História Ensina-me a viver - Fillie - Capítulo 34


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Categorias Stranger Things
Tags Fillie
Visualizações 488
Palavras 3.909
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CHEGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAY!!! BOM, PRECISO CORRER ENTÃO NÃO VOU FALAR MUITO NÃO! <3

RECADINHO IMPORTANTÍSSIMO NAS NOTAS FINAIS!

Boa leitura meus amores <3

p.s: começarei a contar como 3 temp. só pra ficar visualmente mais bonitinho, já que ela já deveria ter começado no pós tiro, porém eu me perdi na contagem hihihihihihi . Bj bj bj espero que gostem!

Capítulo 34 - 3 Temp. - Tarde de um sábado não qualquer.


Fanfic / Fanfiction Ensina-me a viver - Fillie - Capítulo 34 - 3 Temp. - Tarde de um sábado não qualquer.

 

 

 

Uma semana depois

( 22 Julho de 2017, Sábado)

 

Millie

 

Havia chegado com a bandeja de café da manhã, e ele ainda permanecia sereno e calmo entre as cobertas, aparentemente em um sono profundo e confortador. Parei alguns segundos para observá-lo, sorria bobamente apreciando a cena, com a certeza em meu peito de finalmente ter encontrado o que tanto almejava, a felicidade.

Não sei quanto tempo fiquei ali desfrutando da sua calmaria, sentindo cada variação de sua respiração enquanto a leve brisa trazida pela janela lhe acariciava os fios de cabelo, desalinhando-os. Achava a obra de arte mais bela de todas seu corpo emaranhado em meio aos lençóis. Deixei a bandeja de canto deitando ao seu lado, fazia um carinho leve em seu rosto lhe repetindo tudo o que havia de mais belo em meu coração por meio do ato...

Após o dia em que falei com minha mãe o clima foi ficando cada vez mais leve, dia após dia, haviam paparazzis por todos os cantos do bairro, o que nos impedia de sair de casa com frequência, nossos nomes em todas as revistas e jornais de fofoca o deixava tenso, então evitávamos assistir ao noticiário, era engraçado e extremamente inconveniente ser reconhecida pela mídia por meio dos escândalos, mas conforme os dias foram passando as coisas vêm se acalmando e tomando forma, inclusive Finn, suas crises durante a madrugada vem cessando, dormíamos na sala com frequência, pois o piano era a forma que eu encontrava de acalmá-lo para que ele pudesse pegar no sono novamente...

Nossa música o acalmava, aquela qual toquei no festival era sua favorita de ser escutada, talvez por ser a única que eu tocava com maestria, mas devido a lesão no ombro sentia dores toda vez que o fazia, mas junto aos problemas ela também diminuía a cada dia.

Essa noite fora a primeira em que dormimos tranquilamente, sem crises de ansiedade no meio da madrugada, ou pesadelos quais ele costumava ter, sempre o mesmo... Qual revivia o dia do noivado de Caleb e minha pseudo-morte. Finalmente nos víamos livres disso, e trabalhávamos no corte do tratamento medicamentoso de Finn, logo diminuiria as doses com orientação dos médicos, psicólogos e psiquiatras.

 

Contornando sua pele alva e cabelos, meu coração aquecia cada vez mais na medida em que a sentia morna entre meus dedos, que agora eram substituídos pela pontinha de meu nariz, não resisti e comecei a distribuir beijinhos cuidadosos por sua testa enquanto acariciava seus cabelos contornando seus cachos desgrenhados num cafuné acolhedor, descia os beijos por sua bochecha até que a vi contrair-se...

Abri meus olhos e encontrei com os seus, entreabertos por uma pequena fenda, ele sorria e seus olhos faziam o mesmo, uma particularidade encantadora dele, e diz ele, que minha também. Sorri bobamente por aquela adorável cena, sentindo-o me enlaçar a cintura e fechar os olhos para seguir desfrutando das carícias.

