História Ensine-Me a Viver (KaiSoo) - Capítulo 8


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, D.O, Kai, Xiumin
Tags Kaisoo Reina
Visualizações 317
Palavras 1.286
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei né? Desculpa mesmo, eu perdi o capítulo e tive que refazer tudo então peço desculpas! :(

Capítulo 8 - Meu Oppa!


Nada era impossível. Muito menos para Kyungsoo que tinha um coração tão puro. 

Porque mesmo que não pudesse ver, ele sentia-se seguro, apaixonado e confiante ao lado de Kim jong-in. Que além de seu novo amigo, agora era alguém que ele gostava tanto.. Mas tanto, que poderia explodir de felicidade apenas por poder enfim sentir um sentimento tão bom.


O beijo que eles davam com tanta calma foi se acabando aos poucos,  até restar leves selares que Kai ainda o dava. 


- Você foi bem.. -- Sussurrou Kai ainda contra os lábios de Kyung que sorriu envergonhado.


- Fui mesmo? -- Perguntou incerto.


- Foi, melhor que eu ainda. -- Elogiou novamente, mas logo recebeu um tapa no ombro.


- Está me envergonhando, vamos embora antes que eu volte para essa festa horrível! -- Ameaçou tentando sair dos braços de seu amigo que agora ria tentando o barrar.


- Nada disso! Você vai para casa e vamos ver um filme. -- Falou abraço o pequeno assim começando a beijar o pescoço do mesmo. Kyung se arrepiava facilmente com tudo que Kai fazia com seus lábios, e isso o deixava meio inquieto sem saber o que fazer. Então apenas riu da situação em que estava.


- Isso faz cócegas.. -- Kyung riu de forma adorável enquanto sentia os beijos em sua pele. Kai se afasto logo em seguida, assim segurando a mão do mesmo.


- Você parece cansado, então melhor irmos. 


[°°°] 


Eles poderiam ter apenas um pegado na mão do outro e ido a caminho da casa de Kim jong-in. Mas Kyung estava reclamando, não que seja exagero, mas o mesmo havia torcido o pé no meio do caminho. Então acabou sendo levado nas costas de Kai, ele não reclamou e nem disse sobre Kyungsoo pesar tanto. Quando chegaram, foi um alívio para as costas de Kai que reclamava mesmo que Kyung achasse graça disso tudo. 


Ambos foram para o quarto, a cama não era tão pequena, mas havia um colchão extra caso se sentissem envergonhados por dormir na mesma cama. 


Por mais que ambos pensem "Somos apenas amigos". 


Não era só isso.. Porque o carinho e o afeto que trocaram durante longo tempo enfrente a casa de Beak, deixou claro que a Amizade deles eram mais que isso. 


Não sabiam se era o certo, nem se algo os impediria de viver. Sempre alguém irá dizer:


" Do precisa ser protegido. "


"O mundo em que vivemos não é para ele." 


"Como ele irá amar se nunca viu a pessoa que gosta?" 


O mundo é cruel, mas estava certo que se tudo que eles estavam fazendo fosse o destino, Kim jong-in insistiria até que Kyungsoo fosse seu, e ele de Kyung. Assim ambos se completaram já que ninguém nunca foi capaz de fazer Kai feliz, e nem Capaz de fazer Kyung amar e se sentir seguro. 


Por mais novo que tudo isso fosse, havia Pureza em tudo que sentiam até um certo ponto.. Porque, por mais que sejam jovens em tudo que estão vivendo juntos, Kyung sentia coisas que nunca sentiu.. E são sensações que apenas Kai despertou. 


°°°

- O que está acontecendo no filme? Você disse que iria dizer tudo. -- A voz de Do soou suave sobre os ouvidos de Kai. Ambos estavam deitados na cama, porém Kyung estava em seu peito sem se incomodar com nada. 


Kai engoliu seco antes de molhar seus lábios. 


- Digamos que.. Que a cena não é apropriada para se narrar. -- O explicou falho. 


- Diga mesmo assim, não irei me envergonhar. -- Insistiu -- Diga o que está acontecendo..


- Bem.. O promotor está tirando a roupa da sua namorada, enquanto ela rebola encima dele.. -- Falou um tanto nervoso. -- Devo continuar? 


- Uhum...


