História Entre a cruz e a espada - Capítulo 1


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Categorias Black Pink
Personagens Jennie, Jisoo, Lisa, Rosé
Visualizações 2
Palavras 1.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiro de tudo, olá a leitores fantasmas que aparecerem aqui. Bom, essa é a minha primeira obra relacionada a escrita, e particularmente é uma coisa que gosto bastante. Porém, como é a minha primeira, consequentemente terá alguns erros, mas farei de tudo para evita-los, não é legal ler uma fanfic com erros. Esta história e seu conteúdo, tirando as personagens, são de minha total autoria. Por favor, sem plágio.

Capítulo 1 - Apresentação


Rose on 

Estava sentada em minha penteadeira de madeira com alguns detalhes rústicos. Minha cabeça erguida enquanto eu encarava meu reflexo pelo espelho grande e luxuoso a minha frente. Atrás de mim a criada penteava meus cabelos. Assim que ela terminasse o serviço já sabia o que viria, as responsabilidades de ser uma princesa, as mordomias que não queria ter, trabalhos que não eram de meu agrado. E o pior de tudo isso? Sempre com a cabeça erguida, como se me orgulhasse.

- Majestade, já pode se levantar - diz a criada enquanto puxa levemente a cadeira onde estava sentada e faz uma menção para me levantar. Ela, ao ver que me levantei, logo faz uma reverência. 

- Ja disse que não precisa fazer isso quando só eu estou aqui, por favor, não quero pedir novamente. - levanto rapidamente e caminho até a porta. - você é bem mais que uma simples criada para mim, você é a única pessoa com quem posso contar, pra mim, estamos em níveis iguais. - caminho até a porta abrindo-a e saindo pela mesma. 

- Princesa, espere. - ela rapidamente vai atrás de mim. 

Ando em direção a sala do trono, onde meu pai, como todas as vezes, me esperava sentado como um porco naquele trono. Afinal, o que significa ser um rei? Você comanda um reino todo, nem sempre da forma que todos querem. Mas o essencial? Que comande de uma forma justa. E matar inocentes para pagar dívidas com outros reinos não era justo. Meu pai, não é digno da coroa de um reino lindo, um reino falido, mas um reino que poderia ser muito melhor.

- Pai - falo ao atravessar as grandes portas de madeira e fazendo uma reverência, em seguida caminhando até ele. 

- Minha filha. Tomou o seu café? - ele perguntou a mim como se eu não tivesse sido obrigada a me levantar pra ir falar com ele.

- Sim, tomei meu café - minto. Mentir era algo que estava acostumada a fazer. Principalmente relacionado a comida, eu não comia muito, no mínimo uma das refeições curtas do dia, isso pra mim já pesava no meu estômago. 

- Bom, então chega de enrolação. Lhe direi o motivo de lhe ter chamado aqui - assinto. Agradeci aos céus por ele não demorar mais, não gostava de entrar em diálogos longos com meu pai. - bom, como sabe, estávamos recebendo ameaças de outros reinos, mais precisamente o reino vizinho. O rei deste reino vira até aqui para um possível tratado de paz, pois resolvemos que seria melhor para os habitantes de ambos. Também, considerando que não poderíamos medir forças com um reino... Maior que o nosso.

- Ainda não entendi por que me chamou. - digo sem o mínimo de interesse em suas palavras. 

- Te chamei aqui por que é a princesa! A princesa! Preciso lhe recordar todos os dias de suas responsabilidades? de seu futuro cargo importantíssimo como rainha deste reino? - nego com a cabeça baixo, ouvindo tudo que meu pai tinha a me dizer. O que eu queria era falar pra ele ir se ferrar, não era isso que eu queria pra mim. - pois parece que você esquece disso todos os dias! Como se não significasse nada pra você. Esteja aqui as doze em ponto, nem um minutos a mais nem um a menos. 

- Sim, pai. - digo me reverenciando novamente e saindo da sala com um olhar desanimado.

Receber estes sermões de meu pai era humilhante, ele me trata como se fosse apenas uma mísera boneca. O problema não é ser rainha, o problema é como ele quer que eu seja tal. Uma rainha que injustiça a todos? Que mata inocentes para pagar dividas em outros reinos? Uma rainha que rouba dinheiro de outros reinos? Que tem a ambição de apenas aumentar um exército e assim incentivar uma guerra nos grandes reinos, para enfim, seu reino se tornar maior? Eu não quero carregar isso na minha coroa, não quero representar essa rainha. 

Caminho a passos apertados até meu quarto com a intenção de colocar minha cabeça no lugar e descansar as ideias, para depois, me arrumar calmamente, isso se não fosse pela Seulgi. 

Vamos lá, Seulgi foi designada pelo meu pai para cuidar de mim, como uma guarda costas. Ele a paga todos os meses. Seulgi é uma garota calma e cautelosa, que caucula a todos os seus passos de vida. Prefere uma longa noite de sono do que uma festa agitada com bebidas e músicas altas. Ela tem 22 anos e chegou ao reino com seus 19. Ela vem de uma família pobre, seu pai trabalhava em hortas onde ganhava algum dinheiro para sustentar sua pequena família. Desde que sua mãe ficou grávida de sua irmã, Wendy, eles estavam a procura de um sustento um pouco melhor, então, surgiu a oportunidade de Seulgi trabalhar no reino.

- Princesa, acho um pouco mais prudente tomar um banho de espuma. - diz ele se posicionando ao meu lado e começando a caminhar. 

- Tem razão, prepare a banheira com a água quente e essência de flores. Obrigada Seulgi. - digo concordando com ela.

- Sim princesa - ela diz se reverenciado e indo preparar a banheira. 

Passo a caminhar novamente, mas dessa vez não em direção ao quarto, e sim salão principal. Chego lá e logo todos presentes se reverenciam. 

Ao lado de um dos guardas, um cara alto e negro, está uma garota de cabelos castanhos e um rosto adorável.

- Princesa Rose, esta é Nayeon, ela foi encontrada ao lado de uma bruxa. Por isso, achamos que... - ele começa a falar porém é interrompido por mim.

- Como sabem que ela estava ao lado de uma bruxa e não de uma cidadã normal do reino? É só porque foi vista com uma, que seja uma. Soltem-a. - ordeno.

- Vamos falar com seu pai. - ele diz dando dois passos autoritários como se me desafiasse. 

- Não fassa isso, vai fazer com que ele acuse uma pessoa inocente, que não faria mal a ninguém. Uma bruxa pode facilmente ser confundida com uma cidadã normal. Soltem-a. - digo como se aceitasse o confronto.

- Ouviu a princesa. Solte-me e não voltarei a essas rondas. - diz a moça, que conheci como Nayeon.

- Tá bem - ele solta a menina que corre diretamente até às portas do castelo. 

- Obrigada princesa, Rose. - diz o guarda que segurava a garota. Franzi a testa, ele mesmo queria levá-la até meu pai, por que pediria desculpas?



Notas Finais


Sei que o capítulo foi curto, já podem se acostumar com isso. Não farei capítulos muito longos porque simplesmente não consigo. De verdade, não me levem a mal, me levem pra comer. Desculpem também o erros ortográficos, eu sempre escrevi um pouco rápido e, devido a isso, algumas palavras tendem a sair erradas.


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