 

 

- Bom dia meu amor. – Sussurrei continuando com o cafuné e colando meus lábios novamente em sua pele.

 

 - Bom dia meu anjo... – Ele sussurrava preguiçosamente acariciando os meus.

 

- Trouxe seu café da manhã. – Disse após dar um ultimo beijo em sua testa encarando-o com nossos narizes colados.

 

- A gente pode dormir de novo depois que comer? – Perguntou manhoso.

 

- Pode... – Respondi rindo sentando-me na cama e observando-o espreguiçar-se.

 

Preguiçosamente levantou-se bocejando e coçando os olhos, ficou por alguns instantes me observando sorrindo como eu a alguns instantes atrás, corei com o ato. Mesmo depois de todos esses anos ainda nos portávamos feito duas crianças apaixonadas, era mágica a forma como via esse sentimento me preencher dia após dia e crescer ainda mais dentro do meu peito, como se pudesse me consumir, e consumia...

 

- O que foi? – Perguntei risonha.

 

- Você é muito linda... – Ele disse sorrindo, aquele sorriso largo qual me desmonta por inteira. – Falta uma coisa ainda!

 

- O que? – Perguntei olhando para a bandeja achando que tinha me esquecido de algo.

 

- Meu beijo de bom dia. – Disse xavequeiro apontando para os próprios lábios.

 

 

Ri um pouco com a resposta e logo me certifiquei de debitar essa “dívida”, seus braços abertos cuidaram de me enlaçar por entre eles, subi em seu colo ficando com uma perna de cada lado, eu simplesmente amo essa posição, subi com minhas mãos por seus braços até parar em seu rosto, deslizando-as em direção à nuca, me aproximando sedutoramente e selando nossos lábios num beijo lento e calmo, suas mãos subiam de minhas coxas até pararem na cintura pressionando-a colando nossos corpos ainda mais. Não demorou muito para que interrompêssemos o beijo, finalizando com alguns demorados selinhos, afinal, havia um café da manhã nos esperando.

 

- Agora sim eu tô acordado! – Disse recebendo uma gostosa gargalhada involuntária minha. – Vamos, porque se continuar assim vou pedir mais que um beijo... – Completou provocativo mordendo o lábio inferior.

 

- Tô vendo que não restou um pingo de sono mesmo! – Disse apertando a pontinha de seu nariz. - Quem sabe eu não atendo se me pedir com carinho? – Eu disse dando uma piscadinha rindo logo após, saindo de seu colo a contragosto dele.

 

Comemos assistindo a um desenho animado qualquer, nada diferente de um sábado de manhã, hoje fazia exatamente um mês do acontecido, e do contrário que esperávamos estávamos incrivelmente bem e em paz, Caleb e Sadie resolveram casar-se já em dezembro, seria uma cerimônia pequena, do contrário do pedido de noivado. Minha formatura seria dia 16 exatamente uma semana antes do aniversário de Finn e casamento “Cadie”, então comemoraríamos em dobro e estávamos bem animados com a ideia.

Após o café aproveitaríamos o dia ensolarado para lavar o carro, tarefa de Finn, além de dar banho em Ted, tarefa qual ficou para mim. Fazer ambos no quintal dos fundos não fora uma tarefa nada fácil pois gargalhávamos com a guerra de água entre nós e nos concentrávamos mais nela do que na própria tarefa em si.

 

- De onde será que vem a pitanga? – Perguntei pensativa enquanto terminava de enxaguar Ted.

 

- Da pitangueira? – Respondeu como se fosse a coisa mais óbvia do mundo enquanto enxaguava despreocupado o carro com um balde.

 

- AQUELA QUE TE ACERTA COM A MANGUEIRA! – Berrei ensopando-o com a água que saia em abundância pela mangueira.

 

- VOLTA AQUI PINTANGUINHA!!!!!!!!!!!!! – Ele gargalhava correndo em minha direção com um balde cheio d’água. De onde tirava tanta força??

