História Ensinando a Viver - Capítulo 4


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Categorias Dark Angel (Mangá)
Tags Gaasaku
Visualizações 19
Palavras 1.358
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Caixa


Já faz dois meses, que eu e a Sakura nos tornamos mais próximos arrisco até a dizer Amigos. Só que tem um pequeno detalhe que faz nos dois brigarmos as vezes, e esse detalhe é os amigos dela eu meio que não curto muito eles, o único que eu acho mais legal é o Naruto ( ou melhor dizendo gosto de ver as trapalhadas que ele faz e diz). A amizade da Sakura tá me fazendo me relacionar mais com as pessoas a minha volta, minha mãe e minha irmã estão bastante surpresas com meu novo comportamento. Acho que isso ta contribuindo bastante para eu não ter mais a aqueles “ sonho” com a Fazenda da vovó acho que é por isso que estou com um ótimo humor esses dias. Tô de tão bom humor que hoje combinei de assistir um filme com minha amiga chatinha, então neste momento estamos no meu quarto arrumando o aparelho DVD, quando finalizamos de arrumar as coisas, digo a Sakura que vou a cozinha pegar pipoca para nós. Cinco minutos depois subo para o quarto com uma bacia de pipoca na mão, quando adentro o mesmo a vejo sentada no chão perto da cama com a caixa com algumas coisas do meu irmão gêmeo, aberta ao seu lado, ( Nessa caixa tem alguns desenhos que meu irmão fez de nos dois, e alguns de seus brinquedos, e a notícia de sua morte em um jornal velho, que está nas mãos de Sakura).

- O quer pensa que está fazendo? Pergunto tomando o jornal de suas mãos e o colocando dentro da caixa de novo e a feichando.

- Quente deu o direito de encher nas minhas coisas em? QUEM? Acabo gritando com ela que passa de surpresa ( com a notícia que leu ) para assustada com a minha atitude estou sendo muito Grosso eu sei mais é que esses meses pensei que estivesse começando a superar, mas era apenas uma doce ilusão táva tudo guardado dentro do meu peito, vendo essas coisas novamente as lembras vinheram denovo como uma avalanche pronta para me sufocar, e o pior eu não Fasso nada para me livrar desse sufoco pois sou um covarde, mais fácil eu deixar tristeza me corroer do que lutar.

- Desculpe é que eu acabei tropessando nessa caixa, você adeicha de baixo da cama e quando me aproximei dela acabei batendo com o pé na caixa. Não pretendia mexer nas suas coisas mas a caixa virou e os objetos caiu e eu estava juntando para colocar a caixa no lugar quando a data do jornal me chamou a atenção. Ela parou para respirar e me olhou nos olhos. – Eu sinto muito pelo seu irmão eu te entendo...

- Para de falar porfavor, tocansado de todos me olharem com pena e dizerem a mesma coisa “ Eu sinto muito eu entendo sua dor”. Falei irônico fazendo aspas com as mãos. – Mas sabe o que da mais raiva? É saber que ninguém entende. NÃO ENTENDEM SÃO SÓ HIPÓCRITAS COM PENA DO SOFRIMENTO ALHEIO. Falei gritando toda a minha indignação. Quando a olhei nos olhos percebi que estavam marejados, mas não me comovi.

- Acredite eu sei como dói esse tipo de tragédia. Falou se aproximando. – Mas você tem que superar e jogar esse papel fora, ou pelo menos tentar. Gaara olha pra mim. Falou quando desviei o olhar, voltei a encara-la. – Você tem que admitir que precisava de ajuda,se permitir posso te ajudar.

- A única que precisa de ajuda aqui e você, eu só guardo essas coisas porque...porque sinto falta dele só isso. E você vem com esse papo de psicologa para o meu lado. Fala serio garota não sabe de nada.

