História Ensinando Minseok a Amar - Capítulo 19


Escrita por: e CahN

Postado
Categorias EXO
Personagens Chen, Xiumin
Tags Abo, Casamento Arranjado, Chenmin, Menção Kaisoo, Menção Sulay, Mpreg, Xiuchen
Visualizações 572
Palavras 2.831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oui meus amores! Saudades, viu? Ksksjs faz um tempo que não deixo minha marquinha de CahN aqui, um mês, se não estou enganada rsrs. Heslô pra todos.

Espero que gostem desse capítulo que fizemos com amor e carinho hihi. Boa leitura!💕💕

Capítulo 19 - Comprovação



- J-jongdae...

- Me diz, Minseok – respirou profundamente – O que é isso? E por que estava dentro da gaveta?

A passos lentos e calculados, caminhava para perto de mim enquanto eu dava passos para trás, mas isso até eu bater as costas na parede gelada, completamente encurralado pelo mais alto.

Já imaginava mil coisas, também lembrava do pesadelo que tive. Fiquei com medo. Receio... E se Jongdae me batesse? Se brigasse comigo? E se... Me abandonasse?

- E-eu... – meu corpo tremia; estava prestes a desabar quando o alfa deixou a caixinha cair no chão e me abraçou forte. Foi aí que eu realmente desabei... Agarrei fortemente na sua camiseta folgada e deitei o rosto no seu ombro soluçando incontáveis vezes.

- Shh... – fazia um carinho no meu cabelo – Está tudo bem, Minseok... Eu estou aqui. – passou a andar até a cama, sentou-se a beira da cama e me sentou nas suas pernas. Pegou minha mão, entrelaçou nossos dedos e depositou um selar na minha mão. Meu choro já estava quase cessando naquele momento – Agora me diz, hm, me explique direitinho o que é aquilo...

- É um... Remédio.

- Jura? – falou como se fosse óbvio. Acabei por soltar uma risadinha e ele sorriu.

- Bobo. – me ajeitei melhor no seu colo, me sentando ereto sem soltar sua mão e fiquei sério – É um remédio para retardar o cio, – abriu a boca para falar, mas o interrompi – esse remédio faz com que eu não tenha um cio atrasando os meus hormônios. Eu odeio cios, é horrível sentir aquela dor... Implorar por um alfa. Meu primeiro cio foi horrível, eu senti dor demais e implorava para ter algo dentro de mim – corei – Mas eu passei os 5 dias sofrendo dentro do meu quarto. Depois disso passei a tomar esse remédio. Deve ter notado que meu cio não veio há três meses e que meu cheiro não é tão forte, estou certo? – assentiu. Pelo seu olhar, gostaria de perguntar algo – Pode perguntar.

- Esse remédio que você ingere... Trás consequências? - questionou.

- Bem... Sim. – perguntou-me quais – Hm... pode tornar o ômega infértil dependendo da quantidade de tempo que ele ingere o medicamento. – falei quase num sussurro olhando para baixo e se Jongdae não fosse um alfa, não teria escutado.

- Está falando sério!? – exclamou assustado e preocupado.

- S-sim... Me desculpe...

- Pelo quê, anjo?

- Por ser assim... Eu sou defeituoso Jongdae. Eu posso ser infértil e você merece um ômega perfeito.- argumentei com o coração apertado.

- Ei... – ergueu meu rosto com a mão livre – Você é perfeito pra mim, meu amor. Você não é defeituoso; Você sabe se é realmente... infértil? – perguntou receoso.

- Eu não sei. Nunca fiz exames para saber.

- Viu só? – sorriu pequeno – Talvez você não seja infértil. Mas agora me diga, por quê ficou com tanto medo de mim? – desconversou.

- Eu pensei que fosse me agredir... Que fizesse algo contra mim. Eu fiquei com medo e isso é natural. Você estava tão sério que me deu calafrios... E fiquei com medo que me abandonasse.

- Nunca mais pense isso, okay? – pressionou meus lábios contra os seus – Eu não sou tão babaca de fazer isso. Eu te amo, Kim Minseok. Você é o meu ômega... O meu ômega perfeito. – sorrimos.