 

No momento em que me vi encurralada mal tive tempo pra pensar e fui acertada pelo jato forte de água que literalmente me derrubou no chão, preocupando-o, mas logo acalmou-se ao escutar minha risada ao ser coberta pelas lambidas de Ted em meu rosto meio aos latidos.

 

- TED! SAI DE CIMA DA MINHA MULHER!! – Colocou as mãos na cintura em falso ciúme.

 

Ted não se importava e continuava a pular e rodopiar por cima de meu corpo, até que resolveu se secar balançando toda sua pelugem, nos molhando ainda mais.

 

- Okay, agora somos nós que precisamos de um banho. – Constatei enquanto me levantava com sua ajuda observando minha roupa repleta de folhas e terra.

 

- Mais do que esse que você me deu???- Perguntou referindo-se ao estado em que estava.

 

- Você que começou! – Acusei.

 

- Comecei nada! – Defendeu-se. – Tu que me molhou primeiro!

 

- Só dessa vez! Na outra foi você. – Disse ainda rindo sentindo-o me puxar pela cintura colando-se em meu corpo.

 

- Comecei mesmo, e aí? Vai me punir? – Disse provocativo em meu ouvido enquanto acariciava minhas costas.

 

- Pode apostar. – Respondi sugestiva selando nossos lábios.

 

- Estive pensando... O que acha de colocarmos uma piscina aqui, amor? – Perguntou fitando o quintal.

 

- Acho... Uma ótima ideia. – Disse abraçando-o e sentindo-o buscar meus lábios mais uma vez.

 

[...]

 

Finn

 

Após mais alguns rounds de guerra de água finalmente entramos a fim de fazer o almoço, optamos por algo fácil, tomei meu banho enquanto ela começava a preparar a macarronada, e assim que saí dei continuidade no preparo enquanto ela tomava o seu.

Confesso que fiquei com a parte mais fácil, o molho, após me certificar que a carne no forno já estava pronta o desliguei e fiz o mesmo com o fogo.

 

[...]

 

Subi as escadas cantarolando em sussurros uma das faixas do meu novo álbum, nesse momento Millie já devia ter descido a julgar pelo tempo de seu banho, parei no batente da porta e novamente permaneci estagnado, engolindo a melodia deixando que ela soasse apenas em minha mente apreciando aquela cena perfeita... Como ela.

Penteava suas madeixas úmidas despreocupadamente sentada a beira da cama fitando o seu reflexo pela cabeceira, nada de espelhos, numa atenção delicada fio a fio...

Algumas gotículas de água deslizavam vagarosamente pelo vão de suas costas desnudas, contornando-a de maneira...

 

Sensual.

 

Perdendo a forma ao chegar em sua lombar, deixando apenas uma trilha úmida em seu corpo.

 

Engoli em seco sentindo meu coração palpitar num desejo descomunal de beijá-la, cada pedacinho percorrido pelas gotículas, e os contornos não percorridos.

Ela a arqueava e suas escápulas movimentavam-se na medida que seus braços levantavam jogando os fios para trás, sua silhueta era impecável aos meus olhos, perfeita e sutilmente convidativas.

 

Plenamente esculpida e encantadora, como uma Deusa...

 

Me peguei umedecendo os lábios num desejo que crescia exponencialmente em tê-la entre eles.

Me aproximei de vagar, suas mãos buscaram a camiseta que estava um pouco atrás se seu corpo, sendo sutilmente interrompida pela minha.

 

Não precisei falar nada, pois ela sabia que aquele era um pedido silencioso, para que não a vestisse.

 

Sentando-me lentamente retirei a peça de suas mãos depositando-a no canto oposto em que estávamos da cama, seus olhos antes curiosos com o ato agora entendiam muito bem minhas intenções, um sorriso de canto formou-se em seus lábios, dando permissão para que eu prosseguisse, acariciava sua mão sentindo nossos rostos aproximarem-se, unindo-se num beijo doce e calmo.