- Eles estão se beijando na cama, acho que agora eles iram.. -- Kai não completou suas palavras, Kyung havia selado seus lábios ao dele sem nem avisar que faria isso. 


Não era novidade Kyung tomar as maiores iniciativas, porque, mesmo que ele não veja, seu ser estava repleto de confiança quando se tratava em tudo que poderia acontecer entre ele e Kai. 


Porém nada sairia do controle, mesmo que ele tenha confiança, não faria nada que fosse insano. Não ainda, não tão cedo. 


Claro que Kyungsoo não é santo como podem pensar, por mais que tenha tido seu primeiro beijo só agora.. Ele tinha seus desejos no qual manteve sempre em segredo, não era algo tão insano, muito menos de causar vergonha a si mesmo. Como qualquer outro menino, ele tinha suas ereções matinais e também se aliviava delas. 


Aquele beijo que ambos agora davam era um tanto malicioso, Kai não controlou suas mãos quando decidiu adentrar as mesmas na camisa de Kyung que estava ao seu lado. As mãos do mesmo acertaram a cintura de Kyung e o trouxe para seu colo. Ali o beijo se aprofundou mais ainda, causando arrepios em ambos corpos que se grudavam naquela cama. 


- Oppa.. -- Sussurrou Kyung contra os lábios de Kai. -- Eu amo você. -- Completou em tom suave. 


Kai sorriu com as palavras bobas de Kyung. Principalmente quando foi chamado de Oppa, realmente isso mexia com seu psicológico. 


Ele enfim era o Oppa de Alguém? 


Seria um sonho? 


- Eu sou seu Oppa? -- Perguntou incerto, queria confirmar isso. Kai abraçou a cintura de Kyung e assim o olhou com atenção, queria o ver falar aquela palavra tão boba, porém com significado tão grande. 


Kyung molhou os lábios e sorriu grandemente. 


- Ye, Oppa.. Você é meu Oppa! -- Riu de forma boba antes de voltar a se deitar ao lado de Kai. 


Kim Jong-in pensou que aquilo iria além, mas o mesmo sonhou alto de mais. 


Seria possível fazer algo tão insano na primeira noite que passariam juntos? 


Seria uma loucura na qual não poderia acontecer agora. 


[°°°]


- Kai? Acorde.. Eu preciso ir para casa! -- Kyung balançou seu amigo até que o mesmo acordasse, o mesmo resmungou algo desconexo abraçando Kyung com cuidado. 


- Mas já? Nem tomamos café juntos ainda. -- Resmungou. 


- É que minha mãe pediu para eu voltar cedo, desculpa não poder ficar. -- Kyung suspirou desanimado. 


- Esta tudo bem.. -- Kai sussurrou segurando o rosto do mais novo, assim o dando um selar demorado. Ambos sorriram Fraco antes de se sentarem na cama. -- Kyungsoo.. Bem.. Eu queria saber seee.. Quem sabe, um dia nois iremos ser mais que amigos? -- Perguntou curioso.


- Tipo oque? 


- Namorados, você aceitaria?


- Não vou dizer que preciso pensar, porque eu gosto muito de você Kai.. Mas como minha família vai reagir? Claro que o problema não será a sexualidade.. Mas porque eu sou cego, e ela não vai confiar em ninguém. -- Kyung explicou dando um suspiro desanimado. -- Você passaria por cima de tudo por mim? 


- Sei que é Cedo de mais para dizer isso, mas Eu te amo, Do Kyungsoo! -- Afirmou em tom suave e confiante em suas próprias palavras -- Se realmente formos ficar juntos.. Eu passo por cima de todos e tento convencer o mundo de que eu posso te manter seguro, e te ensinar o verdadeiro valor da vida. 


- Eu sinto que você quer isso.. Mas não acha muito recente? -- O perguntou meio inseguro. 


- Nada é precipitado quando é verdadeiro e sentindo pelos dois, apenas vamos tentar. -- Pediu segurando o Rosto de Kyung, assim selou seus lábios ao dele. Não demorou muito para um beijo começar, e também não demorou para Acabar e Kai levar seu agora companheiro para casa. 


No meio do caminho Kyung aceitou esse namoro, ficaria entre eles dois até que Kai tivesse coragem de enfrentar a família de Kyung. 


Ele em breve deixaria claro para todos que, cego também ama! 










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