- Desculp-

- Ya! Não quero que peça desculpas novamente.

- Okay, des-

- Min! – ele riu e começou a fazer cócegas em mim me fazendo gargalhar. Me pegou no colo e nem por isso cessou as cócegas só parando quando fiquei vermelho demais.

Logo depois nos deitamos na cama prontos para dormir. Estava deitado sobre o seu peito com o braço esquerdo sobre o seu abdômen. Uma de suas mãos fazia cafuné em meus cabelos. O silêncio era realmente confortável mas sabia que o alfa estava pensando no que conversamos.

Nenhum alfa gostaria de ter um ômega que não poderia dar-lhe herdeiros e com Jongdae não seria diferente.

-×-

Acordei no meio da madrugada com o barulho do meu próprio celular. O mesmo vibrava e mostrava em seu visor que um número desconhecido me ligava.

Quem me ligaria às 3:30 da manhã? Pensei em chamar Jongdae. Pousei minhas mãos em seus braços e mirei o maior. Dormia como um anjinho nas nuvens... Que pecado seria acorda-lo. Me afastei um pouco e estiquei meu braço para alcançar o aparelho na cômoda. Peguei o mesmo e atendi, um pouco receoso.

— Alô...?

Após cinco segundos de puro silêncio, ouvi um barulho aborrecedor e um tanto macabro tomar conta da ligação. Desliguei rapidamente pelo susto. Deixei o celular no silencioso e joguei o mesmo para longe.

— Minseok! — Assustado, Jongdae despertou e rapidamente sentou-se. — Min... O que houve? O despertador tocou e você decidiu quebrar o celular para desligar? — Riu meio sonolento esfregando os olhos.

— N-não... Foi... Um número desconhecido me ligou. — respondi. — A ligação era silenciosa até que...

Dei um leve pulinho quando o telefone do andar de baixo tocou.

— Ah meu Deus! Será um assalto!? — Me encolhi na cama e cobri-me dos pés à cabeça. Parecia bobeira, eu sei.

— Amor... Calma. Pode ser uma emergência na empresa. Vou atender, hm?

Neguei rapidamente e grudei-me no corpo do maior feito um macaquinho.

— Não... Por favor.

— Mas não é nada, pode ter certeza... — O telefone parara de tocar, o que me fez suspirar aliviado.

— Não... E ah! Está ouvindo?! Já desligaram. Nada importante! — Me desenrolei e sentei-me entre as pernas do maior.

— Você é um medroso, Min — riu e abraçou-me por trás. — Parece até uma criança amedrontada no meio da noite.

— Aish... Eu só... Eu só estou preocupado. — Menti... Era medo mesmo.

— E se tiver sido da empresa, meu bem?

— Não foi. — Disse curto e grosso. Era tarde e também, aquela ligação há pouco me assustou demais para deixá-lo descer assim.

— Ah! Está ouvindo! — Imitou minha voz e riu. — Estão me ligando.

Número desconhecido novamente... Suspirei e antes que atendesse, peguei o telefone da sua mão e atendi, deixando no alto falante. Os mesmos cinco segundos... O mesmo barulho. Olhei para o maior, que parecia confuso.

— Deve ser trote. — Desligou o telefone e o deixou na cômoda. — Ou erro da operadora.

— Não achou estranho?— Arqueei as sobrancelhas olhando o maior.

— Sim, mas temos segurança reforçada aqui... Nada acontecerá, bobinho. — riu e deu-me um selinho carinhoso.

— Que não seja nada... — Sussurrei para mim mesmo e deitei-me enrolado nas cobertas, com o corpo abraçado pelo alfa.

--x--

Acordei ao sentir as remexidas do alfa na cama. Era indubitável que já havia acordado. Num impulso, sentei-me ainda de olhos fechados.

— Bom dia, meu amor... — Deixou um beijinho na minha testa, o que me fez sorrir sonollento.

— Bom dia... Recebeu mais daquelas ligações?