Inconscientemente fui guiando-a para meu colo, deixando-a com uma de cada lado, minhas mãos subiam e desciam acariciando cada centímetro da sua pele exposta, o beijo tornava-se mais úmido e quente, e por um momento pensei que seria ainda melhor se ela não tivesse já vestido o shorts.

Millie descia os beijos para meu pescoço lentamente fazendo escapar de minha boca leve suspiros e mordiscadas inconscientes em meu lábio inferior, na medida em que colava ainda mais seu corpo junto ao meu, entre os beijos em seu ombro senti um leve desconforto da parte dela quando me aproximava de suas cicatrizes e pontos. Me concentrei então em seu pescoço e o lado oposto de suas marcas, enquanto suas mãos emaranhavam-se por entre meus fios também úmidos roçando a ponta de suas unhas em minha nuca fazendo-me arrepiar por inteiro.

 

- Estava com saudades... – Ela sussurrou entre beijos.

 

- Já está mais do que na hora de a matarmos... – Respondi capturando-os com volúpia.

 

Nossos lábios entrelaçavam-se num beijo repleto de desejo agora, como a tempos não fazíamos... Nossas línguas, numa dança lenta e evolvente, sendo interrompidas apenas por eventuais vezes em que eu mordiscava levemente seu lábio inferior ou ela o meu.

Brincava com o tecido fino e leve de seu shorts acariciando suas nádegas por debaixo desse, levantando-o até onde era permitido, depositando uma pressão gostosa ali o que a fazia contorcer-se, com a ponta dos dedos atreladas a barra de sua calcinha brincava com o tecido desta também, numa gostosa provocação contornando-a pelas beiradas e aproximando-me cada vez mais de seu ponto quente, sentindo-a suspirar mordiscar o lóbulo de minha orelha e maxilar ao fazê-lo.

Suas mãos buscaram a extremidade de minha camiseta, retirando-a com cuidado enlaçando meu pescoço com os braços, não tínhamos urgência no toque, nossos olhares não se distanciavam em nenhum momento, meu coração batia tão forte que temi poder ser escutado. Voltando a colar nossos corpos a senti estremecer com o contato de seu mamilo rígido em meu tórax agora nu.

Subi minhas mãos por suas costas, acariciando-as centímetro por centímetro observando sua pele eriçar com o contato, e arquear causando um provocativo rebolado sob meu membro já rígido que protestou em prazer com o ato, fazendo-me ofegar entre sua pele.

Selando nossos lábios novamente, segurei suas coxas com firmeza nos virei deitando com delicadeza no meio da cama.

 

- Vira de bruços pra mim amor? – Pedi sussurrando em seu ouvido sendo prontamente atendido.

 

Aproveitei a movimentação para retirar minha calça, sendo assistido por ela que me encarava extasiada por cima do ombro de forma sexy. Afastei seus fios para o lado, beijando toda a região de suas orelhas e nuca, sobre contorções e pesarosas ofegadas, desci pela região de seu pescoço, pouco a pouco para a parte superior de suas costas, aproveitando a mão qual não servia de apoio para acariciar suas nádegas, flexionando uma de suas pernas tendo acesso ao interior de sua coxa e a seu sexo.

Era meu completo prazer vê-la ofegar e morder o lábio inferior ainda assistindo as carícias por de cima do ombro, remexendo-se prazerosamente ao sentir meus dedos deslizarem por dentro de seu shorts acariciando sua feminilidade por cima do pano findo de sua calcinha, qual já estava úmida denunciando a proporção de sua excitação. Terminei o trajeto levando os beijos até o cós de seu shorts, retirando-o devagar com sua ajuda, virando-a de frente para mim novamente, posicionando-me por cima e entre suas pernas busquei seus lábios novamente.

Nossos sexos roçavam tendo apenas com empecilhos as roupas íntimas, um frio na barriga crescia cada vez mais, era tudo tão intenso que a senti como da primeira vez...