- Será Gaara que é eu preciso de ajuda, você diz que só guardar essas coisas como lembrança, mas se fosse só isso por que tem esse jornal? Desde que te conheci vi no seu olhar que precisava de ajuda e eu quero te ajudar, você tá se corroendo por dentro esse afundando em lembranças tristes. Por que é tão difícil a dimitir?

Como eu posso contestar algo que é verdade, como mentir minha realidade.

- Então é por isso que se aproximou de mim por pena? Não queria pensar que é por isso, mas com o que ela falou isso me veio a cabeça.

- Não Gaara não foi por pena queria te ajudar porque você é um cara legal, te conhecie e vi o quão legal e chato você pode ser. Tente se esquecer da quele acidente, e tente se lembrar das memórias boas é mais saudável.

- É fácil falar,quando não é você que perdeu uma pessoa que amava, e é ainda mais fácil quando se teve uma vidinha perfeita, quando não é a sua mãe que te obriga a ir a um psicólogo, e também não é você que tem sonhos com seu irmão tentando salvar sua vida e acabar morrendo por isso, e não poder fazer nada é passar todos esses anos se culpando.

Falo tudo o que estava entalado na minha garganta, e é aprimeira vez que admito em voz alta que me sinto culpado. Ando até aminha cama e me sento nela , e começo a me lembrar de como éramos bagunseiros, não é fácil ter gêmeos e o Kalebe e eu não facilitavamos para ninguém da casa, mas tudo acabou na quele dia...

- Você sonha com o que aconteceu porque se culpa, mas tem que colocar na sua cabeça que não foi sua culpa.

- Não consigo. Me surpreendi ao falar a verdade.

- E sua mãe te leva a um psicólogo porque ela sabe que você precisa de ajuda, o único que não sabe você, não sabe ou finge que não sabe o que é pior. Deveria ficar feliz por ter uma mãe, e eu que perdi mês país em um acidente em tão não sei da onde você tirou que eu tenho uma vida perfeita, quendera se fosse verdade, temos passados tristes mas a diferença entre nós é que quando a vida me derrubou eu me levantei. Porque a decisão e nossa se queremos ficar no chão ou levantar.

Ela fez uma pausa. Mas continuou.

- Não acha que já ficou tempo de mais caído, já tá na hora de crescer e parar de birra e a dimitir que precisa de ajuda.

Ela me jogou um balde de água fria como superar algo , que toda noite aparece com riqueza de detalhe para me martiriza, o que fazer, a quem recorrer, eu tô perdido, sozinho e com medo , e não é com medo de lembrar do passado é com medo de morrer sendo um covarde.

- Te disse tudo isso como sua amiga, mesmo você tendo sido um ogro comigo. Vê se acorda tá e para de se fazer de coitadinho, existem pessoas que sofreram muito mais que você em duas vidas, e mesmo assim andam com um sorriso no rosto, e sem desanimar com a vida.

Dessa vez ela não falou brava como antes ela falou triste, como se eu tivesse a maguado como não eu a maguei. Ela saiu do meu quarto batendo a porta, me deixando lá sozinho e estático com o peso da realidade que caiu nos meus ombros além de covarde sou um estúpido, burro e amargurado agora eu admito. Mas agora é tarde. Uo talvez não, o que eu Fasso. Já sei sentei em frente ao computador e coloque no Google “ Tragédias no mundo” e apareceu tornado destruindo casas, crianças passando fome e sem lugar para dormir entre outras coisas , desliguei o computador . Andei até a cama peguei a caixa e de dentro dela tire o jornal o olhei mais uma vez antes de rasgado em pedacinhos e joga-lo no lixo. CHEGA tá na hora de admitir.

- Acho que tudo que ela disse é verdade. Acho não, tenho sertesa dr. Baki. Eu preciso de ajuda e você é o único que posso confiar.

Ele não espera pelo que eu disse, pois ficou surpreso.

- Estou feliz que quer minha ajuda. Então me conte o que está acontecendo.



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