História Entre a cruz e a espada - Myg and Jhs - YoonSeok - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Sobi, Sope, Yoonseok
Visualizações 74
Palavras 2.553
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


•Oieeeee

•Boa leitura (perdoem os erros)

Capítulo 7 - Cap6 - O veneno do escorpião.


Fanfic / Fanfiction Entre a cruz e a espada - Myg and Jhs - YoonSeok - Capítulo 7 - Cap6 - O veneno do escorpião.


POV. Autora

Yoongi saiu daquele quarto totalmente desnorteado. Não pela beleza do ruivo, ou pelo jeito dele falar consigo - ele era inegavelmente atrevido - mas pela forma que ele mesmo reagiu as investidas do ruivo safado. Ele nunca tinha ficado tão perdido diante de alguém como ficou diante do ruivo no quarto.

O ruivo era bonito. Tinha um físico perfeito, era forte, sem ser exagerado. Sua pele era morena e aparentemente sedosa, cabelos bonitos, lisos e ruivos. Olhos perfeitamente escuros, e um sorriso... Ah, aquele sorriso cafajeste, de quem é bonito sabe disso. Além de tudo era coreano tambem, Yoongi notou isso pelo sotaque do ruivo, sabia dizer, porque era acostumado ao de Jungkook.

Lindo, ele é lindo. – pensou Yoongi, enquanto ia em direção ao lugar onde viu seus amigos pela ultima vez – O que eu estou dizendo? Merda! Que cara ridículo e arrogante. Entao ele se acha um cara irresistível? Nao senhor, eu nunca me permitiria se quer pensar em alguém como ele.

Viu ao longe apenas Shur no local onde tinha deixado todos, parou um pouco e pensou se era mesmo uma boa ideia ficar sozinho com ele. Shur gostava de Yoongi de uma forma diferente da amizade que Yoongi tinha por ele, para Yoongi era apenas isso, amizade. Não que Shur não fosse bonito, ele era lindo e tinha aquele ar sexy que só os espanhóis têm, mas Yoongi nunca sentiu a mínima atração por ele.

Resolveu ir até ele mesmo com essas ideias, não podia ficar sozinho, não agora pelo menos, imagens de certo ruivo invadiam sua mente.

Acalme-se, Yoongi! Você só encontrou um cara ridiculamente arrogante e prepotente, nada de mais. – pensava ele.

Mas saber que aquele ruivo ainda estava ali na festa o deixava apreensivo. Chegou onde Shur estava.

POV. Yoongi

-Yoongi! – disse o espanhol com um sorrisão, estava inegavelmente bêbado. – Você tá bem? Sumiu por um tempão.

-Estou bem, Shur. Nao se preocupe. Onde estao os outros? – pergunto rapidamente.

-Saíram. Dançar, tomar uma bebida, “namorar”. – deu ênfase na palavra namorar e piscou pra mim. – Você sabe. Mas eu fique te esperando voltar.

-Ah. – digo meio sem reação. Mas que merda, isso nao vai prestar – Nao precisava ficar esperando, podia ir se divertir.

Ele passa um braço sobre meus ombros, e encosta-se a mim.

-Me divertir? Sabe que só quero me divertir com você.

Nao pode ser. Isso de novo nao. Por Deus!

-Shur, nós já falamos sobre isso, nao dá. – tento tirar seu braço dos meus ombros, mas ele desce o braço e me agarra pela cintura. – O que está fazendo?

Ele aproxima seu corpo do meu.

-Quero um beijo seu, Yoongi. Você sabe que sinto um tesão danado nesse seu corpo. – fala quase rente a minha boca. – E se você não me quer, vai ter que me dar um beijo pelo menos.

Empurro ele com toda força que tenho, o que não é muita, se considerar-mos que não sou muito forte e estou um pouco bêbado. Não consigo afastá-lo de mim.

Ele aproxima a boca da minha e eu tento desviar ainda empurrando-o pra longe.

-Me larga, Shur. Você tá bêbado. – empurro de novo – É sério, me larga agora!

-Não tô bêbado, meu amor. Só quero um beijinho.