— Não... Nenhuma. — Abri meus olhos após esfrega-los e o olhei. O alfa , já banhado, vestia seu terno azul marinho. Levantei-me e segui até o mesmo.

— Já está se arrumando para trabalhar? — perguntei enquanto, de frente para si dava o nó na sua gravata.

— Sim, decidi adiantar um pouco. Se tiver sido da empresa, vou descobrir o que houve.

Assenti e suspirei, me afastando. Peguei meu celular, que o alfa já pegara e deixara na cômoda, olhei o horário e suspirei. Estávamos um tanto adiantados, mas nada valeria se eu não me arrumasse logo.

— É melhor ir tomar seu café, ainda não tomei nem sequer meu banho.

— Tudo bem, Min, eu espero.

Me arrumei rapidamente, não queria atrasa-lo. Em seguida, descemos ao andar de baixo e tomamos café para então, após um tempo, sairmos.

Não havia nada de diferente na empresa. Mesmas pessoas, mesmo trabalho, mesma rotina. Cada qual concentrado na sua função, aptos a nós cumprimentar enquanto passávamos.

— Pelo visto a ligação não tem nada a ver com a empresa. — Falei para o maior num sussurro enquanto subíamos pelo elevador.

— Então foi um trote de adolescentes perturbados — riu baixinho e entrelaçou nossas mãos para então sairmos do elevador. Cumprimentávamos os funcionários e observávamos também cada canto. Como previa, nada de diferente.

— Não achou essa ligação estranha?

— Meu lindo, não foi nada demais, foi apenas um trote que quase te deixou sem dormir. — Riu e logo entramos na sala.

— Pare, Dae. Estou começando a me sentir um covarde. — fiz um biquinho.

— Perdão, Min, estou apenas tentando descontrair. Você anda um tanto tenso demais nesses dias — riu baixinho.

— Tudo bem. — Cada um seguiu ao seu posto e acomodou-se. — E também, com essa papelada para preencher aqui, vou esquecer tudinho rapidamente. — Suspirei e comecei o meu trabalho.

Era tanta papelada a preencher e separar que nem me dei conta de quando cerca de duas horas se passaram.

-x-

Já estávamos ali naquele escritório há um bom tempo, porém não passava do meio-dia.

Desde o horário em que chegamos até agora, estávamos num completo silêncio, concentrados em seus trabalhos, entretanto, esse silêncio todo me incomodava, pois ficava imaginando mil coisas, a de mais frequência era, “Será que Jongdae está lembrando daquela conversa?”.

Há uns bons minutos estava tenso, travado com os papéis que eu precisava verificar e entregar ao alfa. Enquanto isso o alfa revia uns contratos que foram feitos com as filiais.

Passei a batucar a caneca contra o tampo de vidro e bater incessantemente o pé esquerdo no piso. Parei para pensar... E se eu realmente fosse infértil? Eu seria isolado da sociedade, me tornaria uma aberração até. Não poderia criar laços com nenhuma outra pessoa, e, por mais que Jongdae me dissera que não me abandonaria, eu tenho receios, normal vindo de um ômega... Aliás, ninguém nunca gosta ou gostaria de ser abandonado pelo seu parceiro.

-...Seok? – pude ouvir a voz do alfa me chamando. Estava distante até. – Ei, Minseok! – ouvi sua voz mais perto e mais alta. Assustei-me.

- Añ? Oi? – olhei para ele que jazia na sua expressão uma certa preocupação.

- Você não parava de batucar a caneta na mesa e seus pés no chão. – Levantou-se da sua cadeira giratória e dirigiu-se a até mim. Pousou suas mãos em ambos meus ombros e me olhou nos olhos. – Está tudo bem, amor?

- Sim, está. – respondi transmitindo calma e sorrindo sereno. Comemorei internamente pela minha voz não ter falhado.

- Que bom. – disse sorrindo sincero. Depositou um selar nos meus lábios que logo tornou-se um beijo calmo e apaixonado. – Que tal almoçar num restaurante? - propôs sorrindo após findar o beijo.