 

Nos olhávamos com cumplicidade e desejo...

 

Suas bochechas coravam na medida em que ofegava...

 

Provava o gosto de sua pele...

 

Os batimentos...

 

A sentia ansiar pelo toque...

 

E se entregava...

 

Tudo como se fosse a primeira vez...

 

E como na primeira vez, me afastei para admirá-la, recebendo um sorriso tímido em resposta de seus lábios, mas um olhar de desejo o acompanhava, num movimento sutil ela buscou um pedaço de lençol pondo-o sobre o ombro a fim de esconder suas cicatrizes e machucados. Me aproximei de sua orelha a sussurrar.

 

- Aos meus olhos, você é a mulher mais maravilhosa e linda desse universo, e sempre será... – Sussurrei em seu ouvido afastando o lençol de seu ombro. – Sempre, não importa o que aconteça, você sempre será perfeita... – Terminei beijando o local qual ela tentava esconder, trazendo-lhe segurança. – É linda, por completo...

 

- Finn... – Seus olhos lacrimejaram e então ela me puxou para um beijo urgente.

 

Minhas mãos subiram de encontro aos seus seios massageando-os, ouvia seus breves gemidos baixos entre meus lábios, e sem demora os desci de encontro a um deles, contornando seu pequeno botão com a língua, sugando-o logo após, alternando as carícias entre um e outro sentindo-os descer e subir de acordo com as ofegadas.

 

Millie

 

Meu corpo todo estava formigando, era como se sentisse aquelas sensações como na primeira vez, meu coração me esmurrava, e minha barriga estremecia deliciosamente a cada contato de nossos corpos, em compensação meu sexo pulsava ansiando ser tocado, numa pressão quase insuportável o que quase me fazia suplicar. O não precisei fazer, já que o desejo em meu olhar fora prontamente atendido por Finn, que descendo os beijos por toda a extensão de minha barriga alcançou meu ponto de prazer, ao roçar seus lábios por cima do pano completamente úmido senti uma satisfação tão incrível que achei que fosse gozar no mesmo instante.

Sem delongas o senti retirar minha calcinha, e mordi o lábio inferior na tentativa falha de segurar o gemido que viria ao sentir seus cabelos roçarem no interior de minhas coxas, e seus lábios aproximarem-se de meu sexo devorando-o com prazer, da forma mais deliciosa que alguém poderia fazer, do jeito que só ele faz... E como faz...

Sua língua em meu sexo sempre me levava ao céu, gemia baixo e ofegava sem controle.

 

Era ele me chupando... E com isso eu nunca tive controle...

 

Minha mão fora de encontro aos seus fios e a outra de encontro aos meus, acompanhando seus movimentos puxando-o mais pra perto, se é que era possível.

Involuntariamente meus quadris seguiam o ritmo de sua língua em meu clitóris, fazendo-me rebolar singelamente em sua boca. Palavras desconexas surgiam em meio aos gemidos e ofegadas, sentindo uma onda de prazer percorrer por todo meu corpo. Quando tinha controle da fala a única coisa que conseguia pronunciar eram palavras como “isso” ou seu nome...

Meu corpo todo correspondia, me sentia mais sensível como de costume e não demorou muito para que eu gozasse em seus lábios, puxando-o em direção aos meus.

 

Enquanto me recuperava nos beijávamos calorosamente sentindo o gosto de nossas bocas junto ao de meu prazer, ainda sem nos desgrudarmos estendi a mão alcançando a gaveta do criado mudo retirando o pacote de camisinhas enquanto ele retirava sua cueca com um pouco de dificuldade. Nos separamos apenas para terminar de cumprir aquela “missão”, como havia parado com os anticoncepcionais devido à medicação precisávamos nos prevenir da forma tradicional.

Seu membro pulsava, e vi que assim como eu, já estava quase contorcendo-se em desejo.

 

- Posso tentar? – Pedi vendo-o me entregar o pacotinho e sentar-se na beira da cama.

