aguentou mais sustentar a posição, abaixou a perna e quebrou o beijo, olhando fundo nos olhos de Renata, como se perguntasse algo silenciosamente.

— Eu quero te mostrar. – a mulher afirmou, estava um pouco ofegante. Agora, ela que sussurrou contra os lábios de Giovana: – Ensina-me.

A menina sentiu o próprio corpo tremer de desejo. Puxou Renata para outro beijo, mas agora pegou uma das mãos dela e arrastou entre os corpos, até chegar no meio das suas pernas.

Renata teve um sobressalto e interrompeu o beijo. Olhou surpresa para onde estava sua mão.

Não tinha se ligado que a menina estava vestida apenas com a camisa. Ela não usava calcinha e já estava úmida devido a todo aquele flerte.

— Tudo bem? – Giovana checou, tentando controlar a própria ansiedade.

— Sim. – a resposta de Renata foi quase um gemido.

Giovana mordeu o lábio inferior e as duas abriram um espaço maior entre os corpos. Olharam juntas para as mãos entrelaçadas e Giovana começou a mover devagar, pra cima e pra baixo.

Ambas estavam aproveitando o momento e Renata levou alguns minutos apenas acompanhando, mas logo decidiu fazer o que sabia que funcionava com ela mesma. Com a ponta dos dedos, procurou pelo clitóris e passou a estimular diretamente.

— Re... – a menina suspirou e flexionou os joelhos para abrir mais as pernas. Renata sorriu ao ouvir seu apelido sendo usado por ela, naquele tom.

— Assim? – resolveu provocar, aumentando um pouco o ritmo.

Giovana apenas balançou a cabeça positivamente. Soltou a mão de Renata e permitiu que ela continuasse sozinha. A mulher não diminuiu a velocidade e a garota começou a rebolar, se esfregando na mão dela. Apoiou-se na bancada com as duas mãos, buscando apoio. Jogou a cabeça pra trás, absorvendo as sensações.

Renata mais uma vez aproveitou para atacar o pescoço dela, explorando cada pedaço com seus beijos. Desceu os lábios, mas teve que parar graças à camisa.

— Tira. – pediu com urgência.

Giovana a encarou sem parar de mexer o próprio corpo. Mordeu o lábio inferior de novo e, lentamente, puxou a camisa pra cima, revelando pouco a pouco.

Aquilo fez Renata ficar com ainda mais vontade de tocá-la. Giovana sorriu satisfeita com o olhar da outra e jogou a camisa em qualquer lugar.

Renata observou os seios subindo e descendo graças a respiração ofegante e aos movimentos. Não resistiu e levou a boca até um deles. Amou quando Giovana fez aquilo com ela na noite anterior, imaginou que não seria difícil.

Giovana arfou ao sentir os lábios da mulher em seu mamilo. Renata estava provando, testando, combinando estímulos. Contornava com a língua para depois chupar, ao mesmo tempo que aumentava e diminuía a velocidade dos dedos. O corpo da menina já tremia e os movimentos dela estavam descoordenados. Ela de repente pegou o pulso de Renata e a encarou.

A mulher ficou sem entender por alguns segundos, até que Giovana posicionou os dedos dela em sua entrada. Renata sentiu o quanto estava molhada e saber que ela era a causa, a deixou com um tesão inexplicável.

— Você pode...

— Eu sei. – Renata interrompeu a tentativa de fala da outra, introduzindo dois dedos.

Giovana ficou sem forças. Soltou a mão de Renata, suas pernas quase falharam e ela abriu a boca em um grito silencioso.

Renata a segurou com o outro braço e começou um vai e vem lento. Gemeu baixo com a visão de seus dedos desaparecendo dentro dela.

A menina logo voltou a mexer os quadris, dessa vez de forma desesperada. Sua respiração estava pesada e ela sentia seu clímax chegando. Estava pulsando nos dedos de Renata, que logo aumentou a velocidade.

— Está bom? – a mulher perguntou com a boca perto do ouvido dela.

Giovana balançou a cabeça freneticamente e jogou o corpo pra trás, fechando os olhos fortemente e levando as mãos aos próprios seios. Começou a pedir por mais e Renata experimentou acrescentar o terceiro dedo, sorrindo maliciosamente quando a menina passou a gemer sem conseguir se controlar.

— Estou perto. – ela falou em um fio de voz.

— O que você precisa? – Renata quis saber, aumentando a velocidade e a força de sua mão.

Giovana não conseguiu elaborar uma resposta, então Renata decidiu experimentar mais uma vez.

Usou o polegar para pressionar o clitóris ao mesmo tempo que penetrou com seus dedos.

A menina gemeu alto e abriu os olhos, encontrando o olhar de desejo de Renata. Não levou mais que alguns segundos até seu corpo começar tremer violentamente em um orgasmo. Renata a abraçou e continuou com os estímulos, amando a sensação dos músculos internos de Giovana se contraindo em seus dedos.