- Boa ideia, alfa. – colei nossas testas. – Mas primeiro deve terminar o seu trabalho – ele assentiu e quando virou-se para voltar a sua mesa, desferi um tapa na sua bunda.

- Ya! Seu pervertido! – exclamou escandaloso como sempre, com a palma da mão esfregando a nádega. Exagerado. Ri maldoso.

- Não tenho culpa se você tem uma bunda grande.

- Tsc. Casei com um ômega pervertido. – resmungou me fazendo rir mais ainda.

-×-

Decidimos mudar nosso cardápio e fomos para um restaurante italiano que havia no centro da cidade.

O estabelecimento era tão aconchegando que quando adentramos o mesmo, suspiramos.

Escolhemos uma mesa próxima a janela, que dava a visão do tráfego. Quando a garçonete nos deu o cardápio, optei por pedir Carpaccio que era servido como aperitivo e Rondelli. Jongdae pediu Canelone, segundo ele estava muito afim de experimentá-lo. Ambos optamos por tomar vinho.

Começamos a falar sobre várias coisas aleatórias enquanto os nossos pedidos não chegavam. Pensei em várias formas de perguntar ao alfa quando iríamos fazer uma visita ao médico. Não enrolaria como fiz com a última conversa, então resolvi falar.

- Dae-ah. – o chamei baixinho.

- Sim? – apoiou os cotovelos na mesa e deixou seu queixo entre suas mãos abertas envolta de seu rosto. Estava tão fofo que não contive o desejo de apertar suas bochechas e sorrir.

- Você é muito fofo! Kyaa! – ri apertando com um pouco mais de força e seu sorrisinho fofo desfez dando lugar a uma expressão dolorida.

- Ai, Minseok, você é forte! -massageou as bochechas.

- Tsc. Fracote – murmurei. Me olhou “bravo” e eu ri. – Enfim, eu gostaria de falar algo sério e não quero enrolar.

- Pode falar, sou todo ouvidos. – segurou minhas mãos sobre a mesa me encorajando.

- Gostaria de saber quando iremos visitar o médico...

- Ah... Eu vou ligar lá no consultório em que eu frequento e marco um horário. – respondeu um tanto baixo – Dependendo do horário que ligarei, pode ser marcado uma consulta hoje mesmo. – disse simples. Não sorriu porém apertou fracamente minhas mãos.

- Tudo bem. – respondi meio cabisbaixo. As chances de ser estéril são enormes.

- Não se preocupe. Vai dar tudo certo. Eu estou com você, meu amor. – ergueu nossas mãos e selou ambas as minhas. Sorri com aquilo.

Não demorou muito para que a comida chegasse. Meus olhos até brilharam ao ter a visão daquela comida maravilhosa. Apesar de famintos, comemos com calma, aproveitando cada pedacinho daquela comida-não-coreana. Vez ou outra pegava um pedaço do meu alimento com o garfo e levava até a boca do mais novo e vice-versa.

-×-

Nossa tarde passou-se rapidamente. Foi bem tranquila aliás. Depois que saímos do restaurante, o alfa parecia mais atencioso comigo. Perguntava-me a cada dez minutos se estava me sentindo bem, se desejava algo ou até mesmo se eu estava cansado, portanto eu via no seu olhar o quão ansioso estava para a visita ao médico.

Falando em visita ao médico, por algum motivo fora marcado ainda para hoje as seis da tarde. Achei um pouco tarde porém não questionei.

O relógio marcava cinco horas e trinta e cinco minutos. Saímos mais cedo da empresa para passar em casa e nos arrumar. Tomamos banho juntos assim como nos trocamos. Pegamos a caixinha do remédio que eu tomava. Fomos para garagem, pegamos o carro e saímos.

Durante o trajeto comecei a suar frio e logo Jongdae segurou minha mão e quando chegamos ao consultório ainda estávamos de mãos dadas.

Meus batimentos cardíacos estavam a mil, eu transpirava, minhas mãos suavam e mordia constantemente os meus lábios quando o médico – um alfa que aparentava ter seus sessenta anos – nos chamou.

- Mantenha-se calmo, amor. Eu estou com você. Eu te amo, lembre-se disso. – sussurrou no meu ouvido enquanto seguíamos o médico.