 

Assim que envolvi seu membro com as mãos o vi pressionar os olhos e puxar ar.

 

- Desculpe... Eu tô muito excitado. – Ele disse entre um breve riso constrangido ao notar meu olhar surpreso.

 

- Então vamos dar um jeito nisso... – Disse com um sorrisinho malicioso de canto começando a masturba-lo ajoelhando entre suas pernas.

 

Envolvi seu membro com a boca sem delongas, surpreendendo-o, a fim de retribuir o maravilhoso oral recebido anteriormente, suas mãos enlaçaram meu cabelo retirando-o de meu rosto formando um rabo de cavalo, acompanhando meus movimentos de vai e vem.

Ouvir seus gemidos extensos e ofegadas era plenamente estimulador, assim como eu ele também não tinha controle e pronunciava falas desconexas quais escapavam de sua boca, me perguntava se era essa sensação de satisfação qual ele sentia quando me dominava, eu estava de joelhos, mas era ele quem estava completamente entregue e vulnerável em minhas mãos, ou melhor, em minha boca.

A posição em que me encontrava parecia ser extremamente deliciosa a ele, o chupava olhando-o nos olhos o que parecia o excitar ainda mais, trabalhava minha melhor expressão de safada, só pra ele... Parece que aprendi rápido a forma como ele gosta a julgar por seus gemidos e expressões de prazer. Fiquei por mais alguns minutos alternando entre os movimentos, quando ele finalmente gozou.

O senti pressionar levemente meus cabelos para trás contornando meus lábios com o polegar antes de me puxar para sentar em seu colo capturando meus lábios com volúpia enquanto nos levava para o centro da cama novamente.

 

À essa altura não nos preocupávamos mais com o almoço, qual ficaria talvez para o jantar, nos envolvíamos tão intensamente que qualquer interrupção seria um crime hediondo com pena de morte. Agradeci mentalmente por já estar tudo preparado, do contrário a cozinha pegaria fogo enquanto fodíamos no quarto.

 

Ao recuperar-se do ultimo orgasmo coloquei a camisinha sob seu membro ficando por cima, apesar de fazer um tempo sei o quanto ele gosta quando sento sobre ele, e assim o fiz, lentamente sentando sobre seu membro entre gemidos extensos de satisfação e ofegadas mútuas o guardando todo dento de mim movimentando-me devagar rebolando sobre ele.

 

- Isso... Assim sua gostosa... – Gemia segurando meus quadris intensificando os movimentos.

 

Um tempo depois o senti-lo colar meu tronco ao seu, e soube que não controlaria mais o ritmo. Suas mãos seguravam minhas nádegas enquanto estocava fortemente num ritmo rápido e extremamente prazeroso pra ambos.

 

- Isso... Me fode gostoso... – Gemia desconexa em seu ouvido.

 

Não em palavras, respondeu aumentando o ritmo das estocadas apertando ainda mais minhas nádegas o que literalmente, me fez delirar.

 

Gemíamos mutuamente em plena tarde de sábado, tínhamos pudor? Nenhum, assim como nossos olhares, quando conseguia mate-los aberto eles não procuravam outra direção senão ao seus, sussurrávamos calorosas provocações e isso intensificava ainda mais o prazer, nos beijávamos em meios aos gemidos, quais saíam entre lábios abafando um pouco o som, alternávamos os ritmos impedindo o orgasmo rápido desfrutando de cada um deles, ora me deixava comandar ora comandava, após um tempo nessa gostosa brincadeira percebi que estava novamente chegando ao ápice e mal tive tempo de avisar ou tentar segurar, ele veio, violento, estremecendo todo meu corpo numa onda de prazer inexplicável, como sempre, me fazendo obrigatoriamente abafar os gemidos em seu ombro, foi então que percebi seu ritmo desacelerar e estocadas brutas e lentas me invadirem, seus gemidos intensificaram-se juntamente ao meu, segurando-se fortemente em minhas nádegas e cabelos até cessar aos poucos, havíamos chegado juntos ao orgasmo.

