História Entre a verdade e a Mentira - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, IU, Lee Sunmi, Monsta X, TWICE
Personagens Kim Seokjin (Jin), Personagens Originais
Tags Bts, Jin, Kimseokjin, Médico, Romance
Visualizações 13
Palavras 1.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mil perdões, acabei deixando a minha vida pessoal interferir aqui, vou tentar não repetir.

Capítulo 13 - Capítulo treze


Quanto mais você quer algo, mais parece que as coisas dão errado. O trânsito tinha parado completamente, não só atrapalhando as avenidas como me fazendo ficar mais impaciente do que já estava.

— isso não vai andar logo não? Pelo amor de Deus ande logo porra. — ainda bem que eu havia falado em inglês, por que o motorista havia me lançado um olhar estranho.

— os carros estão se movimentando. — dei graças a Deus, e como o motorista havia dito os carros começaram a andar, só nisso tudo já havia perdido trinta minutos. TRINTA benditos minutos.

[…]

O táxi mal havia parado e desci com tudo sem me importar com nada, até ver um monte de jornalistas e repórteres na porta do hospital, e os seguranças impedindo a passagem deles. Corri por meio deles, é assim que perceberam quem eu era começaram a fotografar e a fazer perguntas.

— como você reagiu?

— seu pai está em estado crítico?

— se o Sr. Lee Henry morrer, quem vai se tornar o herdeiro das empresas?

— isso tudo não foi arquitetado?

— você matou seu pai, pra poder se tornar a única herdeira das empresas?

Os seguranças conseguiram me pegar e me levou pra dentro.

— eles te machucaram senhorita Lee? — um dos seguranças perguntou enquanto o outro ficou olhando pela porta.

— eu vou ficar bem… saberia me dizer em que ala meu pai está? — olhei pro segurança que respondeu.

— só um minuto. — o mesmo saiu de perto e falou alguma coisa pelo seu walkie talkie, logo voltando. — ele tá na ala vermelha. — agradeci e sai correndo com o coração saindo pela boca.

A ala vermelha é usada pelos médicos, quando a cirurgia pode colocar o paciente em risco, mais não tendo outro motivo, eles tem que correr o risco. Nem sempre as pessoas saiem vivas da ala vermelha, são casos especiais em que o paciente sai vivo dessa ala.

Corri, corri como nunca, pois a ala vermelha ficava do outro lado do hospital. As pessoas me olhavam, mais pouco me importava até ouvir algo na tv.

— hoje por volta das seis da manhã, o empresário dona das empresas Lee, sofreu um acidente em suas férias com a esposa, não sabe ainda o certo o que houve, sua única filha Lee s/n foi vista entrando no hospital mais não conseguimos nada ainda. Pra mais informações sobre o caso do Sr. Lee fiquem ligados. — a tv é desligada, quando olho vejo uma senhora com o controle na mão. Sorrio pra mesma e volto a correr.

[…]

— cadê essa merda?? — não sabia muito bem aonde estava, esse hospital é gigante, é muito fácil se perder aqui. Vi uma enfermeira, e parei perguntando aonde fica a ala de cirurgia críticas ou ala vermelha.

— segue reto e vire a direita.

Agradeci e voltei a correr, vi uma enorme porta e sem pensar duas vezes abro ela com tudo. Minha mãe e meus amigos rapidamente vieram me abraçar, todos estavam com os olhos vermelhos, de tanto chorar.

— por que você veio? Não era pra você ter vindo assim. Seu pai não queria que você visse ele. — ainda abraçada a minha mãe, olho pra ela e começo a falar.

— conta outra, até parece que eu não iria vim ver esse velho. — fazer graça das coisas é como eu faço pra não desabar perto das pessoas. Tenho que ser forte, mesmo quando não consigo.

— vou pegar um café, alguém quer? — Yoongi disse, todos pediram exceto por mim, que me encostei numa das paredes distantes, pensando naquilo que um dos repórteres disseram;

"isso tudo não foi arquitetado?

você matou seu pai, pra poder se tornar a única herdeira das empresas?"

É isso que as pessoas estão pensando de mim? Que eu mataria meu próprio pai pra me tornar a herdeira do império Lee?

— hoje por volta das seis da manhã, o empresário Lee dono das empresas Lee, sofreu um acidente, agora ele está no hospital aonde sua esposa trabalha. Não se sabe o certo o motivo ou a causa do motivo dele está em cirurgia. Aqui temos algumas imagens da sua única herdeira viva Lee s/n entrando no hospital. Desejamos melhoras para você senhor Lee, a Coreia estará em oração pela sua vida. — olho pra minha mãe que começa a chorar no ombro do Tae, que está fazendo de tudo para acalma lá.

— sabe… ninguém sabe o que aconteceu, sua mãe disse que virou por um minuto pra pagar a conta, no outro seu pai estava no chão. O mais estranho é que ninguém viu nada. — olho pro Jimin que está do meu lado, com os braços cruzados. Ele só fica assim quando está pensativo.

— temos que descobrir quem fez isso, é essa pessoa vai pagar. — olho pro teto como se ele fosse me dar alguma pista do que aconteceu.

— mais como você está? Ouvi das enfermeiras, que alguns dos repórteres estão perguntando se não foi você que fez isso com seu pai. A polícia vai ter que te investigar, e aposto que eles não vão me deixar entrar no caso por ser seu melhor amigo. — olho pro Jimin que está olhando pro seu namorado, que ainda está acalmando minha mãe.

— é, eles estão perguntando se fui eu. Infelizmente sei que nos próximos dias, não vou poder nem sair de casa, por que as pessoas vão começar a se perguntar se é verdade, aí vão começar a ligar isso com meu histórico do passado, e só vai virar uma bola de neve. — suspiro e quando vou falar mais alguma coisa, a porta da sala de cirurgia é aberta, e ninguém menos que Jin sai de lá, vindo na nossa direção.

— Me diz que ele está bem, me diz que ele vai sobreviver. Por favor, não posso perder meu marido. — sei que minha mãe vai desabar a qualquer minuto. Vou até a mesma e abraço ela.

— vai ficar tudo bem mamãe, vamos ficar bem. — minha mãe me aperta cada vez mais, e eu olho pro jin, pedido com os olhos que seja uma notícia boa, mais ele desvia o olhar.

— diz logo, ficar fazendo suspense não adianta nada. — Tae já está prestes a arrancar os cabelos e ficar careca.

— o que eu tenho pra dizer não é nada bom. O estado do seu marido é complicado. Seu marido ele…


Notas Finais


😘♥


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