- Sentem-se, por favor, senhores Kim. – pediu o médico quando adentramos a sua sala na qual era totalmente branca, possuía alguns quadros com pinturas abstratas, sua mesa com seus pertences e uma maca ao canto.

Explicamos toda a situação ao médico enquanto ele assentia com a cabeça. Disse a ele que sabia tudo sobre aquele medicamento, logo entreguei a ele a caixinha. Analisou-a.

- Bom, como vocês já sabem, esse remédio é bem perigoso e pode causar-lhe a infertilidade, e, senhor Kim, peço para que pare imediatamente de tomá-lo. Saiba que ter um cio, é totalmente normal, algo da nossa natureza, certo? Por isso, não tenhas medo. – assenti – Não tenho total certeza de que seja realmente um ômega estéril, entretanto iremos fazer uma bateria de exames ainda hoje, tudo bem?

- S-sim. – respondi trêmulo e recebi um aperto na mão que o alfa ainda segurava. Olhei para ele e o mesmo sorriu calmo. – E quando sairá o resultado? – voltei para o médico.

- Bom, como somos de uma raça mais avançada assim como a nossa tecnológica também é, sairá hoje mesmo. Em duas horas, sendo mais específico. Se ainda fôssemos humanos, demoraria semanas para isso.

Não demorou muito para que começasse os exames. Avaliou minha saúde. Mediu minha pressão. Tirei sangue e tive de fazer até mesmo exame de urina.

Quando tudo feito decidimos dar uma volta. Tomar um ar fresco e puro era a melhor opção. Ambos em total silêncio, com o alfa me abraçando de lado, vez ou outra beijando-me o rosto, caminhávamos sem pressa por uma praça perto do consultório.

O alfa fazia algumas piadas para descontrair e amenizar o clima, mas nem isso tirava a preocupação, o medo, o receio de mim. Não só de mim, pois mesmo negando o alfa estava tenso.

Quando deu o horário, voltamos ao consultório e enquanto nos aproximamos de lá, notei dois homens de terno adentrando um carro preto que estava na frente do consultório, deixei isso de lado e entramos. O local parecia mais pesado, mas tenso... Mais sombrio.

Adentramos a sala do médico. O vi brevemente batucando os dedos sobre a mesa, porém logo que nos viu, se recompôs. Nos sentamos de frente ao mais velho. Era a hora. A hora da verdade.

- Senhor Minseok, como disse, o resultado dos exames acabou de sair. Pegou o envelope branco e o analisou. Mordeu o lábio nervosamente enquanto analisava todo o conteúdo do papel em mãos.

Silêncio. Somente silêncio havia naquele recinto.

- Com todos os exames concluídos. Temos a confirmação de que Kim Minseok é infertil.


Notas Finais


Capítulo pesado... Não nos matem KKK

Bem... Estava pensando em qual acontecimento estranho da minha infância deixaria aqui... Bem, vou contar algo mais tristinho porque o final desse cap ta muito forte :')

Como sabem, eu morava numa fazenda e, consequentemente, vivia no meio de animaizinhos fofinhos... "Fofinhos".
Quando eu tinha mais ou menos 7 anos, "adotei" um bode. Era preto, com olhos meio tortos e um chifre estranho ksksks a ele dei o nome "João" (motivo? Eu sei lá! KKK)
Certo dia, quando voltei do colégio, bem linda e plena com minha mochila de rodinha da Barbie, recebi a notícia que João estava adoentado... Com uma espécie de virose. Não lembro direito, só sei que estava prestes à morte. Chorei muito, meu filhinho bode tava morrendo, meu Deus!
No dia seguinte, meu neném, estranho, mas neném, havia falecido. Fizemos enterro e tudo para meu baby... Muito sad.

Hoje, mais velha, minha mãe veio me dizer "ah! João não morreu... Ele fugiu"

Eu sofri por um traíra...
Quem eu enterrei? Bem, não era nada mais nada menos que um saco vazio KKKK.

Ok... João, você é foi um piranha.


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