 

- Meu Deus... Você é maravilhoso... – Suspirava sorrindo esperando minha respiração se normalizar.

 

- Eu? Olha o que você faz comigo mulher! – Ele respondia igualmente sorrindo, quase numa risada.

 

Nos beijamos intensamente, diminuindo o ritmo aos poucos até parar em pequenos e amorosos selinhos. Ficamos por um bom tempo ali apenas trocando carícias e beijinhos em nossas peles suadas. Levantando da cama apenas para Finn livrar-se da camisinha cheia, mas logo cuidamos de entrelaçar nossos corpos e apenas aproveitar o momento.

 

Ao ouvir relatos das outras garotas no colégio ou até mesmo ao falar sobre o assunto com Maddie percebi que a maioria das garotas não gozavam na maioria das transas, pra mim não fazia sentido algum, já que não se aplicava à nossa realidade. Eu não sei qual o segredo, se era o amor, o envolvimento, a sensibilidade ou a atenciosidade que tínhamos...

 

Eu só sei que cada vez que nos relacionávamos era como se a vida dependesse daquilo, esquecíamos do mundo ao nosso redor e nos concentrávamos apenas em satisfazer e amar um ao outro, todas as vezes que acontecia Finn me fazia sentir a mulher mais desejada e única desse mundo... E talvez por isso eu me sinta exatamente assim agora, e é exatamente assim que o enxergo, ele é único, em todos os sentidos, em todas as formas de amar e sempre será...

 

- Eu te amo... – Disse em meio ao beijo capturando seus olhos com os meus.

 

- Eu também te amo, muito! – Ele respondeu entrelaçando nossos corpos ainda mais, num abraço acolhedor.

 

Acariciei seu rosto e logo desci para suas costas, fazendo o mesmo levemente com as unhas, nossos lábios encontraram-se novamente num beijo repleto de carinho e logo intensificando-se novamente.

 

 - Acho que ainda não deu pra matar a saudade. – Ele sussurrou voltando a ficar por cima.

 

- Concordo plenamente! – Disse num sorriso malicioso estendendo meu braço até o criado-mudo.

 

[...]

 

Estávamos plenamente certos de muitas coisas, primeiramente que o almoço acabaria ficando mesmo para o jantar, e pouco a pouco recuperaríamos tudo o que havíamos construído juntos, mas dessa vez sem empecilhos ou limitações, tudo estava se estabilizando e voltando ao seu devido lugar, como se o destino agora estivesse ao nosso favor, continuaríamos a passar por cada um dos obstáculos juntos, pois nada nesse mundo poderia ser mais forte do que nossa vontade de fazer dar certo, ou desse amor que cresce mais a cada dia e se solidifica, criando raízes e proteção...

 

Barrando qualquer coisa que possa nos desestabilizar.

 

Qualquer coisa...

 

Nós somos mais fortes do que tudo isso, e agora mais do que nunca, sabemos o que se colhe quando se luta por amor, quando se sujeita a encarar a realidade com maturidade, responsabilidade e esperança:

 

Nós colhemos a felicidade...

 

Nada mais nada menos que a completa felicidade.

 

 

 


Notas Finais


Fiz correndo, postei correndo, minha vida tá uma correria, são silvestre ta de recalque de tanto corre-corre.

AVISO: GENTE, SEMANA DE PROVAS CHEGOU SIGNIFICA QUEEEEEEEEEEEEEEEEE
Só voltarei a postar agora na primeira semana de Junho! Esse inferno resolveu fazer DUAS semana consecutivas de provas e eu tô simplesmente SURTADA!!!
Então me perdoem caso não tenham gostado da qualidade ou qualquer outra coisa! Ah, sobre a curiosidade edito depois e coloco aqui <3 BEIJO

Bj bj bj deixem aquele coment maravigoldinho que prometo que respondo assim que conseguir! <3


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