Ele cola a boca nojenta na minha e continua a se esfregar em mim enquanto tento afastá-lo em vão. Até que de repente ele para, e olha por cima do próprio ombro, noto que há alguém atrás dele e ao levantar os olhos o vejo, é o ruivo safado lá do quarto.

-Será que eu poderia conversar com você?  - perguntou olhando em meus olhos enquanto ignorava o Shur.

Okay, essa noite está ridiculamente esquisita. Eu não consigo pensar em nada pra responder, estou hipnotizado por aqueles olhos negros, tão vivos que parecem me chamar pra eles. Ele é ainda mais lindo do que eu lembrava.

Não preciso pensar muito no que responder, Shur responde ao ruivo por mim, ainda está agarrando minha cintura e posso sentir a tensão no ar.

Nao, isso nao pode estar acontecendo! Acalme-se Yoongi, você pode resolver isso com calma.

POV. Hoseok

Desci as escadas olhando atentamente todos os cantos do salão, não reconheceria bem o rosto do azulado já que não o vi bem na escuridão do quarto, mas aqueles cabelos... Ah, aqueles cabelos seriam reconhecidos em qualquer lugar, eram perfeitos de mais pra serem esquecidos.

Depois de caminhar pela casa e pelo jardim eu o vi, estava virado de perfil pra mim, encostado numa parede próxima a entrada. O rapaz de cabelos azuis e rosto angelical sorria meio constrangido, enquanto conversava com outro garoto, que estava com o braço em torno de seus finos ombros.

Era o garoto, sem a mínima dúvida, e ele era encantador.

Apoiei-me na parede oposta a eles, de forma que não fosse visto e pudesse observar o azulado, que eu não sabia o nome. Meus olhos brilharam ao imaginar o corpo daquele ruivo sem nenhum tipo de roupa, em baixo do meu, numa cama larga.

Ele é realmente bonito, e com aquele gênio, parece uma fera selvagem. Gosto de meninos selvagens. – pensei maldosamente.

Meus olhos não mantiveram o brilho por muito tempo. O garoto moreno desceu o braço para a cintura do pequeno, e o puxo bem pra perto, disse algo próximo ao rosto dele e o puxou para um beijo. Esperei no mesmo lugar, para ver o que aconteceria, talvez o azulado esteja acompanhado.

O menor tentou virar o rosto e afastá-lo com as mãos, mas não conseguiu se soltar, definitivamente o pequeno não queria aquele contato. Ninguém parecia ver o que estava acontecendo.

Cansei de observar o desgraçado tentar agarrar o ruivo, que tentava se soltar de todas as formas. Desencostei-me da parede e saí de onde estava, indo na direção deles.

Eu devia estar com uma cara assassina, porque as pessoas me olhavam de olhos arregalados e me davam passagem imediatamente. Também pudera, um moleque desgraçado estava tentando agarrar a minha presa. O menor já me pertencia, era meu novo joguinho.

-Com licença. – eu disse ao chegar perto dos dois. O moleque moreno parou de tentar agarra o azulado, olhou-me curiosamente. No entanto nem olhei pra cara dele, eu o mataria com certeza. - Posso falar com você?

Dirigi-me apenas ao menor, mas ele parecia atordoado, e quem respondeu minha pergunta foi o moreno miserável.

-Ele tá comigo, ruivo idiota. Você não tá vendo? – falou com a voz arrastada.

Não pode ser! – pensei – É o moleque que me fez derrubar bebida na roupa. Ah, como é doce a vingança. Eu vou estraçalhar esse vagabundo, vou sim.

Ele soltou as mãos da cintura do pequeno e me empurrou, é um garoto ousado, eu admito. Ele não se intimidou com a minha presença.

Mas aí eu simplesmente não consegui mais me controlar, olhei nos olhos dele e dei um soco com toda a força do meu braço no rosto dele. O garoto deus uns passos pra trás, tropeçou nos próprios pés e caiu com um baque surdo aos pés do azulado, que olhava a cena boquiaberto.

Me abaixei, peguei ele pela camisa e o levantei de novo pra que ele visse em meus olhos com quem tinha mexido. Dei outro soco, e outro, e o sangue já saia do seu nariz fluidamente. E quando levantei o punho pra dar o quarto soco:

-Solta ele! – disse o azulado parecendo sair de um transe, olhei pra ele novamente – Nao o machuque, ele está bêbado. Larga ele, por favor.