Ficaram naquela posição até que o corpo da garota se acalmou um pouco. Renata retirou os dedos de dentro dela e secou na barra de seu robe. Arrependeu-se na mesma hora, queria prová-la.

— Eu quero provar você. – no ímpeto, verbalizou seus pensamentos e sentiu o corpo de Giovana ficar tenso novamente.

A menina se afastou o suficiente para encarar a mulher. Ainda estava com os lábios entreabertos, tentando normalizar a respiração.

— Tem certeza? – perguntou olhando em seus olhos.

Renata ainda estava surpresa com a própria ousadia, mas a satisfação que estava sentindo em causar prazer em Giovana estava sendo viciante demais.

— Sim.

Ao ouvir a resposta, Giovana tomou impulso com os braços e subiu na bancada. Os olhos de Renata foram automaticamente para o meio das pernas dela. A menina reparou e abriu ainda mais, dando um sorriso triunfante.

Renata chegou bem perto e segurou as coxas de Giovana, que pulou com a pegada. A mulher lembrou de como a outra havia feito na noite anterior e começou a acariciá-la.

Giovana mordia o lábio inferior e a encarava de um jeito safado. Quando Renata aproximou o rosto para beijar as pernas, Giovana colocou uma das mãos na nuca da mulher, encorajando.

Ela fez um caminho de beijos pelas coxas, até chegar no sexo já bastante molhado. Passou a língua por toda a extensão, provocando a entrada e indo até o clitóris. Ouviu um gemido baixo.

Renata fechou os olhos, sentindo o gosto de Giovana e amando a nova experiência. Repetiu o processo por mais três, quatro, cinco vezes, cada vez explorando mais as dobras.

A menina começou a mexer o quadril, tentando se controlar para seguir o ritmo de Renata. Para alguém que nunca tinha feito aquilo antes, Renata estava indo bem demais. Parecia estar estudando seu corpo.

Um gemido mais alto veio quando a mulher começou a estimular o clitóris. Renata gostou daquela reação, então pressionou com mais força, usando a ponta da língua e chupando logo em seguida.

— Isso. – Giovana sussurrou já em êxtase.

Renata ficou satisfeita com a aprovação e aquilo a impulsionou a continuar. Puxou as pernas dela e colocou em seus ombros, colando-a mais ainda em sua boca.

Giovana perdeu as forças e deitou na bancada. Renata ergueu o rosto por tempo suficiente para ver o quanto a menina estava entregue.

Aquela imagem a afetou de tal forma que ela não resistiu. Abriu o robe e desceu uma das mãos para o próprio sexo. Gemeu com o contato e Giovana fez o mesmo ao sentir a vibração.

As duas estavam cada vez mais molhadas e gemiam juntas.

Giovana a segurou pelos cabelos, mantendo-a no lugar. Percebeu o que ela estava fazendo e sentiu um forte arrepio. Seu corpo anunciou mais um orgasmo, ainda estava sensível pelo anterior.

Renata acelerou o ritmo de sua mão e diminuiu a intensidade das chupadas, querendo prolongar o momento. Apenas aumentou quando percebeu que Giovana não aguentava mais.

— Eu vou... – a voz da menina ficou pelo meio do caminho quando ela gozou de novo.

Renata tentou controlar os espasmos dos quadris dela usando seu braço livre. Sentiu as própria pernas tremerem e esfregou a mão com mais força. Só parou de chupar a menina, quando gozou também, perdendo as forças e praticamente caindo por cima de Giovana.

As duas levaram algum tempo tentando controlar as respirações. Renata ergueu a cabeça já procurando pela boca da menina, que segurou o rosto dela entre as mãos e deu um longo selinho.

— Fui bem? – a mulher sussurrou no final do beijo.

Giovana riu e pegou apoio nos ombros dela para poder descer da bancada.

— Você quer uma nota? – brincou e a abraçou pela cintura.

— Só quero saber se fui aprovada. – Renata respondeu fingindo insegurança.

— Passou direto. – Giovana deu uma piscadela e outro selinho.

Renata encenou uma breve comemoração e Giovana riu mais uma vez.

— E você... gostou? – quis saber.

A mulher suspirou, relembrando as sensações de minutos atrás.

— Muito.

Giovana sorriu e a olhou de cima a baixo. O robe estava totalmente aberto e a pele de Renata brilhava com uma camada fina de suor. Umedeceu os lábios ao contemplar aquela visão.

— Acho melhor você tomar logo seu café. Tenho muitas coisas para te ensinar ainda. – provocou, descendo um dedo pelo pescoço da mulher e parando no espaço entre os seios.

Em silêncio, Renata olhou nos olhos da menina e empurrou o robe para trás, deixando-o escorregar por seu corpo e cair no chão.

— Acho que eu já estou bem acordada.


Notas Finais


E aí, foi um bom mimo? Hahaha A cena não vai ter continuação, fica por conta da imaginação de vocês 😂😂😂

Próximo capítulo na terça-feira, gente. Até ❤️


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