Olhei novamente para o moleque, que estava meio desmaiado meio acordado, preso pelas minhas mãos, e olhei em volta, uma multidão se aproximou pra ver a confusão, sorte que era na entrada da casa, próximo aos jardins, a festa continuava tranquila lá dentro.

Soltei moleque, que caiu novamente no chão. Segurei o pulso do azulado e o arrastei casa a dentro, subimos as escada e chegamos ao primeiro andar. Estranhei ele se deixar levar facilmente, mas notei pela sua cara que ele ainda estava perplexo de mais pra reagir, claro que me aproveitei disso. Abri uma porta após a outra até encontrar uma sala pequena, que parecia ser a sala de estudos do Jungkook. Ia servir.

Quando adentrei a sala, o azulado continuou parado a porta e puxou o braço com força, se soltando de mim.

-O que pensa que está fazendo? – pergunta ele estreitando os olhos.

-Eu só quero conversar. Você está com medo de mim?

-Eu nao temo nada. Muito menos você. – e dizendo isso entra na sala, esbarrando em mim.

Deveria temer. – Penso e abro um sorriso com isso. Esse moleque realmente não me conhece. Tranco a porta atrás de nós.

-Sente-se. – disse pra ele mostrando o sofá – Parece nervoso.

Ele sentou-se.

-Talvez tenha algo haver com você quebrando a cara do meu amigo meio minuto atrás. – responde sarcasticamente, me olhando nos olhos.

Sento-me a sua frente em uma poltrona. A sala é bem iluminada e eu posso vê-lo com clareza agora. Ele é simplesmente lindo. Parece tão jovem quanto o Jungkook, sua pele é claríssima e sobre as bochechas coradas, seu nariz é delicado e empinado dando-o um ar natural de superioridade. Os cabelos azuis emolduram seu rosto, a cintura fina e bem esculpida, e seus olhos... seus olhos são castanhos escuros, pprem em uma cor que eu nunca antes tinha visto, e mostram todo o fogo que aquele rapaz esconde.

Deve ser incrível tê-lo gemendo meu nome numa cama. – pensei.

-Gosta do que vê? – ele replica minha pergunta com um sorrisinho.

-Você não imagina o quanto. – o encaro sedutoramente. – Mas – digo voltando ao assunto anterior - o moleque não parecia tão seu amigo enquanto tentava te beijar a força.

-Perdao se pareci uma donzela em perigo, mas eu sei me cuidar. Nao precisava se incomodar.

Esse sotaque definitivamente me excitava, ele era coreano assim como eu, pprem o sotaque dele era diferente, de qual regiao da Coreia ele sera? Provavelmente do interior, nao sei deizer. Se ele soubesse como eu queria tirar a roupa dele e possuí-lo ali mesmo, já teria fugido. Isso é loucura, ele parece uma criança e eu nem faço ideia de quem ele seja.

Mantenho o cenho o mais neutro possível enquanto o olho. Ele me encara de volta friamente, sem desviar o olhar.

-Quer beber alguma coisa? – levanto-me e vou até a pequena adega que o Jungkook mantém ali.

-Qualquer coisa. – responde ele ainda me encarando.

Espera. Adega? O Jungkook só tem 19 anos, ele não pode ter aquilo em casa. Vou mata-lo quando tivermos a chance de conversar. E quando estou colocando whisky em dois copo tenho um estalo. Se ele parece tão jovem quanto o Aioria...

Viro-me pra ele e pergunto:

-Quantos anos você tem, pequeno?

Ele me olha por um momento e responde:

-18 anos.

Meu queixo cai. 18? Ele é mais novo que o Aioria. Largo o copo com a bebida dele na mesinha e volto onde ele está apenas com o meu. Sento-me na poltrona enquanto ele me olha curiosamente.

-Você é novo de mais, nada de álcool pra você.

Ele me encara boquiaberto.

-“Novo de mais”? Você nao parece tao mais velho que eu e está bebendo. Quantos anos tem?

-29 anos. – digo simplesmente. E tenho que me segurar para não gargalhar da cara dele, é impagável. - Viu só? Diante de mim, você é só uma criança.

-Você nao me conhece, entao nao me trate como uma criança. – ele fala baixo e sua voz suave acaricia meus ouvidos.

-Você não deixa de ser criança apenas por não querer ser uma. E não, eu não conheço você, mas adoraria conhecer. – falo sedutoramente pra ele, ele nem se meche, como se não fosse afetado por minhas palavras. – Não vai me dizer seu nome?

-Crianças não costumam dizer seus nomes a velhos estranhos. – O azulado sorri abertamente ao me dizer isso.

Encaro-o. Esse moleque é muito atrevido, e meu desejo por ele só aumenta.

Deus! Como quero beijá-lo.

POV. Yoongi

Uma tensão se instala entre nós enquanto apenas nos observamos em silencio, até que ele se levanta da poltrona e vem até o sofá que eu estou sentado, senta ao meu lado, e me encara, muito próximo do meu rosto. Estamos um de frente pro outro, tão próximos que nossas respirações se encontram. Ele quer me beijar, eu sei, e eu... eu também quero.

O ruivo atrevido colocou seu braço esquerdo envolta da minha cintura, tudo lentamente como que pra que eu soubesse o que ele iria fazer, e pudesse me afastar se quisesse, mas eu continuo imóvel e não me afasto. Encosta a mão direita no meu rosto, e então se curva e roça seus lábios nos meus, apenas um carinhoso toque, meus olhos se fecham quase que imediatamente, tentando absorver ao máximo a textura daqueles lábios macios. E vendo que eu não me afastei, ele puxa meu corpo contra o dele e aprofunda o beijo.

O beijo antes apenas um toque, tornou-se uma força devastadora, enquanto ele devora meus lábios com a fome de um predador. Eu retribuo o máximo que consigo diante da minha perplexidade, sua língua feroz invade minha boca e acaricia todos os cantos dela, e se enrosca com a minha numa dança sensual. A mão do loiro que antes estava no meu rosto desce pelo lado do meu corpo e se embrenha entre as minhas coxas, acariciando levemente meu membro por cima do jeans, estou definitivamente excitado. Nesse momento eu permitiria qualquer coisa que ele quisesse fazer comigo.

O que estou fazendo? Sinto como se fosse certo beijá-lo, mas nao sei se realmente é. Eu nem sei o seu nome! Que poder esse ruivi tem sobre mim pra me deixar assim, insano?

Ele para o beijo quando precisa respirar, e se afasta de mim lentamente. Ouço minha respiração ofegante, e sinto a sua ainda bem próxima ao meu rosto. Abro os meus olhos e vejo que ele me encara com um sorrisinho no belo rosto.

-Você não diz seu nome, mas se entrega assim em um beijo com “velhos estranhos”? Você não é tão difícil como eu achei que fosse. – ele sussurra próximo a mim.

Meus olhos se arregalam como se fossem saltar.

O que? Como assim? Quer dizer que ele estava só me testando? Nao, eu nao posso ter beijado esse cara. Eu sou mesmo um idiota de proporções colossais.

Levanto do sofá rapidamente, como se tivesse sido atingido por um raio. Ele me olha meio atrapalhado, sem entender a minha atitude.

-Você é mesmo ridículo, um cara arrogante e estúpido que nao se importa com os outros. – ele levanta do sofá e me encara com olhos arregalados. – Entao espero que nunca mais cruze meu caminho, seria um azar desgraçado.

Viro de costas e cominho até a porta. Paro ao ouvi-lo me chamar.

-Pequeno, espera! O que deu em você? Estávamos tendo um momento legal aqui. – diz ainda meio confuso.

-Você estava tendo um momento legal aqui, eu agonizei cada segundo que passei perto de você. Perdao pelos transtornos lá em baixo. – Viro-me para a porta novamente – Adeus, ruivo.

Saí porta a fora largando o ruivo confuso dentro do quarto. Peguei meu carro e rumei pra casa, precisava dormir. Esse dia precisava acabar. Eu sabia, essa festa seria uma péssima ideia.

Mas amanhã é outro dia, não é? Amanhã nem lembrarei que esse maldito ruivo existiu.


Notas Finais


•Comentem na fic, e curtam ela

•Bjs na bunda (pq sou safrada ne gente)


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